Sexy Dolls na Revista Sexy

O Brasil é um país maravilhoso. Terra das oportunidades, você não precisa ter talento para se considerar artista. Basta ter um corpão sarado e um rosto bonitinho. Não precisa nem saber falar direito ou ter uma voz afinada. Afinal de contas, o funk existe para essas pessoas também poderem cantar. Alguns meses atrás ficamos sabendo que três meninas muito expressivas dentro do mundo artístico se uniram e formaram um grupo musical chamado Sexy Dolls. Essas meninas são Sabrina Boing Boing (que tem como principal objetivo na vida aumentar os seios até que eles se transformem em planetas), Júlia Paes (que tem no currículo ter sido a namorada da filha lésbica da Gretchen) e Carol Miranda (que é uma sobrinha falsa da Gretchen e tem como ato artístico mais relevante um filme pornô onde perdeu a virgindade).

Essas garotas se uniram e gravaram uma música, chamada O Beijo, que está entre as coisas mais horríveis já feitas dentro da música brasileira. Mas, até aí eu entendo. Tudo é um grande golpe de marketing. Elas estão lá para lotar show pseudo-eróticos com marmanjos sedentos por cenas “quentes” entre três mulheres. A qualidade musical é apenas um detalhe muito pequeno. Até o nome do conjunto já entrega isso. Elas são bonecas sexuais, feitas para divertir, para brincar, nada muito importante. Um dos subprodutos óbvios dessa junção são os ensaios sensuais para revistas masculinas. A primeira a conseguir isso foi a Revista Sexy, em um especial dedicado inteiramente as meninas.

Que as três são bonitas e turbinadas, não existe dúvida. Também não existe dúvida que a maior parte dessa funilaria foi construída pela mão do homem (cirurgiões plásticos em sua maioria), porém muito bonito. Mas, as fotos dessa edição especial ficaram horríveis. Parece que tudo aqui foi feito a toque de caixa para aproveitar que o grupo está em evidência. Tudo tem que ser feito rapidamente porque logo as pessoas vão se esquecer delas. Sempre achei Sabrina Boing Boing uma mulher muito bonita. Mas, até ela está artificial nas imagens. As cenas onde elas se tocam, que deveriam emanar sensualidade, causam tédio. Tudo mal feito e sem inspiração. Para piorar, as fotos foram todas feitas com iluminação direta que, mesmo com difusor, deixou as fotos meio chapadas. Já tinha visto esse tipo de iluminação em outras fotos da revista, mas fica feio. Deixa as imagens com a aparência amadora. Um adolescente com uma câmera Sony Cybershot, e com um pouco de conhecimento de fotografia, faria quese igual. Deprimente.

Típica edição para baixar da internet. Não vale a pena guardar isso na estante de casa. Se bem que a maioria dos homens quer ver o útero das meninas, e não liga a mínima para a arte fotográfica.

Michael Jackson - RIP

Incrível, mas parece que é verdade. O Rei do Pop, Michael Jackson passou dessa para melhor. Segundo informações dos meios de comunicação ele teve um ataque cardíaco nessa tarde e chegou sem vida ao hospital. Agora os jornais vão ficar uma semana falando sobre isso, teremos especiais de TV, na MTV, no Fantástico e, provavelmente, um Globo Repórter sobre o assunto, além da oportunidade que a gravadora vai ter de lançar infinitas coletâneas e caixas com materiais raros. Muito de bom será dito e pouco de ruim será lembrado, afinal de contas é assim que acontece com os mortos.

Mas, embora a carreira artística desse rapaz tenha tido mais baixos do que altos, não podemos esquecer-nos do incrível disco de estréia de sua carreira solo. Thriller vendeu horrores e até hoje deve estar no topo da lista de álbuns mais vendidos da história. Os discos que vieram depois não atingiram a mesma genialidade, mas também não podem ser classificados como exemplos de música ruim (bem, talvez o último disco possa). Mas, ainda vou me lembrar do dia em que nos reunimos para assistir a estréia do clipe Thriller durante o Fantástico (sim, o programa já foi relevante). Grande música, grande presença do músico e ótima coreografia. Acho que para um artista, essa é a melhor maneira de ser lembrado.

The 4400

Eu adoro seriados. Se forem bem construídos e divertidos, então vai ter a minha atenção total. Porém, ultimamente, tenho limitado o número de seriados que acompanho por conta da falta de tempo. Quando um amigo me falou de The 4400 garanto que não me chamou a atenção. Ficar acompanhando a vida de pessoas que foram abduzidas não parecia ser uma coisa muito bacana, mas como a primeira temporada só possuí 5 episódios, decidi arriscar e assistir. E não me arrependi.

A primeira descrição que tive da série foi muito limitada, para falar a verdade, ela não mostrava em nada o que seria a história desse programa. Durante mais de 50 anos, 4400 pessoas simplesmente desapareceram da face da terra. Essas pessoas foram retiradas de diferentes locais do mundo, em diferentes circunstâncias e em diferentes épocas. Não existia nenhum vínculo entre esses indivíduos que pudesse sugerir que os desaparecimentos estivessem interligados. Um dia, uma enorme bola de luz devolve essas pessoas a Terra sem nenhuma lembrança do que aconteceu e sem terem envelhecido nenhum dia. Embora esse já fosse um motivo gigante para gerar confusão, para complicar um pouco mais a história, cada uma das pessoas que retornou começa a desenvolver estranhos poderes.

A primeira temporada, embora muito curta, conseguiu prender minha atenção. Não porque fosse algo de original, mas simplesmente por se mostrar competente em ser um bom entretenimento. Muito do que já vimos em outras séries ou filmes foram reciclados aqui. Temos o fator ficção científica, suspense e um mistério geral que vai permear toda a série. Em algum ponto, eu pensei que seria uma versão mais lite de Arquivo X, onde cada semana teríamos um problema com os poderes de um dos 4400, mas a série conseguiu fugir dessa fórmula ao adicionar a questão da sobrevivência da raça humana. Ao final da primeira temporada, descobrimos que os responsáveis pelas abduções são humanos do futuro que pretendem salvar o mundo de uma grande catástrofe ao dar poderes para esses poucos escolhidos.

Esse é o enredo básico da série, porém não fica somente nisso. A história passa por muitas reviravoltas ao longo das 4 temporadas que foram produzidas. Típico de séries que foram construídas para manter a atenção do público, ou que passam por problemas de audiência e precisam se reinventar a cada temporada sem perder o foco principal. O bom aqui é que temos várias histórias secundárias e muitos personagens possuem vital importância, tirando um pouco a atenção de apenas um ou dois protagonistas. No final, podemos até dizer que o fator ficção científica é o mais forte aqui. Embora nunca tenha ouvido falar dessa série, fiquei surpreso ao constatar que todas as quatro temporadas já foram lançadas no Brasil em DVD. Mais do que rápido, me coloquei a comprar todas as caixas. A primeira temporada fica apenas com 5 episódios, e as outras três com 12 episódios cada uma.

The 4400 não vai mudar sua vida, mas vai garantir bom entretenimento. O interessante é que descobri mais uma das influencias para o seriado Heroes e o que ele poderia ter sido. Mistério, grandes poderes, atos de heroísmo. Mas, tudo meio que acabou se perdendo. O programa foi cancelado em 2007, mas pode ser encontrado na internet para downloads e nas caixas de DVDs que estão à venda. Porém, se você não se interessa por esses temas, assista pelo menos para conhecer a bela atriz Jacqueline McKenzie. Vale a pena.

Exterminador do Futuro 4 - Salvação

Bem, claro que não poderia deixar passar a oportunidade de assistir a esse novo episódio da franquia do Exterminador do Futuro. Todo nerd que se preze estava esperando ansiosamente por essa produção, assim como por Jornada nas Estrelas e o segundo longa dos Transformers. A franquia, iniciada por James Cameron no longínquo ano de 1984, nos apresentou um futuro sombrio onde as máquinas se rebelaram contra os humanos, controladas pelo supercoputador Skynet, e iniciaram uma guerra que quase levou a extinção dos homens. Porém, um grande líder, quase um messias, se levanta das cinzas do holocausto nuclear para liderar os sobreviventes na luta contra as máquinas. O seu nome é John Connor.

O filme de 1984 contava como as máquinas, em um ato de desespero, enviou um exterminador para matar Sarah, a mãe de John Connor, antes que ele nascesse. A resistência conseguiu enviar um protetor para ela que tinha basicamente armas primitivas para derrotar um terror tecnológico. Revendo o primeiro filme hoje, ele soa muito datado, principalmente por conta da trilha sonora que o classifica automaticamente como um filme da década de 80. O segundo filme foi um marco na história do cinema. Além de trazer uma bela continuidade rica em detalhes, inclusive em relação a fatos do primeiro filme, tivemos ótimos efeitos especiais e ação sem interrupções. Aqui, as máquinas enviam outro exterminador, bem mais avançado, para matar John quando ainda era um adolescente. Como antes, a resistência conseguiu mandar um protetor para ele. Esse é, com certeza, um dos melhores filmes de ação e ficção científica de todos os tempos. O terceiro filme já foi inútil do ponto de vista do argumento. Não acrescentou nada, mas teve ótimas cenas de lutas entre os exterminadores. Pancada bruta sem dó mesmo.

Por isso que tínhamos uma enorme expectativa quanto a esse novo lançamento, ainda mais que Christian Bale, um cara que respeito desde o filme Equilibrium (2002), seria o astro principal na pele de John Connor. Nessa nova produção, as máquinas tomaram o controle depois do ataque nuclear. Os humanos se organizaram em focos de resistência espalhados pelo mundo. Porém, ainda estavam sob as ordens das antigas organizações militares que sobreviveram após o Dia do Julgamento. John Connor é apenas mais um soldado que luta nessa guerra. O filme começa com a resistência descobrindo um laboratório onde as máquinas realizavam experiências com os humanos. O resultado desses testes seria a criação do T800, o modelo híbrido (tecido vivo sobre um endoesqueleto de metal) responsável por perseguir Sarah no primeiro filme e por proteger Jonh no segundo. Porém, boa parte da ação se desenrola com a presença de Marcus Wright (Sam Worthington) que acorda no laboratório da Skynet e a última lembrança que possuí é de ser executado com a injeção letal vários anos antes do início da guerra com as máquinas.

Esse seria o enredo básico desse novo filme. Contar detalhes poderia estragar a surpresa de quem ainda não assistiu. Porém, sou obrigado a dizer que o filme é divertido, e só isso. Para toda a expectativa que ele criou, deveria ter sido muito mais. Para começar, ele é um filme com muita ação, mas com pouca violência. Nos dois primeiros filmes fomos levados a acreditar que as máquinas eram cruéis e eficientes no extermínio sistematizado dos seres humanos. Embora tenhamos várias cenas onde os humanos são capturados, nenhuma delas chega perto do que foi relatado. Em segundo, não temos nenhum embate em larga escala entre humanos e máquinas, como os que foram mostrados no começo dos dois primeiros filmes. Isso foi deveras broxante. O segundo ponto negativo foi a pouca importância do personagem de John Connor. Ele passa o filme como um personagem secundário de luxo, sendo que a atenção principal vai para Marcus Wright. E por último, mas não menos importante, a história não trás nada de novo. No final temos a ascensão de Connor como verdadeiro líder da resistência, mas a história é meio boba. Poderia ter mostrado muito mais. Deveria ter se iniciado logo após o final do terceiro filme, com a queda das bombas e o início da luta contra a Skynet. Ou pelo menos algo que nos desse a compreensão de como os humanos se organizaram depois do Dia do Julgamento.

Porém, tem coisas bacanas no filme. As máquinas são mostradas de uma maneira muito realista. Embora o segundo filme tenha ótimos efeitos especiais, muito foi feito com bonecos e modelos em miniatura. Aqui temos efeitos gerados por computadores da melhor qualidade e bem realísticos. A ação também é de tirar o fôlego. Várias cenas de perseguição e explosões de grande porte. A participação de Linda Hamilton na forma das fitas que ela grava no final do primeiro filme foi muito bem pensada e sutil. Mas, o momento mais bacana é quando John Connor encontra pela primeira vez um T800. O robô tem a feição de Arnold Schwarzenegger, que entrou digitalmente no filme para uma participação especial. Coisa para deixar o fã com um grande sorriso no rosto.

No mais, é um filme comum. Não vai entrar para a história e deixou muita gente decepcionada. Pode ser o fim da franquia, mas ainda tenho esperanças que alguém competente volte para contar a história final do confronto contra as máquinas.

Valeska Popozuda na Playboy

É isso ai amiguinhos, Valeska Popozua, uma das crias mais estranhas do funk nacional vai ter a sua disposição uma edição especial da Playboy que vai ser publicada em junho. A menina, que é vocalista do grupo (?!?) funk intitulado singelamente de Gaiola das Popozudas, aumentou as suas próteses de silicone justamente para fica mais bonita nesse ensaio.

As fotos foram feitas na favela da Rocinha e no Complexo do Alemão no Rio de Janeiro. Esse pessoal do funk valoriza a comunidade, ou não tem uma idéia mais original para os ensaios sensuais. Embora Valeska seja uma criatura esquisita, tenho que admitir que toda esse ar exótico me atrai de alguma forma. E não devo ser só eu. O post dela com as fotos do paparazzo que tenho em meu blog de sacanagem é campeão de visitas vindas do google.

Talvez o mundo esteja perdido e a gente ainda não tenha notado. Veja abaixo a capa dessa edição especial da Playboy.

Para que se interessou pelo assunto, o Noronha publicou algumas fotos dos bastidores do ensaio de Valeska Popozuda para a Playboy. Fotos sem photoshop que podem servir de comparação para quando a revista for publicada.


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