O J. Noronha do O Fim da Várzea lançou uma promoção no seu blog onde o prêmio é uma cópia original do jogo Half Life. Para tanto, cada participante tem que fazer um post sobre os jogos eletrônicos clássicos que mais gosta e enviar um trackback para ele. Complicado falar dos jogos que mais gosto, pois passei por várias plataformas e cada uma me trouxe uma experiência nova, mas vou tentar falar do assunto de maneira mais simplificada possível.
O primeiro vídeo game que tive foi o Odyssey, lançado pela Philips em 1981. Os jogos eram mais primitivos do que os do Atari, mas muito divertidos. O bacana eram os jogos educativos que a plataforma possuía, visto que a máquina era equipada com um teclado possibilitando várias possibilidades de jogos de palavras. O jogo que mais gostava era o OVNI, onde o objetivo era conduzir um disco voador através de um campo de asteróides. Ganhava-se pontos ao destruir os obstáculos e naves inimigas que cruzavam o caminho do jogador. Como vários jogos da época, esse também não tinha fim. O mais bacana era disputar quantos pontos cada um poderia fazer.
Depois desse eu comprei um Atari, o vídeo game que quase todo mundo teve. Jogos básicos e muito divertidos. A falta de complexidade dos gráficos permitia que vários jogos fossem adicionados em cada cartucho, o que tornava o custo benefício da compra do cartucho muito atraente. Gosto de muitos jogos dessa plataforma, mas impossível não citar River Raid. Clássico dos jogos de tiro, onde o objetivo do jogo era guiar um avião de guerra sobre um rio e eliminar os inimigos. Entre os alvos estavam helicópteros, navios, jatos e pontes. Perdi várias horas de minha vida tentando quebrar os recordes dessa gracinha.
O Master System foi a próxima evolução dentro de minha relação com os games. Gráficos mais elaborados e desafios mais complicados fizeram a festa de muitas crianças. O atrativo dessa plataforma eram os jogos de tiro usando a pistola que vinha junto com o aparelho. Para falar a verdade, a pistola (que era muito parecida com a arma do desenho Zillion) é que me fez escolher o Master System em vez do Nintendo de 8 bits. Embora tenha gostado muito dos jogos do Sonic, o meu preferido era o Rambo III. Jogo de tiro muito bacana que corria por todas as etapas do filme. Fiquei semanas jogando essa bagaça até que consegui destruir o helicóptero dos russos na última fase. Diversão garantida.
Comprei o Mega Drive em 1994 principalmente pelo hipermegablaster clássico Mortal Kombat. Jogo muito famoso e polêmico na década de 90 por conta da violência explícita e da qualidade dos gráficos. A história nos mostrava um torneio onde os oponentes lutavam até a morte, com a possibilidade de execuções sangrentas ao vencer a luta. A opção pelo Mega Drive em detrimento do Super Nintendo foi pelo fato de a empresa do Super Mário ter censurada o sangue no jogo. Outro jogo muito bacana para o Mega Drive foi Golden Axe, história que se passa em uma terra mítica, onde o jogador tem que enfrentar bárbaros e dragões se utilizando de golpes de espada e magias especiais.
Em 1998 foi a vez do Playstation e toda a revolução que essa máquina causou. Melhores gráficos, som fenomenal e jogos super inteligentes e emocionantes. Foi nesse console que descobri um dos meus vícios: a série de jogos da saga Medalha de Honra. Baseado no filme O Resgate do Soldado Ryan, o jogo e todas as suas continuações colocam o jogador na pele de um soldado das forças aliadas durante a 2º Guerra Mundial. O primeiro episódio era bem básico, mas para a época era uma verdadeira revolução. Posso citar também o famoso jogo Syphon Filter que misturava ação, espionagem e estratégia em um jogo muito bacana.
Em 2002 chegou às minhas mãos o Playstation 2. A primeira impressão que tive foi de espanto. A máquina era muito poderosa e trazia títulos espetaculares. Entre meus preferidos estavam Need for Speed 2: Hot Persuit, onde o objetivo era turbinar o carro para fugir da polícia, os cinco episódios de Medal of Honor e o maravilhoso God of War, totalmente ambientado na Grécia Antiga e se utilizando de toda sua mitologia. Mas, o jogo que realmente me viciou foi Call of Duty, jogo de tiro ambientado na Segunda Guerra Mundial onde a adrenalina corre solta em combates violentos e frenéticos.
O X-Box veio um pouco depois do Playstation 2. Gostei da qualidade dos gráficos, mas acredito que tenha me adaptado muito mais aos jogos do console da Sony. Fiquei pouco tempo com esse e posso destacar o jogo de corrida Bornout, onde o objetivo era destruir os oponentes causando acidentes espetaculares, e Call of Duty 2 – Big Red One.
Depois dessas experiências passei a jogar apenas no computador. Infelizmente a evolução dos jogos eletrônicos exige cada vez mais potência do hardware, o que impossibilita que eu esteja atualizado nessa área. Entre meus jogos preferidos nessa plataforma estão Battle for the Middle-earth (baseado no Senhor dos Anéis), F.E.A.R (jogo de ação aterrorizante), Call of Duty 1 e 2, Medal of Honor: Alied Assalt e Duke Nukem 3D.
Acho que a lista ficou um pouco longa, mas acredito que está bem básico.
Esse post está participando da Promoção O Fim da Várzea – Half Life.
pow eu quero o jogo para joga rsrsrsrsrs
pow o jogo e show