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	<title>defenestrado  Game</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Spore: um jogo viciante</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:35:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Maxis]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sou um fanático por games. Para falar a verdade não gosto de jogos difíceis. Não ligo para a glória de ter terminado aquele jogo quase impossível que só roda em computadores com potência equiparados ao da NASA. Aprecio muito mais a diversão e a possibilidade de ficar algumas horas brincando com jogos tranqüilos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/defenestrado/SPP2RlIJjiI/AAAAAAAACLY/r5LOzgSEKUc/s400/spore.jpg" /></div>
<p>Não sou um fanático por games. Para falar a verdade não gosto de jogos difíceis. Não ligo para a glória de ter terminado aquele jogo quase impossível que só roda em computadores com potência equiparados ao da <strong>NASA</strong>. Aprecio muito mais a diversão e a possibilidade de ficar algumas horas brincando com jogos tranqüilos e divertidos. Deve ser por isso que sou apaixonado por <strong>Sim City</strong>. O jogo, produzido pela <strong>Maxis</strong>, é praticamente interminável e só oferece a oportunidade de administrar uma cidade fictícia com problemas fictícios e uma jogabilidade simples, pois é possível executar todos os comandos do jogo apenas com o mouse.</p>
<p>Porém, a <strong>Maxis</strong> me surpreendeu novamente. Nesse fim de semana fui apresentado ao jogo <strong>Spore</strong> e foi paixão a primeira vista. O jogo é uma mistura de <strong>Sim City</strong> com<strong> The Battle for Middle-Earth</strong> com umas pitadas de comédia. A ordem aqui é evoluir. Você começa o jogo como uma criatura unicelular que tem como único objetivo se alimentar. Depois de evoluir você passa ao estágio de criatura. Você sai da água e começa a habitar terra firme. Você tem como base um ninho e começa a explorar o seu ambiente. No início do jogo existe a possibilidade de escolher entre ser uma criatura carnívora, vegetariana ou onívora. Essa escolha vai definir as suas possibilidades no estágio de criatura. Depois da evolução a criatura passa para o estágio de tribo. Já existe uma organização social, porém o principal objetivo ainda continua sendo alimentar-se. O próximo estágio de evolução é o de civilização. Aqui a coisa fica mais complicada e a busca por recursos naturais é muito importante. O último estágio será o de exploradores espaciais.</p>
<p>O jogo é fácil e com divertimento garantido. Até o estágio de tribo é possível editar sua criação colocando acessórios e armas naturais em seus corpos, como chifres e carapaças pontudas. A partir do estágio de criatura existe a possibilidade de socialização. Existem outros grupos de criaturas espalhados pelo mapa e sua missão é extinguir tais criaturas ou formar alianças. Tanto um ato como o outro proporciona o progressivo crescimento do cérebro e a evolução entre os estágios do jogo. Porém, os seus atos ficam gravados em sua linha evolutiva. Ou seja, se no estágio de criatura você apenas extinguir os grupos rivais, você será uma criatura agressiva, o que pode dificultar alianças nos estágios posteriores. Uma das partes engraçadas do jogo é a maneira como os personagens fazem sexo. É apenas uma dança e depois um ovo aparece. Hilário.</p>
<p>O jogo foi lançado em setembro e já tem milhares de apreciadores em comunidades virtuais pela internet. Uma coisa que a <strong>Maxis</strong> promete é uma interatividade entre o<strong> Spore</strong> e o <strong>The Sims 3</strong> que vai ser lançado em fevereiro de 2009. Quando se atinge o estágio de explorador espacial, um dos planetas disponíveis para visitação na galáxia é o planeta Terra. Se você tiver o <strong>The Sims 3</strong> instalado na mesma máquina do<strong> Spore</strong> é possível abduzir o seu personagem na terra para experiências. Não gosto da série <strong>The Sims</strong>, mas essa é uma sacada muito bacana. </p>
<p>Se você gosta desse tipo de jogo, não fique esperando e vá <a href="http://www.submarino.com.br/novosubmarino/produto/12/21417937/dvd+rom+spore">atrás de uma cópia agora</a>.</p>
<p>Visite o <a href="http://eu.spore.com/home.cfm?lang=br">site oficial de Spore</a>. Existe a opção de idioma em português.</p>
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		<title>Guitar Hero III</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Feb 2008 03:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Acho que todo mundo que gosta de games ou de Rock&#8217;n Roll já ouviu falar do jogo Guitar Hero. Eu, como uma nulidade em novidades, só conheci o jogo recentemente em sua terceira versão. Embora tenha achado a proposta interessante, de cara percebi que não tenho a mínima coordenação motora para jogar essa bagaça. Meu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2008/02/guitar-hero-3.jpg' alt='guitar-hero-3.jpg' /></div>
<p>Acho que todo mundo que gosta de games ou de <strong>Rock&#8217;n Roll</strong> já ouviu falar do jogo <strong>Guitar Hero</strong>. Eu, como uma nulidade em novidades, só conheci o jogo recentemente em sua terceira versão. Embora tenha achado a proposta interessante, de cara percebi que não tenho a mínima coordenação motora para jogar essa bagaça. Meu irmão que está desbravando todas as fases e desafios. Eu me contento em assistir. Embora não tenha aptidão para a coisa, não posso negar que a idéia em si é muito bacana e viciante.</p>
<p>Para quem não conhece, <strong>Guitar Hero</strong> convida o jogador a ser o guitarrista de uma banda e tocar grandes sucessos do <strong>Rock and Roll</strong>. Na prática, o que vemos na tela do computador é o braço de uma guitarra onde cada corda é representada por um botão do teclado. Conforme a música vai se desenvolvendo marcações vão aparecendo no braço da guitarra e o jogador tem que apertar o botão correspondente no teclado. Existem vários níveis de dificuldade que são representados por quantas cordas da guitarra você vai usar. Se você achar o teclado muito desconfortável para jogar, existe um <em>joystick</em> especial em forma de guitarra para o jogo. Embora seja um item muito específico (só pode utilizar nesse jogo), quem comprou diz que vale a pena. </p>
<p>Uma atração a parte é a seleção de músicas que aparece no jogo. Entre grandes nomes do <strong>rock</strong>, <strong>punk</strong> e <strong>metal</strong>, podemos encontrar <strong>Metallica</strong> (<em>One</em>), <strong>Slayer</strong> (<em>Raining Blood</em>), <strong>Guns&#8217;n Roses</strong> (<em>Welcome to the Jungle</em>), <strong>Sex Pistols</strong> (<em>Anarchy in the UK</em>) e uma revelação para mim que foi a banda <strong>Dragon Force</strong> (<em>Through The Fire And Flames</em>) com seu metal clichê e extremamente divertido (aguardem resenha).</p>
<p>Veja aqui a l<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guitar_Hero_III:_Legends_of_Rock">ista completa de bandas de Guitar Hero III</a>.</p>
<p>Bem, ai está a dica. Se você sempre quis ser um grande guitarrista e nunca teve a chance ou aprendizado suficiente, está é sua chance de se divertir e massagear o ego. Claro, você vai precisar ter um pouco mais de coordenação motora do que eu.</p>
<p>Veja abaixo o que Guitar Hero pode fazer com uma pobre alma.</p>
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/na1tKRqIJRc&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/na1tKRqIJRc&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Call of Duty 4 &#8211; Modern Warfare</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 13:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou muito chato para jogos eletrônicos. Nunca gostei de jogos com quebra cabeças, desafios de raciocínio ou jogos de estratégia onde se precisa pensar muito (se quiser pensar eu jogo xadrez). Meu negócio sempre foi ignorância e ação explicita. Por isso meus jogos preferidos sempre são recheados de muita violência e crueldade. Antes que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou muito chato para jogos eletrônicos. Nunca gostei de jogos com quebra cabeças, desafios de raciocínio ou jogos de estratégia onde se precisa pensar muito (se quiser pensar eu jogo xadrez). Meu negócio sempre foi ignorância e ação explicita. Por isso meus jogos preferidos sempre são recheados de muita violência e crueldade. Antes que a bancada dos moralistas anônimos e babacas venha falar que esse tipo de entretenimento causa distúrbios mentais, saibam que isso nunca me afetou. Sempre achei que fanatismo religioso é mais perigoso do que qualquer jogo eletrônico. Dentro dessa perspectiva tenho agora em minhas mãos o jogo <strong>Call of Duty 4 &#8211; Modern Warfare</strong>.</p>
<p>A franquia <strong>Call of Duty</strong> se tornou famosa por recriar conflitos dentro da <strong>2º Guerra Mundial</strong>. Nos três primeiros episódios os vilões e alvos, por conseqüência, eram os alemães. Algumas batalhas chegam a ser tão frenéticas que o jogados as vezes se perde no campo e não sabe direito o que esta acontecendo. Quando anunciaram que esse novo episódio seria ambientado em uma guerra nos dias atuais fiquei com o pé atrás. Afinal de contas, para que mudar o que está dando certo? Bem, eles mudaram tudo, mas continua sendo o mesmo jogo. Não entendeu? Eu explico. Todas os esquemas de jogabilidade e os comandos básicos foram mantidos. O que mudou foi o cenário e a história. E mudou para melhor.</p>
<p>A primeira coisa que chama a atenção quando se pega a caixa do jogo é o aviso de que ele é inadequado para menores de 18 anos. Isso já me deixou animado. A segunda coisa que me surpreendeu foi o tamanho do arquivo instalado no HD, que passa um pouco de 8 GB. Após algum tempo de instalação (que não é pouco) o jogo começa como todos os outros da franquia, com um treinamento básico para o novato conhecer os comandos e saber utilizar armas e golpes. Já na primeira missão notamos a evolução do jogo. Gráficos ultra-realistas fazem o queixo cair na hora. A ação é frenética e os inimigos estão muito mais inteligentes, aumentando o desafio. Outra coisa que mudou foi a sensação de impacto das balas. Agora há sangue que se espalha pelo chão e paredes quando você atinge um inimigo. Algumas cenas são muito cruéis, como o fato de matar inimigos adormecidos e executar prisioneiros após interrogatório.</p>
<p>A história é manjada. Forças Americanas e Inglesas se mobilizam para capturar um terrorista e eliminar seu exercito. O jogo acontece em dois cenários que se intercalam. O primeiro é dos americanos com uma guerra em larga escala com muitas mortes e destruição. A segunda é dos ingleses que tentam se infiltrar sorrateiramente para capturar o líder dos terroristas com ataques cirúrgicos, mas não menos violentos. Várias armas são usadas e vários veículos de guerra são utilizados, o que torna a experiência ainda mais real. </p>
<p>O único problema é a configuração necessária para rodar o jogo. Se você não tiver um computador com uma capacidade considerável de processamento vai ser quase impossível rodar o programa. A <strong>Activision</strong>, desenvolvedora do jogo, recomenda um computador com CPU de 2.0GHz, 512MB de memória RAM, 8GB de espaço disponível em disco, placa de vídeo aceleradora 3D com 128MB e DirectX 9.0c ou superior instalado. Mas, garanto que isso não é suficiente para ter um bom rendimento. Minha máquina tem o dobro de potencia da que é recomendada e não foi possível habilitar algumas características dos gráficos por conta de falta de memória.</p>
<p>Se você gosta desse tipo de jogo é obrigatório comprar esse lançamento. Veja abaixo uma pequena amostra do que estou falando.</p>
<div align="center">
<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2JC3UMJ2It4&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/2JC3UMJ2It4&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></div>
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		<title>Games que detonei até dar dor de cabeça</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 16:24:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>

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		<description><![CDATA[O Noronha me convidou para essa tag sobre jogos que joguei até dar dor de cabeça. Entendo isso como aqueles jogos que nos fazem perder a noção do tempo e, por mais que cheguemos ao fim do dito cujo, reiniciamos as fases para ter mais um pouco de diversão. Não foi mencionado na brincadeira um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.overnerd.info">Noronha</a> me convidou para essa tag sobre <a href="http://www.overnerd.info/games-que-detonei-ate-dar-dor-de-cabeca/">jogos que joguei até dar dor de cabeça</a>. Entendo isso como aqueles jogos que nos fazem perder a noção do tempo e, por mais que cheguemos ao fim do dito cujo, reiniciamos as fases para ter mais um pouco de diversão. Não foi mencionado na brincadeira um número específico de jogos, mas como a maioria das tags é de os cinco ou dez mais, vou me ater a cinco, até porque não existem tantos jogos bacanas assim que me façam perder horas no computador. Então ai vai:<br />
<strong><br />
5º Lugar &#8211; The Battle for Middle-Earth</strong></p>
<p>Para falar a verdade odeio jogos de estratégia. Mas esse tem vários pontos a favor. O primeiro é que é de fácil entendimento e até quem não gosta desse tipo de jogo pode encarar a aventura sem problemas. Segundo, é uma aventura baseada na trilogia do <strong>Senhor dos Anéis</strong>, a bíblia de todo nerd. E por último, existe a possibilidade de se jogar com os vilões da história. levando <strong>Sauron</strong> e seu exército de <strong>Orks</strong> a dominar a <strong>Terra Média</strong>. O jogo passa por todas as cenas e lugares mencionados no livro e as batalhas são muito bacanas. Recomendo o jogador começar pela campanha do Mal (com os <strong>Orks</strong>) pois é bem mais fácil e ajuda a pegar as manhas do jogo.</p>
<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/08/bfme03.jpg' alt='bfme03.jpg' /></div>
<p><strong>4º Lugar &#8211; F.E.A.R.</strong></p>
<p>Quando meu irmão instalou esse jogo no computador não dei muita bola, pois, a primeira vista, era muito parecido com o ridículo <strong>Counter Strike</strong>. Mas, o jogo é muito bacana e totalmente alucinante.  O <strong>F.E.A.R.</strong> (<em>First Encounter Assault Recon</em>) é uma unidade de combate do governo especializada em casos bizarros. O jogo é de tiro em primeira pessoa e você controla um dos combatentes da equipe dotado de reflexos sobre-humanos. O game tem uma forte carga sobrenatural e um irritante espírito de uma garotinha sinistra aparece em alguns momentos dando calafrios. Game para quem gostava de levar sustos em <strong>Resident Evil</strong>.</p>
<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/08/fear_screenshot2.png' alt='fear_screenshot2.png' /></div>
<p><strong>3º Lugar &#8211; Medal of Honor &#8211; Front Line</strong></p>
<p>Levados pelo grande sucesso do filme <strong>O Resgate do Soldado Ryan</strong>, a <strong>Eletronic Arts</strong> lançou uma série de jogos de tiro em primeira pessoa baseados no conflito da <strong>2º Guerra Mundial</strong>. Dentre todos os jogos da série, o que mais gostei foi esse <strong>Front Line</strong>. A jogabilidade é excelente e as missões estão bem construídas. Destaque para o desembarque do Dia D em <strong>Omaha Beach</strong> e as missões de espionagem. Esse jogo é meio antigo, mas é o único da série que não me canso de jogar.</p>
<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/08/main_big.jpg' alt='main_big.jpg' /></div>
<p><strong>2º Lugar &#8211; Call of Duty 2</strong></p>
<p>Simplesmente o melhor jogo de guerra de já joguei. Embora tenha um grande carinho pela série de<strong> Medal of Honor</strong>, esse jogo é muito superior a tudo que a <strong>Eletronic Arts</strong> tenha feito no seguimento. As cenas de combate são extremamente caóticas com vários aliados e nazistas envolvidos no quebra pau, mostrando bem o que deve ser a confusão envolvida em uma guerra de verdade. O jogo é dividido em três grandes campanhas e ganha muita credibilidade ao ser o único que mostra o lado<strong> Russo</strong> do front de batalha. A tomada de <strong>Stalingrado</strong> é a melhor parte da pancadaria e mostra que os <strong>Russos</strong> não tiveram piedade, hehe. </p>
<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/08/files_screenshot_image_226_medium_cod2_screenshot3.jpg' alt='files_screenshot_image_226_medium_cod2_screenshot3.jpg' /></div>
<p><strong>1º Lugar &#8211; God of War</strong></p>
<p>Está com raiva de alguém? Quer extravasar sua violência e não sabe como? É só jogar <strong>God of War</strong>. Esse jogo revolucionário feito exclusivamente para o <strong>Playstation 2</strong> conta a história do espartano (this is sparta) <strong>Kratos</strong>, que em um momento de desespero fez um pacto vendendo sua alma a <strong>Ares</strong>, o Deus da Guerra. Agora, com a ajuda de <strong>Atenas</strong>, ele tem que enfrentar praticamente todo o panteão de criaturas mitológicas gregas (a <strong>Medusa</strong>, o <strong>Minotauro</strong>, <strong>Harpias</strong>, <strong>Centauros</strong> e a <strong>Hidra</strong>) e encontrar uma arma divina no <strong>Templo de Pandora</strong> para enfrentar <strong>Ares</strong> e conseguir sua liberdade. O jogo não é para crianças e até um cara acostumado se espanta com as cenas de violência perpetradas pelo protagonista do jogo. Muito sangue, membros decepados e diversão aguardam o guerreiro que se aventurar por esse jogo. Prato cheio para quem gosta de mitologia grega.</p>
<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/08/god-of-war-ii.jpg' alt='god-of-war-ii.jpg' /></div>
<p>Para continuar essa saga voltada para os games, vou convidar meus amigos abaixo:</p>
<p><a href="http://kadu.ducz.com/">Kadu</a><br />
<a href="http://www.teoriaglacial.com/">Glacial</a><br />
<a href="http://simetria.info/">Paulo Villela</a><br />
<a href="http://www.tvretro.net/">TV Retrô</a><br />
<a href="http://www.bionrj.blogspot.com/">Bion</a></p>
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		<title>Jogos Clássicos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2007 16:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>

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		<description><![CDATA[O J. Noronha do O Fim da Várzea lançou uma promoção no seu blog onde o prêmio é uma cópia original do jogo Half Life. Para tanto, cada participante tem que fazer um post sobre os jogos eletrônicos clássicos que mais gosta e enviar um trackback para ele. Complicado falar dos jogos que mais gosto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O J. Noronha do <a href="http://www.ofimdavarzea.com/">O Fim da Várzea</a> lançou uma promoção no seu blog onde o prêmio é uma cópia original do jogo Half Life. Para tanto, cada participante tem que fazer um post sobre os jogos eletrônicos clássicos que mais gosta e enviar um trackback para ele. Complicado falar dos jogos que mais gosto, pois passei por várias plataformas e cada uma me trouxe uma experiência nova, mas vou tentar falar do assunto de maneira mais simplificada possível.</p>
<p>O primeiro vídeo game que tive foi o <a href="http://odysseymania.classicgaming.com.br/">Odyssey</a>, lançado pela Philips em 1981. Os jogos eram mais primitivos do que os do Atari, mas muito divertidos. O bacana eram os jogos educativos que a plataforma possuía, visto que a máquina era equipada com um teclado possibilitando várias possibilidades de jogos de palavras. O jogo que mais gostava era o <a href="http://odysseymania.classicgaming.com.br/ody9430.html">OVNI</a>, onde o objetivo era conduzir um disco voador através de um campo de asteróides. Ganhava-se pontos ao destruir os obstáculos e naves inimigas que cruzavam o caminho do jogador. Como vários jogos da época, esse também não tinha fim. O mais bacana era disputar quantos pontos cada um poderia fazer.</p>
<p>Depois desse eu comprei um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Atari">Atari</a>, o vídeo game que quase todo mundo teve. Jogos básicos e muito divertidos. A falta de complexidade dos gráficos permitia que vários jogos fossem adicionados em cada cartucho, o que tornava o custo benefício da compra do cartucho muito atraente. Gosto de muitos jogos dessa plataforma, mas impossível não citar <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/River_Raid">River Raid</a>.  Clássico dos jogos de tiro, onde o objetivo do jogo era guiar um avião de guerra sobre um rio e eliminar os inimigos. Entre os alvos estavam helicópteros, navios, jatos e pontes. Perdi várias horas de minha vida tentando quebrar os recordes dessa gracinha.</p>
<p>O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sega_Master_System">Master System</a> foi a próxima evolução dentro de minha relação com os games. Gráficos mais elaborados e desafios mais complicados fizeram a festa de muitas crianças. O atrativo dessa plataforma eram os jogos de tiro usando a pistola que vinha junto com o aparelho. Para falar a verdade, a pistola (que era muito parecida com a arma do desenho<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zillion"> Zillion</a>) é que me fez escolher o Master System em vez do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Nintendo#NES">Nintendo de 8 bits</a>. Embora tenha gostado muito dos jogos do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sonic_the_Hedgehog">Sonic</a>, o meu preferido era o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rambo_III">Rambo III</a>. Jogo de tiro muito bacana que corria por todas as etapas do filme. Fiquei semanas jogando essa bagaça até que consegui destruir o helicóptero dos russos na última fase. Diversão garantida.</p>
<p>Comprei o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sega_Mega_Drive#Mega_Drive_no_Brasil">Mega Drive</a> em 1994 principalmente pelo hipermegablaster clássico <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mortal_Kombat_%28series%29">Mortal Kombat</a>. Jogo muito famoso e polêmico na década de 90 por conta da violência explícita e da qualidade dos gráficos. A história nos mostrava um torneio onde os oponentes lutavam até a morte, com a possibilidade de execuções sangrentas ao vencer a luta. A opção pelo Mega Drive em detrimento do Super Nintendo foi pelo fato de a empresa do Super Mário ter censurada o sangue no jogo. Outro jogo muito bacana para o Mega Drive foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Golden_Axe">Golden Axe</a>, história que se passa em uma terra mítica, onde o jogador tem que enfrentar bárbaros e dragões se utilizando de golpes de espada e magias especiais.</p>
<p>Em 1998 foi a vez do <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/PlayStation#Titles">Playstation</a> e toda a revolução que essa máquina causou. Melhores gráficos, som fenomenal e jogos super inteligentes e emocionantes. Foi nesse console que descobri um dos meus vícios: a série de jogos da saga <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Medal_of_Honor_%28series%29#PlayStation_2">Medalha de Honra</a>. Baseado no filme <a href="http://www.imdb.com/title/tt0120815/">O Resgate do Soldado Ryan</a>, o jogo e todas as suas continuações colocam o jogador na pele de um soldado das forças aliadas durante a 2º Guerra Mundial. O primeiro episódio era bem básico, mas para a época era uma verdadeira revolução. Posso citar também o famoso jogo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Syphon_Filter">Syphon Filter</a> que misturava ação, espionagem e estratégia em um jogo muito bacana.</p>
<p>Em 2002 chegou às minhas mãos o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/PlayStation_2">Playstation 2</a>. A primeira impressão que tive foi de espanto. A máquina era muito poderosa e trazia títulos espetaculares. Entre meus preferidos estavam <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Need_For_Speed:_Hot_Pursuit_2">Need for Speed 2: Hot Persuit</a>, onde o objetivo era turbinar o carro para fugir da polícia, os cinco episódios de Medal of Honor e o maravilhoso <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/God_of_War_%28video_game%29">God of War</a>, totalmente ambientado na Grécia Antiga e se utilizando de toda sua mitologia. Mas, o jogo que realmente me viciou foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty:_Finest_Hour">Call of Duty</a>, jogo de tiro ambientado na Segunda Guerra Mundial onde a adrenalina corre solta em combates violentos e frenéticos.</p>
<p>O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Xbox">X-Box</a> veio um pouco depois do Playstation 2. Gostei da qualidade dos gráficos, mas acredito que tenha me adaptado muito mais aos jogos do console da Sony. Fiquei pouco tempo com esse e posso destacar o jogo de corrida <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Burnout_%28video_game%29">Bornout</a>, onde o objetivo era destruir os oponentes causando acidentes espetaculares, e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Call_of_Duty_2">Call of Duty 2 &#8211; Big Red One</a>.</p>
<p>Depois dessas experiências passei a jogar apenas no computador. Infelizmente a evolução dos jogos eletrônicos exige cada vez mais potência do hardware, o que impossibilita que eu esteja atualizado nessa área. Entre meus jogos preferidos nessa plataforma estão Battle for the Middle-earth (baseado no Senhor dos Anéis), <a href="http://www.whatisfear.com/us/">F.E.A.R</a> (jogo de ação aterrorizante), Call of Duty 1 e 2, Medal of Honor: Alied Assalt e<a href="http://www.geocities.com/Colosseum/7711/duke.html"> Duke Nukem 3D</a>.</p>
<p>Acho que a lista ficou um pouco longa, mas acredito que está bem básico.</p>
<p>Esse post está participando da <a href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/05/10/promocao-o-fim-da-varzea-half-life/">Promoção O Fim da Várzea &#8211; Half Life</a>.</p>
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		<title>Game do Roko Loko</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Aug 2005 17:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>

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<div align="left">
<div>Os personagens Roko-Loko e Adrina-Lina foram criados há quase dez anos pelo cartunista Marcio Baraldi, para a revista Rock Brigade, e depois de lançados dois livros de sucesso, chegou a hora dos personagens ganharem um video-game para PC. Ele se chama “Roko-Loko no castelo do Ratozinger“ e é o primeiro game brasileiro de um personagem mais adulto a ser vendido nas lojas, antes dele só existiam de personagens infantis como Turma da Mônica e Menino Maluquinho. Esse projeto pioneiro surgiu da parceria entre o cartunista Baraldi e a “SGuerra Design”, empresa de design de São Paulo, responsável pelo site do cartunista, e pilotada pelo designer Sidney Guerra, um fã incurável de heavy-metal e ex-músico.</p>
<div>A idéia do game surgiu de conversas entre Baraldi e Sidney, que perceberam que um game seria um veículo ideal para as estripulias do agitado Roko-Loko. ”A galera que curte as histórias do Roko vão se divertir muito com o game porque ele mantém a mesma estética dos quadrinhos e dá a impressão que o jogador está dentro de uma HQ do personagem, cria uma interação virtual entre o público e o Roko-Loko.” explica o cartunista.</div>
</div>
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</div>
<div></div>
<table width="100%" cellspacing="0" cellpadding="0" border="0">
<tr>
<td valign="top" style="width: 46%">
<div>As conversas iniciaram no fim de 2004 e o projeto começou a se desenvolver em janeiro deste ano e deve ser lançado agora em maio. A trilha sonora do game é da banda paulista de hard-rock Exxótica, que tem muita afinidade com quadrinhos pois seus membros se apresentam com roupas coloridas e máscaras. Baraldi escolheu a banda pois, além da afinidade natural com o projeto, já tinha criado uma revista em quadrinhos para merchandising do conjunto e considera que o casamento entre a música do Exxótica e o game do Roko-Loko foi perfeito. ”Não podia ser melhor!“ comemora o cartunista.</div>
</td>
</tr>
</table>
<div></div>
<p>O jogo é dividido em três fases e sua história é a seguinte: Roko-Loko tem que entrar no Vaticão, castelo do cruel Ratozinger, uma ratazana religiosa ultraconservadora que odeia o rock e o sexo e que aprisionou a bela Adrina-Lina e outros roqueiros famosos como Eddie (o mascote do Iron Maiden), Rob Halford, Ozzy Osbourne, Gene Simmons, entre outros. Para libertá-los, Roko tem que enfrentar muitas ameaças como aranhas, morcegos, caveiras, crocodilos, lava vulcânica e bolas de fogo, retirar as guitarras presas em bigornas e por fim travar o confronto final com Ratozinger, jogando-o aos crocodilos e libertando Adrina-Lina.</p>
<div>
<div>O texto acima foi tirado do site oficial do cartunista <a href="http://www.marciobaraldi.com.br/experimental/baraldi/roko.asp">Marcio Baraldi</a>, criador do Roko Loko. Fiz o download do jogo, que tem 9 MB em um arquivo zipado, e instalei aqui em casa. O que dizer dele? Não vá esperando, do ponto de vista gráfico, algo do porte dos jogos que são vendidos hoje (aqueles que você precisa do computador da NASA para poder jogar). O jogo é bem simples, com uma trilha sonora cativante (para os amantes do Heavy Metal) e ele se resume a pular e dar porrada nos inimigos. O objetivo do jogo é salvar a companheira de Roko, Adrina Lina, que esta presa na torre do castelo do malvado Ratozinger (hehehe). Este trocadilho com o nome do novo Papa pode parecer apelação, mas o cartunista usa o personagem a muitos anos, pois quando ainda era Cardeal, Ratzinger já dava mostras de sua intolerância para aquilo que não concordava com sua limitada visão de mundo. Por isso o personagem é o vilão de algumas histórias do Roko Loko a muito tempo (acho até algo profético a visão de Baraldi). O jogo é muito divertido e viciante, os controles são simples e a música é muito legal. Recomendo para os fãs (assim como eu) e os não fãs do personagem. O jogo esta disponivel para download gratuíto na pagina da <a href="http://www.rockbrigade.com.br/downloads/game_roko/roko.html">Rock Brigade</a>. Mas se você quizer comprar o cd com encarte e alguns outros brindes ele custa R$ 10,00 e pode ser comprado também na página da <a href="http://www.rockbrigade.com.br/downloads/game_roko/roko.html">Rock Brigade</a>.</div>
</div>
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		<title>Justiceiro</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2005 05:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Game]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje comprei o jogo &#8220;The Punisher&#8221;, baseado no filme de mesmo nome que foi lançado ano passado nos Estados Unidos e que, de tão ruim, aqui no Brasil foi direto para DVD, sem nem sentir o cheiro dos cinemas. Qual é o principal defeito do filme? Em duas palavras: Pouca Violência. Isso mesmo, no filme o anti-herói da Marvel não faz mais do que matar alguns poucos capangas do Jhon Travolta. Para falar a verdade, o protagonista Thomas Jane também não ajuda em nada por sua falta de carisma. Mas isto não acontece no game. Ele é todo planejado no melhor estilo psicótico do Justiceiro: várias opções de armas, carnificina total, você pode usar os bandidos como escudo humano e, o melhor de todos, é o modo de interrogatório. O Justiceiro, em alguns pontos específicos do jogo, pode utilizar de torturas para arrancar informações de inimigos capturados. Claro que, após o interrogatório, estes prisioneiros são cruelmente assassinados. Em um momento o bandido fala para Frank Castle: &#8220;Você prometeu não me matar&#8221;, o que o Justiceiro responde&#8221;O bom de promessas é que elas podem ser quebradas&#8221;, e corta o pescoço do indivíduo sem dó. Uma das coisas legais do jogo é ver de que maneira diferente ele vai matar cada indivíduo interrogado. Até agora não repetiu nenhuma. Devo admitir que fiquei impressionado com a violência do game, o que garante para o jogo a classificação de impróprio para menores de 18 anos nos EUA, mas como sou brasileiro comprei o mesmo em uma banquinha de camelôs, onde um pirralho de 12 anos o jogava como demonstração. Viva o Brasil.</p>
<div>
<div style="text-align: center"><img src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/news/justiceiro/2p.jpg" /></div>
<div align="center">O Justiceiro do Filme</div>
</div>
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<div style="text-align: center"><img src="http://www.omelete.com.br/imagens/quadrinhos/news/marvel_comics/justiceiro_game.jpg" /></div>
</div>
<div align="center">Seu equivalente no jogo</div>
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