Nesta quarta-feira (14/02) uma fotografia do mestre Henri Cartier-Bresson (1908-2004) bateu o recorde do fotógrafo em preço em um leilão. Realizado na casa de leilões Christies’s a fotografia “Italy” realizada em 1933 foi vendida pela singela quantia de U$ 204.000,00.

Considerado o melhor fotógrafo que o mundo já viu, Cartier-Bresson dedicou sua vida ao fotojornalismo e trabalhou quase sempre dentro do estilo conhecido como Fotografia de Rua, onde captar o cotidiano das pessoas de forma discreta é o principal objetivo. Para isso ele se utilizou a vida inteira de uma pequena câmera, uma Leica Rangefinder. E foi assim, sem muita tecnologia e muita inspiração que esse homem mudou a história da fotografia, trazendo muito sentimento e dinamismo as imagens.
O anti-paparazzo, teve sorte que não viveu para testemunhar a Britney Spears. hehe…
a foto é linda mesmo…
Tenho admirado seu trabalho e aproveito para parabenizá-lo. Mesmo quando vc diz que Cartier é considerado o maior fotografo que o mundo já viu.
É muito dificil e injusto titular apenas um astro numa constelação de genios. Cartier – o fotografo do instante decisivo, foi o melhor na especialidade, mas o que dizer de Ansel ? ou de Mapplethorpe, Salgado, etc e etc…
Entendo o seu excesso pela objetiva da virulenta paixão pela fotografia.
Sorte e muita luz.
Bem, a questão de Cartier-Bresson ser o melhor fotógrafo que o munda já viu é um aopinião pessoal minha e de muitas pessoas. O trabalho desse senhor me fascina justamente por misturar fotojornalismo e a questão do cotidiano. O olhar sobre as pequenas coisas da vida e a sensibilidade empregada na composição das fotos é o ponto forte de Bresson. Concordo com a pequena lista que você citou. Além dos nomes citados existem muitos outros que poderíamos acrescentar. Mas, a meu ver, a principal diferença entre o trabalho de Bresson e de Sebastião Salgado, por exemplo, é a questão do planejamento. Salgado passa anos planejando um ensaio, tira milhares de fotos e depois faz um livro ou uma exposição com as melhores. Bresson saia na rua com sua pequena câmera e apenas com seu olhar no cotidiano produzia fotografias que são consideradas obras de arte. A meu ver Bresson leva uma enorme vantagem nisso. Mas, você tem razão. Mesmo essa mídia sendo um blog que tem por objetivo expressar minha opinião é muita presunção de minha parte dizer que um fotografo é melhor do que o outro, até porque os estilos são diferentes.
Liga não… Cutucar a onça com vara curta tinha objetivo: Medir a sua febre e sentir seu dedo nervoso, além é claro, de estimular, de provocar…
Mas, cabeça quente e dedo coçando se curam com uma boa imagem. Portanto, coloque suas fotos e vou aplaudir com satisfação . Penso que seu blog é muito bom, excelente.
Seja feliz e cubra-se de glória.