Calendário Pirelli 2015 – Pela primeira vez com uma modelo Plus Size

Sim crianças, mais um calendário Pirelli está no forno para fazer a alegria dos marmanjos que vão ter o privilégio de possuir uma das cópias. A ideia é simples e fica bem perto dos calendários de mulheres semi-nuas que encontramos em postos de gasolina ou oficinas mecânicas. A diferença é que as moças que ilustram as páginas deste badalado calendário são Top Models e o fotógrafo escolhido para registrar as beldades sempre é uma estrela do mundo da moda. Ou seja, você agrega muito valor à produção e transforma o calendário em um item desejado. Junte a isso o fato de somente 17 mil cópias serem impressas para serem distribuídas ao redor do mundo e você entende um pouco de todo esse frisson que é criado em torno dele.

Embora o produto só seja lançado em novembro, durante o verão (hemisfério norte) algumas imagens sempre são liberadas para a imprensa com o objetivo de ir criando expectativa. O calendário de 2015 está sendo fotografado por Steven Meisel e teve como tema o Fetichismo. A estilista foi Caterine Roitfeld e neste ano temos modelos como Adriana Lima, Natalia Vodianova, Karen Elson e Raquel Zimmermann estarão na versão 2015. Porém, neste ano, temos um fato inédito. Pela primeira vez o calendário Pirelli vai mostrar em suas páginas uma modelo Plus Size. Estamos falando de Candice Huffine que, segundo a revista Vanity Fair (Itália) tem 1,80m de altura e está pesando 90Kg. Pela altura e peso você pode não achar que ela é uma Plus Size, mas se engana quem pensa que o mercado de moda de gordinhas é formado por modelos realmente gordinhas. 

Tirando a questão de definir o que é ou o que não é uma mulher gordinha (Plus Size) temos que levar em conta que a industria da moda é movida por mulheres bonitas e que possam se vender dentro da mídia. Neste ponto, Candice Huffine é uma vencedora, pois é uma mulher de curvas que vai se impor no mundo de mulheres esqueléticas. Eu prefiro as curvas.

Candice Huffine

Penny Dreadful

Já que Drácula e Sleepy Hollow estão em período entre temporadas, nada melhor do que procurar novas séries de terror para alimentar o vício. Aliás, essa época do ano em que as séries principais estão em seu tempo de descanso, existe uma infinidade de novas produções que tentam desesperadamente conquistar a preferência do público e se tornarem permanentes. Nem todas conseguem, mas algumas acabam se destacando. Nesse mergulho em novas produções, encontrei essa Penny Dreadful que, em meu ponto de vista, tinha tudo para dar errado, mas conseguiu se sair bem em sua pequena temporada de apenas 8 episódios.

A série tinha um grande potencial para o fracasso por querer abraçar o mundo. A ideia era reunir em um mesmo cenário (a Inglaterra Vitoriana) os mais famosos monstros das histórias de terror. Para tanto, nós temos o Vampiro, o Lobisomem, o Monstro de Frankenstein, uma moça possuída pelo mal, Jack – o Estripador e, para balancear isso tudo, a figura do explorador inglês que quer, acima de tudo, deixar seu nome nas maravilhas não descobertas da África. O próprio nome da série é uma alusão a essa tentativa de misturar tudo e fazer uma homenagem aos Penny Dreadfuls, que eram pequenos contos de terror vendidos na Inglaterra por 1 centavo (centavos de terror).

Na história temos o explorador Sir Malcom Murray (Timothy Dalton) que está desesperado para encontrar sua filha, Mina Harker (Olivia Llewellyn), que foi sequestrada por uma força do mal. Junto a ele temos a sensitiva Vanessa Ives (Eva Green) que já foi a melhor amiga de Mina e que sofre constantes tentações do Demônio. Junto a eles, nessa empreitada, vão se juntar o americano pistoleiro Ethan Chandler (Josh Hertnett) e o jovem médico anatomista Victor Frankenstein (Harry Treadaway). Essa é apenas a trama principal. Existem várias subtramas que vão permeando os personagens, como o fato da carnificina que um monstro não identificado está protagonizando pela cidade (um Lobisomem pela descrição) e a presença de Dorian Grey (Reeve Carney) cuja importância para a história ainda não foi explicada.

Foram apenas 8 episódios que trouxeram um ritmo bem lento. Tão lento que se deram a liberdade de fazer dois deles apenas para explicar acontecimentos do passado. Mas, longe de ser um problema, eles trouxeram consistência para a história. Ao que tudo indica, isso foi apenas um começo, pois quase todas as subtramas engrenaram para o início de um possível desfecho na próxima temporada. Boa parte do sucesso da série pode ser creditado ao elenco experiente e carismático. Você começa a torcer pelos personagens no meio da história, mesmo que todos eles sejam anormais e atormentados. Felizmente a série foi renovada, o que impede de ficarmos sem saber o que vai acontecer com os personagens principais. A promessa é que essa segunda temporada tenha mais episódios, já que o programa passou pela prova de fogo da audiência. Nos resta agora aguardar.

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300 – A Ascensão do Império

Todo mundo sentiu que o filme 300 seria um sucesso. A história era fascinante e baseada em fatos quase reais. A batalha entre gregos e persas foi uma das mais edificantes da história antiga. O fato de gregos estarem em desvantagem faz com que o ato seja mais heroico ainda. O que sabemos é que um pequeno contingente de gregos segurou os persas nos Portões Quentes (Termópilas) por 7 dias no ano de 480 A.C. Essa parte da história, utilizada por poetas e historiadores antigos para celebrar o patriotismo e bravura de guerreiros bem treinados, foi utilizada por Frank Miller para escrever sua famosa história em quadrinhos intitulada simplesmente de 300. Em 2006 essa história em quadrinhos virou filme efeitos especiais, estética arrojada, violência estilizada e muito sangue. Ou seja, uma sinfonia de violência. O filme teve um fim fechado, que não deixava gancho para uma continuação, mas os estúdios de cinema sempre dão um jeito.

300 – A Ascensão do Império, lançado em 2014 se propõe a contar o outro lado da história. Enquanto Leonidas e seus guerreiros seguravam o exército persa sobre as Termópilas, o general Temistocles, de Atenas,  se defrontou contra a frota de navios de Xerxei no Estreito Artemisio. A história se passa quase ao mesmo tempo que os acontecimentos do primeiro filme, mostrando momentos antes e o que aconteceu um pouco depois. Como pano de fundo temos as crises de relacionamento das Cidades Estados da Grécia e como essas diferenças são postas de lado pelo objetivo de eliminar uma ameaça maior (no caso dos Espartanos a coisa foi mais direcionada para a vingança). No centro da história temos Artemisia (Eva Green), comandante da marinha persa que (ficamos sabendo neste filme) foi a responsável pela ideia fixa do rei Xerxes em dominar a Grécia.

Quem volta nesta sequência, em participações pequenas, é Rodrigo Santoro (Rei Xerxes), Lena Headey (Rainha Gorgo), David Wenham (Dilios), Andrew Tierman (Ephialtes) e  Andrew Pleavin (Daxos). O filme segue a mesma estética do primeiro volume e com batalhas bem coreografadas com uma quantidade gigantesca de sangue. Em alguns momentos você pensa que os gregos estão lutando com sabres de luz, dada a facilidade com que membros e cabeças são separados do corpo. O herói principal, Temistocles (Sullivan Stapleton) se mostra detentor de todas as qualidade que fizeram sucesso com Leonidas no primeiro filme. Ele é forte, heroico e não tem medo de nada. Mas, infelizmente, o filme não empolga e não se mostra um bom sucessor para 300. No máximo vale uma tarde de diversão com pipoca, o que foi o meu caso.

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Raimundos – Cantigas de Roda

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Já falei aqui da minha relação com a banda Raimundos, porém, mesmo gostando do som, revelo que parei no quarto álbum da banda (lembrando também o EP Cesta Básica de 1996). Depois disso começaram as tretas entre os integrantes, o vocalista Rodolfo pulou fora eu também pulei. Admito que o vocal dele era importante para o conjunto todo e fiquei sem vontade de continuar acompanhando o trabalho da banda. Preferi me contentar com o que já existia.

Porém, depois de 12 anos do último lançamento da banda, eles voltam com um novo disco e uma formação nova. O disco novo, chamado Cantigas de Roda. Com  Digão (Vocal e Guitarras), Canisso (Baixo), Marquim (Guitarra) e Caio (Bateria), a banda chega fazendo um rock outrora pesado, outrora mais melódico. E o disco é basicamente construído nessa dualidade. Temos coisas pedradas como Rafael, BOP (com uma levada quase RAP) e Cachorrinha, que convivem tranquilamente com músicas mais comerciais como Baculejo e Cera Quente. Porém, em raros momentos, o antigo Raimundos aparece, principalmente na música Gato da Rosinha (muito bacana).

O disco é bacana, embora me lembre (de forma irritante) coisas como Charlie Brown Jr (inclusive nos vocais) nos momentos mais leves. Recomendo ouvir com a cabeça aberta e sem se prender ao passado.

The Originals – 1º Temporada

Eu gostava de assistir a Diários de Vampiro. As primeiras temporadas foram bem construídas, com uma história cativante e inteligente. Aliás, mais cativante e inteligente do que os livros de L.J. Smith que deram origem a série. Na verdade, a série era um grande romance adolescente, mas que continha o tema vampiresco. Longe de ser uma melação como Crepúsculo (e as continuações), a série tinha violência e dinamismo, porém acima de tudo, um vilão carismático. Klaus apareceu na segunda temporada perseguindo uma das personagens. Logo se verificou que ele era uma gigantesca ameaça que veio para causar muitos problemas. Klaus era um dos Originais, os primeiros Vampiros que pisaram na Terra. Logo, ficamos conhecendo toda sua família e muitas coisas aconteceram por lá.

Ao que parece, eles fizeram tanto sucesso que ganharam uma série só para eles. Em The Originals, temos Klaus e seus irmãos Elijah e Rebekah sendo atraídos para Nova Orleans por conta de um feitiço. Lá, eles se deparam com uma briga pelo poder realizado por várias facções. Tanto humanos, quanto Vampiros, Bruxas e Lobisomens, lutam para ter o controle majoritário da cidade. Como não poderia deixar de ser, Klaus vê uma oportunidade de vencer a todos e voltar a dominar uma cidade que já foi sua. Fora a briga pelo poder, klaus ainda vai ter que lidar com Hayley, uma antiga amante que está grávida de um filho seu, e seu antigo pupilo,  Marcel Gerard, que agora manda na cidade se utilizando de  Davina Claire, uma bruxa que fugiu de seu grupo e que usa seus grandiosos poderes para manter todos seus inimigos na linha.

Para falar a verdade, comecei a assistir a série com um sentimento incrédulo.  Ao mesmo tempo que a família Mikaelson foi responsável pelos melhores episódios de Diários de Vampiro, me lembrava também que tinha me cansado um pouco daquela série e parado de assistir. Mas, tive uma grata surpresa. The Originals foge das tramas sobrenaturais com adolescentes e foca no drama dos personagens. Fora os Originais, temos uma galeria gigantesca de personagens coadjuvantes que possuem as suas próprias histórias. A série gira em torno destes pequenos dramas pessoais e as tramas conspiratórias organizadas pelos diferentes grupos que querem dominar a cidade. Varias reviravoltas e a morte de personagens importantes no decorrer da trama (síndrome de Game of Thrones?) fizeram com que o expectador ficasse atento durante os 22 episódios da primeira temporada. 

Porém, temos que admitir que o grande trunfo da temporada foi a figura de Klaus. Estranho fazer uma série onde o protagonista é um vilão, mas deu certo. Todos amamos o lado psicopata de Klaus, mas podemos ver vários momentos de humanidade em seu personagem. De modo geral, você acaba torcendo por ele e para que sua história (envolta em tragédias e sofrimento) tenha um final feliz. A única observação que faço é, todos sabem do que um Vampiro Original é capaz, e mesmo assim existem loucos que os desafiam. Só poderia acabar em carnificina.

A segunda temporada já foi confirmada pelo canal CW e deve entrar em exibição em setembro de 2014.

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20 anos de Puteiro em João Pessoa

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Olhando os sites de notícia nesta semana me deparei com essa notícia, que não vai mudar a minha ou a sua vida, mas fiquei sabendo que a música Puteiro em João Pessoa, da banda Raimundos, está completando 20 anos. Tudo bem, nada de mais, mas o que importa é que eu me lembro quando a música foi lançada. Então, por essas contas, eu estava com 17 anos quando a mesma foi lançada. A primeira vez que ouvi Raimundos foi no programa do Cezinha Crepaldi, que tocou quase todo o CD de estréia da Banda. O que achei na época? Muito bom. Tinha violência, pancadaria e uma tonelada de palavrões, quase todos escondidos pelas letras cuspidas ã velocidade da luz (síndrome de Ratos de Porão).

Porém, hoje, 20 anos depois, e ouvindo o mesmo disco com o peso da experiência e de novas influências, digo que o disco continua bacana e relevante. Mas, não é uma obra de arte. Vejo uma banda que foi criada para agradar aos adolescentes e sua veia rebelde. Musicas basicamente construídas com mais raça do que talento. Típico do primeiro trabalho de uma banda de garagem. Com o tempo o Raimundos evoluiu e aprendeu a ganhar dinheiro. Alguns dizem que se venderam para o mainstrem, mas temos que parar de ter vergonha de ganhar dinheiro com nossa arte. Infelizmente, a saída do vocalista Rodolfo foi um duro golpe para a banda que, hoje, vive basicamente do passado.

No dia 01 de junho a banda vai se apresentar aqui na minha cidade. Vai ser a terceira vez que vejo a banda ao vivo. Vamos ver o quanto eles mantém da energia do passado.

Bravura Indômita – Versão em Blu-Ray

Faz muito tempo que tinha vontade de assistir ao filme Bravura Indômita dos irmãos Coen, principalmente por ser um faroeste que ganhou que foi indicado a 10 categorias do Oscar de 2011, um feito interessante para esse tipo de produção. Ao pesquisar pelo filme descobri que ele é adaptação de um romance escrito pelo jornalista Charles Portis e teve uma versão gravada na década de 1960 com direção de Henry Hathaway com John Wayne no papel principal. Como fiquei curioso sobre a versão antiga, consegui emprestados os dois Blu-Ray para poder fazer uma comparação.

Bravura Indômita possui uma história muito bacana. A jovem Mattie Ross teve o pai covardemente assassinado por um de seus empregados que, após o crime, fugiu para uma área de reserva indígena. Decidida a vingar a morte do pai, e vendo que o xerife da cidade não tem autoridade nos territórios indígenas,  ela contrata o Delegado Federal Reuben “Rooster” Cogburn para caçar o criminoso e trazê-lo para a justiça. Porém, ela coloca como condição ir junto na caçada para ter certeza que o trato vai ser cumprido. Durante o desenvolver da história, junta-se a eles o Texas Ranger LaBoeuf, que também está procurando o criminoso por conta de um assassinato no Texas. Essa é a história principal dos dois filmes, embora existam muitas diferenças entre os dois.

O filme de 1969 possui mais detalhes e passagens que não aparecem no filme de 2010. Isso pode ser visto no fato de ele ser quase 25 minutos mais longo. Porém, é um filme mais light e com aquela trilha sonora constante dos antigos filmes de faroeste. Ao mesmo tempo, tudo é mais limpo e a violência é mais contida. O filme dos irmãos Coen é mais sujo e sinistro e a violência menos estilizada, indo para o lado mais realístico, porém o filme tem momentos de humor mais constantes. Jeff Bridges está perfeito no papel do Delegado Federal e, embora seja basicamente um bêbado, em nenhum momento duvidamos de sua coragem, honra e de como ele se apegou à jovem Mattie Ross. Uma diferença entre os dois filmes é a participação do Texas Ranger, que na produção de 2010 é bem menor, pois foi dado maior destaque para a relação entre o Delegado e a garota.

Em resumo, as duas versões são grandes filmes, com direcionamentos diferentes. Creio que vale a pena ver os dois, principalmente por conta dos finais diferentes. Mas, já fica a dica que a versão de 2010 tem o final mais fiel ao livro.

P.S. – A cena do duelo final entre o Delegado e o bando de criminosos é quase igual nos dois filmes, mas Jeff Bridges se utilizou de duas pistolas, enquanto John Wayne de uma pistola e uma espingarda. Wayne engatilhava a espingarda rodando ela na mão, da mesma maneira que o Arnold Schwarzenegger em Exterminador do Futuro 2. Na verdade, essa foi uma homenagem de James Cameron ao antigo astro dos filmes de Faroeste.

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Drácula – 1º Temporada

Vou ser sincero com vocês. Quando vi o anúncio de uma nova série tendo o Drácula como tema central eu não botei fé na coisa. Quando era adolescente existia uma série chamada Drácula que passava nas madrugadas da Globo (bons tempos onde também tínhamos a Maldição do Lobisomem e a Loja Maldita) que era simplesmente uma coisa absurdamente ruim. Fiquei mais preocupado ainda com a nova série ao ver que o protagonista seria , um ator que tinha visto pouco em ação e que só me vinha a cabeça a sua participação como o vilão Valentine no filme Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos. Mas, como não poderia deixar de ser, ao sair o primeiro episódio decidi dar uma olhadinha. E não me arrependi.

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Embora seja um sujeito franzino, Jonathan Rhys Meyers conseguiu impor o respeito necessário para seu personagem. Assim como em Sleepy Hollow (outra série bacana que vou escrever a respeito), o conto do Conde Vlad Tepes foi reescrito para se encaixar em um drama televisivo. Aqui, depois de séculos preso em uma cripta, Drácula é libertado pelo Professor Van Helsing () para que ambos possam se vingar do grupo que destruíram suas vidas: A Ordem do Dragão. Assumindo agora o nome de Alexander Grayson, ambos vão para Londres e colocam seu plano em ação, que consiste levar os membros dessa sociedade (todos aristocratas e empresários) a falência. Porém, as coisas ficam um pouco complicadas quando Grayson encontra Mina Murray () que é praticamente uma reencarnação de sua esposa, Ilona, que foi morta pela Ordem do Dragão antes de ser condenado a ser um Vampiro por toda a eternidade. Junto ao elenco principal, também temos Jonathan Harker () noivo de Mina, Renfield () o fiel escudeiro de Drácula, e Lady Jayne () a chefe dos caçadores de Vampiros da Ordem do Dragão.

A série, que teve apenas 10 episódios, é muito mais complexa do que o livro de Bram Stoker, pois envolve interesses econômicos e subtramas. Drácula tenta manter o plano meticulosamente planejado, mas por vezes deixa transparecer seu lado animal em verdadeiras carnificinas. Então, toda a trama é baseada em um desejo de vingança com momentos bem violentos e a história de amor entre Mina e Alexander. Embora seja um amor proibido, nada poderá ficar entre eles.

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A série teve ótimos momentos de tensão em todos os seus capítulos, mas o último episódio realmente me surpreendeu. Tudo estava caminhando para um desfecho catastrófico, onde o futuro dos principais personagens era incerto, mas tudo aconteceu de forma equilibrada aliando redenção com justiça. A parte mais interessante foi o ótimo gancho deixado para uma próxima temporada, que eu mal posso esperar para começar. Se você ainda não assistiu a nova versão de Drácula, então é melhor correr atrás e não perder essa ótima história.