Acho que todo mundo que acompanha esse pobre blog abandonado sabe que sou um grande fã de super-heróis e, entre eles, minha preferência pesa radicalmente a favor do Superman. Adoro o personagem e tudo o que ele representa, além das analogias religiosas que pouca gente parece perceber. Óbvio que os personagens mais violentos também possuem seu charme, mas eu sou velha guarda. Gosto da dupla Batman e Superman e todas as suas contradições.
No cinema também tenho minhas preferências quando falamos do personagem. Adoro os filmes antigos, mesmo os evidentemente ruins, e sou um grande defensor da versão apresentada por Brian Singer e o seu Superman – O Retorno. Sou um dos muitos fãs que entendeu a proposta do filme e me deliciei com cada referência ao passado cinematográfico do personagem e, sem vergonha de admitir, que chorou na cena final quando o personagem voa em direção ao pôr-do-sol com a trilha sonora fantástica composta por John Willians.
E por falar em trilha sonora, esse é o tema que motivou esse post. Como todos sabem um novo filme do Homem de Aço está despontando em julho dirigido por Zack Snyder que teve uma grande decisão a tomar. Manter a trilha sonora composta para o personagem na década de 70 e que é literalmente reconhecida por qualquer pessoa no planeta terra que goste de cinema, ou investir em algo completamente novo para o personagem. A escolha foi pela segunda opção. A tarefa de superar o mestre Willians coube a Hans Zimmer que conseguiu se aproximar com grande competência do clima heroico que o personagem necessita e merece. Vejam abaixo a trilha sonora do novo filme do Superman. Eu digo que gostei, e que venha o filme.
Eu sempre gostei do Savatage, embora a banda sofra de um mal que assola grandes nomes do Heavy Metal. Não estou falando do Ego e sim da péssima qualidade de gravação de seus discos. Grandes clássicos da banda parecem que foram gravados dentro de uma caixa de papelão. Você pode até dizer que isso é coisa dos anos 80, que as bandas não tinham grana, mas isso é uma grande balela. Podemos até admitir que os primeiros discos possam passar por esse problema, mas estou falando de quase toda a discografia, inclusive dos discos mais importantes. Outro que sofre desse grave problema é o Manowar, embora nos últimos 10 anos a coisa tenha melhorado muito para o lado deles. Como o Savatage é uma banda finada (ou em hibernação), não tem mais jeito de salvar. Diria que apenas seus 2 últimos discos (The Wake of Magellan e o Poets and Madmen) escaparam desta sina.
Mas, o que importa é que tenho agora em mãos a coletânea Sill the Orchestra Plays – Greatst Hits Volume 1 & 2 que chega em formato triplo contendo dois discos de música e um DVD com o show Live in Japan 1994 que nunca tinha saído antes em DVD. A coletânea é de 2010 e nos presenteia com 23 músicas que percorrem toda a carreira desta banda que nos brindou com clássicos absolutos do Heavy Metal e também com algumas músicas bem ridículas. Bem, ninguém é perfeito. O primeiro CD é marcado por músicas da primeira fase da banda e conta com pedradas como Hall of the Montain King (a primeira música da banda que ouvi em minha vida no extinto Fúria Metal da MTV), Gutter Ballet, When the Crowds Are Gone e Edge of Thorns, que possuem uma pegada mais metal e menos progressiva. O segundo disco contempla os álbuns que já estão dentro da fase mais progressiva da banda e temos músicas como Chance, The Wake of Magellan, Morphine Child, One Child e versões acústicas (piano) para Anymore, Not What You See e Out on the Streets. Fica aqui minha total decepção por está coletânea não contar com Believe (uma das mais fodásticas músicas da banda) e Alone You Breathe.
Agora vamos falar do que não presta. Infelizmente o disco vem em um digipack de papelão. Odeio caixas de papelão. Elas são bonitas no começo, mas são difíceis de guardar e com o tempo elas simplesmente derretem e ficam todas marcadas pelo uso. Uma verdadeira porcaria. Sem falar que, nesse caso, quando fechamos a caixa um CD fica logo abaixo do DVD e os dois estão ficando riscados pelo atrito. Falando em DVD, esse é mais um caso grave. A grande propaganda da caixa é que esse show nunca antes havia sido lançado em DVD. O Show data de 1994, ano em que a banda estava no auge de sua popularidade e qualidade. Então deveria ter sido feita uma edição caprichada, não é? Pelo contrário, simplesmente pegaram a fita VHS e jogaram no formato digital sem um cuidado especial com a qualidade de imagem ou som. Eu simplesmente não consegui assistir o show até o fim. Péssima qualidade sonora.
Fica a dica. Ótima coletânea com um tratamento muito ruim. Mas, pelo menos o preço cobrado pela caixa não é nada exorbitante.
Que fique claro que eu não gosto de carnaval. Não assisti aos desfiles na TV e, para falar a verdade, nem o jornal eu vi durante esses dias de diversão pagã. Porém, as polêmicas existem para serem divulgadas na internet e se perpetuarem além dos limites da data comemorativa. A controvérsia deste carnaval de 2013 foi o bumbum deformado da “cantora” Valesca Popozuda que desfilou em duas escolas de samba e todas as fotos feitas de sua siliconada poupança renderam imagens bizarras. Vejam abaixo do que estou falando.
Já disse em alguns momentos aqui no blog que tenho uma relação de amor e ódio com a cantora. Em primeiro lugar não consigo classificar o que ela faz como música, mas isso é um reflexo pelo meu ódio mortal pelo funk carioca. Mas, em segundo lugar, a moça tem uma beleza exótica (estranha?) que me atrai profundamente. Não me peçam explicação, pois ela não existe.
É levando em consideração essa dualidade de pensamento em relação a moça que neste momento vou fazer algo impensável e sair em sua defesa. Não é segredo que a loira, pensando em sua carreira “musical’, injetou em sua poupança uma dose elevada de silicone. Infelizmente, o material não tem uma consistência densa, o que leva a uma falta de estabilidade na região. Ou seja, toda vez que Valesca rebola são criadas diversas ondas no local que são capturadas pelas fotografias dando a impressão de uma bunda deformada. Se ela ficar parada tudo fica certinho no lugar.
Para provar meu argumento vejam o vídeo abaixo.
Agora parem de pegar no pé da pobre menina. Se é para avacalhar as celebridades e subcelebridades construídas então eu tenho uma lista gigante aqui para a gente começar.
Quem me conhece sabe que nunca fui um aficionado por equipamentos fotográficos. Sim, sei que precisamos de boas ferramentas para desenvolver bem o nosso trabalho, mas sei também que câmeras são apenas ferramentas que executam o nosso trabalho mental. Se não tiver a melhor ferramenta que existe, minha mente vai ter que dar um jeito e se virar com o que tem. Por conta disso fiquei anos com minha primeira câmera realmente decente, uma Canon EOS 30D, e quando a troquei fiquei com sua substituta, uma EOS 50D, por exatos dois anos e meio. Ainda tenho essas duas câmeras funcionando perfeitamente e ambas me são suficientes para desenvolver meu trabalho profissional e também o artístico. Porém, uma oportunidade surgiu de aquisição de um equipamento um pouco melhor e acabei aproveitando.
A Canon EOS 7D foi lançada já a três anos e os boatos dão conta que uma substituta para ela já está no forno, mas isso não quer dizer que seja uma câmera ruim. Ela foi lançada pela Canon justamente para preencher um vácuo criado por ela mesma. Até a EOS 50D a empresa não tinha uma câmera dentro da categoria chamada de semiprofissional pois a 50D era um verdadeiro tanque de guerra que dava conta do recado. Com o lançamento da EOS 60D, uma câmera muito mais frágil do que a antecessora, a Canon colocou no mercado a 7D para se tornar a preferida dos profissionais. Uma clara concorrente para a Nikon D300S.
A câmera é pouca coisa maior e mais pesada do que a 50D. Toda feita de metal e com vedação contra poeira e água. Não aguenta um toró, mas chuvisco não faz mal ao equipamento. O primeiro ponto que me convenceu a fazer a compra é o poder de processamento e a durabilidade. A câmera é equipada com dois processadores Digic 4, o que fornece o dobro de capacidade de processamento para as fotos, gerando uma maior velocidade na captura. Por isso muito fotojornalista prefere essa câmera. Outro fator é a durabilidade do obturador planejado para 150 mil disparos. O segundo ponto de convencimento é a qualidade de imagem. Alguns testes em sites e revistas me impressionaram muito. O ISO elevado (seguramente até 1600) pode ser utilizado tranquilamente. O único ponto que me incomodou em mudar são os 18 megapixels de resolução máxima que vão ocupar muito mais espaço em HD. Aqui também temos a filmagem em Full HD, mas acho que essa nunca vou usar.
Em resumo, um equipamento confortável, robusto e com boa qualidade de imagem. Nesse fim de semana farei o primeiro teste prático com ele. Em breve imagens aqui no blog.
Sim meus amigos, chegamos novamente àquela época do ano que é adorada por milhões e odiada por milhares. Me dei conta dessa época do ano no dia de hoje, quando o pessoal aqui do trampo começou a se despedir e desejar um feliz Carnaval. Como não assisto TV aberta (a TV por assinatura é o melhor investimento de minha vida) e no ano passado a festa pagã se realizou em março, então estava meio perdido no tempo. Agora fica a grande dúvida: o que fazer nesses cinco dias? Sim, digo cinco porque estou contando até a quarta-feira, dia que historicamente não venho trabalhar.
Uma coisa está certa. Vou cumprir meu ritual anual de, no dimingo, assistir novamente ao filme Os Irmãos Cara de Pau (The Blues Brothers, 1980), onde os irmãos Jake e Elwood vivem diversas aventuras para salvar o orfanato onde nasceram e de quebra fazer uma viagem maluca pelo mundo da boa música. Aliás, cabe lembrar que esse é o único filme musical que gosto, pois temos em sua fórmula boa música, uma história engraçada e situações surreais. Indicado para quem vai ficar de mau humor durante o feriado carnavalesco.
De resto meus amigos, vamos ler, ouvir música, passear com a família e, no meu caso, aproveitar para fazer algumas fotografias de minha cidade para enriquecer o meu portfólio. Esse texto também serve de aviso aos navegantes que esse blog vai voltar a funcionar. Além de estar extremamente animado com minha vida atualmente, a necessidade de continuar comprando CDs e BDs vão mover minhas ações no momento. Ou seja, viva o Adsense.
Já trabalhei com uma oficina de retratos em Presidente Prudente alguns anos atrás. Tivemos uma turma considerável participando e muitos dos alunos da época hoje são fotógrafos profissionais. Nada mais reconfortante do que saber que seus ensinamentos estão sendo utilizados por gente que hoje leva a fotografia a sério. Pois agora chegou a hora de trabalhar mais uma vez o tema, só que com muito mais informação e tecnologia. Respondendo a um convite da Oficina Cultural Timochenco Wehbi resolvi montar uma oficina voltada para quem já possui conhecimento em fotografia. Se você está querendo um curso de introdução então essa não vai ser uma boa oportunidade para você, pois assuntos básicos não serão tratados durante esse curso. Já partirei do pressuposto que o participante sabe muito bem como dominar sua câmera e não possui dúvidas quanto à abertura de diafragma, velocidade de obturador, velocidade ISO e distância focal. Serão focados (olha o trocadilho) assuntos avançados como fotometria, ponto de luz, composição, enquadramento, conceitos artísticos da fotografia, reflexões sobre a importância da imagem, unidade formal, unidade temática e uso avançado de iluminação.
As aulas serão ministradas nos quatro sábados do mês de fevereiro no horário de 10:00h às 13:00h. As duas primeiras aulas serão dedicadas a aspectos teóricos da fotografia em geral e da arte de retratar uma pessoa. Os dois encontros restantes serão de aula prática onde o primeiro encontro será dedicado a retratos feitos em locações externas e utilizando rebatedor e flash. O segundo encontro será dedicado a retratos em ambiente interno utilizando equipamentos de estúdio (flash e luz contínua) e flash compacto remoto (strobist). Como estão vendo será uma programação corrida e apertada.
As inscrições começam no dia 07 de janeiro na sede da Oficina Cultural Timochenco Webhi em Presidente Prudente. O candidato deve fazer a inscrição e deixar uma carta de interesse que será analisada. Os 15 escolhidos para fazer o curso serão avisados por telefone da efetivação de sua inscrição. Não percam tempo, pois as vagas são realmente limitadas.
Olha só, eu nem sabia que existia um concurso para eleger a Miss Bumbum. Eis que a internet é invadida pela notícia de que Carine Felizardo (??) foi a feliz vencedora do concurso em 2012. A coisa foi tão importante que até rendeu a publicação de algumas “fotinhas” do primeiro ensaio fotográfico da moça após a disputa no site da Folha de São Paulo.
Como todo monumento de sapiência que ganha fama ou dinheiro se aproveitando do corpo sarado, a moçoila já anunciou que vai investir em seu bumbum, que agora é o seu instrumento de trabalho oficial. Mais uma que vai participar de alguns programas de televisão bem “sérios”, posar para algumas revistas masculinas (a Sexy já confirmou o ensaio) e depois vai comprar uma passagem direta para o Hotel chamado Ostracismo.
Achei interessante a legenda abaixo das fotos afirmando que as imagens não possuem edição digital (o famoso Photoshop) e que “tudo aquilo” realmente pertence à moça. Meus parabéns Carine Felizardo pelo seu título. Que seus cinco minutos de fama durem para sempre.
Acho que todo mundo já leu, e alguns fizeram muita piada, com o Furacão Sandy que deixou um rastro de destruição por onde passou no Hemisfério Norte. Porém, teve gente que tentou capitalizar sobre a desgraça dos outros, e claro que tinha que ser uma brasileira. Mas, temos que ser honestos, talvez não tenha sido má fé, e sim apenas uma gigantesca falta de sensibilidade.
Estava eu passeando pelos blogs de fotografia gringos quando vi uma chamada no Foto Actualidad falando de Nana Gouvêa, modelo que já apareceu nas páginas da revista Playboy, e seu último ensaio fotográfico feito tendo como pano de fundo os locais destruídos pelo Furacão Sandy em Nova Iorque. O blog chega a acusar a modelo de insensível e aponta uma entrevista que foi publicada no site EGO onde a mesma conta um pouco desta experiência. Se as fotos já causam polêmica, imagine a entrevista onde Nana declara que adora furacões, pois pode ficar em casa namorando. Acho que as 30 pessoas que morreram durante a passagem do Sandy pela cidade de Nova Iorque não vão concordar com ela.
Foi insensível e oportunista? Claro que sim, afinal de contas as celebridades que atualmente vivem no ostracismo precisam se agarrar a qualquer oportunidade para voltarem a mídia. O site EGO tem culpa nisso? Um pouco, mas o que esperar de um veículo de comunicação que transforma em notícia quando uma celebridade vai comprar fraudas em uma farmácia? As fotos do ensaio ficaram bacanas? Nem pensar, pois quem fez as fotos foi o marido de Nana, que trabalha com produção musical. Ou seja, todo o episódio só mostra que ela deveria ter ficado em casa e aproveitando o tempo livre para fazer algo produtivo, como assistir a um episódio do Chaves.
Como o mundo da internet não perdoa pessoas que fazem besteira, já foi criado um divertido Tumblr chamado Nana Gouvêa em Desastres onde a modelo é inserida em diversas situações através de montagens toscas de Photoshop. É divertido.