Olhe para os céus


Sei que prometi escrever um texto sobre o Código Da Vince, mas depois de ver o filme acho que não compensa. Deixo as críticas para os milhares de blogs que estão falando alguma coisa sobre esse enorme abacaxi.
Em vez disso prefiro jogar todas minhas fichas no filme do último filho de Krypton. O filme, dirigido por Bryan Singer (o homem que deu vida aos X-Men), conta a história de um Super Homem que passou anos exilado em Krypton (?!?) e, ao retornar a terra, encontra tudo diferente. Lois Lanne se casou com outra pessoa e agora tem um filho e Lex Luthor consolidou ainda mais seu poder durante sua ausência. O trailer oficial que anda circulando pela internet mostra que o filme veio para brigar pesado pela preferência do público. Juntamente com X-Men - O Confronto Final, devem ser os dois grandes lançamentos da área de adaptações de quadrinhos.
Muitos não gostam do Super-Homem. Acham seus valores de ética e moral ultrapassados, em um mundo acostumado em ver heróis violentos e sem compaixão. Ideologicamente o personagem foi usado por governos para propagar o modo de vida americano e a grandeza da América. Mas, o personagem foi o primeiro super herói a ser criado e deu origem a toda uma linhagem de super-seres nas primeiras décadas no século passado. Batman, Capitão Marvel, Flash, Mulher Maravilha e tantos outros surgiram no que chamamos de era de ouro dos quadrinhos. O personagem passou por épocas de glória e de quase esquecimento, apenas para ressurgir continuamente como o grande herói que é.
Tenho um carinho especial pelo Super-Homem. Juntamente com o Batman foram as duas primeiras histórias em quadrinho que colecionei. Juntamente com milhares de fãs pelo mundo também chorei ao ler a saga A Morte do Super-Homem e também acompanhei eufórico a história que contou sua ressurreição, dando um novo gás as histórias desse bom moço quase centenário.
Para quem se interessou pelas sagas do grande escoteiro eu indico as histórias escritas por John Byrne, a mega-saga Crise nas Infinitas Terras, o arco de histórias que compreende a Morte do Super-Homem e a Ressurreição e, claro, a maior homenagem já prestada ao personagem que foi a minissérie Reino do Amanhã, um primor de paixão ao mundo dos quadrinhos feita por Alex Ross e Mark Waid.
Em vez disso prefiro jogar todas minhas fichas no filme do último filho de Krypton. O filme, dirigido por Bryan Singer (o homem que deu vida aos X-Men), conta a história de um Super Homem que passou anos exilado em Krypton (?!?) e, ao retornar a terra, encontra tudo diferente. Lois Lanne se casou com outra pessoa e agora tem um filho e Lex Luthor consolidou ainda mais seu poder durante sua ausência. O trailer oficial que anda circulando pela internet mostra que o filme veio para brigar pesado pela preferência do público. Juntamente com X-Men - O Confronto Final, devem ser os dois grandes lançamentos da área de adaptações de quadrinhos.
Muitos não gostam do Super-Homem. Acham seus valores de ética e moral ultrapassados, em um mundo acostumado em ver heróis violentos e sem compaixão. Ideologicamente o personagem foi usado por governos para propagar o modo de vida americano e a grandeza da América. Mas, o personagem foi o primeiro super herói a ser criado e deu origem a toda uma linhagem de super-seres nas primeiras décadas no século passado. Batman, Capitão Marvel, Flash, Mulher Maravilha e tantos outros surgiram no que chamamos de era de ouro dos quadrinhos. O personagem passou por épocas de glória e de quase esquecimento, apenas para ressurgir continuamente como o grande herói que é.
Tenho um carinho especial pelo Super-Homem. Juntamente com o Batman foram as duas primeiras histórias em quadrinho que colecionei. Juntamente com milhares de fãs pelo mundo também chorei ao ler a saga A Morte do Super-Homem e também acompanhei eufórico a história que contou sua ressurreição, dando um novo gás as histórias desse bom moço quase centenário.
Para quem se interessou pelas sagas do grande escoteiro eu indico as histórias escritas por John Byrne, a mega-saga Crise nas Infinitas Terras, o arco de histórias que compreende a Morte do Super-Homem e a Ressurreição e, claro, a maior homenagem já prestada ao personagem que foi a minissérie Reino do Amanhã, um primor de paixão ao mundo dos quadrinhos feita por Alex Ross e Mark Waid.
Superman – O Retorno, estréia dia 14 de julho no Brasil.
P.S. - Respeitando as leis de direitos autorais para imagem, destaco que as figuras deste post foram retiradas do site Omelete