<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>defenestrado  Cinema</title>
	<atom:link href="http://lorenti.org/category/cinema/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://lorenti.org</link>
	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jan 2012 15:12:06 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</title>
		<link>http://lorenti.org/2012/01/11/missao-impossivel-4-protocolo-fantasma/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2012/01/11/missao-impossivel-4-protocolo-fantasma/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1823</guid>
		<description><![CDATA[Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma e Os Imortais. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que não me dava esse luxo. Chegando lá fiquei dividido entre <strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> e <strong>Os Imortais</strong>. Como o filme épico grego está recebendo centenas de críticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei me decidindo pelo quarto filme da franquia baseada na série de TV. E não me arrependi. O filme está dentro do patamar que encontramos nas edições anteriores. Aliás, tirando o segundo episódio, os outros mantiveram um ótimo nível de qualidade no roteiro. Temos ação, perseguições, acrobacias impossíveis, equipamentos tecnológicos surpreendentes e momentos de tensão.</p>
<p>O filme começa com nosso protagonista <strong>Ethan Hunt</strong> (<strong>Tom Cruise</strong>) encarcerado em uma prisão russa. Neste momento os agentes <strong>Benji Dunn</strong> (<strong>Simon Pegg</strong>) e <strong>Jane Carter</strong> (<strong>Paula Patton</strong>) aparecem para tirá-lo da cadeia e entregar sua nova missão. O mundo está ameaçado por um maluco de codinome <strong>Cobalto</strong> (<strong>Kurt Hendricks</strong>) que acredita que uma guerra nuclear é o próximo passo para a evolução da humanidade. A missão é se infiltrar no <strong>Kremlin</strong> e conseguir informações sobre o indivíduo. Mas, tudo se complica e o prédio acaba indo pelos ares. Agora, <strong>Hunt</strong> foi culpado pela explosão e o governo retirou todo o apoio a sua equipe. Só resta a eles, juntamente com o agente <strong>William Brandt</strong> (<strong>Jeremy Renner</strong>) deter o maluco e impedir a 3º Guerra mundial.</p>
<p>Como todo grande filme de ação, a produção tem seus altos e baixos. As perseguições são muito legais e os aparatos tecnológicos bem criativos. Ponto para a equipe de efeitos especiais que conseguiu criar a maioria dos equipamentos com uma veracidade surpreendente. Todas as lutas também foram muito bem coreografadas e a interpretação dos atores está dentro de um patamar aceitável. Eu só achei que a escolha da protagonista feminina foi mal feita. Tudo bem que <strong>Jane Carter</strong> é até competente, e bonita também, mas a vilã <strong>Sabine Moreau</strong> (<strong>Léa Seydoux</strong>) foi uma escolha bem mais feliz do que a protagonista. Eu acho que neste ponto poderíamos ter uma inversão de papéis sem problema algum. </p>
<p>O ponto baixo da trama foram as explicações sobre o que aconteceu com a mulher de <strong>Ethan Hunt</strong>. Como bem lembramos, no terceiro filme da série o nosso herói estava para se casar, sendo que este pequeno probleminha foi o combustível que moveu a história. Neste quarto filme a continuidade não deu muita atenção para isso e tivemos um momento de água fria quando foi explicado o que aconteceu. <strong>Missão Impossível</strong> tem que ser adrenalina do começo ao fim, mas é apenas um pequeno deslize.</p>
<p><strong>Missão Impossível 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> não é um filme perfeito e nem vai fazer você se emocionar. São 130 minutos de correria e explosões. Vai servir perfeitamente para desligar um pouco o cérebro e passar alguns momentos divertidos. Só por isso já vale a pena.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" rel="lightbox[1823]" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missão-impossível-protocolo-fantasma-1.jpg" alt="" title="missão-impossível-protocolo-fantasma-1" width="500" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1824" /></a></p>
<p>P.S. embora eu já saiba disso, vale a pena sempre dizer que o Cine ArcoIris de Presidente Prudente é um dos piores cinemas do mundo, tanto no som quando na qualidade de imagem. Fica o recado.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2012/01/11/missao-impossivel-4-protocolo-fantasma/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filme &#8211; Agentes do Destino</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/10/15/filme-agentes-do-destino/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/10/15/filme-agentes-do-destino/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[romance]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1674</guid>
		<description><![CDATA[Vou ser sincero com vocês. Está muito difícil encontrar um filme bacana para assistir nas locadoras. Acho que estamos passando por períodos de pouca criatividade no cinema. Alguns filmes até te enganam com uma capa legal e uma sinopse bem feita. Mas, quando você coloca o disquinho no DVD a coisa vai para o saco. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou ser sincero com vocês. Está muito difícil encontrar um filme bacana para assistir nas locadoras. Acho que estamos passando por períodos de pouca criatividade no cinema. Alguns filmes até te enganam com uma capa legal e uma sinopse bem feita. Mas, quando você coloca o disquinho no DVD a coisa vai para o saco. São histórias mal amarradas, atores que não se esforçam e a própria qualidade da imagem e do áudio também não ajudam. Do que adianta você gastar todo o dinheiro do fundo de garantia em um home theater de qualidade se a indústria do entretenimento não te ajuda.</p>
<p>Porém, tive uma grata surpresa neste fim de semana ao pegar um filme de ficção científica, logo este gênero tão batido e com carência de originalidade nos últimos anos. O filme é <strong>The Adjustment Bureau</strong> (2011) que no Brasil foi traduzido como <strong>Agentes do Destino</strong>. A história é bem simples. Aqui conhecemos <strong>David Norris</strong> (<strong>Matt Damon</strong>) um jovem político americano que parece ter uma grande carreira pela frente, tendo chances de um dia chegar à presidência daquele país. Porém, depois de perder uma eleição, ele se encontra em um banheiro masculino (sim. assista ao filme para entender) com <strong>Elise Sellas</strong> (<strong>Emily Blunt</strong>) e se torna paixão à primeira vista. Mas, neste ponto, ficamos conhecendo os estranhos personagens que parecem controlar a vida de todo mundo. <strong>Norris</strong> é avisado por eles que não é seu destino ficar com <strong>Elise</strong> e caso ele vá contra esta indicação tudo que ele conhece vai ser simplesmente apagado.</p>
<p>Depois de assistir ao filme eu fiz o caminho inverso que normalmente faria. Só depois de assistir a produção é que procurei informações sobre ela na internet. Infelizmente, quase todos os críticos de sites de cinema acharam o filme fraco. Por isso que digo sempre crianças, não confiem em críticos. Vamos analisar o filme do jeito que ele deve ser. É apenas uma história de amor com pitadas de cinema fantástico e de ficção científica. Não poderia ser diferente, afinal de contas a história é baseada em um conto do mestre <strong>Phillip K. Dick</strong> que, entre outras coisas, também nos deu <strong>Blade Runner</strong> e <strong>Minority Report</strong>. Aqui temos apenas duas pessoas que querem ficar juntas e vão desafiar até mesmo <strong>Deus</strong> para isto acontecer. Parece coisa de novela, mas é uma produção para assistir em um sábado à tarde com muita pipoca e guaraná <strong>Antártica</strong> (isso não é uma propaganda, eu gosto mesmo do refrigerante).</p>
<p>Desde os filmes da trilogia <strong>Bourne</strong> eu sempre aposto nos filmes de <strong>Matt Damon</strong>. Até o lançamento de <strong>Identidade Bourne</strong> quem poderia acreditar que este moleque fosse ser o protagonista do melhor filme de ação em muitos anos? Então ele tem crédito e garanto que faz seu trabalho direitinho neste filme. Já <strong>Emily Blunt</strong> estava como uma ilustre desconhecida para mim. Nenhum papel de importância me veio à cabeça enquanto assistia ao filme e olhando a ficha dela constatamos que é uma atriz iniciante, mas que demonstrou ser eficiente neste papel. Também gostaria de destacar a presença de <strong>Terence Stamp</strong> (o eterno <strong>General Zod</strong>) como um dos <strong>Agentes do Destino</strong>. O ponto negativo aqui fica por conta da dublagem do filme que modificou muito algumas palavras destruindo completamente o sentido original das conversas. Tudo bem que dublagem também é uma arte, mas deveria ser proibido mudar o sentido daquilo que estamos vendo. Se acham que podem fazer melhor que o original então que façam seus próprios filmes.</p>
<p>Temos aqui uma história bacana, bons atores, romance e um final que pende para um filme de ação. Vai mudar sua vida? Claro que não, mas vai te garantir alguns momentos de rara diversão. Eu assisti a produção três vezes, o que mostra que está bem além dos últimos filmes que aluguei e que não consigo nem chegar ao fim.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Os-Agentes-do-Destino.jpg" rel="lightbox[1674]" title="Os-Agentes-do-Destino"><img class="aligncenter size-full wp-image-1675" title="Os-Agentes-do-Destino" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Os-Agentes-do-Destino.jpg" alt="" width="480" height="359" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/10/15/filme-agentes-do-destino/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>DVD &#8211; O Ritual</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/08/07/dvd-o-ritual/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/08/07/dvd-o-ritual/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 00:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filemes]]></category>
		<category><![CDATA[o ritual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1569</guid>
		<description><![CDATA[Esse fim de semana não rolou fotografia, então nada melhor do que alugar alguns filmes e ficar curtindo um pouco da sétima arte em casa. Não consegui assistir ao filme O Ritual (The Rite – 2011) no cinema (ficou quatro dias em cartaz aqui no interior), mas os trailers de cinema me animaram muito. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fim de semana não rolou fotografia, então nada melhor do que alugar alguns filmes e ficar curtindo um pouco da sétima arte em casa. Não consegui assistir ao filme <strong>O Ritual</strong> (<strong>The Rite – 2011</strong>) no cinema (ficou quatro dias em cartaz aqui no interior), mas os trailers de cinema me animaram muito. Em primeiro lugar ele trata de exorcismo, um assunto que me atrai muito, e o clima geral da produção não parecia ser de um filme galhofa. Explico. A indústria dos filmes de terror foi para o vinagre alguns anos atrás (ou nas duas últimas décadas). Tudo ficou muito escatológico e nojento. O terror psicológico e aqueles suspenses que dão um friozinho na barriga não são mais produzidos. Saudades de filmes bacanas como <strong>O Bebê de Rosemary</strong>, <strong>O Exorcista</strong>, <strong>A Hora do Espanto </strong>e os Terrir como <strong>A Morte do Demônio</strong>, <strong>Sexta-Feira 13</strong> (até o episódio VII) e <strong>A Hora do Pesadelo</strong> (até o episódio V).</p>
<p>Mas, voltando ao filme, temos aqui uma história bem manjada que envolve provações que vão levar a redenção. O seminarista <strong>Michael Kovak</strong> (<strong>Colin O&#8217;Donoghue</strong>) decidiu largar a batina porque não tem fé. Como seus superiores acham que ele é uma pessoa com potencial, antes de tomar sua decisão, ele é enviado a <strong>Roma</strong> para fazer um curso de dois meses para se tornar um exorcista. Como a coisa também não está funcionando por lá, ele é designado ao <strong>Padre Lucas Trevant</strong> (<strong>Anthony Hopkins</strong>), um exorcista com métodos não muito convencionais. A partir desse momento é que o filme engrena e o cético <strong>Michael Kovak</strong> vai ter que rever os seus conceitos.</p>
<p>O filme pode ser chamado de clichê. Nenhuma novidade por aqui, nada que já não tenhamos visto em <strong>O Exorcista</strong> e em <strong>O Exorcismo de Emily Rose</strong>, mas a pegadinha desse tipo de filme é realmente levar o expectador a pensar que tudo que está sendo mostrado pode ser realmente real. Nada de efeitos especiais mirabolantes, apenas a sugestão de que o mal está à espreita. Lógico que no final o demônio se mostra mais do que apenas uma idéia e os personagens principais encontram sua redenção, mas a construção de toda a história é muito convincente. A narrativa do começo e do fim do filme dão a entender que esta é uma história real. Duvido que a <strong>Igreja Católica</strong> assuma isso, mas deveria, pois através da existência do <strong>Diabo</strong> é que os céticos podem aceitar a <strong>Deus</strong>. Aliás, relembro aqui que sempre que alguém faz um filme de exorcismo ele é feito pela <strong>Igreja Católica</strong>, mesmo em um país <strong>Protestante</strong> como os Estados Unidos.</p>
<p>Filme bem feito, com bons atores e que vai garantir um bom terror psicológico para você. Vale o aluguel (e estou pensando até em comprar).</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/o-ritual.jpg" rel="lightbox[1569]" title="o-ritual"><img class="aligncenter size-full wp-image-1570" title="o-ritual" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/o-ritual.jpg" alt="" width="500" height="286" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/08/07/dvd-o-ritual/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Capitão América &#8211; O Primeiro Vingador</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/08/03/capitao-america-o-primeiro-vingador/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/08/03/capitao-america-o-primeiro-vingador/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 16:14:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[capitão américa]]></category>
		<category><![CDATA[marvel]]></category>
		<category><![CDATA[vingadores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1556</guid>
		<description><![CDATA[Agora a Marvel conseguiu fechar um ciclo no cinema. Todos os personagens que vão fazer parte do filme Os Vingadores já tiveram filmes independentes no cinema. Nesse último fim de semana fui até o cinema de minha cidade para assistir à Capitão América &#8211; O Último Vingador (Capitain America &#8211; The First Avenger &#8211; 2011) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora a <strong>Marvel</strong> conseguiu fechar um ciclo no cinema. Todos os personagens que vão fazer parte do filme <strong>Os Vingadores</strong> já tiveram filmes independentes no cinema. Nesse último fim de semana fui até o cinema de minha cidade para assistir à <strong>Capitão América &#8211; O Último Vingador</strong> (<strong>Capitain America &#8211; The First Avenger</strong> &#8211; 2011) e tive que encarar o filme em sua versão dublada. Os cinemas do interior estão adquirindo o péssimo hábito de só colocarem em cartaz filmes com essa opção. Logo vou ter que esperar que todo filme seja lançado em <strong>Blu-Ray</strong>.</p>
<p>Mas, voltando ao filme, tenho que admitir que não estava esperando muito da produção. Embora tenha gostado muito dos outros exemplares dessa empreitada (especialmente do <a href="../2011/05/18/thor/">Thor</a>), o que estava me deixando preocupado era o protagonista do filme. <strong>Chris Evans</strong>, que foi o escolhido para interpretar o <strong>Capitão América/Steve Rogers</strong>, não me trás as melhores recordações, principalmente se lembrarmos dos fiascos de <strong>Quarteto Fantástico I</strong> e <strong>II</strong>. Mas, felizmente, a coisa não degringolou para esse lado. O filme é certinho e consegue contar de forma inteligente a história de um dos grandes heróis do <strong>Universo Marvel</strong>. Mas, fica um gostinho de quero mais no final do filme.</p>
<p>Como todo fã de quadrinhos sabe, o <strong>Capitão América</strong> foi um personagem criado na época da <strong>Segunda Guerra Mundial</strong> para ilustrar e fazer propaganda da campanha americana na guerra. Enquanto o conflito durou ele foi bem aceito e as vendas das revistas eram expressivas. Mas, ao fim do conflito o personagem ficou na geladeira e foi esquecido. A <strong>Marvel</strong> trouxe o <strong>Capitão América</strong> de volta nos anos de 1960 para ser o líder dos <strong>Vingadores</strong>. Para contar esse retorno, foi criada a história de que o <strong>Capitão</strong> havia sofrido um acidente e ficado congelado no mar por todos esses anos. Saber esses fatos não vai tirar de você o prazer de assistir o filme, mas já adianto que a película é bem fiel à história original.</p>
<p>No filme, <strong>Steve Rogers</strong> é um rapaz franzino e com alguns problemas de saúde que anseia ser aceito no exército para lutar na guerra. Infelizmente ele nunca passa nos exames físicos. Um dia ele é contatado por um cientista que o coloca como candidato para o programa <strong>Supersoldado</strong>. Ao ser tratado com soro do<strong> Supersoldado</strong> ele assume o condicionamento físico de um atleta e sua força e metabolismo são aumentados além das capacidades humanas. Infelizmente, antes que o soro pudesse ser produzido, um espião <strong>nazista </strong>consegue matar o cientista que criou a fórmula. Agora, <strong>Steve Rogers</strong> é o único que detém tal poder e vai utilizá-lo para deter os <strong>Nazistas</strong> e o seu setor de criação de armas, a <strong>Hidra</strong>, comandada por <strong>Johann Schmidt</strong> (<strong>Hugo Weaving</strong>) que se tornaria depois o <strong>Caveira Vermelha</strong>, o maior inimigo do <strong>Capitão América</strong>.</p>
<p>A história é bem amarrada e mostra toda essa transformação do moleque fracote em um dos campeões da justiça e do patriotismo americano.  O filme possui aventura e quase nenhuma comédia, ao contrário dos últimos filmes <strong>Marvel</strong>. <strong>Chris Evans</strong> consegue desempenhar seu papel com muita responsabilidade e <strong>Hugo Weaving</strong> está se mostrando cada vez mais o vilão perfeito para qualquer tipo de filme. Também temos que destacar a participação de <strong>Tommy Lee Jones</strong>, como o <strong>Coronel Chester Phillips</strong> (participação pequena, mas importante), da linda <strong>Hayley Atwell</strong>, como <strong>Peggy Carter</strong> (o interesse amoroso do <strong>Capitão América</strong>) e de <strong>Neal McDonough</strong> como <strong>Timothy &#8216;Dum Dum&#8217; Dugan</strong> (participação bem pequena). O filme tem duas horas de duração, mas parece bem menor. Como já sabíamos, ao final o <strong>Capitão</strong> acorda na <strong>Nova Yorque</strong> de 2011 e é abordado por <strong>Nick Fury</strong> (<strong>Samuel L. Jackson</strong>). Esse é o começo dos <strong>Vingadores</strong> e o principal motivo do filme deixar a vontade de ver muito mais ao seu final.</p>
<p>Eu recomendo.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/capitao_america_o_primeiro_vingador.jpg" rel="lightbox[1556]" title="capitao_america_o_primeiro_vingador"><img class="alignnone size-full wp-image-1557" title="capitao_america_o_primeiro_vingador" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/capitao_america_o_primeiro_vingador.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/08/03/capitao-america-o-primeiro-vingador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Transformers &#8211; O Lado Oculto da Lua</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/07/17/transformers-o-lado-oculto-da-lua/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/07/17/transformers-o-lado-oculto-da-lua/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 00:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[hasbro]]></category>
		<category><![CDATA[transformers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1530</guid>
		<description><![CDATA[Demorou um pouco, mas finalmente consegui assistir o novo filme da franquia Transformers. Para falar a verdade, eu não resisti a entrar no cinema. O que acontece é que existe um movimento dos poucos cinemas aqui da cidade em só exibir filmes dublados. Tudo bem que a maioria da população tem problemas em ler e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorou um pouco, mas finalmente consegui assistir o novo filme da franquia <strong>Transformers</strong>. Para falar a verdade, eu não resisti a entrar no cinema. O que acontece é que existe um movimento dos poucos cinemas aqui da cidade em só exibir filmes dublados. Tudo bem que a maioria da população tem problemas em ler e prestar atenção no filme, mas me recuso a perder detalhes interessantes da história. A dublagem do segundo filme da série foi mutilada por diversas gírias brasileiras, destruindo o sentido do original. Havia me decidido a não assistir mais filmes dublados e esperar pelo lançamento em vídeo. Mas, a quantidade absurdas de críticas negativas ao filme me fizeram abrir uma exceção e me dirigir ao cinema hoje.</p>
<p>Infelizmente, a maioria das críticas negativas se justifica, mas como tudo na vida temos que ter em mente o contexto geral, e não analisar em separado. Em primeiro lugar temos que pensar qual o objetivo da coisa. O que você espera de um filme de robôs gigantes alienígenas que se transformam em carros e aviões? Eu espero pancadaria, muita pancadaria. E isso o filme entrega aos quilos para a platéia. Dessa forma, eu acho que o objetivo foi concluído com êxito. Nesse novo filme, descobrimos que a corrida espacial entre americanos e soviéticos na década de 60 foi desencadeada pela queda de uma nave alienígena no lado escuro da Lua. Logo descobrimos que a tal nave veio de <strong>Cybertron</strong> e nela está o antigo líder dos <strong>Autobots </strong>que carregava uma arma que poderia ter ganhado a guerra contra os <strong>Decepticons</strong>. Agora, a corrida é para saber quem vai chegar primeiro e se apoderar de seu poderoso conteúdo. Pronto, essa é toda a história.</p>
<p>Temos novamente todos os personagens que fizeram o sucesso da franquia. <strong>Shia LaBeouf </strong>continua representando o mesmo papel que não evolui. Em todos os filmes ele demonstra todas suas características egoístas, mas no final acaba fazendo a coisa certa e sendo mais corajoso que o <strong>Rambo</strong>. <strong>John Turturro</strong> continua sendo o mesmo paranóico de sempre, mas tem uma participação menor nesse filme. O que é uma pena, pois o seu personagem é o alívio cômico mais bacana de toda a série. E finalizamos as participações humanas com <strong>Rosie Huntington-Whiteley</strong>, que faz o papel de mulher vitrine que era de <strong>Megan Fox</strong>. Entre os robôs, temos os personagens clássicos como <strong>Optimus Prime</strong>, <strong>Megatron</strong>, <strong>StarScream</strong>, <strong>Bumblebee</strong> e <strong>Ironhide</strong>. Infelizmente, alguns personagens principais acabam morrendo nesse filme, mas o que aprendemos com as outras produções de <strong>Transformers</strong> é que quem é morto sempre aparece.</p>
<p>Do ponto de vista da história, três coisas podem ser notadas. Mantiveram a postura de grande guerreiro de <strong>Optimus Prime</strong>. Aliás, isso deveria ter sido pensado desde o primeiro filme. Tudo bem que os <strong>Autobots</strong> podem ser uma casta mais fraca do que os <strong>Decepticons</strong>, mas o líder dos caras tem que ser um sujeito durão. Se vocês se lembram bem, no primeiro filme ele leva um pau descomunal do <strong>Megatron</strong>. No segundo filme ele já está mais forte e enfrenta vários adversários ao mesmo tempo. Nesse terceiro ele mantém essa linha e consegue enfrentar qualquer inimigo de igual para igual, mesmo os mais fortes. O segundo ponto a ser levantado é que o filme possuí vários errinhos de continuidade (e nem vou falar da história mais fraquinha). Coisas acontecem e a próxima cena é algo diferente. Errinhos que encontramos em filmes com orçamento mais modesto. E o terceiro ponto é que a ação no final do filme é muito longa. É um clímax de quase 30 minutos. Poderia ter sido um pouco menor e gastado mais tempo no aprofundamento da história.</p>
<p>Por fim, fica aqui meu protesto, novamente, contra a dublagem que mais uma vez foi mutilada em troca de noções tupiniquins de comédia. Depois dessa eu fico mais firme em minha decisão de não assistir filmes dublados. O filme é bom e você vai encontrar aquilo que queremos ver: robôs gigantes dando pancada uns nos outros. O resto pode ser um mero detalhe.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua.jpg" rel="lightbox[1530]" title="transformers-3-o-lado-oculto-da-lua"><img class="alignnone size-full wp-image-1531" title="transformers-3-o-lado-oculto-da-lua" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua.jpg" alt="" width="500" height="748" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/07/17/transformers-o-lado-oculto-da-lua/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filme Priest</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/07/15/filme-priest/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/07/15/filme-priest/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 18:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[priest]]></category>
		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1527</guid>
		<description><![CDATA[Mais um filme de Vampiro. Infelizmente essa é a única classificação que essa produção merece, pois é a enésima tentativa de se fazer um filme de Vampiros que não caia no clichê. Infelizmente, quase todas as características do mito foram exploradas. Temos filmes que mergulham fundo na psicologia dos personagens, outros que exploram o terror [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um filme de <strong>Vampiro</strong>. Infelizmente essa é a única classificação que essa produção merece, pois é a enésima tentativa de se fazer um filme de <strong>Vampiros</strong> que não caia no clichê. Infelizmente, quase todas as características do mito foram exploradas. Temos filmes que mergulham fundo na psicologia dos personagens, outros que exploram o terror puro e simples, os filmes de ação e os feitos para adolescentes <strong>emos</strong>. Que triste fim levaram os <strong>Vampiros</strong> na atualidade. Esse <strong>Priest</strong> (2011), que foi bem traduzido no Brasil para <strong>O Padre</strong>, é um filme de ação. Não é ruim, mas não chega a empolgar.</p>
<p>Em um futuro apocalíptico (será que nenhum futuro da humanidade é bom?) o mundo foi devastado por uma guerra entre humanos e <strong>Vampiros</strong>. No começo os <strong>Vampiros</strong> tinham grande vantagem no campo de batalha. Eram rápidos, resistentes e mortais. Mas, logo apareceram os <strong>Padres</strong>. Soldados que possuíam um dom sobrenatural para a batalha eles foram treinados para caçar e eliminar todos os <strong>Vampiros</strong>. Depois que a guerra acabou e os <strong>Vampiros</strong> foram derrotados, os <strong>Padres</strong> não tinham mais utilidade, mas eram muito poderosos. Foram destituídos de suas obrigações e relegados a subempregos nas grandes cidades poluídas e escuras que sobraram. Uma consequência dessa guerra é que agora a <strong>Igreja</strong> é que dominava os rumos da política dos centros urbanos.</p>
<p>É nesse ponto que começa a história nesse filme. O <strong>Priest</strong> do título (cujo nome não é citado) é chamado de volta há sua cidade natal porque um ataque de <strong>Vampiros</strong> matou seu irmão a esposa e sequestrou sua sobrinha. Como ninguém do alto clero acreditou na história de ataque de <strong>Vampiros</strong>, ele foi proibido de investigar. Agora, sendo caçado como renegado, ele tem apenas a ajuda de outra sacerdote rebelde e do namorado da sobrinha que foi sequestrada. E o resto da história pode ser chamada de um <strong>MadMax</strong> com criaturas sobrenaturais.</p>
<p>Infelizmente, os Vampiros são criaturas muito esquisitas. Criaturas encurvadas e sem olhos, bem diferentes do que estamos acostumados. Poderiam ter melhorado um pouquinho a aparência deles. Já os protagonistas estão muito bem em seus papéis. O <strong>Padre</strong> principal, interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0079273/">Paul Bettany </a>realmente nos passa a impressão de um cara durão e que pode resolver qualquer situação, por mais difícil que ela seja. Fora isso, é sempre bom ver a lindíssima <a href="http://www.imdb.com/name/nm0702572/">Maggie Q</a> dando pancada nos inimigos. Por fim, a participação mais legal, e que não foi devidamente aproveitada, foi a de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0881631/">Karl Urban</a>, que interpreta o vilão do filme. Ele foi o único ator que conseguiu uma boa sobrevida depois da participação em <strong>O Senhor dos Anéis</strong> e vem protagonizando bons filmes de ação. Poderia ter tido uma participação mais profunda no filme.</p>
<p><strong>Priest</strong> não vai mudar sua vida, mas garante alguns momentos de diversão. Porém, deveria ter esperado sair na locadora. Não vale um ingresso de cinema.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/07/15/filme-priest/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Piratas do Caribe 4 &#8211; Navegando em Águas Misteriosas</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/05/29/piratas-do-caribe-4-navegando-em-aguas-misteriosas/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/05/29/piratas-do-caribe-4-navegando-em-aguas-misteriosas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 May 2011 19:11:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Dysney]]></category>
		<category><![CDATA[piratas do caribe 4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1470</guid>
		<description><![CDATA[Piratas do Caribe é a franquia que vai marcar para sempre a vida de Johnny Depp. Sua interpretação caricata do pirata Capitão Jack Sparrow é a coisa mais marcante nos quatro filmes que foram feitos até agora. Digo a vocês que o primeiro filme da série é uma obra prima do cinema de entretenimento. Ele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Piratas do Caribe</strong> é a franquia que vai marcar para sempre a vida de <strong>Johnny Depp</strong>. Sua interpretação caricata do pirata <strong>Capitão Jack Sparrow</strong> é a coisa mais marcante nos quatro filmes que foram feitos até agora. Digo a vocês que o primeiro filme da série é uma obra prima do cinema de entretenimento. Ele é divertido, a aventura corre solta e as nuances entre bem e mal não existem, pois cada personagem está agindo em benefício próprio. O filme é uma ótima maneira de passar algumas horas de distração e de quebra mostrou que filmes de pirata não estavam totalmente esquecidos.</p>
<p>Obvio que depois do enorme sucesso algumas continuações apareceriam e <strong>Piradas do Caribe 2</strong> (<strong>O Baú da Morte</strong>) e <strong>Piratas do Caribe 3</strong> (<strong>Até o Fim do Mundo</strong>) trouxeram todos os personagens principais de volta e muita correria e situações engraçadas, mas não chegaram nem aos pés do primeiro filme. Como um ciclo se fechou na primeira trilogia, nada melhor do que começar uma história completamente diferente mantendo apenas alguns personagens chave e inserindo outros. Por conta da boa impressão que tenho de todo o universo criado pela franquia é que me dirigi ao cinema para assistir a essa 4º edição da história.</p>
<p><strong>Piratas do Caribe 4 &#8211; Navegando em Águas Misteriosas</strong> começa onde terminou o terceiro filme. O <strong>Capitão Jack Sparrow</strong> está à procura da <strong>Fonte da Juventude</strong> em sua busca pela vida eterna. Só que, infelizmente, ele não é o único. A Coroa Espanhola encontra indícios da existência da fonte e envia um grupo para encontrá-la. Sabendo disso, a coroa inglesa também organiza uma expedição tendo como líder o agora <strong>Corsário Barbossa</strong> (<strong>Geoffrey Rush</strong>). Fora isso ainda temos o <strong>Capitão Barba Negra</strong> (<strong>Ian McShane</strong>) e sua filha <strong>Angélica</strong> (<strong>Penélope Cruz</strong>) que buscam a fonte para impedir uma profecia que culmina com a morte do pirata. Como na formula estabelecida nos filmes anteriores, temos vários grupos atrás de um mesmo objetivo e alianças e traições serão praticadas para chegar a esse objetivo.</p>
<p>Do ponto de vista da narração a história é muito fraca. Não tem muitas surpresas ou sub-tramas intrincadas. O filme se baseia quase que completamente em momentos engraçados dos trejeitos do <strong>Capitão Sparrow</strong>. Isso é muito pouco para segurar um filme se você exige muito dele. Também devemos dar muito crédito à participação de <strong>Penélope Cruz</strong> que contagia a cena com seu carisma. Fora isso não temos muito que encontrar no filme. Se você está apenas procurando um momento de diversão sem aprofundamento nenhum o filme pode lhe proporcionar boas gargalhadas. Mas, se você quer algo mais bem construído e com sentido, é melhor não gastar seu dinheiro com a entrada. Espere sair em vídeo para poder conferir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter" src="https://lh6.googleusercontent.com/-EnLVps-jTZs/TeKaByDU8uI/AAAAAAAAFQE/bdiMN4DqZHI/s800/piratas%252520do%252520caribe%252520-%252520%2525C3%2525A1guas%252520estranhas.jpg" alt="" width="337" height="500" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/05/29/piratas-do-caribe-4-navegando-em-aguas-misteriosas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Thor</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/05/18/thor/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/05/18/thor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 18 May 2011 13:59:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias em Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[super-herói]]></category>
		<category><![CDATA[thor]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/?p=1446</guid>
		<description><![CDATA[Eu já fui um grande fã de histórias em quadrinhos. Já tive uma enorme quantidade de revistas em minha casa durante minha adolescência. Infelizmente a idade chegou e perdi a paciência em acompanhar diversas revistas semanalmente. Ainda guardo algumas edições especiais que considero muito boas, mas é só isso. Porém, ainda tenho um enorme carinho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já fui um grande fã de histórias em quadrinhos. Já tive uma enorme quantidade de revistas em minha casa durante minha adolescência. Infelizmente a idade chegou e perdi a paciência em acompanhar diversas revistas semanalmente. Ainda guardo algumas edições especiais que considero muito boas, mas é só isso. Porém, ainda tenho um enorme carinho por todos esses personagens que me acompanharam por muitos anos. Por isso que gosto tanto das adaptações cinematográficas e desenhos que estão chegando aos fãs nesses últimos tempos. É uma forma de rever o passado.</p>
<p>Neste último fim de semana fui ao cinema para assistir ao filme do <strong>Poderoso Thor</strong>. E já fui com uma desconfiança da produção, pois encontrei muitas críticas negativas ao filme na internet. Não desisti de assistir, pois sei que críticos, principalmente os que se encontram na internet, são um bando de pessoas amargas que não entendem o espectador. Nem sempre nós queremos uma obra de arte, tipo aqueles filmes iranianos que só os críticos gostam. Quando vou assistir um filme baseado em super heróis de histórias em quadrinhos eu quero efeitos especiais, pancadaria e muita diversão. Para nossa satisfação, <strong>Thor</strong> tem tudo isso de sobra.</p>
<p>A história quase todo mundo conhece. Digo quase todo mundo porque <strong>Thor</strong> não é um dos personagens mais conhecidos aqui por terras tupiniquins. Tudo começa com a rivalidade entre os <strong>Gigantes de Gelo</strong> e os <strong>Asgardianos</strong>. Depois de uma guerra sangrenta pelo domínio dos 9 reinos, os <strong>Asgardianos</strong> saem vitoriosos e roubam a fonte de energia dos <strong>Gigantes do Gelo</strong> deixando-os presos em seu próprio mundo. A história muda mostrando o relacionamento entre <strong>Odin</strong> (Rei dos Deuses) e seus dois filhos: <strong>Thor</strong> (Deus do Trovão) e <strong>Loki</strong> (Deus da Mentira e das Trapaças). No dia da coroação de <strong>Thor </strong>como futuro Rei, um grupo de Gigantes invade <strong>Asgard</strong> e tentam recuperar a fonte de energia. Eles são derrotados, mas <strong>Thor</strong>, escondido de <strong>Odin</strong>, viaja com um grupo de Deuses (<strong>Volstagg</strong>, <strong>Hogun</strong>, <strong>Fandral</strong> e <strong>Sif</strong>) até o mundo dos Gigantes para descobrir como eles conseguiram entrar no palácio. De modo arrogante <strong>Tho</strong>r causa o início de uma nova guerra. Enfurecido, <strong>Odin</strong> retira os poderes de <strong>Thor</strong> e o expulsa para a <strong>Terra</strong> como forma de castigo. É nessa parte que a história realmente começa.</p>
<p>O filme nada mais é do que a representação da jornada de nosso herói para aprender humildade e conseguir a sabedoria necessária para ser o <strong>Rei dos Deuses</strong>. Muitos reclamam que essa parte do filme é chata e possui pouca ação, mas a produção é tão bacana e bem feita que parece que ela dura muito pouco tempo. Infelizmente tem muita gente infeliz escrevendo sobre filmes na internet. A produção possui ótimos efeitos especiais, comédia na medida certa e muita ação, mostrando que os <strong>Deuses de Asgard</strong> gostam mesmo é de uma boa pancadaria. Eu fiquei preocupado quando anunciaram a produção do <strong>Thor</strong>. Afinal de contas, como representar na tela todo o poder do personagem? Mas, depois de assistir ao filme eu garanto que a coisa toda funciona muito bem. </p>
<p>Quando escalaram o <strong>Chris Hemsworth</strong> para ser o protagonista principal fiquei com receio. O único papel em que o vi foi de pai do <strong>Capitão Kirk</strong> em <a href="http://lorenti.org/2009/05/17/star-trek/">Star Trek</a>, e ele não parecia ter o porte atlético necessário para ser o <strong>Deus do Trovão</strong>. Mas, devem ter enchido o rapaz de <strong>Neston </strong>nesses dois anos e o que temos é um individuo marombado na medida certa. Também temos na produção a <strong>Natalie Portman</strong>, como o interesse amoroso de <strong>Thor</strong> na terra. A menina é uma grande atriz e foi a única iniciante da nova trilogia de <strong>Star Wars </strong>que realmente deu certo no mundo do cinema. E por fim, temos que falar de <strong>Anthony Hopkins</strong> que empresta toda sua imponência para <strong>Odin</strong>. Você realmente acredita que ele é o <strong>Rei dos Deuses</strong>.</p>
<p>Gosta de aventura, diversão, pancadaria e histórias em quadrinhos? Então <strong>Thor</strong> vai agradar você. Não podemos esquecer que esse filme também é uma preparação para a produção dos <strong>Vingadores</strong>. Agora só falta o filme do <strong>Capitão América</strong> antes de vermos nas telas o mais importante grupo de super-heróis do <strong>Universo Marvel</strong>.</p>
<p><img src="https://lh3.googleusercontent.com/_FrkvLzHxqPM/TdPROiVhzmI/AAAAAAAAFPM/RawotDG59KE/s800/Poster-filme-thor.jpg" height="659" width="443" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/05/18/thor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>2012 &#233; eleito o filme de Fic&#231;&#227;o Cient&#237;fica mais cretino de todos os tempos.</title>
		<link>http://lorenti.org/2011/01/04/2012-eleito-o-filme-de-fico-cientfica-mais-cretino-de-todos-os-tempos/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2011/01/04/2012-eleito-o-filme-de-fico-cientfica-mais-cretino-de-todos-os-tempos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 13:59:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção Cientifica]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/2011/01/04/2012-eleito-o-filme-de-fico-cientfica-mais-cretino-de-todos-os-tempos/</guid>
		<description><![CDATA[A notícia seria muito engraçada, se não fosse um pouco estúpida. Alguns dos maiores especialistas da NASA se trancaram durante um dia inteiro para escolher os piores filmes de Ficção Científica de todos os tempos, levando em conta o uso irresponsável das leis da ciência. Em primeiro lugar, esse monte de funcionários públicos não devem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia seria muito engraçada, se não fosse um pouco estúpida. Alguns dos maiores especialistas da <b>NASA</b> se trancaram durante um dia inteiro para escolher os piores filmes de <b>Ficção Científica </b>de todos os tempos, levando em conta o uso irresponsável das leis da ciência. Em primeiro lugar, esse monte de funcionários públicos não devem ter muito o que fazer. Em segundo, só eu vi o absurdo em se classificar filmes pelo uso racional da ciência? É justamente por isso que se usa o termo <b>Ficção</b>. Pessoas com mais de 75 de Q.I. tendem a perceber que aquilo é apenas fantasia, entretenimento. Não levam aquilo a sério. </p>
<p>Mas, tem que vir um monte de indivíduos com quilos de diplomas para me dizer que aquilo não existe. Ou seja, me chamam de retardado. A lista elaborada pelos especialistas classifica os piores e os melhores da <b>Ficção Científica</b>. Em primeiro lugar temos o <a href="http://lorenti.org/2009/11/20/filme-2012-o-fim-do-mundo-bem-humorado/">filme 2012</a> de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000386/">Roland Emmerich</a> que eu já havia declarado ser um dos filmes mais engraçados sobre o fim do mundo. Também temos na lista o <b>6º Dia</b>, com o governator <b>Arnold Schwarzenegger</b>, <b>Volcano</b>, com <strong>Tommy Lee Jones,</strong> <b>Reação em Cadeia</b>, com <strong>Keanu Reeves, Rachel Weisz</strong> e <strong>Morgan Freeman,</strong> <b>Armageddon</b>, com <strong>Bruce Willis</strong>. O que esses filmes tem em comum? Eles são divertidos e não devem ser levados a sério. São feitos para comer pipoca no cinema. Já está bem destacado em todo material de divulgação do filme que eles não são um tratado de ciência. </p>
<p>Claro que eles também elegeram alguns filmes que são os melhores, como <b>Blade Runner</b> e <b>Gattaca</b>, mas percebam que esses são os mais chatinhos de assistir. Não me levem a mal, pois adoro os dois filmes. Mas, são produções mais cerebrais onde o nível de atenção é mais alto e são voltados para um público específico. Não sou daqueles universitários pseudo-comunistas que acham que o cinema tem que ser político e sempre passar uma mensagem. Essa postura é que leva o cinema nacional a fazer tantos filmes sobre o sertão e a contemplação de desgraças. Também quero diversão e alienação no cinema. Curtir uma boa história, com boa trilha sonora e toneladas de destruição. </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2011/01/04/2012-eleito-o-filme-de-fico-cientfica-mais-cretino-de-todos-os-tempos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Kick Ass &#8211; Quebrando Tudo</title>
		<link>http://lorenti.org/2010/08/05/kick-ass-quebrando-tudo/</link>
		<comments>http://lorenti.org/2010/08/05/kick-ass-quebrando-tudo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 00:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[filmes. super-heróis]]></category>
		<category><![CDATA[violencia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://lorenti.org/2010/08/05/kick-ass-quebrando-tudo/</guid>
		<description><![CDATA[Você já sentou para assistir um filme sem a menor expectativa e acabou se deliciando com uma verdadeira pérola do politicamente incorreto? Pois bem, foi assim que me senti assistindo ao novo filme de Nicolas Cage (que na verdade faz apenas uma pequena participação), Kick Ass – Quebrando Tudo (adoro esses subtítulos malucos que são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já sentou para assistir um filme sem a menor expectativa e acabou se deliciando com uma verdadeira pérola do politicamente incorreto? Pois bem, foi assim que me senti assistindo ao novo filme de <b>Nicolas Cage</b> (que na verdade faz apenas uma pequena participação), <b>Kick Ass – Quebrando Tudo</b> (adoro esses subtítulos malucos que são colocados aqui no Brasil) que é violento e extremamente engraçado. Tudo bem, pode até parecer que essas duas características possam ser conflitantes, mas o filme consegue mesclar isso tudo e te causar um nó na cabeça.</p>
<p>A história é simples. O adolescente <strong>Dave Lizewski (</strong><a href="http://www.imdb.com/name/nm1093951/">Aaron Johnson</a>)<strong> </strong>é viciado em histórias em quadrinhos e começa a se perguntar por que ninguém nunca tentou ser um herói de verdade. Levado por essa premissa ele compra um colante azul e amarelo ridículo e sai pelas ruas com dois bastões para combater o crime. O nome escolhido por ele para o herói é <b>Kick Ass</b> (meio ridículo como a história até esse momento). Depois de ter um começo bem doloroso como combatente do crime, <b>Kick Ass</b> acaba famoso depois de aparecer em um vídeo do <b>Youtube</b>.</p>
<p>Um belo dia, ele acaba encontrando os Super-Heróis de verdade, <b>Big Daddy</b> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000115/">Nicolas Cage</a>) e <b>Hit Girl</b> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm1631269/">Chloe Moretz</a>) e, depois de desencontros e pancadarias, eles acabam se unindo para derrotar o traficante de drogas <b>Frank D’Amico</b> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm2395586/">Christopher Mintz-Plasse</a>).</p>
<p>O filme é engraçado por serem visíveis as várias citações a filmes como Homem<b>-Aranha</b>, inclusive usando a velha e batida frase dos poderes e responsabilidades (mas, em um contexto diferente). Temos um adolescente sem noção que quer apenas ser um Super-Herói e que não calculou bem as conseqüências desse ato. Por outro lado, temos a fúria assassina de <b>Hit Girl</b> que em nada lembra os clássicos heróis e seus códigos de honra que protegem a vida acima de tudo. Ela chega e massacra qualquer um, sem concessões. A cena em que ela mata a namorada do traficante depois de literalmente esquartejar toda a quadrilha é engraçada e enervante. E você se dá conta de que toda a carnificina está sendo protagonizada por uma menininha de 12 anos. Mais politicamente incorreto do que isso é impossível.</p>
<p>O que pouca gente sabe é que <b>Kick Ass</b> é na verdade uma história em quadrinhos feita por <strong>Mark Millar </strong>e <strong>John Romita Jr. </strong>Mesmo essa sendo mais uma das histórias em quadrinhos que nunca vão chegar por aqui, a maioria dos críticos que escreveu algo sobre o filme afirma a película é muito mais dinâmica e enxuta do que a minissérie. Independente disso, eu sou franco em afirmar que esse foi o melhor filme que assisti esse ano. E olha que pensei que esse título ficaria com Fúria de Titãs ou O Ladrão de Raios. O filme é tenso, muito engraçado e violento ao extremo. Se você gosta de <b>Quentin Tarantino</b> e Super-Heróis, esse é o seu filme.</p>
<p> <img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/TFtWqE1TSzI/AAAAAAAAFHM/TZJn4c54izg/s800/kick-ass.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://lorenti.org/2010/08/05/kick-ass-quebrando-tudo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

