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	<title>defenestrado</title>
	
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
	<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 01:49:30 +0000</pubDate>
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		<title>Os Velhinhos continuam mandando bala</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 01:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CD]]></category>

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		<description><![CDATA[Existe uma antiga afirmação que diz que o vinho fica melhor com o tempo. Isso também pode ser aplicado a algumas bandas de Rock. Pode parecer contraditório, mas as bandas mais experientes são responsáveis por álbuns que seguem fórmulas mais tradicionais, porém também nos apresentam as mais competentes. Nada como a experiência para gravar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma antiga afirmação que diz que o vinho fica melhor com o tempo. Isso também pode ser aplicado a algumas bandas de <strong>Rock</strong>. Pode parecer contraditório, mas as bandas mais experientes são responsáveis por álbuns que seguem fórmulas mais tradicionais, porém também nos apresentam as mais competentes. Nada como a experiência para gravar um bom álbum. Nesse fim de ano tive o prazer de ter em mãos três ótimos exemplos de como a idade pode ser um fator positivo para lançamentos musicais.</p>
<p><strong>Queem + Paul Rodger</strong> - <strong>The Cosmos Rock</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDLaVcB9_I/AAAAAAAACbE/Sf7cwZa1yvA/s400/Queen%20-%20cosmos%20rock.jpg" /></div>
<p>Polêmica envolvendo esse disco. Vários <a href="http://kadu.ducz.com">fãs mais puristas</a> adoram dizer que o <strong>Queen</strong> sem <strong>Freddie Mercury</strong> não deveria voltar a gravar e excursionar sem mudar o nome da banda. Muitos dizem que a alma da banda era o antigo vocalista. Concordo que o talento descomunal de <strong>Freddie</strong> era parte importante da mágica que a banda proporcionava, mas os outros integrantes também eram engrenagens importantes da máquina e possuem todo o direito de capitalizarem encima da lenda criada durante os anos 80. Ouvindo esse novo disco do <strong>Queen</strong> temos certeza que boa parte da mágica se foi, que <strong>Paul Rodgers</strong> não chega nem no joelho de <strong>Freddie</strong> e o baixo cadenciado de <strong>John Deacon</strong> faz muita falta, mas <strong>Brian May</strong> e <strong>Roger Taylor</strong> ainda são os melhores naquilo que fazem e o disco se mostra competente em entreter. <strong>Cosmos Rocks</strong> é um disco animado e simples de ser digerido. Não espere nenhum clássico absoluto da música e sim composições divertidas e com apelo pop. Algumas músicas possuem mais qualidades do que outras, mas o resultado geral do disco é muito positivo. Perfeito para se ouvir em momentos de nostalgia.</p>
<p><strong>Alice Cooper</strong> - <strong>Along Came A Spider</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDLaY9di9I/AAAAAAAACbM/zpA8yfCPoHw/s400/alice%20cooper.jpg" /></div>
<p>Devo admitir que não ouvia nada do <strong>Alice Cooper</strong> desde o disco <strong>Brutal Planet</strong> que, em minha opinião, era muito brutal. Sempre gostei mais do <strong>Alice Cooper</strong> dos anos 80, mais teatral e com grande influência do <strong>Hard Rock</strong>. Porém, esse último disco me chamou a atenção pela notícia publicada no <a href="http://whiplash.net/">Whiplash</a> sobre a censura sofrida em uma encenação da música <a href="http://whiplash.net/materias/news_882/078360-alicecooper.html">Vengeance Is Mine</a> em um programa de televisão americano. <strong>Along Came a Spider</strong> é um disco temático que foca na história de um <em>Serial Killer</em>. Na referida encenação, <strong>Cooper</strong> em um certo momento estrangula uma garota. O disco, que possuí uma participações especiais de <strong>Slash</strong> (<strong>Velvet Revolver</strong>) e <strong>Ozzy Osbourne</strong>, está na linha do <strong>Rock Horror</strong> que <strong>Alice </strong>praticava durante os anos 70 e começo dos anos 80. Uma aula competente de como fazer música divertida. O disco tem 11 faixas bem construídas e que não ficam datadas, mesmo tendo muito do que o artista fazia no passado. Destaque para o ótimo video clipe da música <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W7FwyqHt99E">Vengence is Mine</a> e para a presença de <strong>Eric Singer</strong> (ex-<strong>Kiss</strong>) no controle das baquetas</p>
<p><strong>AC/DC</strong> - <strong>Black Ice</strong></p>
<div align="center"><img src="http://lh4.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SSDMf5HcHhI/AAAAAAAACbU/mOKynxiPtfE/s400/black-ice.jpg" /></div>
<p>Esse disco causou muita discussão nos últimos meses. E não era para menos, a banda é uma das mais famosas do mundo, responsável por verdadeiros clássicos do <strong>Rock</strong>, e não lançava nada novo desde 2000. <strong>Black Ice</strong> é um disco fenomenal. Músicas dançantes e com um apelo <strong>blues</strong> contagiante. <em>Rock &#8216;n&#8217; Roll Train</em> abre o disco de maneira fenomenal e mostrando qual vai ser o conteúdo da bolachinha. Outras músicas muito bacanudas são <strong>Big Jack</strong>, <em>Anything Goes</em> e <em>Wheels</em>. O único problema do disco é a sua duração. são 15 faixas muito parecidas que podem levar o ouvinte a se cansar um pouco. Uma tática para esse tipo de disco é nunca passar de 30 minutos de duração. Porém, esse é um detalhe que não compromete esse incrível lançamento. Os velhinhos estão de volta com um disco bem melhor do que os últimos lançamentos e com músicas que vão fazer você sair pulando pela casa.</p>
<p>Agora é pegar o mp3 player, gravar todas essas músicas na memória e curtir esses futuros clássicos.</p>
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		<title>Alma e Sangue: O despertar do Vampiro</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/11/03/alma-e-sangue/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 03:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Nazareth Fonseca]]></category>

		<category><![CDATA[Vampiro]]></category>

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Vampiros, será que existe tema mais fascinante e explorado ao extremo dentro da literatura fantástica e dos filmes de horror?  Alguns dizem que a criatura pode ser enquadrada dentro dos Arquétipos Junguianos, visto que a figura do predador humano que bebe sangue, também uma metáfora para a vida, existe, de uma forma ou de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh4.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/SQ5vA2PK-gI/AAAAAAAACU4/qPgOT1DTr_s/s400/alma%20e%20sangue.jpg" /></div>
<p><strong>Vampiros</strong>, será que existe tema mais fascinante e explorado ao extremo dentro da literatura fantástica e dos filmes de horror?  Alguns dizem que a criatura pode ser enquadrada dentro dos <strong>Arquétipos Junguianos</strong>, visto que a figura do predador humano que bebe sangue, também uma metáfora para a vida, existe, de uma forma ou de outra, em quase todas as culturas. Difícil explicar o fascínio que esses seres da noite exercem sobre a humanidade. Talvez, parte dessa admiração atual deva-se a série de livros escritos por <strong>Anne Rice</strong>, onde o <strong>Vampiro Lestat</strong> se mostra sensual e mortal ao mesmo tempo. </p>
<p>Na literatura nacional, poucos autores conseguem explorar de maneira eficiente o assunto. Talvez pela falta de tradição dentro da literatura de terror ou simplesmente uma inexistência de investimento das grandes editoras para autores e livros que exploram o tema. Eu, particularmente, aposto na segunda alternativa. Público para esse tipo de livro existe, o que falta são bons autores e investimentos em livros. O sucesso de <strong>André Vianco</strong> e seus <strong>Vampiros</strong> ora sensuais, ora bestiais, é prova de que é possível investir e ter retorno com esse tipo de literatura.</p>
<p>Mas, ao que parece, outros expoentes desse gênero estão surgindo. É com prazer que chegou as minhas mãos o livro <strong>Alma e Sangue: O despertar do Vampiro,</strong> da autora <strong>Nazarethe Fonseca</strong>. Embora o livro seja de 2005 só agora consegui ler sua história. Na trama, um <strong>Vampiro</strong>, chamado <strong>Jan Kman</strong>, desperta de um longo sono em um velho casarão na cidade de <strong>São Luiz</strong>. O seu sono é perturbado pela presença de operários que estão trabalhando no projeto de restauração do imóvel. Ao despertar, o ser da noite se apaixona pela chefe do projeto, <strong>Kara Ramos</strong>. O <strong>Vampiro</strong> está convencido de que <strong>Kara</strong> é a reencarnação de um antigo amor. Porém, <strong>Kara</strong> só quer se ver livre da criatura. Durante a trama muitas coisas são explicadas e várias reviravoltas acontecem. </p>
<p>O livro é interessante, porém sofre de alguns problemas. A história é contada em forma de <em>flashback</em> e em alguns momentos fica um pouco confusa. A continuidade de algumas cenas também sofre cortes abruptos levando o leitor a se perder na trama. As vezes os personagens chegam a certas situações sem explicações prévias. Talvez falte o trabalho de um bom revisor para alertar a autora sobre esses problemas. Outro ponto negativo é que a história se torna um pouco cansativa perto do final. Vários fatos sem importância acontecem para adiar a chegada do momento final. De resto, ela segue a linha já consagrada por <strong>Anne Rice</strong> ao criar um ser sensual, poderoso e ao mesmo tempo mortal, porém sem a mesma classe da escritora americana. <strong>Jan Kman</strong> não está a altura de um <strong>Lestat</strong>, mas o apelo do personagem é muito forte. </p>
<p>O livro, embora com esses pequenos defeitos, é muito bom. Passei pelas suas 432 páginas em três dias e estou louco para ler a continuação. Uma característica que a autora parece ter herdado de <strong>André Vianco</strong>, que, aliás, assina o prefácio do livro, é deixar a história inacabada e com várias pontas soltas, justamente para gerar uma continuação ou quem sabe, várias continuações. Embora seja um livro que era desconhecido para mim, parece que a autora já possuí uma certa notoriedade no <em>underground</em> literário por conta desse lançamento e uma pequena legião de fãs. O livro já possuí uma continuação chamado <strong><a href="http://www.tarjalivros.com.br/detalheprod.asp?produto=16">Kara e Kman: uma saga de alma e sangue</a></strong>. Mais um para a lista de compras de fim de ano.</p>
<p><a href="http://almaesangue.blogspot.com/">Veja o blog dedicado ao livro</a></p>
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		<title>Kliptonita - De volta aos anos 90</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/30/kliptonita-de-volta-aos-anos-90/</link>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2008 16:42:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Nostalgia]]></category>

		<category><![CDATA[rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ver o anúncio de que o Guns&#8217;n Roses finalmente vai lançar seu novo velho disco, entrei em uma onda de nostalgia com a minha adolescência e a época em que descobri o rock pesado. Isso me leva de volta aos odiados anos 90 e suas modinhas insuportáveis, mas também com muita coisa interessante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ver o anúncio de que o <strong>Guns&#8217;n Roses </strong>finalmente vai lançar seu novo velho disco, entrei em uma onda de nostalgia com a minha adolescência e a época em que descobri o <strong>rock</strong> pesado. Isso me leva de volta aos odiados anos 90 e suas modinhas insuportáveis, mas também com muita coisa interessante. Aqui no sertão sorocabano, no começo da década de 90, não existia nenhum tipo de informação sobre o que acontecia no mundo do <strong>rock</strong>. As rádios só tocavam sertanejo e samba (o que não é muito diferente dos dias de hoje) e a internet nem era sonhada pela galera da região. As únicas fontes de informação e entretenimento nessa área eram a Revista <strong>Rock Brigade</strong> (que chegava em algumas bancas da cidade) e o programa de clipes da <strong>Rede Record</strong> chamado <strong>Kliptonita</strong>.</p>
<p>Apresentado por <strong>Serginho Caffé</strong>, o programa era diário e tinha duração de uma hora. No sábado havia um pequeno especial chamado<strong> Kliptometal</strong> que mostrava as bandas um pouco mais pesadas, mas que também acabavam aparecendo durante a programação normal. Porém, ao que tudo indica, a emissora não tinha muita grana para ficar renovando o acervo do programa (tudo isso aconteceu antes da <strong>Universal</strong> comprar a emissora), visto que todos os clipes eram reapresentados a exaustão. Mas, foi através da atração que vi meus primeiros clipes do <strong>Metallica</strong>, <strong>Iron Maiden,</strong> <strong>Kiss</strong>, <strong>Motorhead</strong>, <strong>Ramones</strong>, <strong>Megadeth</strong> e outros que agora me escapam a mente. </p>
<p>Alguns clipes marcaram mais do que outros e, já que não podemos contar com o <strong>Guardião da Eternidade</strong>, vamos utilizar o <strong>Youtube</strong> para relembrar 5 desses clipes marcantes:</p>
<p><strong>Guns&#8217;n Roses - You could be mine</strong> - Nessa época esse era o disco e essa era a banda. Com o audacioso projeto <strong>Use Your Illusion I e II</strong>. Para ajudar, a música foi tema musical do filme <strong>Exterminador do Futuro II</strong>, outro sucesso esmagador da época. Música para sair pulando pela casa.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Aj5xX_pZZ4U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Aj5xX_pZZ4U&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Metallica - The Unforgiven</strong> - Disco que foi responsável pela mudança de estilo da banda e pela sua entrada no mundo <strong>mega pop</strong>. O disco foi um sucesso descomunal e gerou 5 videoclipes. <strong>The Unforgiven </strong>não é o melhor deles, visualmente falando, mas é o mais deprimente. Eu assistia o programa todos os dias só para poder ver esse clipe.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5cGvzApDZKI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5cGvzApDZKI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Skid Row - In a Darkened Room</strong> - O <strong>Skid Row</strong> foi uma boa banda que, infelizmente, só lançou dois álbuns de respeito. Claro que eles pegaram uma carona no sucesso do <strong>Guns&#8217;n Roses</strong> e montaram uma banda com sonoridade muito parecida, mas eles são bem mais pesados em alguns momentos. O disco <strong>Slave to the Grind</strong> gerou 4 videoclipes, mas foram as duas baladinhas mela cueca que foram executadas centenas de vezes no programa.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zrZj7Gcp7lk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zrZj7Gcp7lk&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><strong>Ugly Kid Joe - Cat&#8217;s in the Cradle</strong> - com certeza essa é uma das bandas desprezíveis da epoca do <strong>grunge</strong>, mas eles conseguiram gravar pelo menos uma música memorável. Cat&#8217;s in the Cradle é uma ótima baladinha com ares depressivos. Nem parece que foi gravada por eles, embora seja uma composição de <strong>Harry Chapin</strong>. Passei vários anos procurando por um disco com essa música.</p>
<p>Infelizmente a viasualização desse clipe está desativada. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=tt-KNbCClOY">É necessário ir direto ao Youtube</a>.</p>
<p><strong>Kiss - God Gave Rock And Roll To You II</strong> - Essa música era repetida varias vezes durante a semana. Ritmo bacana, cara de fodões e declaração de amor ao <strong>Rock</strong>. Não tinha como eu não gostar da música naquela época. Hoje, depois de vários anos na estrada do <strong>rock</strong>, acho o clipe meio canastrão, mas nada que atrapalhe a diversão.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2w4opXi2yzo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2w4opXi2yzo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Já que o assunto é nostalgia, gostaria de saber o que alguns amigos pensam em relação a isso, a suas próprias seleções. Assim convoco o <a href="http://brejodosarneba.splinder.com/">Sarneba</a> e o <a href="http://www.teoriaglacial.com/">Glacial</a>, e quem mais quiser a fazer a sua listinha.</p>
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		<title>II Parada Gay de Presidente Prudente</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 18:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>

		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>

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No último dia 19 de outubro (domingo) se realizou aqui em Presidente Prudente a II Passeata Gay do município. O evento chama a atenção não só pelos participantes em suas roupas coloridas, mas pelo fato da região ser um poço de preconceito. Por aqui só tem Cowboy macho e pai que adora dizer que vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh5.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5Co-5DyKI/AAAAAAAAI10/PKCt02UIOic/s400/48000014.jpg" /></div>
<p>No último dia 19 de outubro (domingo) se realizou aqui em Presidente Prudente a <strong>II Passeata Gay</strong> do município. O evento chama a atenção não só pelos participantes em suas roupas coloridas, mas pelo fato da região ser um poço de preconceito. Por aqui só tem <em>Cowboy</em> macho e pai que adora dizer que vai encher o filho de porrada se ele virar <em>gay</em>. Estranho, pois aqui é um dos lugares no estado que mais tem travestis de programa. Os clientes dessa galera vem de fora (o que eu não acredito muito) ou tem muito vaqueiro tentando tirar leite das &#8220;meninas&#8221;.</p>
<p>Independente disso, convidei meus amigos do <strong>Fotoclube</strong> para fazer umas fotinhas do evento. Embora não tenha comparecido na primeira parada que se realizou no ano passado, sei de vários fotógrafos que conseguem fotos muito bacanas nesses eventos. Não estou comparando o que aconteceu aqui com a parada de São Paulo, por exemplo, mas foi um fim de tarde divertido.</p>
<p>Segundo um jornal da região, haviam 3 mil pessoas participando do evento. Como estava presente posso comprovar essa enorme participação popular. Porém, 95% dos participantes eram curiosos que foram prestigiar o evento e não era, necessariamente, homossexuais. Perguntei para alguns amigos assumidos porque não foram participar e a resposta mais comum foi que não queriam ser vistos lá e serem motivo de piada. Ou seja, ainda existe o medo e ainda existe o preconceito. </p>
<p>Aliás, o tema do evento era justamente esse. O fim do preconceito. Infelizmente, pelo meu ponto de vista, não existe essa de fim do preconceito. Pessoas não mudam tão facilmente. O que tem que existir são mecanismos legais para impedir que essas posturas interfiram na vida pessoal, profissional e social dos indivíduos de sexo, preferência sexual, etnia ou classes sociais diferentes.</p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5CtEt0kKI/AAAAAAAAI2c/Sct78olgY5g/s400/48000020.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5CuoD_XlI/AAAAAAAAI2s/M1RBIZi4Oxc/s400/48000022.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5C03OOqoI/AAAAAAAAI3g/PuOIyaSOuQA/s400/48000034.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/gilsonlorenti/SP5DBHWDP5I/AAAAAAAAI4w/cqB9FM1bs20/s400/48010010.jpg" /></div>
<p><a href="http://picasaweb.google.com/gilsonlorenti/ParadaGayDePresidentePrudente#">Mais fotos aqui.</a></p>
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		<title>Classe Social não existe mais</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/28/classe-social-nao-existe-mais/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 15:40:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Divagações]]></category>

		<category><![CDATA[Centro Paula Souza]]></category>

		<category><![CDATA[Classe Social]]></category>

		<category><![CDATA[Individualismo]]></category>

		<category><![CDATA[Sindicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguns meses atrás, o Centro Paula Souza, entidade que gerencia o ensino técnico de nível médio e superior no estado de São Paulo, anunciou, depois de vários anos de enrolação, o seu tão falado Plano de Carreira para o funcionalismo. Tudo bem que a proposta só saiu para esvaziar uma greve que ameaçava parar todas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns meses atrás, o <strong>Centro Paula Souza,</strong> entidade que gerencia o ensino técnico de nível médio e superior no estado de São Paulo, anunciou, depois de vários anos de enrolação, o seu tão falado <strong>Plano de Carreira</strong> para o funcionalismo. Tudo bem que a proposta só saiu para esvaziar uma greve que ameaçava parar todas as unidades da autarquia, mas alguns acharam a proposta interessante e outros acharam horrível.</p>
<p>Porém, o que me leva a escrever esse texto é um desabafo que encontrei em um dos jornais sindicais dos funcionários do Centro. Antes do plano de carreira existia o cargo de <strong>Oficial Administrativo</strong>, um tipo de <strong>Secretário de Escola</strong>, e que passou a se chamar <strong>Auxiliar Administrativo</strong>. Achei a mudança interessante, pois a palavra <strong>Oficial</strong> sempre me pareceu um resquício da ditadura militar. Porém, um outro cargo chamado <strong>Atendente de Classe</strong>, que seria o equivalente ao <strong>Inspetor de Alunos</strong> da <strong>Secretaria de Educação</strong>, também foi enquadrado como <strong>Auxiliar Administrativo</strong>. Atividades diferentes, mas que visam o suporte a atividade de ensino e aprendizagem em níveis diferentes e igualmente importantes. Pelo menos eu entendo dessa maneira.</p>
<p>No referido jornal sindical, que não vou citar para não ficar feio, um ex-<strong>Oficial Administrativo</strong> estava se queixando que sua categoria foi rebaixada pelo fato de agora serem Auxiliares e de que os antigos<strong> Atendentes de Classe</strong> (que ganhavam menos) terem sido elevados ao mesmo nível deles. Se bem entendi, o individuo não estava protestando contra o fato de que o <strong>Plano de Carreira</strong> foi uma bomba e de que a luta por melhores condições de trabalho e remuneração deveria continuar. Ele estava protestando contra o fato de que agora ele vai ter que tratar como igual alguém que, para ele, era inferior na escala administrativa. Sou só eu ou alguém mais achou isso ridículo?</p>
<p>Claro que os argumentos que ele colocou foram da escolaridade. O último concurso para essas funções aconteceram há 10 anos. Nessa época o <strong>Oficial Administrativo</strong> deveria ter o <strong>Segundo Grau</strong> completo (atual <strong>Ensino Médio</strong>) e o <strong>Atendente de Classe</strong> apenas o <strong>Primeiro Grau</strong> (atual <strong>Ensino Fundamental</strong>). Em certo momento do texto ele pergunta se os antigos Atendentes vão ter competência para executar o serviço dele. Como se digitar cadastros de alunos e fazer arquivamento de pastas fosse a coisa mais difícil do mundo. Claro que não entro no mérito das competências, mas no fato do protesto ser apenas focado no individualismo e na depreciação do outro. Em nenhum momento foi defendido o funcionalismo como um todo. E isso, em um veiculo de comunicação sindical, deveria ser regra.</p>
<p>Fico imaginando o que os primeiros <strong>Movimentos Sindicalistas</strong>, que conseguiram conquistas a base de lutas, sacrifícios e sangue, pensariam desse individuo. Penso mais longe ainda. <strong>Marx </strong>(aquele barbudo que a galera só volta a ler em tempos de crise do capitalismo) quando escreveu o <strong>Capital</strong> e pensou em seu <strong>Manifesto Comunista</strong>, crivou a noção de que uma classe é formada por indivíduos com os mesmos objetivos e, por isso, uma mesma luta. Tudo isso foi vencido pelo individualismo. Cada um quer pensar apenas no seu lado e que se dane o coletivo, mesmo que seja apenas o coletivo que tem forças para lutar contra o sistema.</p>
<p>A luta acabou e que venham a alienação e o profundo sono da <strong>Matrix</strong>. Eu lavo minhas mãos. Vou parar de sofrer e tomar minha <strong>Coca-Cola</strong> ouvindo meu <strong>I-pod</strong>.</p>
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		<title>Rise of the Lycans</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/25/rise-of-the-lycans/</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Oct 2008 00:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<category><![CDATA[Rise of the Lycans]]></category>

		<category><![CDATA[Underworld]]></category>

		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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Eu gosto de Vampiros e também gosto de Lobisomens. Dentro da literatura e de filmes de terror, esses são os personagens que renderam as histórias que mais gosto. Por isso que fiquei feliz em ver o trailer de UnderWorld 3: the rise of Lycans. A história é voltada a acontecimentos passados antes da história contada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh6.ggpht.com/defenestrado/SQO0c_gT1QI/AAAAAAAACS0/mis9tm0y1xs/s400/rise%20of%20the%20lycans.jpg" /></div>
<p>Eu gosto de Vampiros e também gosto de Lobisomens. Dentro da literatura e de filmes de terror, esses são os personagens que renderam as histórias que mais gosto. Por isso que fiquei feliz em ver o trailer de <strong>UnderWorld 3: the rise of Lycans</strong>. A história é voltada a acontecimentos passados antes da história contada nos dois primeiros filmes. </p>
<p>Todo o clima dark dos filmes anteriores foi mantido, além dos efeitos especiais estarem bem melhores. Nesse novo longa metragem vamos saber como <strong>Lucian</strong>, o líder dos <strong>Lycans</strong>, levou seu povo a declarar guerra contra a escravidão imposta pelos Vampiros. Como se trata de um &#8220;<em>Underworld Begins</em>&#8220;, não encontraremos<strong> Selene</strong> (<strong>Kate Beckinsale</strong>) ou <strong>Michael Corvin</strong> (<strong>Scott Speedman</strong>), os protagonistas dos dois primeiros filmes, mas teremos a participação de personagens mais antigos, como <strong>Lucian</strong> (<strong>Michael Sheen</strong>) e <strong>Viktor</strong> (<strong>Bill Nighy</strong>), de maneira mais central.</p>
<p><strong>Underworld 3: Rise of Lycans</strong>, vai estar nos cinemas em janeiro de 2009. Veja abaixo o primeiro trailer oficial do filme.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/A3ZhjsufqxU&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/A3ZhjsufqxU&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Chinese Democracy? Parece que agora vai.</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/23/chinese-democracy-parece-que-agora-vai/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 01:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CD]]></category>

		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>

		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[chinese democracy]]></category>

		<category><![CDATA[guns n' roses]]></category>

		<category><![CDATA[rock]]></category>

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Quando tinha 14 anos (e isso já faz algum tempo), começava a me aventurar pelo mundo do rock e a banda que estava pegando pesado em popularidade na época era uma tal de GUNS N&#8217; ROSES. O disco que os levou ao estrelato era o Appetite for Destruction e uma das músicas pegajosas daquele LP [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/defenestrado/SQEirLulwyI/AAAAAAAACSU/tI_RNrWx9is/s400/chinese%20democracy.jpg" /></div>
<p>Quando tinha 14 anos (e isso já faz algum tempo), começava a me aventurar pelo mundo do rock e a banda que estava pegando pesado em popularidade na época era uma tal de <strong>GUNS N&#8217; ROSES</strong>. O disco que os levou ao estrelato era o <strong>Appetite for Destruction</strong> e uma das músicas pegajosas daquele LP (na época era vinil ainda) estava tocando em uma das novelas da <strong>Globo</strong>. Ou seja, sucesso garantido em terras tupiniquins.</p>
<p>Depois disso os caras lançaram dois discos ao mesmo tempo (atitude ousada para a época) e se tornaram o grupo mais representativo do mundo POP. Sério mesmo, os caras eram a banda de rock pop mais importante da época. Depois aconteceu o normal com esse tipo de empreendimento. O sucesso subiu a cabeça, os egos se tornaram gigantesco e tudo o que foi construído foi para o vinagre. O roteiro disso tudo pode ser encontrado na música <a href="http://vagalume.uol.com.br/ratos-de-porao/ascencao-e-queda.html">Ascensão e Queda</a> do <strong>Ratos de Porão</strong>.</p>
<p>Agora, o último capítulo dessa história parece estar se resolvendo. Depois de 10 anos em produção (já pode até entrar para o <strong>Livro dos Recordes</strong>) o único remanescente e dono da banda, o vocalista <strong>Axl Rose</strong>, está colocando no mercado o novo disco do conjunto. <strong>Chinese Democracy</strong> vai estar legalmente a venda (e muito antes disso disponível na internet) no dia 23 de novembro. Já existe um single do disco rolando pela net. Se o disco vai ser um sucesso, ou não, eu conto para vocês depois do dia 23.</p>
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		<title>Não aguento mais ouvir sobre Eloá</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/21/nao-aguento-mais-ouvir-sobre-eloa/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2008/10/21/nao-aguento-mais-ouvir-sobre-eloa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 22:18:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Fim dos Tempos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nessa semana tivemos mais um exemplo de como a mídia no Brasil é formada por um bando de urubus carniceiros. O seqüestro que terminou em tragédia levou a vida de uma anônima e a mídia não consegue largar do osso. Da maneira que estão colocando nos telejornais, logo a menina vai ser canonizada. Nada como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa semana tivemos mais um exemplo de como a mídia no Brasil é formada por um bando de urubus carniceiros. O seqüestro que terminou em tragédia levou a vida de uma anônima e a mídia não consegue largar do osso. Da maneira que estão colocando nos telejornais, logo a menina vai ser canonizada. Nada como uma morte violenta para deixar a pessoa de bem com o mundo.</p>
<p>Não estou questionando que o fato foi triste, mas por que dar tanta atenção a ele? Mortes envolvendo relacionamentos acontecem todos os dias no Brasil e a mídia nem se presta mais ao trabalho de enviar alguém para cobrir o fato. Porém, Eloá teve a sorte de se meter em um dos casos com refém mais longos do Brasil. Chamou a atenção dos urubus da mídia. Rendeu Ibope e agora vai ser sugada até os ossos para manter o mórbido espectador brasileiro bem informado.</p>
<p>Como tenho vergonha de fazer parte da humanidade.</p>
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		<title>Pirataria: várias facetas</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/20/pirataria-varias-facetas/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2008/10/20/pirataria-varias-facetas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 17:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[
Semana passada, em uma operação conjunta da Polícia Militar e o GAERCO (Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) confiscou 80 mil mídias entre Cds de música, DVDs de filmes e jogos considerados pirateados no Shopping Popular de Presidente Prudente. A denúncia foi feita ao ministério público pela APCM (Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2008/10/pirataria.jpg" alt="" /></div>
<p>Semana passada, em uma operação conjunta da <strong>Polícia Militar</strong> e o<strong> GAERCO</strong> (Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) confiscou 80 mil mídias entre Cds de música, DVDs de filmes e jogos considerados pirateados no Shopping Popular de Presidente Prudente. A denúncia foi feita ao ministério público pela <strong>APCM</strong> (Associação Antipirataria de Cinema e Música) e a polícia executou 25 mandatos de busca e apreensão. A ação deixou vários dos comerciantes sem nenhuma mercadoria e um sentimento de revolta. Embora vender produtos pirateados seja uma afronta a <strong>Lei de Direitos Autorais</strong>, mas, será que isso tem algum efeito?</p>
<p>Quem acompanha esse blog nos anos de sua existência sabe que tenho uma posição dialética quanto à pirataria. Embora não consuma esses produtos, sou a favor como forma de pressão sobre os órgãos oficiais. Mas, sempre adiciono novas relações ao meu modo de pensar. No Brasil, o ato de consumir produtos piratas é devido mais a falta de políticas educacionais do que a baixa renda da população. Tudo pode ser reduzido a um fator cultural que é, de uma forma ou de outra, afirmado e perpetuado pelo próprio Estado. Aquela velha prática do país do jeitinho ainda está em uso explícito em nossa sociedade. Uma prova disso é que entre os consumidores de filmes falsificados (ou genéricos, como os camelôs do local oferecem o produto), encontramos Promotores de Justiça e Delegados Federais. Ou seja, um hábito considerado normal até por quem deveria coibir a prática.</p>
<p>Por outro lado, temos a visão de quem vende esses produtos. Acho que todo mundo já viu aquelas propagandas inseridas nos DVDs de filmes, mostrando que quem compra filme pirata contribuí com o crime organizado. Pode até ser, mas é uma generalização brutal e muita gente acha aquilo uma forma de forçar a  barra. Conheço gente que vende filmes no Shopping Popular e são pessoas que agarraram essa oportunidade para escapar do desemprego revendendo um produto fácil de comprar e com grande aceitação popular. Alguns vivem somente disso e não estão de maneira alguma alinhados com alguma facção criminosa. Claro que muita grana circula nesse meio, mas existem múltiplas facetas dessa questão.</p>
<p>Existem algumas coisas práticas que podem ser feitas para eliminar a pirataria no Brasil. Veja como é  prático:</p>
<p>- Nível de ensino - temos que ter uma melhor qualidade de ensino, e não a enganação que o estado nos empurra pela goela. Hoje o aluno sai da escola sem saber ler. Como cobrar que ele cumpra as leis?</p>
<p>- Nível cultural - não adianta apenas saber ler e escrever, tem que ter acesso a cultura. Funk e revista de mulher pelada não é cultura.</p>
<p>- Poder aquisitivo - isso é fundamental. A sociedade brasileira pode até estar comprando mais, mas isso se deve ao sistema de crédito maleável das <strong>Casas Bahia</strong>. </p>
<p>- Preço justo pelo produto – no meu ponto de vista, todos tem direito ao acesso a cultura. Nisso está incluído músicas e filmes, assim como espetáculos em geral.  Ao comprar os produtos originais somos obrigados a pagar mais caro e por versões com menor qualidade do que as que são lançadas nos Estados Unidos ou Europa. Em alguns casos, fica mais barato comprar em lojas do exterior e pagar o frete para o Brasil do que comprar a versão nacional. </p>
<p>- Cumprimento das leis por todos os seguimentos da sociedade - como exigir que a lei seja cumprida quando a população está acostumada a ver políticos e empresários se safando dos flagrantes? Enquanto a sociedade pensar que vivemos em um país sem lei, tudo que for mais fácil e prático, embora não legal, vai predominar.</p>
<p>Caminho simples para eliminar o problema com a pirataria e vários outros pequenos problemas sociais de nosso país. Falar é fácil, difícil e implementar.</p>
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		<title>O casamento de Ritchie Blackmore</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/17/o-casamento-de-ritchie-blackmore/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 18:07:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Música]]></category>

		<category><![CDATA[Blackmore's Night]]></category>

		<category><![CDATA[Candice Night]]></category>

		<category><![CDATA[Ritchie Blackmore]]></category>

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Isso mesmo fãs do rock e da música medieval, Ritchie Blackmore e sua eterna companheira Candice Night finalmente colocaram no papel a sua união matrimonial de 19 anos e realizaram uma festa de casamento muito bacana. Respeitando toda a estética de seu atual projeto musical, a dupla encarnou seu lado medieval e protagonizou uma festa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh5.ggpht.com/defenestrado/SPjS7zwF-lI/AAAAAAAACOA/DMDlcTd-Q-0/s400/IMG_4418LG.gif" /></div>
<p>Isso mesmo fãs do rock e da música medieval, <strong>Ritchie Blackmore</strong> e sua eterna companheira<a href="http://lorenti.org/2006/01/18/divas-do-rock-part-ix/"> Candice Night</a> finalmente colocaram no papel a sua união matrimonial de 19 anos e realizaram uma festa de casamento muito bacana. Respeitando toda a estética de seu atual projeto musical, a dupla encarnou seu lado medieval e protagonizou uma festa de arromba, com direito a show musical, no último final de semana em um castelo europeu. Para quem não conhece a história da dupla pode parecer meio esquisito os trajes e o ambiente, mas eu daria qualquer coisa para estar presente ao evento.</p>
<p><strong>Ritchie Blackmore</strong> é um cara que não precisa de apresentações dentro do cenário rock/heavy metal. O sujeito já tocou no <strong>Deep Purple</strong> e no <strong>Rainbow</strong> e depois de ganhar muita grana mandou tudo as favas e, juntamente com sua mulher, formou uma banda de música renascentista medieval chamado <strong>Blackmore&#8217;s Night</strong>. O primeiro e primoroso disco, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shadow_of_the_Moon">Shadow of the Moon</a>, saiu em 1997 (putz, já fazem 11 anos) e surpreendeu pela técnica e sensibilidade, além do vocal magnífico de <strong>Candice Night</strong>. Desde esse primeiro disco já temos outros 6 que, se não tiveram a mesma genialidade do primeiro, mantiveram a idéia do projeto bem viva.</p>
<p>Veja abaixo algumas fotos do casamento e <a href="http://www.blackmoresnight.com/images/wedding/wedding.html">clique aqui</a> para ver todas as fotos no <a href="http://www.blackmoresnight.com/">site oficial do Backmore&#8217;s Night</a>.</p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/defenestrado/SPjSn-YXfGI/AAAAAAAACN4/nbgjxhTwCng/s400/IMG_4398LG.gif" /></p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/defenestrado/SPjSnQRLbWI/AAAAAAAACNw/Ve4aJ-qJqRQ/s400/IMG_4395LG.gif" /></p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/defenestrado/SPjS8a2_cUI/AAAAAAAACOI/gCEbkmW6-Ng/s400/IMG_4419LG.gif" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/defenestrado/SPjTWasyl-I/AAAAAAAACOQ/aVkMXtIxR5I/s400/IMG_5286LG.gif" /></p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/defenestrado/SPjTWv_ChWI/AAAAAAAACOY/Rbe4WUCRJ60/s400/IMG_5304LG.gif" /></div>
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