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	<title>defenestrado » Filmes</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>MissÃ£o ImpossÃ­vel 4 &#8211; Protocolo Fantasma</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 15:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que nÃ£o me dava esse luxo. Chegando lÃ¡ fiquei dividido entre MissÃ£o ImpossÃ­vel 4 &#8211; Protocolo Fantasma e Os Imortais. Como o filme Ã©pico grego estÃ¡ recebendo centenas de crÃ­ticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem me dirigi ao cinema para assistir um filme. Fazia muito tempo que nÃ£o me dava esse luxo. Chegando lÃ¡ fiquei dividido entre <strong>MissÃ£o ImpossÃ­vel 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> e <strong>Os Imortais</strong>. Como o filme Ã©pico grego estÃ¡ recebendo centenas de crÃ­ticas negativas e ainda deve ficar em cartaz pelo menos mais uma semana, acabei me decidindo pelo quarto filme da franquia baseada na sÃ©rie de TV. E nÃ£o me arrependi. O filme estÃ¡ dentro do patamar que encontramos nas ediÃ§Ãµes anteriores. AliÃ¡s, tirando o segundo episÃ³dio, os outros mantiveram um Ã³timo nÃ­vel de qualidade no roteiro. Temos aÃ§Ã£o, perseguiÃ§Ãµes, acrobacias impossÃ­veis, equipamentos tecnolÃ³gicos surpreendentes e momentos de tensÃ£o.</p>
<p>O filme comeÃ§a com nosso protagonista <strong>Ethan Hunt</strong> (<strong>Tom Cruise</strong>) encarcerado em uma prisÃ£o russa. Neste momento os agentes <strong>Benji Dunn</strong> (<strong>Simon Pegg</strong>) e <strong>Jane Carter</strong> (<strong>Paula Patton</strong>) aparecem para tirÃ¡-lo da cadeia e entregar sua nova missÃ£o. O mundo estÃ¡ ameaÃ§ado por um maluco de codinome <strong>Cobalto</strong> (<strong>Kurt Hendricks</strong>) que acredita que uma guerra nuclear Ã© o prÃ³ximo passo para a evoluÃ§Ã£o da humanidade. A missÃ£o Ã© se infiltrar no <strong>Kremlin</strong> e conseguir informaÃ§Ãµes sobre o indivÃ­duo. Mas, tudo se complica e o prÃ©dio acaba indo pelos ares. Agora, <strong>Hunt</strong> foi culpado pela explosÃ£o e o governo retirou todo o apoio a sua equipe. SÃ³ resta a eles, juntamente com o agente <strong>William Brandt</strong> (<strong>Jeremy Renner</strong>) deter o maluco e impedir a 3Âº Guerra mundial.</p>
<p>Como todo grande filme de aÃ§Ã£o, a produÃ§Ã£o tem seus altos e baixos. As perseguiÃ§Ãµes sÃ£o muito legais e os aparatos tecnolÃ³gicos bem criativos. Ponto para a equipe de efeitos especiais que conseguiu criar a maioria dos equipamentos com uma veracidade surpreendente. Todas as lutas tambÃ©m foram muito bem coreografadas e a interpretaÃ§Ã£o dos atores estÃ¡ dentro de um patamar aceitÃ¡vel. Eu sÃ³ achei que a escolha da protagonista feminina foi mal feita. Tudo bem que <strong>Jane Carter</strong> Ã© atÃ© competente, e bonita tambÃ©m, mas a vilÃ£ <strong>Sabine Moreau</strong> (<strong>LÃ©a Seydoux</strong>) foi uma escolha bem mais feliz do que a protagonista. Eu acho que neste ponto poderÃ­amos ter uma inversÃ£o de papÃ©is sem problema algum. </p>
<p>O ponto baixo da trama foram as explicaÃ§Ãµes sobre o que aconteceu com a mulher de <strong>Ethan Hunt</strong>. Como bem lembramos, no terceiro filme da sÃ©rie o nosso herÃ³i estava para se casar, sendo que este pequeno probleminha foi o combustÃ­vel que moveu a histÃ³ria. Neste quarto filme a continuidade nÃ£o deu muita atenÃ§Ã£o para isso e tivemos um momento de Ã¡gua fria quando foi explicado o que aconteceu. <strong>MissÃ£o ImpossÃ­vel</strong> tem que ser adrenalina do comeÃ§o ao fim, mas Ã© apenas um pequeno deslize.</p>
<p><strong>MissÃ£o ImpossÃ­vel 4 &#8211; Protocolo Fantasma</strong> nÃ£o Ã© um filme perfeito e nem vai fazer vocÃª se emocionar. SÃ£o 130 minutos de correria e explosÃµes. Vai servir perfeitamente para desligar um pouco o cÃ©rebro e passar alguns momentos divertidos. SÃ³ por isso jÃ¡ vale a pena.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missÃ£o-impossÃ­vel-protocolo-fantasma-1.jpg" rel="lightbox[1823]" title="missÃ£o-impossÃ­vel-protocolo-fantasma-1"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/missÃ£o-impossÃ­vel-protocolo-fantasma-1.jpg" alt="" title="missÃ£o-impossÃ­vel-protocolo-fantasma-1" width="500" height="300" class="aligncenter size-full wp-image-1824" /></a></p>
<p>P.S. embora eu jÃ¡ saiba disso, vale a pena sempre dizer que o Cine ArcoIris de Presidente Prudente Ã© um dos piores cinemas do mundo, tanto no som quando na qualidade de imagem. Fica o recado.</p>
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		<title>Crazy, Stupid, Love (Amor a Toda Prova)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:20:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blu-Ray Disc]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu adoro comÃ©dias bem construÃ­das. Por isso que ando assistindo poucas coisas dentro desta categoria. A maior parte das comÃ©dias Ã© voltada para um humor pastelÃ£o ou situaÃ§Ãµes bizarras. Por isso Ã© muito gratificante encontrar um filme bacana vindo da terra do Tio Sam. Quando sentei para assistir este Crazy, Stupid, Love (traduzido como Amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adoro comÃ©dias bem construÃ­das. Por isso que ando assistindo poucas coisas dentro desta categoria. A maior parte das comÃ©dias Ã© voltada para um humor pastelÃ£o ou situaÃ§Ãµes bizarras. Por isso Ã© muito gratificante encontrar um filme bacana vindo da terra do <strong>Tio Sam</strong>. Quando sentei para assistir este <strong>Crazy, Stupid, Love</strong> (traduzido como <strong>Amor a Toda Prova</strong> no Brasil) eu nÃ£o esperava muita coisa. Provavelmente nem chegaria ao fim, assim como aconteceu com os Ãºltimos 4 filmes que comecei a assistir, mas a coisa nÃ£o foi bem assim.</p>
<p>No filme temos uma rede de relacionamentos que, a princÃ­pio, nÃ£o parece ter ligaÃ§Ã£o nenhuma, mas que no final vai gerar a cena mais bacana que jÃ¡ vi em um filme de comÃ©dia. Ã‰ aquela cena que vai explodir sua cabeÃ§a. Logo no comeÃ§o da histÃ³ria conhecemos <strong>Cal Weaver</strong> (<strong>Steve Carell</strong>) e sua esposa <strong>Emily </strong>(<strong>Julianne Moore</strong>). Logo de cara sabemos que <strong>Emily</strong> nÃ£o estÃ¡ feliz com sua vida de casada e quer o divÃ³rcio. Depois disso pulamos para um bar noturno e conhecemos <strong>Jacob Palmer</strong> (<strong>Ryan Gosling</strong>), um bonitÃ£o conquistador que leva um belo fora de <strong>Hannah</strong> (<strong>Emma Stone</strong>) que estÃ¡ esperando que seu namorado almofadinha faÃ§a o pedido de casamento. Depois disso vamos para a casa de <strong>Cal</strong> e <strong>Emily</strong> e conhecemos o seu filho misantropo <strong>Robbie</strong> (<strong>Jonah Bobo</strong>) que secretamente Ã© apaixonado por sua babÃ¡, a bonita, porÃ©m esquisita, <strong>Jessica</strong> (<strong>Analeigh Tipton</strong>). Mas, infelizmente, a pobre <strong>Jessica</strong> Ã© apaixonada pelo pai de <strong>Robbie</strong>, o protagonista do filme.</p>
<p>Acho que todos jÃ¡ puderam perceber o imenso rocambole de relacionamentos que o filme nos proporciona. Depois de sair de casa, <strong>Cal</strong> estÃ¡ tÃ£o deprimido que fica rondando os bares noturnos destilando sua auto piedade. Em um destes bares ele conhece <strong>Jacob</strong> que decide ajudar o pobre coitado a ter mais auto estima e se tornar tambÃ©m um garanhÃ£o. Neste momento tenho que fazer um pequeno parÃªnteses na histÃ³ria. A primeira mulher que <strong>Cal</strong> consegue levar para cama com seu novo guarda-roupas e lÃ¡bia ensaiada Ã© a bela <strong>Kate</strong> interpretada pela sempre linda <strong>Marisa Tomei </strong>em uma participaÃ§Ã£o mais do que especial.</p>
<p>O filme se desenrola de uma maneira lenta, mas todos sabemos que o final serÃ¡ feliz, pois Ã© uma obrigaÃ§Ã£o neste tipo de filme, mas o mais importante Ã© que vocÃª nÃ£o espera o que vai acontecer no climax. Todas estas pessoas vÃ£o acabar no mesmo local e mostrando que seus objetivos e relacionamentos tem algo em comum. Muito gratificante quando um filme que nÃ£o deveria ter nenhuma expectativa te surpreende de forma positiva. Claro que devemos isso a um elenco de estrelas que estÃ£o bem afiados em seus papÃ©is e com interpretaÃ§Ãµes perfeitas e a um roteiro inteligente. A histÃ³ria Ã© simpÃ¡tica, cativante e vocÃª se pega torcendo pelos protagonistas da trama.</p>
<p>Como Ã© normal neste tipo de produÃ§Ã£o, o filme nÃ£o passou nos cinemas aqui da cidade, mas vale a pena dar um pulo na locadora e conferir a histÃ³ria.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/crazy-stupid-love.jpg" rel="lightbox[1817]" title="crazy-stupid-love"><img class="aligncenter size-full wp-image-1818" title="crazy-stupid-love" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/crazy-stupid-love.jpg" alt="" width="400" height="513" /></a></p>
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		<title>Conan &#8211; O BÃ¡rbaro</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 23:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava muito curioso para ver a nova versÃ£o de Conan para o cinema. A minha ligaÃ§Ã£o com o personagem Ã© antiga e marcada por duas mÃ­dias diferentes. A primeira foram as histÃ³rias em quadrinhos. Passei por uma fase em minha adolescÃªncia em que as revistas do gigante CimÃ©rio eram obrigatÃ³rias em minhas leituras. JÃ¡ estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estava muito curioso para ver a nova versÃ£o de <strong>Conan</strong> para o cinema. A minha ligaÃ§Ã£o com o personagem Ã© antiga e marcada por duas mÃ­dias diferentes. A primeira foram as histÃ³rias em quadrinhos. Passei por uma fase em minha adolescÃªncia em que as revistas do gigante <strong>CimÃ©rio</strong> eram obrigatÃ³rias em minhas leituras. JÃ¡ estava dentro do universo das histÃ³rias em quadrinhos e os traÃ§os em preto e branco e a violÃªncia da revista me conquistaram. Acho que o principal atrativo das histÃ³rias Ã© que <strong>Conan</strong> nÃ£o Ã© um herÃ³i comum. Tudo bem que o senso de moral peculiar do personagem o leva a fazer coisas certas, mas ele Ã© um ladrÃ£o, trapaceiro, assassino de aluguel e quase sempre age dentro de seus prÃ³prios interesses. O que chamamos hoje de anti-herÃ³i. A segunda mÃ­dia foi o cinema, onde o bÃ¡rbaro foi interpretado magistralmente por <strong>Arnold Schwarzenegger </strong>em dois filmes (um perfeito e outro meia boca).</p>
<p>AliÃ¡s, o fato de ter muito apreÃ§o pelos dois primeiros filmes me fez duvidar um pouco se iria gostar desta nova produÃ§Ã£o. O primeiro ponto a levantar essa desconfianÃ§a foi a escolha do protagonista. JÃ¡ conhecia <strong>Jason Momoa</strong> das aventuras de <strong>Star Gate Atlantis</strong> e por isso sei que ele nÃ£o tem o mesmo porte fÃ­sico de <strong>Schwarzenegger</strong>. Sei que poucos possuem tamanha forÃ§a bruta, mas o austrÃ­aco chegava bem mais perto ao que vemos nos quadrinhos. Mas, o filme seria a chance de apresentar o personagem a um novo pÃºblico que nÃ£o o via no cinema hÃ¡ muitos anos. Embora seja um lance conflitante, o filme Ã© bom e ao mesmo tempo Ã© ruim.</p>
<p>Na histÃ³ria conhecemos o jovem <strong>Conan</strong> que nasceu em um campo de batalha e logo em sua adolescÃªncia jÃ¡ mostrou a ferocidade contra os inimigos. O ponto principal da trama Ã© ligado a uma mÃ¡scara que daria poderes sobre a morte para quem a possuÃ­sse. Na busca por esse poder, o maligno <strong>Khalar Zym (Stephen Lang</strong>) destrÃ³i a vila de <strong>Conan</strong> e mata seu pai perante o garoto. Logo, o bÃ¡rbaro jura vinganÃ§a e passa toda sua vida perseguindo o Tirano. Ou seja, uma histÃ³ria bem clichÃª e que segue a mesma espinha dorsal do filme de 1982, mas mudando um pouco os detalhes e o ponto principal de desejo do vilÃ£o principal.</p>
<p>O lado positivo do filme Ã© que o figurino e a produÃ§Ã£o geral foi bem caprichada. VocÃª realmente se sente na <strong>Era Hiboriana</strong> com todo o clima mÃ­stico que encontramos nos quadrinhos. Qualidade que hoje em dia Ã© quase uma obrigaÃ§Ã£o em filmes tÃ£o caros e cheios de efeitos especiais. PorÃ©m, <strong>Jason Momoa</strong> nÃ£o me convence como <strong>Conan</strong>. O personagem Ã© um troglodita dos quadrinhos com forÃ§a bruta e sede de destruiÃ§Ã£o. O novo <strong>Conan</strong> Ã© arrogante e sem profundidade. Falando nisso, nenhum personagem do filme tem alguma profundidade. Tudo Ã© muito bidimensional.Sem falar da trama que nÃ£o possui uma continuidade muito boa e se mostra como um monte de cenas costuradas. Uma trama que deveria ser de aventura se torna bem chata em alguns momentos.</p>
<p>Sei que pode parecer uma anÃ¡lise um pouco ranzinza, mas infelizmente foi o meu sentimento ao assistir a produÃ§Ã£o. Quem sabe daqui alguns anos nÃ£o teremos mais uma grande produÃ§Ã£o do bÃ¡rbaro feita com amor e por alguÃ©m que realmente entende o personagem.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/conan_barbaro.jpg" rel="lightbox[1738]" title="conan_barbaro"><img class="aligncenter size-full wp-image-1740" title="conan_barbaro" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/11/conan_barbaro.jpg" alt="" width="400" height="593" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Harry Potter e as RelÃ­quias da Morte &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 16:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[JÃ¡ que hoje Ã© Dia das Bruxas, nada melhor do que falar do final da saga do bruxo mais pop dos Ãºltimos anos. Ainda me lembro quando fui ao cinema para assistir ao primeiro exemplar da sÃ©rie, o Ãºnico que consegui conferir na tela grande. Sempre preferi esperar os outros filmes saÃ­rem em vÃ­deo, pois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>JÃ¡ que hoje Ã© <strong>Dia das Bruxas</strong>, nada melhor do que falar do final da saga do bruxo mais pop dos Ãºltimos anos. Ainda me lembro quando fui ao cinema para assistir ao primeiro exemplar da sÃ©rie, o Ãºnico que consegui conferir na tela grande. Sempre preferi esperar os outros filmes saÃ­rem em vÃ­deo, pois nÃ£o sou necessariamente um fÃ£ da histÃ³ria. Para falar a verdade, atÃ© tentei ler os livros, mas nÃ£o consegui. NÃ£o pude me adaptar Ã  linguagem da escrita da inglesa <strong>J. K. Rowling</strong>.Â  Achava tudo muito infantil e simples. Essas coisas me irritavam. Mas, sejamos justos. Os livros eram voltados para o pÃºblico adolescente, entÃ£o nada melhor do que uma linguagem fÃ¡cil de mastigar.</p>
<p>Os filmes eram bem mais fÃ¡ceis de acompanhar. Os trÃªs primeiros foram muito bons, e mostraram toda a magia de uma histÃ³ria voltada para mentes jovens. PorÃ©m, com o passar do tempo a histÃ³ria foi se tornando mais sombria e mais densa (pelo menos nos filmes) e o contexto se tornou mais complexo, inclusive com cenas de morte, o que fica um pouco longe das pretensÃµes infantis do comeÃ§o da histÃ³ria. Claro que a autora pode se defender dizendo que o seu pÃºblico envelheceu junto com o personagem e estava exigindo algo mais complexo. PorÃ©m, conforme a histÃ³ria estava caminhando para um desfecho mais adulto, os filmes ficaram extremamente chatos.</p>
<p>Os quatro primeiros filmes trazem tudo que gostarÃ­amos de ver em uma produÃ§Ã£o de fantasia e aventura. Personagens interessantes, histÃ³rias bem contadas, uma mitologia cheia de magia e muita aÃ§Ã£o. A aÃ§Ã£o, principalmente, ficou de fora dos Ãºltimos trÃªs episÃ³dios, sendo que o mais chato foi <strong>A Ordem da Fenix</strong> (2007), um filme tÃ£o chato que possui apenas os 10 minutos finais dignos de serem lembrados. O prÃ³ximo filme, O <strong>Enigma do PrÃ­ncipe</strong> (2009) foi pelo mesmo caminho e a Ãºltima produÃ§Ã£o Ã© que acabou salvando um pouco a pÃ¡tria, porÃ©m apenas parcialmente.</p>
<p>Como a franquia estava acabando e a <strong>Warner</strong> queria lucrar o mÃ¡ximo possÃ­vel com os personagens, decidiram dividir o Ãºltimo livro da sÃ©rie em 2 partes. A primeira parte de <strong>As RelÃ­quias da Morte</strong> (2010) nos trouxe a metade mais arrastada e chata do filme. Claro que um personagem precisa ter algum conflito emocional para demonstrar um pouco de profundidade, mas em alguns momentos a coisa fica muito complicada. Longas cenas de silÃªncio e profunda agonia. Este Ã© o tipo de coisa que necessita de bons atores e um Ã³timo diretor para dar certo na tela. Felizmente, a segunda parte do filme, que chegou aos cinemas em 2011 e agora estÃ¡ em <strong>DVD</strong> e <strong>BD,</strong> concentra toda a aventura e correria da batalha final contra o <strong>Lorde das Trevas</strong>.</p>
<p>Como jÃ¡ era sabido, <strong>Voldemort</strong> ressurgiu do tÃºmulo e iniciou sua campanha de dominaÃ§Ã£o do mundo dos bruxos. PorÃ©m, como sempre existe uma escapatÃ³ria, <strong>Harry Potter</strong> descobre que o tirano dividiu sua alma e a escondeu em alguns objetos espalhados pelo mundo. Para matar o vilÃ£o seria necessÃ¡rio encontrar estes objetos e destruÃ­-los. Infelizmente, a lista de aliados e locais para se esconder dos seguidores do <strong>Lorde das Trevas</strong> estÃ¡ diminuindo drasticamente. Junto a isso, somos apresentados Ã s <strong>RelÃ­quias da Morte</strong>, trÃªs objetos mÃ¡gicos muito poderosos que foram conseguidos por trÃªs bruxos ao fazerem um pacto com a morte. Um destes itens, a varinha mais poderosa do mundo, vai ser o objeto de desejo de <strong>Voldemort</strong> para poder destruir <strong>Potter</strong>, jÃ¡ que as varinhas originais dos dois se anulam mutuamente.</p>
<p>A segunda parte de <strong>As</strong> <strong>RelÃ­quias da Morte</strong> Ã© um filme enxuto, dinÃ¢mico e cheio de aventura. O cerco final a escola de <strong>Hogwarts</strong> Ã© magistral e os efeitos especiais estÃ£o perfeitos. Gosto destas grandes cenas de batalha onde existem diversas coisas se desenvolvendo ao mesmo tempo na tela. VocÃª precisa assistir ao filme algumas vezes para ver tudo que estÃ¡ acontecendo. PorÃ©m, tenho uma sÃ©ria crÃ­tica a fazer a autora da histÃ³ria. Creio que existiram mortes desnecessÃ¡rias na trama. Personagens interessantes como o <strong>Elfo Dobby</strong> e o prÃ³prio professor <strong>Severus Snape</strong> nÃ£o precisavam encontrar os eu fim. PorÃ©m, Ã© uma maneira de garantir dramaticidade Ã  trama.</p>
<p><strong>Harry Potter</strong> Ã© um fenÃ´meno cultural, nÃ£o tenho dÃºvidas. Mas, tanto os livros quanto os filmes sÃ£o divertimento fÃ¡cil de ser digerido e garante algumas horas de entretenimento. SÃ³ isso. Vale a pena comprar o box com todos os filmes? Claro, sempre Ã© bom ter bons filmes em casa, mas sÃ³ saberemos da longevidade do fenÃ´meno daqui a 30 anos. Se sobreviver tÃ£o bem quanto <strong>Star Wars</strong> jÃ¡ estÃ¡ no lucro.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Harry-Potter-e-a-Reliquias-da-morte.jpg" rel="lightbox[1726]" title="Harry-Potter-e-a-Reliquias-da-morte"><img class="aligncenter size-full wp-image-1727" title="Harry-Potter-e-a-Reliquias-da-morte" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Harry-Potter-e-a-Reliquias-da-morte.jpg" alt="" width="640" height="512" /></a></p>
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		<title>Filme &#8211; Agentes do Destino</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 15:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FicÃ§Ã£o Cientifica]]></category>
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		<description><![CDATA[Vou ser sincero com vocÃªs. EstÃ¡ muito difÃ­cil encontrar um filme bacana para assistir nas locadoras. Acho que estamos passando por perÃ­odos de pouca criatividade no cinema. Alguns filmes atÃ© te enganam com uma capa legal e uma sinopse bem feita. Mas, quando vocÃª coloca o disquinho no DVD a coisa vai para o saco. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vou ser sincero com vocÃªs. EstÃ¡ muito difÃ­cil encontrar um filme bacana para assistir nas locadoras. Acho que estamos passando por perÃ­odos de pouca criatividade no cinema. Alguns filmes atÃ© te enganam com uma capa legal e uma sinopse bem feita. Mas, quando vocÃª coloca o disquinho no DVD a coisa vai para o saco. SÃ£o histÃ³rias mal amarradas, atores que nÃ£o se esforÃ§am e a prÃ³pria qualidade da imagem e do Ã¡udio tambÃ©m nÃ£o ajudam. Do que adianta vocÃª gastar todo o dinheiro do fundo de garantia em um home theater de qualidade se a indÃºstria do entretenimento nÃ£o te ajuda.</p>
<p>PorÃ©m, tive uma grata surpresa neste fim de semana ao pegar um filme de ficÃ§Ã£o cientÃ­fica, logo este gÃªnero tÃ£o batido e com carÃªncia de originalidade nos Ãºltimos anos. O filme Ã© <strong>The Adjustment Bureau</strong> (2011) que no Brasil foi traduzido como <strong>Agentes do Destino</strong>. A histÃ³ria Ã© bem simples. Aqui conhecemos <strong>David Norris</strong> (<strong>Matt Damon</strong>) um jovem polÃ­tico americano que parece ter uma grande carreira pela frente, tendo chances de um dia chegar Ã  presidÃªncia daquele paÃ­s. PorÃ©m, depois de perder uma eleiÃ§Ã£o, ele se encontra em um banheiro masculino (sim. assista ao filme para entender) com <strong>Elise Sellas</strong> (<strong>Emily Blunt</strong>) e se torna paixÃ£o Ã  primeira vista. Mas, neste ponto, ficamos conhecendo os estranhos personagens que parecem controlar a vida de todo mundo. <strong>Norris</strong> Ã© avisado por eles que nÃ£o Ã© seu destino ficar com <strong>Elise</strong> e caso ele vÃ¡ contra esta indicaÃ§Ã£o tudo que ele conhece vai ser simplesmente apagado.</p>
<p>Depois de assistir ao filme eu fiz o caminho inverso que normalmente faria. SÃ³ depois de assistir a produÃ§Ã£o Ã© que procurei informaÃ§Ãµes sobre ela na internet. Infelizmente, quase todos os crÃ­ticos de sites de cinema acharam o filme fraco. Por isso que digo sempre crianÃ§as, nÃ£o confiem em crÃ­ticos. Vamos analisar o filme do jeito que ele deve ser. Ã‰ apenas uma histÃ³ria de amor com pitadas de cinema fantÃ¡stico e de ficÃ§Ã£o cientÃ­fica. NÃ£o poderia ser diferente, afinal de contas a histÃ³ria Ã© baseada em um conto do mestre <strong>Phillip K. Dick</strong> que, entre outras coisas, tambÃ©m nos deu <strong>Blade Runner</strong> e <strong>Minority Report</strong>. Aqui temos apenas duas pessoas que querem ficar juntas e vÃ£o desafiar atÃ© mesmo <strong>Deus</strong> para isto acontecer. Parece coisa de novela, mas Ã© uma produÃ§Ã£o para assistir em um sÃ¡bado Ã  tarde com muita pipoca e guaranÃ¡ <strong>AntÃ¡rtica</strong> (isso nÃ£o Ã© uma propaganda, eu gosto mesmo do refrigerante).</p>
<p>Desde os filmes da trilogia <strong>Bourne</strong> eu sempre aposto nos filmes de <strong>Matt Damon</strong>. AtÃ© o lanÃ§amento de <strong>Identidade Bourne</strong> quem poderia acreditar que este moleque fosse ser o protagonista do melhor filme de aÃ§Ã£o em muitos anos? EntÃ£o ele tem crÃ©dito e garanto que faz seu trabalho direitinho neste filme. JÃ¡ <strong>Emily Blunt</strong> estava como uma ilustre desconhecida para mim. Nenhum papel de importÃ¢ncia me veio Ã  cabeÃ§a enquanto assistia ao filme e olhando a ficha dela constatamos que Ã© uma atriz iniciante, mas que demonstrou ser eficiente neste papel. TambÃ©m gostaria de destacar a presenÃ§a de <strong>Terence Stamp</strong> (o eterno <strong>General Zod</strong>) como um dos <strong>Agentes do Destino</strong>. O ponto negativo aqui fica por conta da dublagem do filme que modificou muito algumas palavras destruindo completamente o sentido original das conversas. Tudo bem que dublagem tambÃ©m Ã© uma arte, mas deveria ser proibido mudar o sentido daquilo que estamos vendo. Se acham que podem fazer melhor que o original entÃ£o que faÃ§am seus prÃ³prios filmes.</p>
<p>Temos aqui uma histÃ³ria bacana, bons atores, romance e um final que pende para um filme de aÃ§Ã£o. Vai mudar sua vida? Claro que nÃ£o, mas vai te garantir alguns momentos de rara diversÃ£o. Eu assisti a produÃ§Ã£o trÃªs vezes, o que mostra que estÃ¡ bem alÃ©m dos Ãºltimos filmes que aluguei e que nÃ£o consigo nem chegar ao fim.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Os-Agentes-do-Destino.jpg" rel="lightbox[1674]" title="Os-Agentes-do-Destino"><img class="aligncenter size-full wp-image-1675" title="Os-Agentes-do-Destino" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Os-Agentes-do-Destino.jpg" alt="" width="480" height="359" /></a></p>
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		<title>Matrix em Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Aug 2011 00:56:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu sou suspeito para falar sobre Matrix. Mesmo antes de todo mundo sair falando que a produÃ§Ã£o revolucionou o cinema eu jÃ¡ achava o filme o mÃ¡ximo. Para um nerde este Ã© um prato cheio. Tecnologia, aÃ§Ã£o, milhÃµes de referÃªncias malucas e uma nova roupagem para o gÃªnero de super-herois. Assisti no cinema e depois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou suspeito para falar sobre <strong>Matrix</strong>. Mesmo antes de todo mundo sair falando que a produÃ§Ã£o revolucionou o cinema eu jÃ¡ achava o filme o mÃ¡ximo. Para um nerde este Ã© um prato cheio. Tecnologia, aÃ§Ã£o, milhÃµes de referÃªncias malucas e uma nova roupagem para o gÃªnero de <strong>super-herois</strong>. Assisti no cinema e depois comprei a fita <strong>VHS</strong> quando ela foi lanÃ§ada. Sim crianÃ§as, <strong>VHS</strong>, estamos falando do longÃ­nquo ano de 1999. Logo que o DVD foi lanÃ§ado pela <strong>Warner</strong> no Brasil foi minha primeira aquisiÃ§Ã£o. Para falar a verdade, eu comprei o meu primeiro aparelho de DVD (um <strong>Gradiente</strong> de tamanho gigante) por conta desse filme.</p>
<p>O trabalho feito pela <strong>Warner</strong> nos primeiros anos do <strong>DVD</strong> beira o amador ridÃ­culo. As capas eram feitas de papelÃ£o (alguÃ©m lembra) e com o tempo elas simplesmente comeÃ§am a derreter. O tratamento dado ao <strong>DVD</strong> tambÃ©m nÃ£o era dos melhores. Acho que simplesmente eles nÃ£o acreditavam nessa nova tecnologia. O disco veio sem nenhum desenho na parte de cima, apenas o nome do filme. O filme em si estÃ¡ com uma boa imagem, mas em vÃ¡rios pontos a legenda estÃ¡ atrasada em relaÃ§Ã£o ao que Ã© dito e, em pelo menos trÃªs falas, ela nÃ£o Ã© mostrada. NÃ£o existe versÃ£o dublada em portuguÃªs e o Ãºnico extra existente, um pequeno documentÃ¡rio, nÃ£o tem nem legendas. Uma versÃ£o muito triste para um filme que foi muito importante. Adoraria que o <strong>DVD</strong> tivesse sido lanÃ§ado com a dublagem em portuguÃªs que encontramos no lanÃ§amento em <strong>VHS</strong>. O dublador de <strong>Keanu Reeves</strong> nessa versÃ£o nÃ£o tem voz de crianÃ§a (maldiÃ§Ã£o que persegue o ator no Brasil).</p>
<p>A versÃ£o em <strong>Blu-Ray</strong> chegou essa semana. A <strong>Warner</strong> aprendeu com os erros e a versÃ£o do filme na nova tecnologia Ã© bem bacana. AliÃ¡s, a capa mais compacta dos <strong>Blu-Ray</strong> sÃ£o muito bacanas, embora fiquem fora de proporÃ§Ã£o na estante se comparar com os <strong>DVDs</strong>. O filme foi transportado para o <strong>full hd</strong> de forma competente, mas encontramos alguma granulaÃ§Ã£o nas cenas de sombras. Mas, se compararmos com o <strong>DVD</strong>, essa granulaÃ§Ã£o jÃ¡ existia antes. O disquinho possui vÃ¡rias opÃ§Ãµes de idiomas dublados, mas o mais impactante Ã© o InglÃªs em <strong>Dolby TrueHD 5,1</strong>. A versÃ£o do Ã¡udio em portuguÃªs estÃ¡ apenas em 2.0. As legendas tambÃ©m foram refeitas e estÃ£o mais fiÃ©is ao que estÃ¡ sendo falado e as lacunas da versÃ£o anterior foram sanadas. Embora os <strong>Blu-Ray</strong> com apenas um disco nÃ£o sejam famosos por possuÃ­rem extras de respeito, essa versÃ£o de <strong>Matrix</strong> possui uma sÃ©rie de pequenas entrevistas e documentÃ¡rios sobre a produÃ§Ã£o que sÃ£o ativados durante o filme. Ou seja, vocÃª tem que assistir o filme duas vezes. TambÃ©mÂ  temos aqui um canal de Ã¡udio com comentÃ¡rios.</p>
<p>No geral a versÃ£o em alta definiÃ§Ã£o Ã© muito legal. O som estÃ¡ um arraso, a imagem estÃ¡ aceitÃ¡vel e podemos ter novamente o contato com os personagens que tanto marcaram o cinema e, por que nÃ£o dizer, nossas vidas. Aproveitem que estÃ¡ barato. Ã‰ possÃ­vel achar o disquinho por uma mÃ©dia de R$ 30,00.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/matrix-em-blu-ray.jpg" rel="lightbox[1575]" title="matrix em blu ray"><img class="aligncenter size-full wp-image-1578" title="matrix em blu ray" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/matrix-em-blu-ray.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>DVD &#8211; O Ritual</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 00:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse fim de semana nÃ£o rolou fotografia, entÃ£o nada melhor do que alugar alguns filmes e ficar curtindo um pouco da sÃ©tima arte em casa. NÃ£o consegui assistir ao filme O Ritual (The Rite â€“ 2011) no cinema (ficou quatro dias em cartaz aqui no interior), mas os trailers de cinema me animaram muito. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse fim de semana nÃ£o rolou fotografia, entÃ£o nada melhor do que alugar alguns filmes e ficar curtindo um pouco da sÃ©tima arte em casa. NÃ£o consegui assistir ao filme <strong>O Ritual</strong> (<strong>The Rite â€“ 2011</strong>) no cinema (ficou quatro dias em cartaz aqui no interior), mas os trailers de cinema me animaram muito. Em primeiro lugar ele trata de exorcismo, um assunto que me atrai muito, e o clima geral da produÃ§Ã£o nÃ£o parecia ser de um filme galhofa. Explico. A indÃºstria dos filmes de terror foi para o vinagre alguns anos atrÃ¡s (ou nas duas Ãºltimas dÃ©cadas). Tudo ficou muito escatolÃ³gico e nojento. O terror psicolÃ³gico e aqueles suspenses que dÃ£o um friozinho na barriga nÃ£o sÃ£o mais produzidos. Saudades de filmes bacanas como <strong>O BebÃª de Rosemary</strong>, <strong>O Exorcista</strong>, <strong>A Hora do Espanto </strong>e os Terrir como <strong>A Morte do DemÃ´nio</strong>, <strong>Sexta-Feira 13</strong> (atÃ© o episÃ³dio VII) e <strong>A Hora do Pesadelo</strong> (atÃ© o episÃ³dio V).</p>
<p>Mas, voltando ao filme, temos aqui uma histÃ³ria bem manjada que envolve provaÃ§Ãµes que vÃ£o levar a redenÃ§Ã£o. O seminarista <strong>Michael Kovak</strong> (<strong>Colin O&#8217;Donoghue</strong>) decidiu largar a batina porque nÃ£o tem fÃ©. Como seus superiores acham que ele Ã© uma pessoa com potencial, antes de tomar sua decisÃ£o, ele Ã© enviado a <strong>Roma</strong> para fazer um curso de dois meses para se tornar um exorcista. Como a coisa tambÃ©m nÃ£o estÃ¡ funcionando por lÃ¡, ele Ã© designado ao <strong>Padre Lucas Trevant</strong> (<strong>Anthony Hopkins</strong>), um exorcista com mÃ©todos nÃ£o muito convencionais. A partir desse momento Ã© que o filme engrena e o cÃ©tico <strong>Michael Kovak</strong> vai ter que rever os seus conceitos.</p>
<p>O filme pode ser chamado de clichÃª. Nenhuma novidade por aqui, nada que jÃ¡ nÃ£o tenhamos visto em <strong>O Exorcista</strong> e em <strong>O Exorcismo de Emily Rose</strong>, mas a pegadinha desse tipo de filme Ã© realmente levar o expectador a pensar que tudo que estÃ¡ sendo mostrado pode ser realmente real. Nada de efeitos especiais mirabolantes, apenas a sugestÃ£o de que o mal estÃ¡ Ã  espreita. LÃ³gico que no final o demÃ´nio se mostra mais do que apenas uma idÃ©ia e os personagens principais encontram sua redenÃ§Ã£o, mas a construÃ§Ã£o de toda a histÃ³ria Ã© muito convincente. A narrativa do comeÃ§o e do fim do filme dÃ£o a entender que esta Ã© uma histÃ³ria real. Duvido que a <strong>Igreja CatÃ³lica</strong> assuma isso, mas deveria, pois atravÃ©s da existÃªncia do <strong>Diabo</strong> Ã© que os cÃ©ticos podem aceitar a <strong>Deus</strong>. AliÃ¡s, relembro aqui que sempre que alguÃ©m faz um filme de exorcismo ele Ã© feito pela <strong>Igreja CatÃ³lica</strong>, mesmo em um paÃ­s <strong>Protestante</strong> como os Estados Unidos.</p>
<p>Filme bem feito, com bons atores e que vai garantir um bom terror psicolÃ³gico para vocÃª. Vale o aluguel (e estou pensando atÃ© em comprar).</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/o-ritual.jpg" rel="lightbox[1569]" title="o-ritual"><img class="aligncenter size-full wp-image-1570" title="o-ritual" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/o-ritual.jpg" alt="" width="500" height="286" /></a></p>
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		<title>CapitÃ£o AmÃ©rica &#8211; O Primeiro Vingador</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 16:14:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Agora a Marvel conseguiu fechar um ciclo no cinema. Todos os personagens que vÃ£o fazer parte do filme Os Vingadores jÃ¡ tiveram filmes independentes no cinema. Nesse Ãºltimo fim de semana fui atÃ© o cinema de minha cidade para assistir Ã  CapitÃ£o AmÃ©rica &#8211; O Ãšltimo Vingador (Capitain America &#8211; The First Avenger &#8211; 2011) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora a <strong>Marvel</strong> conseguiu fechar um ciclo no cinema. Todos os personagens que vÃ£o fazer parte do filme <strong>Os Vingadores</strong> jÃ¡ tiveram filmes independentes no cinema. Nesse Ãºltimo fim de semana fui atÃ© o cinema de minha cidade para assistir Ã  <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica &#8211; O Ãšltimo Vingador</strong> (<strong>Capitain America &#8211; The First Avenger</strong> &#8211; 2011) e tive que encarar o filme em sua versÃ£o dublada. Os cinemas do interior estÃ£o adquirindo o pÃ©ssimo hÃ¡bito de sÃ³ colocarem em cartaz filmes com essa opÃ§Ã£o. Logo vou ter que esperar que todo filme seja lanÃ§ado em <strong>Blu-Ray</strong>.</p>
<p>Mas, voltando ao filme, tenho que admitir que nÃ£o estava esperando muito da produÃ§Ã£o. Embora tenha gostado muito dos outros exemplares dessa empreitada (especialmente do <a href="../2011/05/18/thor/">Thor</a>), o que estava me deixando preocupado era o protagonista do filme. <strong>Chris Evans</strong>, que foi o escolhido para interpretar o <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica/Steve Rogers</strong>, nÃ£o me trÃ¡s as melhores recordaÃ§Ãµes, principalmente se lembrarmos dos fiascos de <strong>Quarteto FantÃ¡stico I</strong> e <strong>II</strong>. Mas, felizmente, a coisa nÃ£o degringolou para esse lado. O filme Ã© certinho e consegue contar de forma inteligente a histÃ³ria de um dos grandes herÃ³is do <strong>Universo Marvel</strong>. Mas, fica um gostinho de quero mais no final do filme.</p>
<p>Como todo fÃ£ de quadrinhos sabe, o <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica</strong> foi um personagem criado na Ã©poca da <strong>Segunda Guerra Mundial</strong> para ilustrar e fazer propaganda da campanha americana na guerra. Enquanto o conflito durou ele foi bem aceito e as vendas das revistas eram expressivas. Mas, ao fim do conflito o personagem ficou na geladeira e foi esquecido. A <strong>Marvel</strong> trouxe o <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica</strong> de volta nos anos de 1960 para ser o lÃ­der dos <strong>Vingadores</strong>. Para contar esse retorno, foi criada a histÃ³ria de que o <strong>CapitÃ£o</strong> havia sofrido um acidente e ficado congelado no mar por todos esses anos. Saber esses fatos nÃ£o vai tirar de vocÃª o prazer de assistir o filme, mas jÃ¡ adianto que a pelÃ­cula Ã© bem fiel Ã  histÃ³ria original.</p>
<p>No filme, <strong>Steve Rogers</strong> Ã© um rapaz franzino e com alguns problemas de saÃºde que anseia ser aceito no exÃ©rcito para lutar na guerra. Infelizmente ele nunca passa nos exames fÃ­sicos. Um dia ele Ã© contatado por um cientista que o coloca como candidato para o programa <strong>Supersoldado</strong>. Ao ser tratado com soro do<strong> Supersoldado</strong> ele assume o condicionamento fÃ­sico de um atleta e sua forÃ§a e metabolismo sÃ£o aumentados alÃ©m das capacidades humanas. Infelizmente, antes que o soro pudesse ser produzido, um espiÃ£o <strong>nazista </strong>consegue matar o cientista que criou a fÃ³rmula. Agora, <strong>Steve Rogers</strong> Ã© o Ãºnico que detÃ©m tal poder e vai utilizÃ¡-lo para deter os <strong>Nazistas</strong> e o seu setor de criaÃ§Ã£o de armas, a <strong>Hidra</strong>, comandada por <strong>Johann Schmidt</strong> (<strong>Hugo Weaving</strong>) que se tornaria depois o <strong>Caveira Vermelha</strong>, o maior inimigo do <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica</strong>.</p>
<p>A histÃ³ria Ã© bem amarrada e mostra toda essa transformaÃ§Ã£o do moleque fracote em um dos campeÃµes da justiÃ§a e do patriotismo americano.Â  O filme possui aventura e quase nenhuma comÃ©dia, ao contrÃ¡rio dos Ãºltimos filmes <strong>Marvel</strong>. <strong>Chris Evans</strong> consegue desempenhar seu papel com muita responsabilidade e <strong>Hugo Weaving</strong> estÃ¡ se mostrando cada vez mais o vilÃ£o perfeito para qualquer tipo de filme. TambÃ©m temos que destacar a participaÃ§Ã£o de <strong>Tommy Lee Jones</strong>, como o <strong>Coronel Chester Phillips</strong> (participaÃ§Ã£o pequena, mas importante), da linda <strong>Hayley Atwell</strong>, como <strong>Peggy Carter</strong> (o interesse amoroso do <strong>CapitÃ£o AmÃ©rica</strong>) e de <strong>Neal McDonough</strong> como <strong>Timothy &#8216;Dum Dum&#8217; Dugan</strong> (participaÃ§Ã£o bem pequena). O filme tem duas horas de duraÃ§Ã£o, mas parece bem menor. Como jÃ¡ sabÃ­amos, ao final o <strong>CapitÃ£o</strong> acorda na <strong>Nova Yorque</strong> de 2011 e Ã© abordado por <strong>Nick Fury</strong> (<strong>Samuel L. Jackson</strong>). Esse Ã© o comeÃ§o dos <strong>Vingadores</strong> e o principal motivo do filme deixar a vontade de ver muito mais ao seu final.</p>
<p>Eu recomendo.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/capitao_america_o_primeiro_vingador.jpg" rel="lightbox[1556]" title="capitao_america_o_primeiro_vingador"><img class="alignnone size-full wp-image-1557" title="capitao_america_o_primeiro_vingador" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/08/capitao_america_o_primeiro_vingador.jpg" alt="" width="500" height="400" /></a></p>
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		<title>Transformers &#8211; O Lado Oculto da Lua</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 00:16:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Demorou um pouco, mas finalmente consegui assistir o novo filme da franquia Transformers. Para falar a verdade, eu nÃ£o resisti a entrar no cinema. O que acontece Ã© que existe um movimento dos poucos cinemas aqui da cidade em sÃ³ exibir filmes dublados. Tudo bem que a maioria da populaÃ§Ã£o tem problemas em ler e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorou um pouco, mas finalmente consegui assistir o novo filme da franquia <strong>Transformers</strong>. Para falar a verdade, eu nÃ£o resisti a entrar no cinema. O que acontece Ã© que existe um movimento dos poucos cinemas aqui da cidade em sÃ³ exibir filmes dublados. Tudo bem que a maioria da populaÃ§Ã£o tem problemas em ler e prestar atenÃ§Ã£o no filme, mas me recuso a perder detalhes interessantes da histÃ³ria. A dublagem do segundo filme da sÃ©rie foi mutilada por diversas gÃ­rias brasileiras, destruindo o sentido do original. Havia me decidido a nÃ£o assistir mais filmes dublados e esperar pelo lanÃ§amento em vÃ­deo. Mas, a quantidade absurdas de crÃ­ticas negativas ao filme me fizeram abrir uma exceÃ§Ã£o e me dirigir ao cinema hoje.</p>
<p>Infelizmente, a maioria das crÃ­ticas negativas se justifica, mas como tudo na vida temos que ter em mente o contexto geral, e nÃ£o analisar em separado. Em primeiro lugar temos que pensar qual o objetivo da coisa. O que vocÃª espera de um filme de robÃ´s gigantes alienÃ­genas que se transformam em carros e aviÃµes? Eu espero pancadaria, muita pancadaria. E isso o filme entrega aos quilos para a platÃ©ia. Dessa forma, eu acho que o objetivo foi concluÃ­do com Ãªxito. Nesse novo filme, descobrimos que a corrida espacial entre americanos e soviÃ©ticos na dÃ©cada de 60 foi desencadeada pela queda de uma nave alienÃ­gena no lado escuro da Lua. Logo descobrimos que a tal nave veio de <strong>Cybertron</strong> e nela estÃ¡ o antigo lÃ­der dos <strong>Autobots </strong>que carregava uma arma que poderia ter ganhado a guerra contra os <strong>Decepticons</strong>. Agora, a corrida Ã© para saber quem vai chegar primeiro e se apoderar de seu poderoso conteÃºdo. Pronto, essa Ã© toda a histÃ³ria.</p>
<p>Temos novamente todos os personagens que fizeram o sucesso da franquia. <strong>Shia LaBeouf </strong>continua representando o mesmo papel que nÃ£o evolui. Em todos os filmes ele demonstra todas suas caracterÃ­sticas egoÃ­stas, mas no final acaba fazendo a coisa certa e sendo mais corajoso que o <strong>Rambo</strong>. <strong>John Turturro</strong> continua sendo o mesmo paranÃ³ico de sempre, mas tem uma participaÃ§Ã£o menor nesse filme. O que Ã© uma pena, pois o seu personagem Ã© o alÃ­vio cÃ´mico mais bacana de toda a sÃ©rie. E finalizamos as participaÃ§Ãµes humanas com <strong>Rosie Huntington-Whiteley</strong>, que faz o papel de mulher vitrine que era de <strong>Megan Fox</strong>. Entre os robÃ´s, temos os personagens clÃ¡ssicos como <strong>Optimus Prime</strong>, <strong>Megatron</strong>, <strong>StarScream</strong>, <strong>Bumblebee</strong> e <strong>Ironhide</strong>. Infelizmente, alguns personagens principais acabam morrendo nesse filme, mas o que aprendemos com as outras produÃ§Ãµes de <strong>Transformers</strong> Ã© que quem Ã© morto sempre aparece.</p>
<p>Do ponto de vista da histÃ³ria, trÃªs coisas podem ser notadas. Mantiveram a postura de grande guerreiro de <strong>Optimus Prime</strong>. AliÃ¡s, isso deveria ter sido pensado desde o primeiro filme. Tudo bem que os <strong>Autobots</strong> podem ser uma casta mais fraca do que os <strong>Decepticons</strong>, mas o lÃ­der dos caras tem que ser um sujeito durÃ£o. Se vocÃªs se lembram bem, no primeiro filme ele leva um pau descomunal do <strong>Megatron</strong>. No segundo filme ele jÃ¡ estÃ¡ mais forte e enfrenta vÃ¡rios adversÃ¡rios ao mesmo tempo. Nesse terceiro ele mantÃ©m essa linha e consegue enfrentar qualquer inimigo de igual para igual, mesmo os mais fortes. O segundo ponto a ser levantado Ã© que o filme possuÃ­ vÃ¡rios errinhos de continuidade (e nem vou falar da histÃ³ria mais fraquinha). Coisas acontecem e a prÃ³xima cena Ã© algo diferente. Errinhos que encontramos em filmes com orÃ§amento mais modesto. E o terceiro ponto Ã© que a aÃ§Ã£o no final do filme Ã© muito longa. Ã‰ um clÃ­max de quase 30 minutos. Poderia ter sido um pouco menor e gastado mais tempo no aprofundamento da histÃ³ria.</p>
<p>Por fim, fica aqui meu protesto, novamente, contra a dublagem que mais uma vez foi mutilada em troca de noÃ§Ãµes tupiniquins de comÃ©dia. Depois dessa eu fico mais firme em minha decisÃ£o de nÃ£o assistir filmes dublados. O filme Ã© bom e vocÃª vai encontrar aquilo que queremos ver: robÃ´s gigantes dando pancada uns nos outros. O resto pode ser um mero detalhe.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua.jpg" rel="lightbox[1530]" title="transformers-3-o-lado-oculto-da-lua"><img class="alignnone size-full wp-image-1531" title="transformers-3-o-lado-oculto-da-lua" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/transformers-3-o-lado-oculto-da-lua.jpg" alt="" width="500" height="748" /></a></p>
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		<title>Filme Priest</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 18:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um filme de Vampiro. Infelizmente essa Ã© a Ãºnica classificaÃ§Ã£o que essa produÃ§Ã£o merece, pois Ã© a enÃ©sima tentativa de se fazer um filme de Vampiros que nÃ£o caia no clichÃª. Infelizmente, quase todas as caracterÃ­sticas do mito foram exploradas. Temos filmes que mergulham fundo na psicologia dos personagens, outros que exploram o terror [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um filme de <strong>Vampiro</strong>. Infelizmente essa Ã© a Ãºnica classificaÃ§Ã£o que essa produÃ§Ã£o merece, pois Ã© a enÃ©sima tentativa de se fazer um filme de <strong>Vampiros</strong> que nÃ£o caia no clichÃª. Infelizmente, quase todas as caracterÃ­sticas do mito foram exploradas. Temos filmes que mergulham fundo na psicologia dos personagens, outros que exploram o terror puro e simples, os filmes de aÃ§Ã£o e os feitos para adolescentes <strong>emos</strong>. Que triste fim levaram os <strong>Vampiros</strong> na atualidade. Esse <strong>Priest</strong> (2011), que foi bem traduzido no Brasil para <strong>O Padre</strong>, Ã© um filme de aÃ§Ã£o. NÃ£o Ã© ruim, mas nÃ£o chega a empolgar.</p>
<p>Em um futuro apocalÃ­ptico (serÃ¡ que nenhum futuro da humanidade Ã© bom?) o mundo foi devastado por uma guerra entre humanos e <strong>Vampiros</strong>. No comeÃ§o os <strong>Vampiros</strong> tinham grande vantagem no campo de batalha. Eram rÃ¡pidos, resistentes e mortais. Mas, logo apareceram os <strong>Padres</strong>. Soldados que possuÃ­am um dom sobrenatural para a batalha eles foram treinados para caÃ§ar e eliminar todos os <strong>Vampiros</strong>. Depois que a guerra acabou e os <strong>Vampiros</strong> foram derrotados, os <strong>Padres</strong> nÃ£o tinham mais utilidade, mas eram muito poderosos. Foram destituÃ­dos de suas obrigaÃ§Ãµes e relegados a subempregos nas grandes cidades poluÃ­das e escuras que sobraram. Uma consequÃªncia dessa guerra Ã© que agora a <strong>Igreja</strong> Ã© que dominava os rumos da polÃ­tica dos centros urbanos.</p>
<p>Ã‰ nesse ponto que comeÃ§a a histÃ³ria nesse filme. O <strong>Priest</strong> do tÃ­tulo (cujo nome nÃ£o Ã© citado) Ã© chamado de volta hÃ¡ sua cidade natal porque um ataque de <strong>Vampiros</strong> matou seu irmÃ£o a esposa e sequestrou sua sobrinha. Como ninguÃ©m do alto clero acreditou na histÃ³ria de ataque de <strong>Vampiros</strong>, ele foi proibido de investigar. Agora, sendo caÃ§ado como renegado, ele tem apenas a ajuda de outra sacerdote rebelde e do namorado da sobrinha que foi sequestrada. E o resto da histÃ³ria pode ser chamada de um <strong>MadMax</strong> com criaturas sobrenaturais.</p>
<p>Infelizmente, os Vampiros sÃ£o criaturas muito esquisitas. Criaturas encurvadas e sem olhos, bem diferentes do que estamos acostumados. Poderiam ter melhorado um pouquinho a aparÃªncia deles. JÃ¡ os protagonistas estÃ£o muito bem em seus papÃ©is. O <strong>Padre</strong> principal, interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0079273/">Paul Bettany </a>realmente nos passa a impressÃ£o de um cara durÃ£o e que pode resolver qualquer situaÃ§Ã£o, por mais difÃ­cil que ela seja. Fora isso, Ã© sempre bom ver a lindÃ­ssima <a href="http://www.imdb.com/name/nm0702572/">Maggie Q</a> dando pancada nos inimigos. Por fim, a participaÃ§Ã£o mais legal, e que nÃ£o foi devidamente aproveitada, foi a de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0881631/">Karl Urban</a>, que interpreta o vilÃ£o do filme. Ele foi o Ãºnico ator que conseguiu uma boa sobrevida depois da participaÃ§Ã£o em <strong>O Senhor dos AnÃ©is</strong> e vem protagonizando bons filmes de aÃ§Ã£o. Poderia ter tido uma participaÃ§Ã£o mais profunda no filme.</p>
<p><strong>Priest</strong> nÃ£o vai mudar sua vida, mas garante alguns momentos de diversÃ£o. PorÃ©m, deveria ter esperado sair na locadora. NÃ£o vale um ingresso de cinema.</p>
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