Justiceiro
Hoje comprei o jogo “The Punisher”, baseado no filme de mesmo nome que foi lançado ano passado nos Estados Unidos e que, de tão ruim, aqui no Brasil foi direto para DVD, sem nem sentir o cheiro dos cinemas. Qual é o principal defeito do filme? Em duas palavras: Pouca Violência. Isso mesmo, no filme o anti-herói da Marvel não faz mais do que matar alguns poucos capangas do Jhon Travolta. Para falar a verdade, o protagonista Thomas Jane também não ajuda em nada por sua falta de carisma. Mas isto não acontece no game. Ele é todo planejado no melhor estilo psicótico do Justiceiro: várias opções de armas, carnificina total, você pode usar os bandidos como escudo humano e, o melhor de todos, é o modo de interrogatório. O Justiceiro, em alguns pontos específicos do jogo, pode utilizar de torturas para arrancar informações de inimigos capturados. Claro que, após o interrogatório, estes prisioneiros são cruelmente assassinados. Em um momento o bandido fala para Frank Castle: “Você prometeu não me matar”, o que o Justiceiro responde”O bom de promessas é que elas podem ser quebradas”, e corta o pescoço do indivíduo sem dó. Uma das coisas legais do jogo é ver de que maneira diferente ele vai matar cada indivíduo interrogado. Até agora não repetiu nenhuma. Devo admitir que fiquei impressionado com a violência do game, o que garante para o jogo a classificação de impróprio para menores de 18 anos nos EUA, mas como sou brasileiro comprei o mesmo em uma banquinha de camelôs, onde um pirralho de 12 anos o jogava como demonstração. Viva o Brasil.

