O CÓDIGO DA VINCE

Muitos estão escrevendo sobre este livro. Eu também pensei em escrever sobre ele mas decidi falar sobre o incrível livro “O Diário de um Magro” do mais incrível ainda Mário Prata. Mas decidi escrever sobre este dito Fenômeno por causa de um debate ridiculo que está acontecendo neste momento no “maravilhoso” programa Superpop da Rede TV, em seu especial da Sexta-Feira Santa , com a presença do retrógrado Padre Quevedo. Mas, afinal de contas, o que tem de tão importante um livro de aventura escrito por um autor desconhecido até a pouco tempo e que despertou até a ira da Igreja Católica gerando comentários de desagrado? Devo admitir que a pouco tempo, por curiosidade, comprei os dois livros de Dan Brown que estão disponíveis nas livrarias. Garanto que nem produrei na internet se o autor tem mais alguma obra publicada no exterior. Mas vamos aos livros. O primeiro deles, “Anjos e Demônios”, nos apresenta ao professor de simbologia religiosa Robert Langdon, que seria uma versão um pouco menos corajosa de Indiana Jones, que é chamado as pressas para salvar a cidade do Varicano de um atentado terrorista perpretado por uma antiga sociedade secreta satanista (satanismo dentro da concepção de ser contra a igreja católica), os Illuminati. Seguindo uma trilha de simbolos espalhados pela cidade de Roma, Langdon e sua ajudante, a cientista Vitoria Vetra, tem que encontrar o covio da antiga sociedade secreta para impedir o pior. O livro, que demonstra a inesperiência de um escritor para criar uma boa trama, deixa várias pontas soltas, pois algumas suposições de Langdon parecem surgir do nada e não frutos de uma linha de reciocínio contruída através da lógica. Leitura fácil que engana durante uns dois ou três dias. Mas todas as atenções se dirigem para o seu segundo livro, “O Código Davince”. Nele o mesmo professor Langdon tem que seguir novamente uma trilha de simbolos para descobrir um dos segredos mais bem guardados da humanidade: O Santo Graal. Até aí tudo bem, pois até o professor Jones já procurou o referido objeto, mas Brown dá um novo significado a busca mostrando que o Graal, é na verdade, os restos mortais de Maria Madalena e um conjunto de documentos que provariam que ela e Jesus Cristo teriam sido marido e mulher e que teriam tido uma filha. Mais ainda, que eles teriam originado uma linha de descendentes que estariam vivos até hoje. Neste liquidificador de referências ainda apareceriam o Opus Dei, os Cavaleiros Templários e o Priorado de Síão, que teria tido Leonardo Da Vince como um de seus lideres. O que dizer do livro? É melhor do que o anterior. A história é mais coesa e as pistas seguidas pelo professor são melhor amarradas, dando certa credibilidade a busca e ao desenrolar da história. Mas não existe motivo algum para tanta polêmica. O livro é apenas uma peça de ficção que arranhou um pouco nossa sociedade conservadora, assim como o filme “A última tentação de Cristo”. O próprio autor nos diz que o livro não é um relato histórico, mas apenas entretenimento e, arriscando levar pedradas por isso, acho o manuscrito tão desprovido de provas verídicas quanto a própria biblia. Mas enquanto nos perguntamos porque tanta comoção por abolutamente nada, quem fatura é Dan Brown, que vê seu livro vender cada vez mais e que agora vai virar até filme com Tom Hanks no Papel principal. E viva a nossa sociedade.

One Response to “O CÓDIGO DA VINCE”

  1. vc tem razao isso desperda raiva da igreja crista no mundo intero

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