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	<title>defenestrado » Heavy Metal</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Savatage &#8211; Still the Orchestra Plays</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Feb 2013 15:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu sempre gostei do Savatage, embora a banda sofra de um mal que assola grandes nomes do Heavy Metal. NÃ£o estou falando do Ego e sim da pÃ©ssima qualidade de gravaÃ§Ã£o de seus discos. Grandes clÃ¡ssicos da banda parecem que foram gravados dentro de uma caixa de papelÃ£o. VocÃª pode atÃ© dizer que isso Ã© [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Eu sempre gostei do <b>Savatage,</b> embora a banda sofra de um mal que assola grandes nomes do <b>Heavy Metal</b>. NÃ£o estou falando do Ego e sim da pÃ©ssima qualidade de gravaÃ§Ã£o de seus discos. Grandes clÃ¡ssicos da banda parecem que foram gravados dentro de uma caixa de papelÃ£o. VocÃª pode atÃ© dizer que isso Ã© coisa dos anos 80, que as bandas nÃ£o tinham grana, mas isso Ã© uma grande balela. Podemos atÃ© admitir que os primeiros discos possam passar por esse problema, mas estou falando de quase toda a discografia, inclusive dos discos mais importantes. Outro que sofre desse grave problema Ã© o <b>Manowar</b>, embora nos Ãºltimos 10 anos a coisa tenha melhorado muito para o lado deles. Como o <b>Savatage</b> Ã© uma banda finada (ou em hibernaÃ§Ã£o), nÃ£o tem mais jeito de salvar. Diria que apenas seus 2 Ãºltimos discos (<b>The Wake of Magellan</b> e o <b>Poets and Madmen</b>) escaparam desta sina.</p>
<p>Mas, o que importa Ã© que tenho agora em mÃ£os a coletÃ¢nea <b>Sill the Orchestra Plays &#8211; Greatst Hits Volume 1 &amp; 2</b> que chega em formato triplo contendo dois discos de mÃºsica e um DVD com o show <b>Live in Japan 1994</b> que nunca tinha saÃ­do antes em DVD. A coletÃ¢nea Ã© de 2010 e nos presenteia com 23 mÃºsicas que percorrem toda a carreira desta banda que nos brindou com clÃ¡ssicos absolutos do <b>Heavy Metal</b> e tambÃ©m com algumas mÃºsicas bem ridÃ­culas. Bem, ninguÃ©m Ã© perfeito. O primeiro CD Ã© marcado por mÃºsicas da primeira fase da banda e conta com pedradas como <b>Hall of the Montain King</b> (a primeira mÃºsica da banda que ouvi em minha vida no extinto <b>FÃºria Metal</b> da <b>MTV</b>), <b>Gutter Ballet</b>, <b>When the Crowds Are Gone</b> e <b>Edge of Thorns</b>, que possuem uma pegada mais metal e menos progressiva. O segundo disco contempla os Ã¡lbuns que jÃ¡ estÃ£o dentro da fase mais progressiva da banda e temos mÃºsicas como <b>Chance</b>, <b>The Wake of Magellan</b>, <b>Morphine Child</b>, <b>One Child</b> e versÃµes acÃºsticas (piano) para <b>Anymore</b>, <b>Not What You See</b> e <b>Out on the Streets</b>. Fica aqui minha total decepÃ§Ã£o por estÃ¡ coletÃ¢nea nÃ£o contar com <b>Believe</b> (uma das mais fodÃ¡sticas mÃºsicas da banda) e <b>Alone You Breathe</b>.</p>
<p>Agora vamos falar do que nÃ£o presta. Infelizmente o disco vem em um digipack de papelÃ£o. Odeio caixas de papelÃ£o. Elas sÃ£o bonitas no comeÃ§o, mas sÃ£o difÃ­ceis de guardar e com o tempo elas simplesmente derretem e ficam todas marcadas pelo uso. Uma verdadeira porcaria. Sem falar que, nesse caso, quando fechamos a caixa um CD fica logo abaixo do DVD e os dois estÃ£o ficando riscados pelo atrito. Falando em DVD, esse Ã© mais um caso grave. A grande propaganda da caixa Ã© que esse show nunca antes havia sido lanÃ§ado em DVD. O Show data de 1994, ano em que a banda estava no auge de sua popularidade e qualidade. EntÃ£o deveria ter sido feita uma ediÃ§Ã£o caprichada, nÃ£o Ã©? Pelo contrÃ¡rio, simplesmente pegaram a fita VHS e jogaram no formato digital sem um cuidado especial com a qualidade de imagem ou som. Eu simplesmente nÃ£o consegui assistir o show atÃ© o fim. PÃ©ssima qualidade sonora.</p>
<p>Fica a dica. Ã“tima coletÃ¢nea com um tratamento muito ruim. Mas, pelo menos o preÃ§o cobrado pela caixa nÃ£o Ã© nada exorbitante.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2013/02/savatage_coletanea.jpg" rel="lightbox[2005]" title="Savatage - Still the Orchestra Plays"><img class="aligncenter size-full wp-image-2006" alt="savatage_coletanea" src="http://lorenti.org/wp-content/2013/02/savatage_coletanea.jpg" width="410" height="381" /></a></p>
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		<title>Luca Turilli&#8217;s Rhapsody &#8211; Ascending to Infinity</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 15:54:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
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		<description><![CDATA[Parece que foi ontem que comprei o meu primeiro disco do Rhapsody. O ano era 1997, uma Ã³tima Ã©poca para comprar discos importados, pois o Real estava acoplado ao Dolar, entÃ£o muita coisa boa e inÃ©dita chegou a nossas mÃ£os ao mesmo tempo em que eram lanÃ§adas no exterior. VocÃª que nÃ£o viveu aquela Ã©poca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Parece que foi ontem que comprei o meu primeiro disco do <strong>Rhapsody</strong>. O ano era 1997, uma Ã³tima Ã©poca para comprar discos importados, pois o <strong>Real</strong> estava acoplado ao <strong>Dolar</strong>, entÃ£o muita coisa boa e inÃ©dita chegou a nossas mÃ£os ao mesmo tempo em que eram lanÃ§adas no exterior. VocÃª que nÃ£o viveu aquela Ã©poca deve achar isso estranho, mas nÃ£o tÃ­nhamos internet e um disco ser lanÃ§ado no Brasil demorava muito tempo. Voltando ao <strong>Rhapsody</strong>, a banda entrava em um terreno totalmente novo. Tudo bem que as bandas de <strong>Heavy Metal melÃ³dico</strong> jÃ¡ flertavam com a mÃºsica clÃ¡ssica desde a dÃ©cada de 1980, mas os caras levaram tudo ao extremo com orquestraÃ§Ãµes gigantescas e seus temas Ã©picos falando de guerreiros, unicÃ³rnios, senhores do mal e batalhas Ã©picas. Tudo que o fÃ£ de <strong>Heavy Metal</strong> gosta.</p>
<p>A banda lanÃ§ou vÃ¡rios Ã¡lbuns (uns melhores, e outros piores) e depois de vÃ¡rios anos na estrada aconteceu o que muitos achavam inevitÃ¡vel. Os dois mentores da banda, o tecladista <strong>Alex Staropoli</strong> e o guitarrista <strong>Luca Turilli</strong>, decidiram seguir caminhos diferentes. Nada mais justo, pois o ego gigantesco dos dois nÃ£o podia mais habitar o mesmo ambiente. <strong>Luca Turilli</strong> foi mais rÃ¡pido e lanÃ§ou o disco de seu projeto solo que leva na capa o seu nome e tambÃ©m o nome da banda antiga, para poder capitalizar um pouco sobre o sucesso do passado. Primeira coisa a notar nesse <strong>Ascending to Infinity</strong> Ã© a arte grÃ¡fica da capa. Trabalho muito bacana e ao mesmo tempo um pouco clichÃª, mas ninguÃ©m estÃ¡ reclamando.</p>
<p>Colocando o disco na vitrola temos uma introduÃ§Ã£o um pouco bizarra, que nada lembra os bons discos de <strong>heavy metal</strong>, mas logo temos a primeira mÃºsica do disco, justamente a <strong>Ascending to Infinity</strong>, que nos remete diretamente ao <strong>Rhapsody</strong>. Isso mesmo meus amigos. O indivÃ­duo sai de uma banda, monta outra e continua fazendo o mesmo tipo de mÃºsica. AliÃ¡s, nÃ£o exatamente a mesma, pois creio que aqui temos uma intensificaÃ§Ã£o da parte orquestrada, algo que sua banda original vinha abrandando nos Ãºltimos discos. E por conta disso o Ã¡lbum Ã© ruim? NÃ£o, apenas previsÃ­vel. Para os fÃ£s do <strong>Rhapsody</strong> ele vai se encaixar como uma luva.</p>
<p>Embora todas as mÃºsicas mantenham o mesmo nÃ­vel de qualidade, seria injustiÃ§a nÃ£o destacar a Ã³tima <strong>Dante&#8217;s Inferno</strong>, com seu refrÃ£o grudento, e a poderosa <strong>Excalibur</strong>, mÃºsica que faz vocÃª ter vontade de brandir sua espada. Depois de muito violino, flautas e solos de quitarra grandiosos, o disco fecha com a jÃ¡ tradicional faixa gigante (16 minutos) chamada de <strong>Of Michael The Archangel and Lucifer&#8217;s Fall.</strong> Tudo muito bonitinho e fofo para agradar o fÃ£ do lado mais fofo do <strong>Heavy Metal</strong>. Digo que o Ãºnico ponto extremamente negativo do disco Ã© justamente o vocalista. Ele nÃ£o chega a ser ruim, mas o timbre de sua voz me lembra da Ã©poca em que todo vocalista de bandas nacionais tentavam parecer o <strong>AndrÃ© Matos</strong>. Por outro lado, esse deve ser um dos poucos discos do estilo em que o contrabaixo pode ser ouvido em diversos trechos das faixas.</p>
<p>Existem vÃ¡rias versÃµes a venda do disco e com diferentes extras. Esse que se encontra em minhas mÃ£os possui como extra um cover para <strong>March of Time</strong> do<strong> Helloween</strong> (bons tempos). Em resumo, nÃ£o Ã© um disco que vai mudar sua vida, mas vai te garantir alguns momentos de diversÃ£o e depois vai ficar na pilha de CDs que vocÃª vai ouvir uma vez por ano.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/10/Ascending-To-Infinity-Frente.jpg" rel="lightbox[1960]" title="Ascending To Infinity Frente"><img class="aligncenter size-full wp-image-1963" title="Ascending To Infinity Frente" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/10/Ascending-To-Infinity-Frente.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>Mago de Oz &#8211; mÃºsica e diversÃ£o</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2012 22:16:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[folk]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo do Rock e do Heavy Metal Ã© uma caixinha de surpresas. Por mais anos de estrada que a gente tenha dentro do estilo, sempre existem Ã³timas bandas que nÃ£o conhecemos. Aconteceu isso com o Mago de Oz, uma banda que nÃ£o Ã© recente e executa um energÃ©tico Heavy Metal misturado com musica Folk. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>O mundo do <strong>Rock </strong>e do <strong>Heavy Metal</strong> Ã© uma caixinha de surpresas. Por mais anos de estrada que a gente tenha dentro do estilo, sempre existem Ã³timas bandas que nÃ£o conhecemos. Aconteceu isso com o <strong>Mago de Oz</strong>, uma banda que nÃ£o Ã© recente e executa um energÃ©tico <strong>Heavy Metal</strong> misturado com musica <strong>Folk</strong>. A grande diferenÃ§a aqui Ã© que a galera Ã© da Espanha e canta em seu idioma pÃ¡trio. Em um mundo dominado por bandas que cantam em inglÃªs, atÃ© que isso Ã© um diferencial bacana.</p>
<p>PorÃ©m, a minha jornada de conhecimento para essa nova banda comeÃ§ou com um toque de meu amigo <strong>MÃ¡rcio Martilio</strong>, que ao ver no <strong>facebook</strong> algumas fotos que fiz de uma escola de <strong>danÃ§a do ventre</strong>, me alertou que as imagens lembravam a ele um pouco da mÃºsica do <strong>Mago de Oz</strong>. Claro que falei para ele que a banda era uma ilustre desconhecida para mim e o mesmo me indicou alguns discos. Foi amor a primeira vista.Â  Quando notei que os caras cantavam em espanhol fiquei um pouco ressabiado. Coisa de nosso velho preconceito contra idiomas que nÃ£o sÃ£o o inglÃªs. PorÃ©m, esse preconceito deve advir do fato de nunca ter encontrado uma boa banda de <strong>Heavy Metal</strong> que cante em portuguÃªs, ou mesmo em espanhol.</p>
<p>O <strong>Mago de Oz</strong> consegue cumprir essa tarefa. Ã‰ uma banda que mistura <strong>rock</strong>, <strong>metal</strong> e mÃºsica <strong>folk</strong> com uma competÃªncia impar. Infelizmente sÃ³ consegui ouvir discos baixados da net. Ã‰ meio complicado achar discos deles aqui no Brasil. A maioria Ã© de versÃµes importadas. Consegui comprar alguns na Argentina que ainda nÃ£o chegaram. A produÃ§Ã£o da banda tambÃ©m se baseia em discos temÃ¡ticos, seguindo uma tradiÃ§Ã£o muito bem alicerÃ§ada do <strong>Heavy Metal</strong> mundial. Quanto ao som, bem, vocÃªs podem ver um pouco no vÃ­deo abaixo onde temos a mÃºsica <strong>La Posada de Los Muertos</strong>, a composiÃ§Ã£o que mais gostei da banda. Temos os instrumentos normais de uma banda de rock, alÃ©m do violino, da flauta e do acordeom. Esse grande nÃºmero de instrumentos tambÃ©m faz a banda ser uma das maiores que jÃ¡ tive notÃ­cia. Atualmente sÃ£o nove membros e, infelizmente, o vocalista <strong>JosÃ© AndrÃ«a</strong> deixou a banda em 2011. NÃ£o sei como eles vÃ£o se virar sem esse importante membro.</p>
<p>Vejam abaixo um pouco do <strong>Mago de Oz</strong> ao vivo e esperem pelas resenhas dos discos que estÃ£o por chegar.</p>
<p><iframe width="500" height="375" src="http://www.youtube.com/embed/OPj6VjhKRcE" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Megadeth &#8211; Rust in Peace (22 anos depois)</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 02:22:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
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		<description><![CDATA[Se vocÃª comeÃ§ou a ouvir heavy metal nos anos 80 ou 90 entÃ£o deve conhecer o Megadeth. A banda capitaneada por Dave Mustaine jÃ¡ foi aclamada como uma das principais dentro do Thrash Metal e gravou discos que sÃ£o obrigatÃ³rios para quem gosta de um pouco de violÃªncia, melodia e boas letras. Agora, em 2012, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Se vocÃª comeÃ§ou a ouvir<strong> heavy metal</strong> nos anos 80 ou 90 entÃ£o deve conhecer o <strong>Megadeth</strong>. A banda capitaneada por <strong>Dave Mustaine</strong> jÃ¡ foi aclamada como uma das principais dentro do <strong>Thrash Metal</strong> e gravou discos que sÃ£o obrigatÃ³rios para quem gosta de um pouco de violÃªncia, melodia e boas letras. Agora, em 2012, o Ã¡lbum que Ã© o divisor de Ã¡guas na carreira da banda estÃ¡ completando 22 anos. Mas, para entender um pouco esse impacto temos que voltar no tempo.</p>
<p><strong>Dave Mustaine</strong> fez parte das primeiras formaÃ§Ãµes do <strong>Metallica</strong>. Infelizmente ele estava mais interessado em beber e arranjar encrencas do que fazer mÃºsica com o grupo. Em um belo momento ele foi defenestrado da banda e, com um pouco de revolta, decidiu montar seu prÃ³prio grupo onde seria o <strong>Big Boss</strong>. Deste rolo todo Ã© que nasceu o <strong>Megadeth</strong>. Os primeiros Ã¡lbuns do grupo eu indico apenas para aqueles que realmente sÃ£o fÃ£s <strong>die hard</strong> do grupo, pois temos um monte de mÃºsicas emboladas, mal gravadas e com a voz de pato de <strong>Mustaine</strong> (sei que vou levar pedradas depois disso), mas em algum momento no final da dÃ©cada de 80 as coisas comeÃ§aram a mudar.</p>
<p>Depois de lanÃ§ar trÃªs Ã¡lbuns <strong>Mustaine</strong> decidiu reformular a banda e seguir um direcionamento menos podre e mais tÃ©nico em seu trabalho. Foi nesse contexto que em 1990 a banda lanÃ§ou o Ã¡lbum <strong>Rust in Peace</strong>. Com uma capa bacaninha (utilizando o mascote da banda, o <strong>Vic Rattlehead</strong>) e nove mÃºsicas matadoras, o <strong>Megadeth</strong> entrou para a histÃ³ria. NÃ£o digo isso apenas porque o Ã¡lbum Ã© bom, mas porque ele Ã© fenomenal. Foi a partir desta produÃ§Ã£o que passamos a prestar atenÃ§Ã£o nas intrincadas guitarras base de <strong>Mustaine</strong>. No <strong>heavy metal</strong> muitos dÃ£o atenÃ§Ã£o para o solo das guitarras, mas o <strong>Rust in Peace</strong> nos mostrou que a guitarra base pode ser tÃ£o ou mais criativa do que o solo.</p>
<p>O disco Ã© composto por 9 faixas de grande qualidade, mas impossÃ­vel nÃ£o destacar 5 delas como grandes clÃ¡ssicos do Heavy Metal. O disco abre com a poderosa <strong>Holy Wars&#8230; The Punishment Due</strong> com uma introduÃ§Ã£o instrumental que gruda na cabeÃ§a, vÃ¡rias mudanÃ§as de ritmo e um tema que se mostra atual atÃ© hoje: a guerra santa. A mÃºsica Ã© longa, mas se tornou um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=9d4ui9q7eDM&amp;ob=av3e">vÃ­deo clipe muito bacana</a>. Em seguida temos a animada <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4tzWc3Xl4B0">Hangar 18</a> que mostra uma levada contagiante e fala sobre experimentos com alienÃ­genas na <strong>Ã¡rea 51</strong>. Uma boa mostra do que seria o<strong> Megadeth</strong> a partir deste Ã¡lbum. Em seguida temos trÃªs mÃºsicas que sÃ£o Ã³timas em mostrar o lado mais cru da banda, mas mesmo assim mantendo as caracterÃ­sticas tÃ©cnicas da nova fase que se iniciava. Elas sÃ£o <strong>Take No Prisoner</strong>, <strong>Five Magics</strong> e <strong>Poison Was the Cure</strong>. Pancadaria da melhor qualidade.</p>
<p>Em seguida temos <strong>Lucretia</strong>, que provavelmente tem a letra mais alucinada de todo o disco. Seguindo a bolachinha, encontramos <strong>Tornado of Souls</strong> que Ã©, simplesmente, a melhor mÃºsica que o <strong>Megadeth</strong> jÃ¡ fez em toda sua carreira. Pode parecer um pouco de alucinaÃ§Ã£o de minha parte, mas quem ainda nÃ£o ouviu nÃ£o sabe o que estÃ¡ perdendo. Muitos dizem que a letra Ã© sobre o fim de um relacionamento de <strong>Mustaine</strong>, mas eu acredito que Ã© sobre a prÃ³pria condiÃ§Ã£o humana, o mundo de regras em que vivemos e a contestaÃ§Ã£o nata que encontramos no ser humano. Em seguida temos a bela e soturna <strong>Dawn Patrol</strong> com o baixo fulminante de <strong>David Ellefeson</strong>. Fechando a obra prima encontramos <strong>Rust in Peace&#8230; Polaris</strong> cujos trÃªs estrofes principais sÃ£o contagiantes. O tema Ã© a <strong>Guerra Nuclear</strong> e o ritmo da mÃºsica Ã© cheios de adrenalina e fazem qualquer fÃ£ de mÃºsica pesada sair pulando pela casa.</p>
<p>Eu digo que este foi o primeiro disco sÃ©rio do <strong>Megadeth</strong>. O primeiro de trÃªs discos que simplesmente moldaram o estilo da banda e foram responsÃ¡veis por levar o grupo ao mega estrelato. Os outros dois discos, <strong>Countdown to Extinction</strong> (1992) e <strong>Youthanasia</strong> (1994), sÃ£o histÃ³rias para um outro texto. <strong>Rust in Peace</strong> foi gravado por <strong>Dave Mustaine</strong> (vocal, guitarra),<strong> Marty Friedman</strong> (guitarra), <strong>David Ellefson</strong> (baixo) e <strong>Nick Menza</strong> (bateria). No ano passado, <strong>Mustaine</strong> lanÃ§ou uma versÃ£o remasterizada do disco. A capa Ã© um pouco diferente e, infelizmente, algumas gravaÃ§Ãµes originais do vocal foram perdidas, fazendo com que ele cantasse novamente nessas faixas. LÃ³gico que ficou um pouco diferente do original. Muitos fÃ£s reclamaram, mas eu acho um bom item de colecionador.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/Megadeth_Rust_In_Peace.jpg" rel="lightbox[1856]" title="Megadeth_Rust_In_Peace"><img class="aligncenter size-full wp-image-1857" title="Megadeth_Rust_In_Peace" src="http://lorenti.org/wp-content/2012/02/Megadeth_Rust_In_Peace.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Launch the Polaris, the end doesn&#8217;t scare us<br />
When will this cease<br />
The warheads will all rust in peace</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Within Temptation &#8211; The Unforgiving</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
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		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
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		<description><![CDATA[Demorei muito para escrever este texto. Minha mente nÃ£o conseguia se decidir se gostava ou nÃ£o deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fÃ  do Within Temptation. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temÃ¡tica gÃ³tica e dark. O mais bacana Ã© que a banda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Demorei muito para escrever este texto. Minha mente nÃ£o conseguia se decidir se gostava ou nÃ£o deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fÃ  do <strong>Within Temptation</strong>. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temÃ¡tica gÃ³tica e dark. O mais bacana Ã© que a banda possuÃ­a apenas um vocal feminino. Nada dos vocais guturais para dar uma contrapartida Ã  suavidade da voz feminina. A voz de <strong>Sharon den Adel</strong> era perfeita. A moÃ§oila cantava basicamente em falsete utilizando muito vibrato. Acho que era interessante porque era diferente. Ela nÃ£o tentava copiar o vocal operÃ­stico do <strong>Nightwish</strong> como 90% das bancas com vocais femininos. <strong>Mother Earth</strong> (2001), por exemplo, Ã© uma obra prima de melodia e emoÃ§Ã£o. Mas, algo mudou.</p>
<p>No penÃºltimo disco da banda, o bacana <strong>The Heart of Everything</strong> (2007), algo jÃ¡ estava acontecendo. O disco estava mais pesado, os vocais mais tradicionais e quase toda a carga de emoÃ§Ã£o e clima onÃ­rico havia desaparecido. Juro que foi uma das poucas vezes que me assustei com a mudanÃ§a drastica de uma banda. Depois disso veio um disco acÃºstico (<strong>An Acoustic Night at the Theatre</strong>) onde existia uma mÃºsica bÃ´nus chamada <strong>Utopia</strong>. A mÃºsica Ã© muito legal, mas Ã© totalmente diferente de tudo que a banda jÃ¡ havia feito. Um primeiro alarme jÃ¡ tocou em minha mente com o aviso de que o <strong>Within Temptation </strong>estava no mesmo caminho que havia destruÃ­do vÃ¡rias Ã³timas bandas europeias: a americanizaÃ§Ã£o de sua mÃºsica.</p>
<p>Sim meus amigos. O mercado americano Ã© o mais forte do mundo, e para entrar lÃ¡ a sua mÃºsica tem que seguir os moldes do paÃ­s ianque. <strong>Nightwish</strong> e <strong>Lacuna Coil</strong>  passaram por isso e eu simplesmente abandonei as bandas. Agora pode ser a vez no <strong>Within Temptation</strong>. O novo disco lanÃ§ado em 2011, <strong>The Unforgiving</strong>, pode ser definido secamente com apenas uma palavra. Ele Ã© POP. As guitarras desapareceram, varias batidas eletrÃ´nicas foram adicionadas, a voz de <strong>Sharon den Adel</strong> estÃ¡ esganiÃ§ada e as mÃºsicas estÃ£o com refrÃ£os bem comerciais, daqueles que nÃ£o desgrudam de sua cabeÃ§a. Isso torna o disco ruim? Claro que nÃ£o, mas eu consumia o <strong>Within Temptation</strong> por causa do diferencial. Se eles vÃ£o soar como qualquer outra banda americana com vocal feminino entÃ£o nÃ£o preciso mais comprar os seus discos. AliÃ¡s, este Ã© um fenÃ´meno interessante. Toda essa onda de metal e rock pesado com vocal feminino comeÃ§ou na Europa. Depois apareceu o <strong>Evanescence</strong> sem nenhum tipo de novidade e vendeu milhÃµes de cÃ³pias. Agora todas as bandas que foram pioneiras querem parecer com o <strong>Evanescence</strong>. Vai entender.</p>
<p>O disco possui 12 mÃºsicas que, do ponto de vista da composiÃ§Ã£o, sÃ£o muito parecidas. A bateria e o teclado se destacam muito, deixando a guitarra fica em segundo plano. O contrabaixo, como de costume, Ã© praticamente inaudÃ­vel. Uma nova caracterÃ­stica aqui Ã© a maior quantidade de solos de guitarra no meio das mÃºsicas. Nos discos anteriores isso era mais raro. Destaques Ã³bvios sÃ£o a segunda mÃºsica <strong>Shot In The Dark</strong> que comeÃ§a com uma batidinha eletrÃ´nica irritante, mas depois melhora muito. Em seguida temos a pedrada  <strong>In The Middle Of The Night</strong> que faz vocÃª cantar junto o refrÃ£o. TambÃ©m temos <strong>Faster,</strong> a mÃºsica que se tornou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uy_UmgjXGk8">vÃ­deo clipe deste disco</a>. PorÃ©m, a mÃºsica mais comercial, e ao mesmo tempo a mais rÃ¡pida do disco, Ã© <strong>Iron</strong> onde podemos destacar um Ã³timo trabalho da bateria. Logo depois temos a mÃºsica <strong>SineÌad</strong> que poderia muito bem ter sido gravada pela <strong>Avril Lavigne</strong>. SÃ©rio mesmo, pode tocar em qualquer <strong>FM</strong> do Brasil sem problema. Finalizando a seleÃ§Ã£o te melhores mÃºsicas temos <strong>Lost</strong> que Ã© uma Ãºltima suspiro de sobrevivÃªncia do antigo estilo da banda. EstÃ¡ Ã©, com certeza, a melhor mÃºsica do disco.</p>
<p>Embora seja um disco comercial ao extremo e nÃ£o lembre absolutamente em nada o estilo que tornou a banca famosa, este disco nÃ£o pode ser classificado como ruim. Dentro de sua proposta ele Ã© bem sucedido. JÃ¡ vi muita resenha pela internet babando o ovo sobre a produÃ§Ã£o, mas a maioria Ã© de moleques que devem ter comeÃ§ado a ouvir rock com o <strong>Evanescence</strong> e outras bandas americanas. Ai fica fÃ¡cil gostar do disco.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" rel="lightbox[1829]" title="within temptation"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" alt="" title="within temptation" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-1830" /></a></p>
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		<title>Queen &#8211; A Kind of Magic</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 19:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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		<description><![CDATA[Acho que estou passando por um momento de melancolia. Ando ouvindo muita coisa dos anos 80 e entre elas diversos Ã¡lbuns do Queen. NÃ£o Ã© segredo que sou um grande fÃ£ da banda e meu Ãºnico arrependimento foi descobrir a genialidade do grupo muito tarde. Em minha adolescÃªncia radical Heavy Metal euÂ  nÃ£o gostava do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Acho que estou passando por um momento de melancolia. Ando ouvindo muita coisa dos anos 80 e entre elas diversos Ã¡lbuns do <strong>Queen</strong>. NÃ£o Ã© segredo que sou um grande fÃ£ da banda e meu Ãºnico arrependimento foi descobrir a genialidade do grupo muito tarde. Em minha adolescÃªncia radical <strong>Heavy Metal</strong> euÂ  nÃ£o gostava do grupo. Como todo jovem de cabeÃ§a vazia sÃ³ gostava de <strong>Iron Maiden</strong>, <strong>Metallica</strong> e outros grupos mais pesados. Mas, consegui fugir do abismo da ignorÃ¢ncia e hoje me considero uma pessoa mais culta.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Queen_A_Kind_Of_Magic.png" rel="lightbox[1708]" title="Queen_A_Kind_Of_Magic"><img class="aligncenter size-full wp-image-1710" title="Queen_A_Kind_Of_Magic" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Queen_A_Kind_Of_Magic.png" alt="" width="480" height="480" /></a></p>
<p>Entre os discos que mais estÃ£o rolando aqui em casa estÃ¡ o lanÃ§amento de 1986, <strong>A Kind of Magic</strong>. NÃ£o Ã© o disco mais pesado do grupo. O <strong>Queen</strong> jÃ¡ se encontrava em sua fase mais Pop, mas isso nÃ£o quer dizer uma queda de qualidade. Temos que parar de associar a palavra Pop com coisa ruim. Ã‰ apenas mais uma vertente musical. Tem coisas legais e outras nem tanto. O disco abre com a poderosa <strong>One Vision</strong> e logo depois pela mÃºsica tÃ­tulo <strong>A Kind of Magic</strong>. A banda considera que estas duas mÃºsicas sÃ£o uma criaÃ§Ã£o coletiva de todo o grupo, aproveitando o clima positivo que tiveram logo apÃ³s o festival <strong>Live Aid</strong>. Uma curiosidade interessante Ã© que este foi primeiro disco do <strong>Queen</strong> em que o tÃ­tulo do Ã¡lbum tambÃ©m era uma das mÃºsicas. Outro lance bacana Ã© que o disco foi considerado a trilha sonora oficial do filme <strong>Highlander</strong>.</p>
<p>Na terceira mÃºsica temos a balada <strong>One Year of love</strong>, que foi escrita por <strong>John Deacon</strong> e mostra o lado mais romÃ¢ntico da banda. Em seguida temos <strong>Pain is so Close to Pleasure</strong>, que nos mostra aquelas batidas estranhas que o <strong>Queen </strong>gostava de introduzir em algumas de suas canÃ§Ãµes. Em seguida temos <strong>Friends Will be Friends</strong>, uma das mÃºsicas que mais me tocam neste disco. AlÃ©m da letra muito legal, estÃ¡ Ã© uma das Ãºltimas mÃºsicas do <strong>Queen</strong> em que <strong>Mercury</strong> toca junto ao piano. <strong>Freddie</strong> sempre valorizou a amizade em suas canÃ§Ãµes, e estÃ¡ Ã© mais um exemplo. A prÃ³xima mÃºsica, <strong>Who Wants to Live Forever</strong> Ã© um clÃ¡ssico absoluto e fatalmente conhecida por todos que viveram os anos 80. Foi o tema romÃ¢ntico do filme <strong>Highlander</strong> e a Ãºnica mÃºsica do <strong>Queen</strong> que Ã© lembrada por todos neste filme. Mas, quase todas as canÃ§Ãµes de <strong>A Kind of Magic</strong> tiveram uma pequena participaÃ§Ã£o no filme.</p>
<p>Logo depois temos duas mÃºsicas enigmÃ¡ticas. <strong>Gimme the Prize</strong> Ã© pesada e caÃ³tica em algumas passagens. Muito diferente das outras canÃ§Ãµes do disco. Ela foi o tema do vilÃ£o do filme, <strong>Kurgan</strong>, e em alguns momentos Ã© possÃ­vel ouvir algumas frases dos personagens ditas no filme. Procurem pelas eternizadas &#8220;<strong>I have something to say: It&#8217;s better to burn out than to fade away</strong>&#8221; de <strong>Kurgan</strong> ouÂ &#8221;<strong>There can be only one</strong>&#8221; de <strong>MacLeod</strong>. Uma verdadeira viagem cinematogrÃ¡fica. JÃ¡ a prÃ³xima mÃºsica, <strong>Dont Lose your Head</strong> (indicaÃ§Ã£o melhor que estÃ¡ para o filme nÃ£o existe), Ã© a mÃºsica mais datada do disco e a Ãºnica que vocÃª nÃ£o vai lembrar quando tentar elencar as melhores mÃºsicas do <strong>Queen</strong>.</p>
<p>E finalmente, temos a melhor mÃºsica do disco. <strong>Princes of the Universe</strong> Ã© um trabalho magnÃ­fico. Ã‰ a Ãºnica mÃºsica do disco creditada somente a <strong>Freddie Mercury</strong> e se mostra um trabalho complexo e, por incrÃ­vel que pareÃ§a, muito pesado. Faz muita bandinha iniciante de <strong>Heavy Metal</strong>Â  (e atÃ© algumas mais experientes) parecerem menininhas assustadas. O clipe da mÃºsica, que sÃ³ descobri recentemente, mostra vÃ¡rias cenas do filme e, em um momento, <strong>Mercury</strong> cruza espadas com <strong>MacLeod</strong>. Uma mÃºsica para ouvir vÃ¡rias vezes seguidas e que vai trazer lÃ¡grimas a seus olhos.</p>
<p>SÃ£o apenas nove mÃºsicas com pouco mais de 40 minutos de duraÃ§Ã£o. Estamos falando de uma Ã©poca em que a quantidade de mÃºsicas influenciava diretamente na qualidade sonora do disco. Duas curiosidades sobre o disco Ã© que ele foi um grande sucesso na Inglaterra ficando em 1Âº lugar nas paradas por diversas semanas, mas nos Estados Unidos teve uma recepÃ§Ã£o apenas morna. Este foi o Ãºltimo disco que contou com uma turnÃª mundial do <strong>Queen</strong> por conta da doenÃ§a de <strong>Freddie Mercury</strong> e sua debilitaÃ§Ã£o fÃ­sica.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/VEJ8lpCQbyw" frameborder="0" width="494" height="371"></iframe></p>
<p>Se vocÃª nÃ£o tem essa preciosidade entÃ£o corra e compre. Ã‰ relativamente fÃ¡cil encontrar todos os discos da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Angra &#8211; Banda vai para o Saco?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 20:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que estÃ£o me deixando triste neste Ãºltimo ano sÃ£o os caminhos que o Angra vem tomando. Recentemente se envolveram em mais uma polÃªmica por conta do show que apresentaram durante o Rock in Rio. Foi notÃ­cia em todos os sites de mÃºsica que a banda fez uma apresentaÃ§Ã£o horrÃ­vel durante o festival. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Uma das coisas que estÃ£o me deixando triste neste Ãºltimo ano sÃ£o os caminhos que o <strong>Angra</strong> vem tomando. Recentemente se envolveram em mais uma polÃªmica por conta do show que apresentaram durante o <strong>Rock in Rio</strong>. Foi notÃ­cia em todos os sites de mÃºsica que a banda fez uma apresentaÃ§Ã£o horrÃ­vel durante o festival. Depois veio aquela troca de acusaÃ§Ãµes. A banda acusava a transmissÃ£o do <strong>Multishow</strong> de nÃ£o lanÃ§ar toda a qualidade de som para os telespectadores, mas quem mais reclamava da pÃ©ssima performance eram as pessoas que estavam presentes. NÃ£o dava para culpar a TV por conta deste detalhe.</p>
<p>Durante a <strong>Virada Cultural Paulista</strong> deste ano, o<strong> Angra</strong> se apresentou aqui em Presidente Prudente. Eu voltava a ver a banda depois de 10 anos. Tinha assistido o show da turnÃª do Ã¡lbum <strong>Rebirth</strong> e tinha ficado impressionado. Eu era um dos fÃ£s que nÃ£o ficaram muito felizes com a saÃ­da de <strong>AndrÃ© Matos</strong>, um dos grandes vocalistas do metal nacional. PorÃ©m, o disco novo era muito legal e <strong>Edu Falaschi</strong> se mostrou um bom substituto. O vocal era diferente, mas com igual qualidade. O show que assisti neste ano nÃ£o tinha nada ha ver com o do passado. Estavam divulgando o apenas mediano disco <strong>Acqua </strong>e a apresentaÃ§Ã£o foi burocrÃ¡tica, sem muita inspiraÃ§Ã£o e o som estava igualmente horrÃ­vel. Talvez problemas tÃ©cnicos estejam perseguindo os meninos.</p>
<p>Antes do show do <strong>Rock and Rio</strong> o prÃ³prio <strong>Edu Falaschi</strong> jÃ¡ tinha feito algumas declaraÃ§Ãµes Ã¡cidas a respeito da banda indicando que estava cansado de apenas tocar por dinheiro, que estava faltando espÃ­rito para a banda. Qualquer um que entende um pouco de mÃºsica jÃ¡ tinha notado que a coisa estava caminhando ladeira a baixo. Depois do show vÃ¡rios sites jÃ¡ tinham decretado o fim do grupo, mas os membros reagiram com certa violÃªncia nas declaraÃ§Ãµes afirmando que o <strong>Angra</strong> nÃ£o iria acabar. PorÃ©m, o vocalista contra atacou dizendo que estava entrando em um perÃ­odo de descanso por tempo indeterminado e que nÃ£o voltaria a cantar as mÃºsicas dos trÃªs primeiros Ã¡lbuns do <strong>Angra</strong>, pois elas possuÃ­am uma afinaÃ§Ã£o muito aguda, o que estava fazendo mal para sua voz. Ou seja, tudo Ã© uma grande porcaria.</p>
<p>Acho que o <strong>Angra</strong> deveria acabar. Eles jÃ¡ estÃ£o com seus nomes gravados para sempre na histÃ³ria do <strong>Heavy Metal Nacional</strong>. Gravaram alguns discos obrigatÃ³rios para todos que gostam deste tipo de mÃºsica e seria muito mais honrado darem um fim agora que todo mundo os vÃª de maneira positiva do que ficar tendo ataque de estrelismo e continuarem fazendo uma mÃºsica medÃ­ocre. Ã‰ uma pena, pois ainda me lembro dos bons tempos do Ã¡lbum <strong>Holy Land</strong> e sentirei falta daquela energia. Mas, a vida continua.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/angra-vai-para-o-saco.jpg" rel="lightbox[1656]" title="angra-vai-para-o-saco"><img class="aligncenter size-full wp-image-1657" title="angra-vai-para-o-saco" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/angra-vai-para-o-saco.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Kamelot &#8211; Poetry for the Poisoned</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[Ah, todo mundo diz que fico pegando no pÃ© do Kamelot. Claro, eu que devo estar errado, afinal de contas a mÃ­dia especializada fica babando no ovo da banda e falando maravilhas de seus Ãºltimos discos. Juro para vocÃªs que tentei ser camarada. Comprei o Ãºltimo disco do quinteto, o Poetry for the Poisonet, e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Ah, todo mundo diz que fico pegando no pÃ© do <strong>Kamelot</strong>. Claro, eu que devo estar errado, afinal de contas a mÃ­dia especializada fica babando no ovo da banda e falando maravilhas de seus Ãºltimos discos. Juro para vocÃªs que tentei ser camarada. Comprei o Ãºltimo disco do quinteto, o <strong>Poetry for the Poisonet</strong>, e ouvi-o dezenas de vezes a procura de toda a genialidade que a maioria dos sites especializados em <strong>Heavy Metal</strong> apontam. Infelizmente nÃ£o consegui ver nada.</p>
<p>Mas, sinceramente, a culpa deve ser minha. Eu gostava muito do <strong>Kamelot</strong> enquanto eles faziam o feijÃ£o com arroz do <strong>heavy metal melÃ³dico</strong>. Talvez eu seja muito conservador e nÃ£o consiga engolir facilmente as grandes mudanÃ§as de paradigmas musicais. Esse deve ser o mesmo motivo que me levaram a nÃ£o gostar muito dos Ãºltimos trabalhos do <strong>Blind Guardian</strong> (assunto para um prÃ³ximo texto). Minha relaÃ§Ã£o de amor com a banda comeÃ§ou com o Ã¡lbum <strong>The Fourth Legacy</strong> (1999) e terminou com o disco <strong>Epica</strong> (2003), um trabalho conceitual que estÃ¡ entre os mais bacanas que jÃ¡ fizeram com a classificaÃ§Ã£o de <strong>heavy metal</strong>. O que veio depois foi modernoso e sem sal em minha opiniÃ£o. Mas, todo mundo gostou.</p>
<p>Este <strong>Poetry for the Poisonet</strong> chega com um gostinho amargo de fim de uma Era. Parece que o vocalista da banda <strong>Roy Khan</strong>, pulou fora do barco por motivos religiosos. Deve ter enjoado de ganhar dinheiro. A arte da capa Ã© fantÃ¡stica. Um desenho caprichado e com arte finalizaÃ§Ã£o de primeiro mundo. SÃ³ isso jÃ¡ da vontade de ter o disco na sua coleÃ§Ã£o. Junto a isso temos a participaÃ§Ã£o de grandes nomes da mÃºsica mundial como <strong>Simone Simons</strong>, <strong>Amanda Somerville</strong>, <strong>Jon Oliva</strong>, <strong>BjÃ¶rn </strong>(?!?) e <strong>Gus G</strong>. E, finalizando a receita de bolo do disco, um final conceitual com uma mÃºsica em quatro partes. Tudo completo para um Ã³timo trabalho.</p>
<p>A banda estÃ¡ afiada, todo mundo sabe muito bem o que estÃ¡ fazendo e o vocaliza, embora com uma voz grave, pode ser considerado um dos grandes do metal melÃ³dico. Infelizmente as mÃºsicas nÃ£o decolam, fica tudo parado em uma zona cinza. Batidas mais modernas se mesclam a clichÃªs do metal e nÃ£o consigo ver um desenvolvimento natural das melodias. Ã‰ um disco ruim? NÃ£o, mas vocÃª tem que se forÃ§ar a ouvi-lo novamente. Destaques ficam por conta de <strong>The Zodiac</strong> (meio esquisita, mas bacana), <strong>Poetry for the Poisoned, Pt. II: So Long</strong> (com a belÃ­ssima e talentosa <strong>Simone Simons</strong>), <strong>Once Upon a Time</strong> (a que chega mais perto do estilo antigo da banda) e <strong>If Tomorrow Came</strong> (pesada e arrastada ao mesmo tempo).</p>
<p>Mais um disquinho para a coleÃ§Ã£o. Agora Ã© sÃ³ esperar o que o futuro vai reservar para a banda.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" rel="lightbox[1643]" title="Poetry-for-the-Poisonet"><img class="alignnone size-full wp-image-1645" title="Poetry-for-the-Poisonet" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" alt="" width="500" height="507" /></a></p>
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		<title>Iron Maiden &#8211; O Mito da Banda Perfeita</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Sep 2011 20:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[NÃ£o se enganem aqueles que acham que sou mais um detrator da imagem do Iron Maiden. Sou um grande fÃ£ do grupo inglÃªs e tenho quase tudo que eles lanÃ§aram em CD e DVD em terras nacionais. AtÃ© os discos ao vivo e as coletÃ¢neas, que nÃ£o passam de caÃ§a nÃ­queis. Mas, sou obrigado a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>NÃ£o se enganem aqueles que acham que sou mais um detrator da imagem do <strong>Iron Maiden</strong>. Sou um grande fÃ£ do grupo inglÃªs e tenho quase tudo que eles lanÃ§aram em CD e DVD em terras nacionais. AtÃ© os discos ao vivo e as coletÃ¢neas, que nÃ£o passam de caÃ§a nÃ­queis. Mas, sou obrigado a ser crÃ­tico quanto ao que entra em meu aparelho de som e com as atitudes da banda. Dirigi-me atÃ© a loja de CDs da cidade para comprar a nova coletÃ¢nea da banda <strong>Fron Fear to Eternity the best of 1990-2010</strong> e voltei para casa sem o disco. NÃ£o porque estava caro, mas porque achei uma grande sacanagem que todos as mÃºsicas da <strong>Era Blaze Bayley</strong> serem cantadas ao vivo por <strong>Bruce Dickinson</strong>. Estou farto dessa galera que acha o senhor <strong>Dickinson</strong> um Deus. AliÃ¡s, nenhum disco lanÃ§ado depois de sua volta ao <strong>Iron Maiden</strong> realmente foram magnÃ­ficos. A banda nunca conseguiu atingir o mesmo nÃ­vel de qualidade da dÃ©cada de 80 e 90.</p>
<p>O mesmo pecado foi cometido com o primeiro disco coletÃ¢nea, o <strong>Somewhere Back in Time &#8211; The best of 1980-1989</strong>, onde nÃ£o temos a participaÃ§Ã£o do primeiro vocalista da banda,Â <strong>Paul Di&#8217;Anno</strong>, que gravou dois discos totalmente obrigatÃ³rios para todos os fÃ£s. LÃ³gico que pode haver aqui um grande problema de direitos autorais para o uso dessas faixas, mas acredito que o lance seja pessoal mesmo. Temos que parar com essa onda de que tudo que eles fazem Ã© perfeito e que o vocalista Ã© o mÃ¡ximo. Adoro ir a um Show do <strong>Maiden</strong>, mas faz muitos anos que eles nÃ£o sÃ£o mais uma das maravilhas sobre Terra. Ouvindo o primeiro disco ao vivo da Donzela, o magnÃ­fico <strong>Live after Death</strong>, encontramos uma banda que estÃ¡ em sua melhor forma. Todos sÃ£o unÃ¢nimes em afirmar que o que ouvimos no disco nÃ£o tem nenhum retoque e que o som que sai das caixas Ã© absolutamente o que aconteceu no estÃ¡dio.</p>
<p>Sendo assim, ao ouvir os dois discos que marcaram a saÃ­da de <strong>Bruce</strong> em 1992 (<strong>A Real Live One</strong> e <strong>A Real Dead One</strong>) chegamos Ã  conclusÃ£o que a banda simplesmente apodreceu. O mesmo pode ser dito do que veio depois, como o <strong>Rock in Rio</strong> e o <strong>Flight 666</strong>. SÃ³ existem trÃªs explicaÃ§Ãµes para o que encontramos nestes trÃªs discos. A primeira Ã© que a banda envelheceu e nÃ£o consegue mais executar um som de qualidade e com fidelidade ao vivo. A segunda explicaÃ§Ã£o Ã© que eles estÃ£o escolhendo os piores produtores do mundo e que nÃ£o possuem a mÃ­nima noÃ§Ã£o de como gravar um disco de <strong>heavy metal</strong>. A terceira Ã© que a banda nÃ£o esta nem ai mais para o que fazem ao vivo. Se eles subirem no palco e ficarem contando piada todo mundo vai adorar. Eu, sinceramente, acho que Ã© uma mistura dos trÃªs pontos.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/From-Fear-to-Eternity.jpg" rel="lightbox[1606]" title="From Fear to Eternity"><img class="aligncenter size-full wp-image-1607" title="From Fear to Eternity" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/From-Fear-to-Eternity.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Iron Maiden &#8211; The X Factor</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 19:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje Ã© Dia Mundial do Rock. Dia de lembrar o estilo musical mais apaixonante do mundo e de doar sangue, claro. Mas, tanto lembrar do Rock quanto doar sangue deveriam ser atividades rotineiras em nossas vidas, e nÃ£o apenas em um dia do ano. JÃ¡ cheguei a fazer grandes especiais aqui no blog nessa data, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Hoje Ã© <strong>Dia Mundial do Rock</strong>. Dia de lembrar o estilo musical mais apaixonante do mundo e de doar sangue, claro. Mas, tanto lembrar do <strong>Rock</strong> quanto doar sangue deveriam ser atividades rotineiras em nossas vidas, e nÃ£o apenas em um dia do ano. JÃ¡ cheguei a fazer grandes especiais aqui no blog nessa data, mas hoje resolvei lembrar de um disco que nÃ£o Ã© novo, mas que foi uma das grandes injustiÃ§as do mundo do <strong>Heavy Metal</strong>. Talvez um dos grandes exemplos da intolerÃ¢ncia e falta de visÃ£o dos fÃ£s desse estilo.</p>
<p>Em 1992 uma bomba caiu no meio musical pesado. <strong>Bruce Dickinson</strong> havia noticiado que sairia do <strong>Iron Maiden</strong> para dar continuidade a sua carreira solo. Talvez estivesse animado com a repercussÃ£o de seu primeiro disco, intitulado <strong>Tatooed Millionaire</strong> e que foi lanÃ§ado em 1990. O disco Ã© divertido, mas Ã© sÃ³ isso. Nenhuma grande inovaÃ§Ã£o no estilo. PorÃ©m, a confusÃ£o estava lanÃ§ada. Como encarar a banda sem o vocalista que muitos consideravam o melhor do <strong>Heavy Metal</strong>? Nesse ponto o evento foi utilizado para ganhar uma grana violenta encima dos fÃ£s. Uma mega turnÃª de despedida foi agendada e dela tivemos dois discos ao vivo (<strong>A Real Live One</strong> e <strong>A Real Death One</strong>) e que no futuro foram vendidos como CD duplo (sim, isso ainda era na Ã©poca em que o vinil era mais vendido por aqui). Finalmente <strong>Bruce</strong> deu adeus e ninguÃ©m sabia o que iria acontecer com a <strong>Donzela de Ferro</strong>.</p>
<p>Foi nesse momento que alguÃ©m teve a brilhante idÃ©ia de fazer um concurso para escolher o novo vocalista da banda. Quem estivesse interessado em concorrer era sÃ³ mandar uma fita demo (quem lembra disso levanta a mÃ£o) para o empresÃ¡rio da banda e participar da seleÃ§Ã£o. AtÃ© o <strong>AndrÃ© Matos</strong>, na Ã©poca vocalista do <strong>Angra</strong>, participou desse rocambole. Mais uma grande forma de conseguir publicidade para o grupo. Depois de muito esperar foi anunciado que o novo vocalista da banda inglesa seria <strong>Blaze Bayley</strong>, que cantava na banda <strong>Wolfsbane</strong>. Para nÃ³s que moramos no hemisfÃ©rio sul a Ãºnica pergunta que passava por nossas cabeÃ§as era: Quem? Isso mesmo. Para mim ele era um ilustre desconhecido e nÃ£o tÃ­nhamos internet para ficar procurando pelas mÃºsicas de sua antiga banda. Restava-nos esperar.</p>
<p>Em 1995, trÃªs anos depois do anÃºncio da despedida de <strong>Bruce</strong>, chegava as prateleiras do mundo inteiro o disco <strong>The X Factor</strong>, o primeiro da banda com o novo vocalista. O legal Ã© que esse disco foi o primeiro que comprei em CD em minha vida, jÃ¡ que o vinil nÃ£o foi vendido aqui em minha cidade. Tive que comprar um aparelho de CD player rapidamente para poder ouvir o novo disco. A curiosidade me matava. Cabe aqui uma pequena explicaÃ§Ã£o. FÃ£s de <strong>Iron Maiden</strong> sÃ£o os mais raivosos, fanÃ¡ticos e intransigentes do mundo do <strong>heavy metal</strong>. Chega a ser quase ignorÃ¢ncia. Ã“bvio que odiei o Ã¡lbum. Achava tudo muito devagar, a voz do vocalista uma porcaria e o timbre da guitarra muito esquisito. Eu e milhares de pessoas ao redor do mundo querÃ­amos a volta de <strong>Bruce Dickinson</strong>. QuerÃ­amos continuar ouvindo o mesmo som sem mudanÃ§as e com a mesma cadÃªncia dos Ãºltimos 10 anos. Tantas foram as reclamaÃ§Ãµes que a banda chutou o vocalista alguns anos depois e implorou para <strong>Bruce</strong> voltar. Esse aceitou jÃ¡ que nÃ£o conseguiu sozinho produzir muita coisa que fosse relevante (para os mais esquentadinhos eu afirmo novamente que a carreira solo de <strong>Bruce</strong> produziu dois discos bacaninhas e a <strong>Tears of the Dragon</strong>).</p>
<p>Hoje, 16 anos depois, com uma bagagem maior de influÃªncias musicais e com um conhecimento mais detalhado do que Ã© mÃºsica de qualidade, posso afirmar que o <strong>The X Factor</strong> foi o disco mais injustiÃ§ado da histÃ³ria e que <strong>Blaze Bayley</strong> Ã© um grande vocalista, dentro de seu estilo e respeitando suas limitaÃ§Ãµes. Estou ouvindo o disco agora. As mÃºsicas sÃ£o mais lentas, com um clima mais sombrio. A grande diferenÃ§a, em relaÃ§Ã£o aos discos anteriores da banda, Ã© que a sonoridade das guitarras estÃ¡ mais grave do que aguda e o baixo estÃ¡ muito mais presente e relevante. Nada de cavalgadas, mas uma cadÃªncia que leva as mÃºsicas para o lugar certo. A obra Ã© a prova de amadurecimento e a chegada da banda Ã  idade adulta. Acima de tudo, foi um disco construÃ­do para as possibilidades do novo vocalista. Nada de gritos agudos ou batidas muito rÃ¡pidas. Um disco perfeito. Arrisco a dizer que esse foi o Ãºltimo disco feito pela banda que todos gostÃ¡vamos. O Ãºltimo exemplo de genialidade do <strong>Iron Maiden</strong>. O resto que veio depois Ã© mÃºsica para agradar as massas. Musicas feitas com receitinha de bolo.</p>
<p>Se vocÃª Ã© um fÃ£ recente da banda, sugiro procurar esse disco. Sei que nÃ£o Ã© tÃ£o fÃ¡cil de achar quanto os outros tÃ­tulos do <strong>Iron Maiden</strong>, mas vale a pena. Acima de tudo, abandone a fÃ© cega e religiosa de que <strong>Bruce Dickinson</strong> Ã© o melhor do universo, pois nÃ£o Ã©, e abra a mente para o que foi produzido nesse disco. NÃ£o o classifique apenas como mais um disco da <strong>Donzela de Ferro</strong> e sim como um disco de mÃºsica de qualidade. VocÃª vai ser mais feliz desse jeito.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/The_x_factor.jpg" rel="lightbox[1523]" title="The_x_factor"><img class="alignnone size-full wp-image-1525" title="The_x_factor" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/The_x_factor.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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