Evanescence - The Open Door
Esse novo álbum chega na medida para quem gostou do disco anterior. The Open Door tem o mesmo timbre de guitarra, as mesmas batidas eletrônicas, a mesma voz melodiosa e umas letras que dão vontade de se matar de tão tristes. Essa característica do lado gótico da banda está mais evidente nesse novo trabalho. Parece que os membros realmente estão mergulhados na mais profunda depressão e adoram isso. Vai ser um prato cheio para a galera emo que vive tristinha também. A banda vai ser elevada a ícone da turma que gosta de música emotiva. Tente ouvir Snow White Queen, Lacrymosa e The Only One, sem pensar em dar fim na vida que você vai saber do que estou falando. Infelizmente, as mesmas características que podem ser citadas como pontos fortes também são a maior fraqueza do disco, pois as músicas são quase todas iguais e com o mesmo clima, o que torna a audição completa do disco uma tarefa um pouco sacal. É um disco que deve ser ouvido em doses homeopáticas.
Independente da qualidade musical temos que dar o braço a torcer a linda capa do disco, bem ao estilo Heavy Metal épico e, para falar a verdade, comprei mais o disco por conta da ilustração de capa, provando que uma boa produção artística já garante alguns consumidores. De resto é um disco simpático, com alguns momentos muito bons e outros muito chatos. Ainda não assisti nenhum vídeo clipe dessa produção, mas se mantiverem o capricho artístico vai ser outro enorme sucesso.
Compre o álbum The Open Door (em promoção) clicando aqui
Visite o maior site de fãs da banda no Brasil clicando aqui
Visite a página oficial da banda clicando aqui

kkkkkk Evanescence é Pop? Deve ser porquê você não conhece Avril Lavigne mesmo! Isso sim é Pop!
Agora, de onde foi que você tirou que a banda é gótica? Até a Amy Lee já desmentiu essa história! Parece que você está beeeeeeem desatualizado, hein?
Mais uma coisa: Você já foi em algum show da banda? Como então fala que “ao vivo ela não tem fôlego”? Se você conhece alguém que foi no show em Sampa, Rio, P. Alegre e Curitiba, pode perguntar como estava a voz dela, vai receber como resposta: “Estava maravilhosa como sempre”. A voz dela não é voz de estúdio, continuou a mesma nos 4 shows aqui no Brasil, que a propósito eu fui em todos e posso te dizer que ao vivo a voz dela é tão impressionante quanto no estúdio.
E por fim, se Evanescence fosse uma banda comercial, mudaria de estilo a cada seis meses como muitos outros artistas fazem, mas não: Amy Lee desde que entrou na banda continua do mesmo jeito, vestindo as mesmas roupas bufantes, sem se importar com o que os outros pensam dela. Quem quiser ouvir, que ouça. Se ela realmente fosse comercial, só pensaria em conseguir cada vez mais fãs fingindo ser uma coisa que não é.
E, sem mais delongas, procure mais informações quando for escrever sobre alguma coisa, caso você não saiba, o Origin não é um albúm de estúdio, e sim um Disco Demo.
Bem, Kelvin, obviamente você é um fã da banda e como tal está imune a alguns conceitos críticos. Sei disso, pois também tenho olhar de fã para as bandas que gosto, mas, como diria Jack, o estripador, vamos por partes;
- Sim, o Evanescence é uma banda pop. Incrível como muitos encaram o termo como uma ofensa, quando não é. Ser pop é ter um som que agrade a multidão. Que agrade ao ouvinte que não necessariamente goste de rock. E o Evanescence conseguiu isso. prova disso são o número de videoclipes que a banda lançou, o número de discos que foram vendidos e todas as reportagens que saíram da banda em revistas pop e voltadas para a galera teen;
- Quanto a questão do lado gótico da banda, ela vir a público e dizer que não tem nada a ver é a mesma coisa que o My Chemical Romance dizer que não é Emo. O Evanescence não é gótico pois não assimila a ideologia do movimento, mas se utiliza de vários das características visuais do estilo. Ou você acha que o figurino de Amy Lee é original??? Posso te indicar algumas bandas da primeira metade da década de 1980 que já se utilizavam desse visual “revolucionário”.
- O que analiso aqui é a performance do artista. Em uma arena com trocentas mil pessoas e o costumeiro som horrível que temos em nossos shows não é parâmetro para analisarmos uma apresentação ao vivo. O Andi Deris do Helloween (que também não tem fôlego ao vivo) fez ótimas apresentações aqui. No calor do show tudo é ótimo. Tenho várias gravações ao vivo da banda e posso afirmar que ao vivo a vocalista perde muito rendimento. Talvez por conta de não saber colocar sua voz corretamente. Quando a banda lançou o seu DVD ao vivo tive acesso ao vídeo original sem modificações e posso afirmar que tudo que você vê no vídeo foi alterado e a voz teve várias “maquiagens” para parecer normal.
- Meu amigo, infelizmente (para você claro) o Evanescence é uma banda comercial. ela surgiu no exato momento em que o som que praticava estava na moda e com um suporte gigantesco. Isso não acontece com bandas novas, mesmo que sejam boas. Eles foram produzidos para fazer sucesso e isso não é ruim. O mercado fonográfico funciona dessa maneira. É um negócio que tem que render um retorno, senão não existe lógica no investimento.
- CD Demo é quando uma banda junta uma grana, vai para o estúdio e grava algumas faixas para usar como portfólio para bater nas portas das gravadoras. Origin foi resultado de um contrato de gravação com a Bigwig Enterprises. Possuía um repertório de treze faixas e foi produzido por Brad Caviness. A primeira prensagem do CD foi feita em 2000 e já saiu com 2500 cópias, que não é pouca coisa para uma banda iniciante. Então, por mais que a banda diga que não, esse foi sim um CD de estréia. O que pega é que a Wind-Up Records ouviu o CD, contratou a banda, fez a funilaria no som para que ficasse mais parecido com o som da moda e se utilizou de algumas canções do primeiro disco em Fallen com roupagem nova.
- Todo post escrito nesse blog só é publicado depois de muita pesquisa. Embora existam muitas informações oficiais aqui, grande parte do que publico é minha opinião formada em mais de 15 anos no mundo do Rock. Não sou o dono da verdade e estou aberto a debates e diálogos, mas desde que sejam fundamentados em argumentos e não se caracterizem como ataques sem sentido.