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	<title>defenestrado</title>
	
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
	<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 15:38:10 +0000</pubDate>
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		<title>Superman Doomsday</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 15:36:03 +0000</pubDate>
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Finalmente foi lançado no Brasil a animação que visa contar uma das mais bacanas e emocionantes sagas vividas pelo Homem de Aço nos quadrinhos. Superman Doomsday é a versão para a telinha das histórias que envolvem a Morte e o Retorno do Superman. Lançada originalmente em 1992, o argumento mostra o encontro de Kal-el com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh5.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/STam9YwVNLI/AAAAAAAACpA/c4t7NpjvdZ4/s400/Superman%20Doomsday.jpg" /></div>
<p>Finalmente foi lançado no Brasil a animação que visa contar uma das mais bacanas e emocionantes sagas vividas pelo <strong>Homem de Aço</strong> nos quadrinhos. <strong>Superman Doomsday</strong> é a versão para a telinha das histórias que envolvem a <strong>Morte e o Retorno do Superman</strong>. Lançada originalmente em 1992, o argumento mostra o encontro de <strong>Kal-el </strong>com o monstro superpoderoso conhecido apenas como  <strong>Doomsday</strong> (<strong>Apocalypse</strong> na versão nacional). A criatura, que surgiu sem explicação nenhuma no coração do país, iniciou seu rastro de morte e destruição passando por vários estados. Após ter massacrado a <strong>Liga da Justiça</strong>, o monstro foi detido em Metropolis pelo <strong>Superman</strong>, onde ambos tombaram sem vida após uma fenomenal batalha. </p>
<p>Claro que o <strong>Homem de Aço</strong> não ficou morto por muito tempo e, logo após essa primeira seqüência de histórias, tivemos outros arcos argumentativos que contaram os fatos que vieram depois dessa tragédia. Em <strong>Funeral para um Amigo</strong> é contado o que aconteceu logo após a batalha. O impacto na vida das pessoas e todo o pesar que trouxe a partida do homem mais poderoso da terra. Em seguida foi lançado &#8220;<strong>Superman além da morte</strong>&#8221; onde ficamos sabendo que até no outro mundo o <strong>Homem de Aço</strong> ainda tem batalhas a lutar. E por fim tivemos a série &#8220;<strong>O Retorno do Superman</strong>&#8221; onde foi mostrado o aparecimento de quatro pretensos sucessores ao posto de <strong>Superman</strong> até que o verdadeiro herói volta da morte para salvar o dia mais uma vez. </p>
<p>O DVD, que agora tenho em mãos, chega muito depois do lançamento em terras do <strong>Tio San</strong>. A animação segue o padrão estético que já vimos na série animada do <strong>Superman</strong> produzida pela <strong>Warner</strong>. Porém os traços estão mais refinados, mostrando a importância que a história possuí. Depois de assistir a animação existem duas maneiras de encarar a produção. Se você não leu a história que deu origem ao desenho, vai achar tudo lindo e emocionante. Desenho ação, trilha sonora épica, mortes e muita pancadaria. Mas, se você leu a história, vai achar tudo fraquinho. No início da animação encontramos uma equipe da <strong>Lexcorp</strong> realizando uma perfuração em busca de energia geotermica. No meio do trabalho encontram uma cápsula alienígena enterrada e acabam soltando <strong>Apocalypse</strong> de sua prisão. Logo o <strong>Superman </strong>é chamado para deter a criatura e depois de uma breve batalha os dois acabam mortos no centro de Metropolis. Algum tempo depois de seu enterro, alguém se dizendo ser o <strong>Superman</strong> ressuscitado chega em Metropolis, mas seus métodos violentos demonstram que alguma coisa está errada.</p>
<p>A história acaba se mostrando apenas uma adaptação da série original, visto que seria impossível contar quase um ano de histórias em quadrinhos em apenas 74 minutos, mas se você não tem medo de estragar a surpresa ao assistir ao desenho, veja algumas diferenças entre as duas narrativas;</p>
<p>- no original <strong>Apocalypse</strong> acorda bem distante de Metropolis e acaba chegando lá apenas por um acidente. No desenho ele está bem perto da cidade e começa a destruição por ali mesmo;</p>
<p>- a <strong>Liga da Justiça</strong> não aparece no desenho. O primeiro adversário de peso é mesmo o <strong>Superman</strong>. Na revista isso causou um apelo dramático a mais, pois nenhum super-herói conseguiu deter o monstro;</p>
<p>- a luta entre os dois consome quase 20 minutos da animação. Embora seja violenta e destrua quase toda a cidade no processo, o final do embate não conseguiu ser tão dramático quanto dos quadrinhos;</p>
<p>- Depois da morte, aparece um pretenso <strong>Superman </strong>para tomar seu lugar. Nos quadrinhos são 4 substitutos que aparecem em Metropolis;</p>
<p>- Aqui foi eliminada toda a parte da história envolvendo o <strong>Mundo Bélico</strong> e <strong>Mongul</strong>. A história ficou mais enxuta, mas perdeu uma oportunidade de mostrar um embate mais cataclísmico;</p>
<p>- Nenhuma explicação mais apurada é apresentada para o surgimento de <strong>Apocalypse</strong> e nem o que aconteceu com o corpo após a batalha. Ficou até bacana, pois ninguém caiu na tentação de dar a explicação ridícula que apareceu nos quadrinhos;</p>
<p>- Já que o final não foi baseado nos quadrinhos, também não tivemos o aparecimento do <strong>Lanterna Verde</strong> (<strong>Hall Jordan</strong>). Sua participação no final da saga foi o estopim para sua transformação em vilão, o que caracteriza uma das mais absurdas injustiças do mundo dos quadrinhos.</p>
<p>Embora o desenho não seja perfeito, cabe lembrar que nos extras do DVD temos um documentário de 40 minutos sobre a criação da história em quadrinhos onde são entrevistados todos os envolvidos na criação, especialistas do mercado em quadrinhos e donos de <em>comic shops</em> sobre o impacto que a edição causou. Se fosse apenas por esse documentário, já valeria a compra do DVD. Porém, cabe lembrar que a versão americana do DVD possuí muito mais material extra e que nós brasileiros continuamos pagando caro por material inferior.</p>
<p>Para quem comprar o DVD no lançamento ainda tem o brinde de ganhar um chaveiro de metal muito bacana.  </p>
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		<title>Stargate Atlantis</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 18:02:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Séries]]></category>

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		<category><![CDATA[Ficção Cientifica]]></category>

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Esse ano conheci uma pancada de novas séries bacanas. Novas para mim, é claro, pois algumas já estão a estrada a muito tempo. Espero conseguir falar de todas até o fim do ano para que elas possam concorrer no próximo Defenestrado Awards. Entre as que conheci, uma das que mais me cativou foi Star Gate [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/STQmDyCfjrI/AAAAAAAACoI/B5YHUgoTOss/s400/Stargate%20Atlantis.jpg" /></div>
<p>Esse ano conheci uma pancada de novas séries bacanas. Novas para mim, é claro, pois algumas já estão a estrada a muito tempo. Espero conseguir falar de todas até o fim do ano para que elas possam concorrer no próximo <a href="http://lorenti.org/2008/01/04/defenestrado-awards-2007/">Defenestrado Awards</a>. Entre as que conheci, uma das que mais me cativou foi <strong>Star Gate Atlantis</strong>. Tudo bem que sou meio suspeito para falar dela, pois a série reúne tudo que gosto na televisão. Temos ficção científica, aventura, mistério e muito bom humor.</p>
<p><strong>Star Gate </strong>é um filme emblemático. Lançado em 1994, a película mostra a história de um grupo do exercito e de um cientista que viajam através de um portal estelar encontrado em uma escavação no Egito. O filme segue a idéia criada no livro <strong>Eram os Deuses Astronautas</strong>. Apesar do filme dirigido por <strong>Roland Emmerich</strong> e estrelado por <strong>Kurt Russell</strong> e <strong>James Spader</strong> ter sido um sucesso absurdo de bilheteria, temos que admitir que o filme tem diversos problemas que vão da história mal amarrada até alguns erros de continuidade. Mas, o que importa é que sucesso no cinema tem que render algum tipo de continuação.</p>
<p>Nesse caso veio em forma de série para a televisão. <strong>Star Gate SG1</strong> estrelou em 1997 e trouxe novamente os personagens do longa metragem, mas estrelado por outros atores. A série durou 10 temporadas e foi responsável por trazer de volta a televisão o ator <strong>Richard Dean Anderson</strong>, o eterno <strong>MacGyver</strong>. </p>
<p><strong>Star Gate Atlantis</strong> é um Spin Off da série original. Nela, um grupo de pesquisadores se aventura na <strong>Galáxia de Pegasus</strong> para encontrar a cidade de <strong>Atlantis</strong>, último refúgio dos <strong>Anciões</strong>, a raça ultra avançada que construiu os portais interestelares. Chegando a seu destino, a equipe encontra a cidade abandonada e quase sem energia. Impossibilitados de voltar para casa, boa parte da primeira temporada é gasta em tentar conseguir mais energia para manter a cidade funcionando, conhecendo as tecnologias avançadas do local e explorando os mundos da nova galáxia. A série segue o padrão de Jornada nas Estrelas, mostrando um mundo diferente a cada episódio e criando alguns inimigos fixos para a espinha dorsal do argumento.</p>
<p>Nesse caso, os inimigos são os <strong>Wraith</strong> (<strong>Espectros</strong>), uma espécie violenta e conquistadora que se alimenta da força vital de humanos. Infelizmente, a intervenção da equipe que está em <strong>Atlantis</strong> foi a responsável por acordar os alienígenas de sua hibernação e começarem sua colheita de humanos através da galáxia. Outro inimigo violento que aparece apenas na terceira temporada são os <strong>Replicadores</strong>, raça de máquinas inteligentes que, como em qualquer serie de ficção científica que se preze, acabam chegando à conclusão que os humanos merecem a morte.</p>
<p>A série estrelou em 2004 e atualmente está em sua quinta temporada. Infelizmente, nem todos os episódios são dignos de serem enquadrados como bons. Algumas histórias são bem chatinhas e outras acabam sendo apenas medianas. Todas as história dignas de nota são aquelas que trazem a participação dos grandes inimigos do grupo, bem como as necessidades de alianças entre eles para derrotarem ameaças em comum. </p>
<p>Como personagens centrais da trama temos o <strong>Coronel John Sheppard</strong> (<strong>Joe Flanigan</strong>), <strong>Teyla Emmagan</strong> (<strong>Rachel Luttrell</strong>), o <strong>Dr Rodney McKay</strong> (<strong>David Hewlett</strong>), <strong>Ronon Dex</strong> (<strong>Jason Momoa</strong>), <strong>Dr. Elizabeth Weir</strong> (<strong>Torri Higginson</strong>), <strong>Dr. Carson Beckett</strong> (<strong>Paul McGillion</strong>) e Dr. <strong>Radek Zelenka</strong> (<strong>David Nykl</strong>).</p>
<p>Infelizmente, não encontrei o seriado para vender por aqui e também não está passando na televisão. Então nos resta a <a href="http://www.brazilseries.xpg.com.br/sgta/sgta_intro.htm">TV P2P</a>. Mas, garanto que vale a pena.</p>
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		<title>Queen no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 16:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
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Essa semana, depois de 23 anos, o Queen volta a tocar no Brasil. O último show da banda inglesa por aqui foi em 1985 durante o Rock in Rio. O que muda desde esse último show? Em primeiro lugar a idade e, depois, a ausência de Freddie Mercury. Para o lugar do maior frontman do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh5.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SS13GbKOJYI/AAAAAAAACmI/t2y3tdAMBbo/s400/queen%20e%20paul%20rodgers.jpg" /></div>
<p>Essa semana, depois de 23 anos, o<strong> Queen </strong>volta a tocar no Brasil. O último show da banda inglesa por aqui foi em 1985 durante o <strong>Rock in Rio</strong>. O que muda desde esse último show? Em primeiro lugar a idade e, depois, a ausência de <strong>Freddie Mercury</strong>. Para o lugar do maior frontman do <strong>rock</strong> mundial foi chamado <strong>Paul Rodgers</strong>, que também já foi vocalista do <strong>Free </strong>e do <strong>Bad Company</strong>.</p>
<p>Embora possa parecer heresia para alguns fãs mais radicais a banda colocar outro vocalista no lugar de <strong>Freddie Mercury</strong>, o conjunto se reuniu em 2005 para uma série de shows relembrando os antigos sucessos e agora, em 2008, eles estão com disco novo na praça. <strong>The Cosmos Rocks</strong> é um disco bacana, porém não perfeito. Possuí algumas músicas muito boas e outras tantas que simplesmente não funcionam. As críticas do álbum que estão espalhadas pela internet são unânimes em destruir todos os aspectos da gravação.</p>
<p>Sempre defendi que os membros remanescentes do <strong>Queen</strong> possuem todo o direito de explorar a fama monumental que a banda teve. Em nenhum momento dessa reunião com o vocalista <strong>Paul Rodgers</strong> a memória de <strong>Freddie Mercury</strong> foi ofendida ou desconsiderada. O que importa é que os fãs tem mais uma oportunidade de presenciar a execução ao vivo de clássicos do <strong>rock</strong>. E isso é o que podemos ter certeza nessa apresentação do Queen no Brasil. Apresentações anteriores dessa turnê demonstram certa predileção pelas músicas da década de 70 e 80, deixando as novas composições para um segundo plano. </p>
<p>O <strong>Queen</strong> se apresenta nessa quarta-feira (26) e na quinta-feira (27) no <strong>Via Funchal Arena</strong> em São Paulo. No dia 29 acontece uma apresentação no Rio de Janeiro no <strong>HSBC Arena</strong>.</p>
<p>Vale aqui lembrar que no dia 24 de novembro lembramos os 17 anos da morte de <strong>Farrokh Bulsara</strong>, também conhecido no mundo artístico como <strong>Freddie Mercury</strong>. Sei que esse ano não escrevi um post especial sobre a data, mas isso não é motivo para pensarem que me esqueci. Quem quiser saber mais sobre esse rapaz é só dar uma olhada <a href="http://lorenti.org/2007/11/29/16-anos-sem-farrokh-bulsara/">no post</a> que escrevi no ano passado e dar uma olhada no talento monstruoso desse individuo no vídeo abaixo.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/faUuwRDRrqA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/faUuwRDRrqA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Cosmos na TV Escola</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 17:05:08 +0000</pubDate>
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Ontem estava passando pelos canais de televisão aleatoriamente e me deparei com algo surpreendente. A TV Escola está transmitindo a série Cosmos em versão dublada. Pode até ser que isso vem acontecendo a muito tempo, mas como não sou um espectador regular da TV aberta no Brasil, nem fiquei sabendo. Para quem não sabe, Cosmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSwvkBlaFsI/AAAAAAAAClo/TbC8vimaV8E/s400/cosmos1.jpg" /></div>
<p>Ontem estava passando pelos canais de televisão aleatoriamente e me deparei com algo surpreendente. A <strong>TV Escola</strong> está transmitindo a série <strong>Cosmos</strong> em versão dublada. Pode até ser que isso vem acontecendo a muito tempo, mas como não sou um espectador regular da TV aberta no Brasil, nem fiquei sabendo. Para quem não sabe, <strong>Cosmos</strong> é uma série apresentada pelo cientista e astrônomo americano <strong>Carl Sagan</strong>. A série foi feita em associação com a <strong>BBC</strong> na década de 1980 e versava sobre o desenvolvimento do pensamento científico, a questão ambiental e assuntos astronômicos.</p>
<p>Algum tempo atrás a<strong> Editora Abril</strong> lançou a série em DVD dentro da coleção da <strong>Superinteressante</strong>. os 13 episódios são narrados e apresentados por <strong>Carl Sagan</strong>. Aos olhos de um adolescente dos dias de hoje podem parecer um pouco primitivo os efeitos especiais utilizados para exemplificar a viagem virtual pelo cosmos, mas o texto simples e contagiante ainda se mostra bem sucedido em informar e maravilhar as pessoas com a imensidão das coisas que nos cercam. Interessante notar também o interesse e preocupação de <strong>Sagan</strong> com a questão ambiental e os problemas causados pelo efeito estufa. Essa mesma preocupação também é encontrada em seu último livro intitulado <strong>Bilhões e Bilhões</strong>.</p>
<p><strong>Carl Sagan</strong> morreu em 20 de dezembro de 1996 de pneumonia decorrente de uma rara doença na medula óssea. No último capítulo do livro <strong>Bilhões e Bilhões</strong>, a esposa do cientísta, <strong>Ann Druyan</strong>, conta como foram seus últimos dias de vida e como, mesmo às portas da morte, ele não se apegou a nenhum tipo de superstição. Para ele a vida acabava ali e nunca mais veria aqueles que amava. Aliás, o ceticismo de <strong>Sagan</strong> é algo que permeia toda a série de vídeos. Qualquer tentativa de defender uma religião, crença ou algo sobrenatural é esmagada de maneira incontestável por uma corrente argumentativa e lógica. Mesmo que você tenha fé no desconhecido, ainda assim vale dar uma olhada por essa espetacular série.</p>
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		<title>Os Velhinhos continuam mandando bala</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 01:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Existe uma antiga afirmação que diz que o vinho fica melhor com o tempo. Isso também pode ser aplicado a algumas bandas de Rock. Pode parecer contraditório, mas as bandas mais experientes são responsáveis por álbuns que seguem fórmulas mais tradicionais, porém também nos apresentam as mais competentes. Nada como a experiência para gravar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma antiga afirmação que diz que o vinho fica melhor com o tempo. Isso também pode ser aplicado a algumas bandas de <strong>Rock</strong>. Pode parecer contraditório, mas as bandas mais experientes são responsáveis por álbuns que seguem fórmulas mais tradicionais, porém também nos apresentam as mais competentes. Nada como a experiência para gravar um bom álbum. Nesse fim de ano tive o prazer de ter em mãos três ótimos exemplos de como a idade pode ser um fator positivo para lançamentos musicais.</p>
<p><strong>Queem + Paul Rodger</strong> - <strong>The Cosmos Rock</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDLaVcB9_I/AAAAAAAACbE/Sf7cwZa1yvA/s400/Queen%20-%20cosmos%20rock.jpg" /></div>
<p>Polêmica envolvendo esse disco. Vários <a href="http://kadu.ducz.com">fãs mais puristas</a> adoram dizer que o <strong>Queen</strong> sem <strong>Freddie Mercury</strong> não deveria voltar a gravar e excursionar sem mudar o nome da banda. Muitos dizem que a alma da banda era o antigo vocalista. Concordo que o talento descomunal de <strong>Freddie</strong> era parte importante da mágica que a banda proporcionava, mas os outros integrantes também eram engrenagens importantes da máquina e possuem todo o direito de capitalizarem encima da lenda criada durante os anos 80. Ouvindo esse novo disco do <strong>Queen</strong> temos certeza que boa parte da mágica se foi, que <strong>Paul Rodgers</strong> não chega nem no joelho de <strong>Freddie</strong> e o baixo cadenciado de <strong>John Deacon</strong> faz muita falta, mas <strong>Brian May</strong> e <strong>Roger Taylor</strong> ainda são os melhores naquilo que fazem e o disco se mostra competente em entreter. <strong>Cosmos Rocks</strong> é um disco animado e simples de ser digerido. Não espere nenhum clássico absoluto da música e sim composições divertidas e com apelo pop. Algumas músicas possuem mais qualidades do que outras, mas o resultado geral do disco é muito positivo. Perfeito para se ouvir em momentos de nostalgia.</p>
<p><strong>Alice Cooper</strong> - <strong>Along Came A Spider</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDLaY9di9I/AAAAAAAACbM/zpA8yfCPoHw/s400/alice%20cooper.jpg" /></div>
<p>Devo admitir que não ouvia nada do <strong>Alice Cooper</strong> desde o disco <strong>Brutal Planet</strong> que, em minha opinião, era muito brutal. Sempre gostei mais do <strong>Alice Cooper</strong> dos anos 80, mais teatral e com grande influência do <strong>Hard Rock</strong>. Porém, esse último disco me chamou a atenção pela notícia publicada no <a href="http://whiplash.net/">Whiplash</a> sobre a censura sofrida em uma encenação da música <a href="http://whiplash.net/materias/news_882/078360-alicecooper.html">Vengeance Is Mine</a> em um programa de televisão americano. <strong>Along Came a Spider</strong> é um disco temático que foca na história de um <em>Serial Killer</em>. Na referida encenação, <strong>Cooper</strong> em um certo momento estrangula uma garota. O disco, que possuí uma participações especiais de <strong>Slash</strong> (<strong>Velvet Revolver</strong>) e <strong>Ozzy Osbourne</strong>, está na linha do <strong>Rock Horror</strong> que <strong>Alice </strong>praticava durante os anos 70 e começo dos anos 80. Uma aula competente de como fazer música divertida. O disco tem 11 faixas bem construídas e que não ficam datadas, mesmo tendo muito do que o artista fazia no passado. Destaque para o ótimo video clipe da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W7FwyqHt99E">Vengence is Mine</a> e para a presença de <strong>Eric Singer</strong> (ex-<strong>Kiss</strong>) no controle das baquetas</p>
<p><strong>AC/DC</strong> - <strong>Black Ice</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh4.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDMf5HcHhI/AAAAAAAACbU/mOKynxiPtfE/s400/black-ice.jpg" /></div>
<p>Esse disco causou muita discussão nos últimos meses. E não era para menos, a banda é uma das mais famosas do mundo, responsável por verdadeiros clássicos do <strong>Rock</strong>, e não lançava nada novo desde 2000. <strong>Black Ice</strong> é um disco fenomenal. Músicas dançantes e com um apelo <strong>blues</strong> contagiante. <em>Rock &#8216;n&#8217; Roll Train</em> abre o disco de maneira fenomenal e mostrando qual vai ser o conteúdo da bolachinha. Outras músicas muito bacanudas são <strong>Big Jack</strong>, <em>Anything Goes</em> e <em>Wheels</em>. O único problema do disco é a sua duração. são 15 faixas muito parecidas que podem levar o ouvinte a se cansar um pouco. Uma tática para esse tipo de disco é nunca passar de 30 minutos de duração. Porém, esse é um detalhe que não compromete esse incrível lançamento. Os velhinhos estão de volta com um disco bem melhor do que os últimos lançamentos e com músicas que vão fazer você sair pulando pela casa.</p>
<p>Agora é pegar o mp3 player, gravar todas essas músicas na memória e curtir esses futuros clássicos.</p>
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		<title>Alma e Sangue: O despertar do Vampiro</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 03:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Nazareth Fonseca]]></category>

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Vampiros, será que existe tema mais fascinante e explorado ao extremo dentro da literatura fantástica e dos filmes de horror?  Alguns dizem que a criatura pode ser enquadrada dentro dos Arquétipos Junguianos, visto que a figura do predador humano que bebe sangue, também uma metáfora para a vida, existe, de uma forma ou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh4.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SQ5vA2PK-gI/AAAAAAAACU4/qPgOT1DTr_s/s400/alma%20e%20sangue.jpg" /></div>
<p><strong>Vampiros</strong>, será que existe tema mais fascinante e explorado ao extremo dentro da literatura fantástica e dos filmes de horror?  Alguns dizem que a criatura pode ser enquadrada dentro dos <strong>Arquétipos Junguianos</strong>, visto que a figura do predador humano que bebe sangue, também uma metáfora para a vida, existe, de uma forma ou de outra, em quase todas as culturas. Difícil explicar o fascínio que esses seres da noite exercem sobre a humanidade. Talvez, parte dessa admiração atual deva-se a série de livros escritos por <strong>Anne Rice</strong>, onde o <strong>Vampiro Lestat</strong> se mostra sensual e mortal ao mesmo tempo. </p>
<p>Na literatura nacional, poucos autores conseguem explorar de maneira eficiente o assunto. Talvez pela falta de tradição dentro da literatura de terror ou simplesmente uma inexistência de investimento das grandes editoras para autores e livros que exploram o tema. Eu, particularmente, aposto na segunda alternativa. Público para esse tipo de livro existe, o que falta são bons autores e investimentos em livros. O sucesso de <strong>André Vianco</strong> e seus <strong>Vampiros</strong> ora sensuais, ora bestiais, é prova de que é possível investir e ter retorno com esse tipo de literatura.</p>
<p>Mas, ao que parece, outros expoentes desse gênero estão surgindo. É com prazer que chegou as minhas mãos o livro <strong>Alma e Sangue: O despertar do Vampiro,</strong> da autora <strong>Nazarethe Fonseca</strong>. Embora o livro seja de 2005 só agora consegui ler sua história. Na trama, um <strong>Vampiro</strong>, chamado <strong>Jan Kman</strong>, desperta de um longo sono em um velho casarão na cidade de <strong>São Luiz</strong>. O seu sono é perturbado pela presença de operários que estão trabalhando no projeto de restauração do imóvel. Ao despertar, o ser da noite se apaixona pela chefe do projeto, <strong>Kara Ramos</strong>. O <strong>Vampiro</strong> está convencido de que <strong>Kara</strong> é a reencarnação de um antigo amor. Porém, <strong>Kara</strong> só quer se ver livre da criatura. Durante a trama muitas coisas são explicadas e várias reviravoltas acontecem. </p>
<p>O livro é interessante, porém sofre de alguns problemas. A história é contada em forma de <em>flashback</em> e em alguns momentos fica um pouco confusa. A continuidade de algumas cenas também sofre cortes abruptos levando o leitor a se perder na trama. As vezes os personagens chegam a certas situações sem explicações prévias. Talvez falte o trabalho de um bom revisor para alertar a autora sobre esses problemas. Outro ponto negativo é que a história se torna um pouco cansativa perto do final. Vários fatos sem importância acontecem para adiar a chegada do momento final. De resto, ela segue a linha já consagrada por <strong>Anne Rice</strong> ao criar um ser sensual, poderoso e ao mesmo tempo mortal, porém sem a mesma classe da escritora americana. <strong>Jan Kman</strong> não está a altura de um <strong>Lestat</strong>, mas o apelo do personagem é muito forte. </p>
<p>O livro, embora com esses pequenos defeitos, é muito bom. Passei pelas suas 432 páginas em três dias e estou louco para ler a continuação. Uma característica que a autora parece ter herdado de <strong>André Vianco</strong>, que, aliás, assina o prefácio do livro, é deixar a história inacabada e com várias pontas soltas, justamente para gerar uma continuação ou quem sabe, várias continuações. Embora seja um livro que era desconhecido para mim, parece que a autora já possuí uma certa notoriedade no <em>underground</em> literário por conta desse lançamento e uma pequena legião de fãs. O livro já possuí uma continuação chamado <strong><a href="http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=16">Kara e Kman: uma saga de alma e sangue</a></strong>. Mais um para a lista de compras de fim de ano.</p>
<p><a href="http://almaesangue.blogspot.com/">Veja o blog dedicado ao livro</a></p>
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		<title>Kliptonita - De volta aos anos 90</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 16:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>

		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ver o anúncio de que o Guns&#8217;n Roses finalmente vai lançar seu novo velho disco, entrei em uma onda de nostalgia com a minha adolescência e a época em que descobri o rock pesado. Isso me leva de volta aos odiados anos 90 e suas modinhas insuportáveis, mas também com muita coisa interessante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ver o anúncio de que o <strong>Guns&#8217;n Roses </strong>finalmente vai lançar seu novo velho disco, entrei em uma onda de nostalgia com a minha adolescência e a época em que descobri o <strong>rock</strong> pesado. Isso me leva de volta aos odiados anos 90 e suas modinhas insuportáveis, mas também com muita coisa interessante. Aqui no sertão sorocabano, no começo da década de 90, não existia nenhum tipo de informação sobre o que acontecia no mundo do <strong>rock</strong>. As rádios só tocavam sertanejo e samba (o que não é muito diferente dos dias de hoje) e a internet nem era sonhada pela galera da região. As únicas fontes de informação e entretenimento nessa área eram a Revista <strong>Rock Brigade</strong> (que chegava em algumas bancas da cidade) e o programa de clipes da <strong>Rede Record</strong> chamado <strong>Kliptonita</strong>.</p>
<p>Apresentado por <strong>Serginho Caffé</strong>, o programa era diário e tinha duração de uma hora. No sábado havia um pequeno especial chamado<strong> Kliptometal</strong> que mostrava as bandas um pouco mais pesadas, mas que também acabavam aparecendo durante a programação normal. Porém, ao que tudo indica, a emissora não tinha muita grana para ficar renovando o acervo do programa (tudo isso aconteceu antes da <strong>Universal</strong> comprar a emissora), visto que todos os clipes eram reapresentados a exaustão. Mas, foi através da atração que vi meus primeiros clipes do <strong>Metallica</strong>, <strong>Iron Maiden,</strong> <strong>Kiss</strong>, <strong>Motorhead</strong>, <strong>Ramones</strong>, <strong>Megadeth</strong> e outros que agora me escapam a mente. </p>
<p>Alguns clipes marcaram mais do que outros e, já que não podemos contar com o <strong>Guardião da Eternidade</strong>, vamos utilizar o <strong>Youtube</strong> para relembrar 5 desses clipes marcantes:</p>
<p><strong>Guns&#8217;n Roses - You could be mine</strong> - Nessa época esse era o disco e essa era a banda. Com o audacioso projeto <strong>Use Your Illusion I e II</strong>. Para ajudar, a música foi tema musical do filme <strong>Exterminador do Futuro II</strong>, outro sucesso esmagador da época. Música para sair pulando pela casa.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Aj5xX_pZZ4U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Aj5xX_pZZ4U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Metallica - The Unforgiven</strong> - Disco que foi responsável pela mudança de estilo da banda e pela sua entrada no mundo <strong>mega pop</strong>. O disco foi um sucesso descomunal e gerou 5 videoclipes. <strong>The Unforgiven </strong>não é o melhor deles, visualmente falando, mas é o mais deprimente. Eu assistia o programa todos os dias só para poder ver esse clipe.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5cGvzApDZKI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5cGvzApDZKI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Skid Row - In a Darkened Room</strong> - O <strong>Skid Row</strong> foi uma boa banda que, infelizmente, só lançou dois álbuns de respeito. Claro que eles pegaram uma carona no sucesso do <strong>Guns&#8217;n Roses</strong> e montaram uma banda com sonoridade muito parecida, mas eles são bem mais pesados em alguns momentos. O disco <strong>Slave to the Grind</strong> gerou 4 videoclipes, mas foram as duas baladinhas mela cueca que foram executadas centenas de vezes no programa.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zrZj7Gcp7lk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zrZj7Gcp7lk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Ugly Kid Joe - Cat&#8217;s in the Cradle</strong> - com certeza essa é uma das bandas desprezíveis da epoca do <strong>grunge</strong>, mas eles conseguiram gravar pelo menos uma música memorável. Cat&#8217;s in the Cradle é uma ótima baladinha com ares depressivos. Nem parece que foi gravada por eles, embora seja uma composição de <strong>Harry Chapin</strong>. Passei vários anos procurando por um disco com essa música.</p>
<p>Infelizmente a viasualização desse clipe está desativada. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tt-KNbCClOY">É necessário ir direto ao Youtube</a>.</p>
<p><strong>Kiss - God Gave Rock And Roll To You II</strong> - Essa música era repetida varias vezes durante a semana. Ritmo bacana, cara de fodões e declaração de amor ao <strong>Rock</strong>. Não tinha como eu não gostar da música naquela época. Hoje, depois de vários anos na estrada do <strong>rock</strong>, acho o clipe meio canastrão, mas nada que atrapalhe a diversão.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2w4opXi2yzo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2w4opXi2yzo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Já que o assunto é nostalgia, gostaria de saber o que alguns amigos pensam em relação a isso, a suas próprias seleções. Assim convoco o <a href="http://brejodosarneba.splinder.com/">Sarneba</a> e o <a href="http://www.teoriaglacial.com/">Glacial</a>, e quem mais quiser a fazer a sua listinha.</p>
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		<title>II Parada Gay de Presidente Prudente</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 18:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>

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No último dia 19 de outubro (domingo) se realizou aqui em Presidente Prudente a II Passeata Gay do município. O evento chama a atenção não só pelos participantes em suas roupas coloridas, mas pelo fato da região ser um poço de preconceito. Por aqui só tem Cowboy macho e pai que adora dizer que vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh5.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5Co-5DyKI/AAAAAAAAI10/PKCt02UIOic/s400/48000014.jpg" /></div>
<p>No último dia 19 de outubro (domingo) se realizou aqui em Presidente Prudente a <strong>II Passeata Gay</strong> do município. O evento chama a atenção não só pelos participantes em suas roupas coloridas, mas pelo fato da região ser um poço de preconceito. Por aqui só tem <em>Cowboy</em> macho e pai que adora dizer que vai encher o filho de porrada se ele virar <em>gay</em>. Estranho, pois aqui é um dos lugares no estado que mais tem travestis de programa. Os clientes dessa galera vem de fora (o que eu não acredito muito) ou tem muito vaqueiro tentando tirar leite das &#8220;meninas&#8221;.</p>
<p>Independente disso, convidei meus amigos do <strong>Fotoclube</strong> para fazer umas fotinhas do evento. Embora não tenha comparecido na primeira parada que se realizou no ano passado, sei de vários fotógrafos que conseguem fotos muito bacanas nesses eventos. Não estou comparando o que aconteceu aqui com a parada de São Paulo, por exemplo, mas foi um fim de tarde divertido.</p>
<p>Segundo um jornal da região, haviam 3 mil pessoas participando do evento. Como estava presente posso comprovar essa enorme participação popular. Porém, 95% dos participantes eram curiosos que foram prestigiar o evento e não era, necessariamente, homossexuais. Perguntei para alguns amigos assumidos porque não foram participar e a resposta mais comum foi que não queriam ser vistos lá e serem motivo de piada. Ou seja, ainda existe o medo e ainda existe o preconceito. </p>
<p>Aliás, o tema do evento era justamente esse. O fim do preconceito. Infelizmente, pelo meu ponto de vista, não existe essa de fim do preconceito. Pessoas não mudam tão facilmente. O que tem que existir são mecanismos legais para impedir que essas posturas interfiram na vida pessoal, profissional e social dos indivíduos de sexo, preferência sexual, etnia ou classes sociais diferentes.</p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5CtEt0kKI/AAAAAAAAI2c/Sct78olgY5g/s400/48000020.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5CuoD_XlI/AAAAAAAAI2s/M1RBIZi4Oxc/s400/48000022.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5C03OOqoI/AAAAAAAAI3g/PuOIyaSOuQA/s400/48000034.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5DBHWDP5I/AAAAAAAAI4w/cqB9FM1bs20/s400/48010010.jpg" /></div>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/gilsonlorenti/ParadaGayDePresidentePrudente#">Mais fotos aqui.</a></p>
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		<title>Classe Social não existe mais</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 15:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

		<category><![CDATA[Centro Paula Souza]]></category>

		<category><![CDATA[Classe Social]]></category>

		<category><![CDATA[Individualismo]]></category>

		<category><![CDATA[Sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns meses atrás, o Centro Paula Souza, entidade que gerencia o ensino técnico de nível médio e superior no estado de São Paulo, anunciou, depois de vários anos de enrolação, o seu tão falado Plano de Carreira para o funcionalismo. Tudo bem que a proposta só saiu para esvaziar uma greve que ameaçava parar todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns meses atrás, o <strong>Centro Paula Souza,</strong> entidade que gerencia o ensino técnico de nível médio e superior no estado de São Paulo, anunciou, depois de vários anos de enrolação, o seu tão falado <strong>Plano de Carreira</strong> para o funcionalismo. Tudo bem que a proposta só saiu para esvaziar uma greve que ameaçava parar todas as unidades da autarquia, mas alguns acharam a proposta interessante e outros acharam horrível.</p>
<p>Porém, o que me leva a escrever esse texto é um desabafo que encontrei em um dos jornais sindicais dos funcionários do Centro. Antes do plano de carreira existia o cargo de <strong>Oficial Administrativo</strong>, um tipo de <strong>Secretário de Escola</strong>, e que passou a se chamar <strong>Auxiliar Administrativo</strong>. Achei a mudança interessante, pois a palavra <strong>Oficial</strong> sempre me pareceu um resquício da ditadura militar. Porém, um outro cargo chamado <strong>Atendente de Classe</strong>, que seria o equivalente ao <strong>Inspetor de Alunos</strong> da <strong>Secretaria de Educação</strong>, também foi enquadrado como <strong>Auxiliar Administrativo</strong>. Atividades diferentes, mas que visam o suporte a atividade de ensino e aprendizagem em níveis diferentes e igualmente importantes. Pelo menos eu entendo dessa maneira.</p>
<p>No referido jornal sindical, que não vou citar para não ficar feio, um ex-<strong>Oficial Administrativo</strong> estava se queixando que sua categoria foi rebaixada pelo fato de agora serem Auxiliares e de que os antigos<strong> Atendentes de Classe</strong> (que ganhavam menos) terem sido elevados ao mesmo nível deles. Se bem entendi, o individuo não estava protestando contra o fato de que o <strong>Plano de Carreira</strong> foi uma bomba e de que a luta por melhores condições de trabalho e remuneração deveria continuar. Ele estava protestando contra o fato de que agora ele vai ter que tratar como igual alguém que, para ele, era inferior na escala administrativa. Sou só eu ou alguém mais achou isso ridículo?</p>
<p>Claro que os argumentos que ele colocou foram da escolaridade. O último concurso para essas funções aconteceram há 10 anos. Nessa época o <strong>Oficial Administrativo</strong> deveria ter o <strong>Segundo Grau</strong> completo (atual <strong>Ensino Médio</strong>) e o <strong>Atendente de Classe</strong> apenas o <strong>Primeiro Grau</strong> (atual <strong>Ensino Fundamental</strong>). Em certo momento do texto ele pergunta se os antigos Atendentes vão ter competência para executar o serviço dele. Como se digitar cadastros de alunos e fazer arquivamento de pastas fosse a coisa mais difícil do mundo. Claro que não entro no mérito das competências, mas no fato do protesto ser apenas focado no individualismo e na depreciação do outro. Em nenhum momento foi defendido o funcionalismo como um todo. E isso, em um veiculo de comunicação sindical, deveria ser regra.</p>
<p>Fico imaginando o que os primeiros <strong>Movimentos Sindicalistas</strong>, que conseguiram conquistas a base de lutas, sacrifícios e sangue, pensariam desse individuo. Penso mais longe ainda. <strong>Marx </strong>(aquele barbudo que a galera só volta a ler em tempos de crise do capitalismo) quando escreveu o <strong>Capital</strong> e pensou em seu <strong>Manifesto Comunista</strong>, crivou a noção de que uma classe é formada por indivíduos com os mesmos objetivos e, por isso, uma mesma luta. Tudo isso foi vencido pelo individualismo. Cada um quer pensar apenas no seu lado e que se dane o coletivo, mesmo que seja apenas o coletivo que tem forças para lutar contra o sistema.</p>
<p>A luta acabou e que venham a alienação e o profundo sono da <strong>Matrix</strong>. Eu lavo minhas mãos. Vou parar de sofrer e tomar minha <strong>Coca-Cola</strong> ouvindo meu <strong>I-pod</strong>.</p>
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		<title>Rise of the Lycans</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/25/rise-of-the-lycans/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 00:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<category><![CDATA[Lobisomens]]></category>

		<category><![CDATA[Rise of the Lycans]]></category>

		<category><![CDATA[Underworld]]></category>

		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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Eu gosto de Vampiros e também gosto de Lobisomens. Dentro da literatura e de filmes de terror, esses são os personagens que renderam as histórias que mais gosto. Por isso que fiquei feliz em ver o trailer de UnderWorld 3: the rise of Lycans. A história é voltada a acontecimentos passados antes da história contada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh6.ggpht.com/defenestrado/SQO0c_gT1QI/AAAAAAAACS0/mis9tm0y1xs/s400/rise%20of%20the%20lycans.jpg" /></div>
<p>Eu gosto de Vampiros e também gosto de Lobisomens. Dentro da literatura e de filmes de terror, esses são os personagens que renderam as histórias que mais gosto. Por isso que fiquei feliz em ver o trailer de <strong>UnderWorld 3: the rise of Lycans</strong>. A história é voltada a acontecimentos passados antes da história contada nos dois primeiros filmes. </p>
<p>Todo o clima dark dos filmes anteriores foi mantido, além dos efeitos especiais estarem bem melhores. Nesse novo longa metragem vamos saber como <strong>Lucian</strong>, o líder dos <strong>Lycans</strong>, levou seu povo a declarar guerra contra a escravidão imposta pelos Vampiros. Como se trata de um &#8220;<em>Underworld Begins</em>&#8220;, não encontraremos<strong> Selene</strong> (<strong>Kate Beckinsale</strong>) ou <strong>Michael Corvin</strong> (<strong>Scott Speedman</strong>), os protagonistas dos dois primeiros filmes, mas teremos a participação de personagens mais antigos, como <strong>Lucian</strong> (<strong>Michael Sheen</strong>) e <strong>Viktor</strong> (<strong>Bill Nighy</strong>), de maneira mais central.</p>
<p><strong>Underworld 3: Rise of Lycans</strong>, vai estar nos cinemas em janeiro de 2009. Veja abaixo o primeiro trailer oficial do filme.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A3ZhjsufqxU&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/A3ZhjsufqxU&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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