defenestrado

Pare a Matrix que eu quero descer
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Archive for June, 2007

Dia Mundial do Meio Ambiente. E daí?

June 10, 2007 By: gilson Category: Educação Ambiental 5 Comments →

Dia 5 de junho comemoramos mais um Dia Mundial do Meio Ambiente. As TVs fizeram especiais, as escolas da rede pública fizeram atividades, muita gente plantou árvores e eu pergunto: e daí? Infelizmente, a população ainda não se deu conta do verdadeiro problema enfrentado e, por incrível que pareça, o problema existe porque nossa sociedade existe e, enquanto ela não mudar, vamos caminhar para nosso próprio fim. O desenvolvimento da ciência e nossa organização enquanto sociedade nos levaram a necessitar de muitos recursos naturais para nossa existência. O problema é que não consumimos o que necessitamos, pois somos levados pela mídia a desejar objetos e produtos que são dispensáveis à sobrevivência. Essa é uma característica que vai contra as leis naturais que levam todos os seres vivos a viverem em equilíbrio.

Somos bilhões de seres que necessitam comer, beber e consumir bens supérfluos. Não temos predadores naturais e não controlamos nosso crescimento populacional. Temos a idéia de que o planeta sempre vai suprir nossas necessidades e acreditamos que o governo vai tomar conta da situação quando necessário. Porém, esquecemos que, embora seres conscientes e racionais, não controlamos nosso destino. O que fazemos, queremos e desejamos está na mão de outras pessoas que possuem interesses e objetivos que não se alinham ao bem comum. Presos em nossa alienação continuamos a beber Coca-Cola e freqüentar o Shopping Center enquanto o pior está por vir.

O processo de industrialização da Europa se iniciou de maneira constante a partir de 1815. A primeira grande conferência sobre o meio ambiente foi realizada em Estocolmo em 1972. Dos quase 200 anos de industrialização começamos a nos preocupar nos últimos 35 anos. E nesse tempo não conseguimos realizar quase nada. Embora pequenas ações possam contribuir para conscientização da população, elas não interferem muito na questão global. Infelizmente só tomamos alguma atitude quando a situação chega perto do ponto de ruptura, como foi o caso da camada de ozônio. Nesses 35 anos fomos apenas capazes de criar o conceito de Desenvolvimento Sustentável, que parece uma palavra mágica, mas que na verdade não quer dizer nada. Não existe exploração sustentável em um sistema produtivo como o capitalismo.

Sustentabilidade é apenas uma forma de explorar sem desperdiçar, para que o recurso natural dure o máximo possível. Ao contrário do que os Eco-Chatos possam pensar, ninguém está preocupado com o respeito a natureza e o direito a vida das espécies animais e vegetais. Um exemplo interessante disso é o que eu chamo de Teoria do Ursinho Coala. Se um dia, por uma reviravolta da cultura, se tornar moda usar a pata do urso coala no pescoço, a ação sustentável para que todos tenham o direito de usar a pata do bichinho é criar o coala em cativeiro.Ninguém vai se preocupar se o coala tem direito a vida. A moda é mais importante e movimenta mais dinheiro do que qualquer atitude moral. Para ser sustentável a ação tem que ser economicamente viável (ninguém investe dinheiro sem retorno), ambientalmente equilibrada (explorar racionalmente para durar mais) e socialmente justa (tem que dar retorno econômico para a população local).

O Aquecimento Global é o próximo vilão. Muitos pintam um cenário cataclísmico para o próximo século. Infelizmente, tudo o que acontece é apenas conseqüência de nossa sociedade. Toda vez que compramos uma lata de refrigerante, ligamos nosso carro ou assistimos TV, estamos colocando mais uma contribuição a equação da destruição. E o pior é que só vamos tomar uma atitude quanto devastações globais começarem a acontecer. Se a solução para um problema ambiental levar a uma quebra no padrão de consumo da população as pessoas geralmente são contra. Parece radical de minha parte afirmar isso? Pois lembrem-se da crise do apagão. Embora com todos os problemas políticos envolvidos a crise era, em sua essência, uma questão ambiental. O que aconteceu foi uma chuva de processos para que o nível de consumo de energia fosse mantido. Ninguém quis fazer sua parte para superar um problema coletivo. O governo que se vire.

Pense nisso na próxima vez que for ao mercado.

update 014/2007: Tem post novo no fotoerotica. Conham o trabalho de Allan I. Teger e da Equipe Ellas.

Lisa e cheirosa

June 08, 2007 By: gilson Category: Divagações 4 Comments →

O Texto abaixo foi encontrado no blog do meu cumpadre Sarneba, que o recebeu por e-mail de um amigo. Segundo os relatos se trata de uma narração verídica, mas a autora não se identifica. Caso a autora queira reclamar o direito autoral é só entrar em contato.

O Texto é um pouco longo, mas é deliciosamente divertido e um primor de sofrimento. Vale a pena.

“Tenta sim. Vai ficar lindo.”

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso
aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.
- Amanhã, às… deixa eu ver…13h?
- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?
- …é … é, isso.

Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta , sabe? Dobra os joelhos e depois
joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?

Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural. Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação
e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estavade cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?
- Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu tuin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra
contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope, empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda…
- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava era com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada…

Update 013/2007 - Como expressado nos comentários pelo Marcio Gazetta achamos a autoria do texto. Ele foi publicado no blog Redatoras de Merda (um blog bem bacana) e você pode ver a postagem original clicando aqui.

Não tem voz para cantar?? Sem problema, mostre os seios

June 07, 2007 By: gilson Category: Heavy Metal, Música 4 Comments →

No dia 04 de junho o Iron Maiden se apresentou em Sofia, na Bulgaria. Para abrir o show se apresentou a filha do baixista Steve Harris, Lauren Harris. Nunca ouvi a fedelha cantar, mas muitos dizem que ela só se sustenta pelo nome do pai famoso. Sendo maldade ou não, o jornal Sega, fez uma matéria sobre o show onde se lê um comentário interessante sobre a cantora: “…belos seios, sobrenome famoso, mas sem voz“. Para ilustrar a matéria foi colocada a foto que está abaixo.

Agora fiquei com vontade de ouvir o disco da menina.

Essa noticia eu vi no whiplash

Update 012/2007 - Caraca, ouvi e não gostei. A menina tem uma voz esganiçada e, apesar de ser inglesa, faz a linha daquele pop rock baseado em Avril Lavigne, ou seja, não honra a tradição familiar. Se alguem se aventurar a ouvir essa bomba é só conferir as musicas Get Over It e Your Turn. Entrem por livre e espontânea vontade.

United Abominations

June 04, 2007 By: gilson Category: CD, Heavy Metal, Música, Resenha 1 Comment →

Dave Mustaine, com o perdão da gíria, é o CARA. Em 1983 ele integrava uma bandinha desconhecida de Los Angeles chamada Metallica. Por conta de seus excessos com bebidas alcoólicas foi demitido do grupo em um processo traumático. Revoltado com seus antigos companheiros, ele decidiu montar uma banda para mostrar que sua presença era essencial. Assim nasceu o Megadeth. Demonstrando grande aptidão para composição (algumas das melhores musicas do primeiro álbum do Metallica possuem contribuições de Mustaine), depois de 24 anos e muitas reviravoltas, Mustaine pode não ser tão rico quanto os membros de sua antiga banda, mas com certeza é muito mais relevante para a música pesada do que o Metallica.

Porém, a vida desse rapaz não foi fácil. Alternando momentos de genialidade com suas fases de dependência alcoólica e com um temperamento tempestuoso, a banda patinou um pouco no começo, mas encontrou o caminho do sucesso no final da década de 80 e começo dos anos 90.

Depois de um surto de grande criatividade (compreendido entre três álbuns magníficos que serão exemplificados em um post futuro), a banda fez alguns discos meia boca e Mustaine desenvolveu problemas ortopédicos que o impediam de tocar.

Mas, agora tudo é passado e o Megadeth está de volta. Já está disponível nas lojas o novo disco da banda, United Abominations, onde Mustaine mostra que é o melhor naquilo que faz. Admito que peguei o disco na mão com um certo receio. Embora tenha uma certa devoção pela banda, os últimos lançamentos me deixaram com um pé atrás. Mas, todo o receito se dissipa quando os primeiros acordes de Sleepwalker explodem nos alto-falantes. Música pesada, rápida e com um refrão grudento, ou seja, quase perfeita. A próxima música é Washington is Next!, e temos certeza absoluta que o disco será um sucesso.

Em algumas entrevistas Dave Mustaine afirmou que esse disco será, com certeza, sua última chance de fazer algo relevante na música. Não tanto pelos 45 anos de idade, mas por conta de seus problemas de saúde que tornam o ato de tocar guitarra cada vez mais difícil. O disco estreou nos Estados Unidos no dia 23 de maio e vendeu incríveis 58 mil cópias em uma semana (incrível por não se tratar de um grupo comercial), o que valeu para a banda o 8º lugar nas paradas da Billboard.

Não é para menos, pois a obra possuí letras incríveis (no melhor estilo sarcasmo ácido), instrumental violento e rápido com uma boa dose de lirismo, execução técnica perfeita e, acima de tudo, as músicas possuem alma. Outros destaques importantes são Gears of War, Pray for Blood, United Abominations e You’are Dead. Porém, o momento especial do CD é a regravação da música A Tout le Mond (original do álbum Youthanasia de 1994) com a participação de Cristina Scabbia da banda italiana Lacuna Coil.

Completam a banda Glen Drover (guitarra), Shawn Drover (bateria) e James Lomenzo (contrabaixo). Atualmente a banda está em turnê com o Heaven and Hell e existe a possibilidade de que passem pelo Brasil em 2008.

Vida longa e prospera a Dave Mustaine e sua trupe. Que eles continuem violentos e impiedosos, para felicidade de todos os headbangers do mundo.

Veja o Site Oficial da banda
Compre o disco United Abominations

Concurso Fotográfico

June 04, 2007 By: gilson Category: Fotografia No Comments →

Foi lançado esse mês a 5º edição do Concurso Fotográfico Leica-Consigo Fotografe. O concurso, que tem por tema Cena Brasileira, está dividido em três categorias: Colorido, Preto e Branco e Ensaio. No caso das fotografias coloridas e preto e branco cada participante pode enviar no máximo três imagens para cada categoria. Quem quiser participar na categoria Ensaio tem que enviar 6 fotos (coloridas ou preto e branco) contendo uma unidade temática. A disputa é patrocinada pela revista Fotografe Melhor, pela Leica e pela loja Consigo.

O concurso é aberto a fotógrafos amadores e profissionais de todo o território nacional e é atraente por conta da premiação. As categorias preto e branco e colorido tem premiação igual. O 1º colocado vai receber uma câmera digital Leica V-Lux 1 de 10 megapíxels, publicação do portfólio na revista, dois cartões de memória de 1 GB, um flash Metz 54 MZ-4i e assinatura de 1 ano de qualquer revista da editora Europa. O 2º colocado recebe uma câmera digital Leica D-Lux 3 de 10 megapíxels, um cartão de memória de 1GB e assinatura de 1 ano de qualquer revista da editora Europa. E o 3º colocado leva para casa uma câmera digital Leica C-Lux 2 de 8 megapíxels, um cartão de memória de 1 GB e uma assinatura de um ano de qualquer revista da editora Europa.

A premiação da categoria Ensaio também é muito interessante. O vencedor vai ter direito a 3 workshops (a escolher) no evento Paraty em Foco 2007, com hospedagem e alimentação, exposição montada em galeria de São Paulo com até 30 fotos, um vale de R$ 1.000,00 em produtos da Ilford, com escolha livre e assinatura de um ano de qualquer revista da editora Europa.

As inscrições podem ser feitas entre os dias 29 de maio e 15 de agosto através de um cupom encontrado na Revista Fotografe Melhor.

Sempre participo desse concurso e, embora nunca tenha me classificado, tenho como pretensão ficar entre os 50 melhores. O nível da ultima edição foi alto, demonstrando que tem muita gente de talento pelo Brasil afora. O tema também é abrangente, dando possibilidade para se fotografar praticamente tudo dentro do país, do meio ambiente a manifestações culturais, sendo que a categoria Ensaio é a mais difícil e desafiadora.

Considero o Concurso da Fotografe um dos eventos sérios do país. Levando em consideração os textos do Charles Dias sobre a questão das finalidade e regulamentos de concursos e sobre a questão dos jurados, esse pode ser considerado um bom evento. Você não precisa ceder o direito patrimonial das imagens, todas as fotos são devolvidas para os donos e os jurados são pessoas que estão envolvidas com o meio fotográfico.

Agora e arregaçar as mangas e partir para o trabalho. Boa sorte para todos e ótimas fotos.


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