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	<title>defenestrado » MÃºsica</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Within Temptation &#8211; The Unforgiving</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 14:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorei muito para escrever este texto. Minha mente nÃ£o conseguia se decidir se gostava ou nÃ£o deste disco. Antes de falar dele gostaria de deixar claro que sou um grande fÃ  do <strong>Within Temptation</strong>. Adorava o estilo europeu de misturar heavy metal com a temÃ¡tica gÃ³tica e dark. O mais bacana Ã© que a banda possuÃ­a apenas um vocal feminino. Nada dos vocais guturais para dar uma contrapartida Ã  suavidade da voz feminina. A voz de <strong>Sharon den Adel</strong> era perfeita. A moÃ§oila cantava basicamente em falsete utilizando muito vibrato. Acho que era interessante porque era diferente. Ela nÃ£o tentava copiar o vocal operÃ­stico do <strong>Nightwish</strong> como 90% das bancas com vocais femininos. <strong>Mother Earth</strong> (2001), por exemplo, Ã© uma obra prima de melodia e emoÃ§Ã£o. Mas, algo mudou.</p>
<p>No penÃºltimo disco da banda, o bacana <strong>The Heart of Everything</strong> (2007), algo jÃ¡ estava acontecendo. O disco estava mais pesado, os vocais mais tradicionais e quase toda a carga de emoÃ§Ã£o e clima onÃ­rico havia desaparecido. Juro que foi uma das poucas vezes que me assustei com a mudanÃ§a drastica de uma banda. Depois disso veio um disco acÃºstico (<strong>An Acoustic Night at the Theatre</strong>) onde existia uma mÃºsica bÃ´nus chamada <strong>Utopia</strong>. A mÃºsica Ã© muito legal, mas Ã© totalmente diferente de tudo que a banda jÃ¡ havia feito. Um primeiro alarme jÃ¡ tocou em minha mente com o aviso de que o <strong>Within Temptation </strong>estava no mesmo caminho que havia destruÃ­do vÃ¡rias Ã³timas bandas europeias: a americanizaÃ§Ã£o de sua mÃºsica.</p>
<p>Sim meus amigos. O mercado americano Ã© o mais forte do mundo, e para entrar lÃ¡ a sua mÃºsica tem que seguir os moldes do paÃ­s ianque. <strong>Nightwish</strong> e <strong>Lacuna Coil</strong>  passaram por isso e eu simplesmente abandonei as bandas. Agora pode ser a vez no <strong>Within Temptation</strong>. O novo disco lanÃ§ado em 2011, <strong>The Unforgiving</strong>, pode ser definido secamente com apenas uma palavra. Ele Ã© POP. As guitarras desapareceram, varias batidas eletrÃ´nicas foram adicionadas, a voz de <strong>Sharon den Adel</strong> estÃ¡ esganiÃ§ada e as mÃºsicas estÃ£o com refrÃ£os bem comerciais, daqueles que nÃ£o desgrudam de sua cabeÃ§a. Isso torna o disco ruim? Claro que nÃ£o, mas eu consumia o <strong>Within Temptation</strong> por causa do diferencial. Se eles vÃ£o soar como qualquer outra banda americana com vocal feminino entÃ£o nÃ£o preciso mais comprar os seus discos. AliÃ¡s, este Ã© um fenÃ´meno interessante. Toda essa onda de metal e rock pesado com vocal feminino comeÃ§ou na Europa. Depois apareceu o <strong>Evanescence</strong> sem nenhum tipo de novidade e vendeu milhÃµes de cÃ³pias. Agora todas as bandas que foram pioneiras querem parecer com o <strong>Evanescence</strong>. Vai entender.</p>
<p>O disco possui 12 mÃºsicas que, do ponto de vista da composiÃ§Ã£o, sÃ£o muito parecidas. A bateria e o teclado se destacam muito, deixando a guitarra fica em segundo plano. O contrabaixo, como de costume, Ã© praticamente inaudÃ­vel. Uma nova caracterÃ­stica aqui Ã© a maior quantidade de solos de guitarra no meio das mÃºsicas. Nos discos anteriores isso era mais raro. Destaques Ã³bvios sÃ£o a segunda mÃºsica <strong>Shot In The Dark</strong> que comeÃ§a com uma batidinha eletrÃ´nica irritante, mas depois melhora muito. Em seguida temos a pedrada  <strong>In The Middle Of The Night</strong> que faz vocÃª cantar junto o refrÃ£o. TambÃ©m temos <strong>Faster,</strong> a mÃºsica que se tornou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=uy_UmgjXGk8">vÃ­deo clipe deste disco</a>. PorÃ©m, a mÃºsica mais comercial, e ao mesmo tempo a mais rÃ¡pida do disco, Ã© <strong>Iron</strong> onde podemos destacar um Ã³timo trabalho da bateria. Logo depois temos a mÃºsica <strong>SineÌad</strong> que poderia muito bem ter sido gravada pela <strong>Avril Lavigne</strong>. SÃ©rio mesmo, pode tocar em qualquer <strong>FM</strong> do Brasil sem problema. Finalizando a seleÃ§Ã£o te melhores mÃºsicas temos <strong>Lost</strong> que Ã© uma Ãºltima suspiro de sobrevivÃªncia do antigo estilo da banda. EstÃ¡ Ã©, com certeza, a melhor mÃºsica do disco.</p>
<p>Embora seja um disco comercial ao extremo e nÃ£o lembre absolutamente em nada o estilo que tornou a banca famosa, este disco nÃ£o pode ser classificado como ruim. Dentro de sua proposta ele Ã© bem sucedido. JÃ¡ vi muita resenha pela internet babando o ovo sobre a produÃ§Ã£o, mas a maioria Ã© de moleques que devem ter comeÃ§ado a ouvir rock com o <strong>Evanescence</strong> e outras bandas americanas. Ai fica fÃ¡cil gostar do disco.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" rel="lightbox[1829]" title="within temptation"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2012/01/within-temptation.jpg" alt="" title="within temptation" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-1830" /></a></p>
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		<title>Avantasia &#8211; Angel of Babylon</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 12:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda lembro-me do dia que entrei em uma loja de CDs (coisa que nÃ£o existe mais aqui na cidade) e me deparei com o primeiro disco do projeto Avantasia. O ano era 2001 (caraca, jÃ¡ faz 10 anos) e nÃ£o sabia nada sobre a iniciativa de Tobias Sammet em criar uma Metal Opera. Levei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda lembro-me do dia que entrei em uma loja de CDs (coisa que nÃ£o existe mais aqui na cidade) e me deparei com o primeiro disco do projeto <strong>Avantasia</strong>. O ano era 2001 (caraca, jÃ¡ faz 10 anos) e nÃ£o sabia nada sobre a iniciativa de <strong>Tobias Sammet</strong> em criar uma <strong>Metal Opera</strong>. Levei a bolachinha para casa e me surpreendi com o poder e qualidade das mÃºsicas, alÃ©m da incrÃ­vel quantidade de convidados mais do que especiais que estavam lÃ¡ para tocar e cantar no disco. O tempo passou e outros discos do <strong>Avantasia</strong> apareceram no mercado, porÃ©m nenhum deles atingiu a qualidade desde primeiro lanÃ§amento.</p>
<p>Alguns meses atrÃ¡s tomei coragem e comprei os dois Ãºltimos discos lanÃ§ados pelo projeto. Eles chegaram ao mercado no mesmo dia e dÃ£o continuidade Ã  saga iniciada no disco <strong>Scarecrow</strong>, o mais fraco de toda a carreira da banda. O primeiro disco, <strong><a href="../2011/07/07/avantasia-the-wicked-symphony/">The Wicked Symphony</a></strong> Ã© uma boa amostra de como fazer <strong>Heavy Metal</strong> com competÃªncia. MÃºsicas bacanas, refrÃ£os grudentos e convidados bacanas. PorÃ©m, neste segundo disco, <strong>Angel of Babylon</strong>, as coisas nÃ£o funcionam tÃ£o bem assim. E isso Ã© muito esquisito, pois os dois discos foram feitos juntos e lanÃ§ados juntos, porÃ©m, mostram um direcionamento muito diferente.</p>
<p>NÃ£o digo necessariamente que Ã© um disco ruim, mas as mÃºsicas nÃ£o decolam. VocÃª nÃ£o tem vontade de sair cantando as mÃºsicas ou mesmo de colocar o disco novamente no aparelho de som. E olha que entre os instrumentistas temos gente no calibre de <strong>Bruce Kulick</strong>, <strong>Eric Singer</strong>, <strong>Henjo Richter</strong>, <strong>Jens Johansson</strong> e <strong>Alex Holzwarth</strong>. Entre os vocalistas, a surpresa mais bem vinda Ã© a presenÃ§a mais uma vez do mestre <strong>Michael Kiske</strong> e do capitÃ£o do <strong>Savatage</strong> o grande <strong>Jon Oliva</strong>. TambÃ©m temos <strong>JÃ¸rn Lande</strong>, <strong>Russell Allen</strong> e <strong>Bob Catley</strong>.</p>
<p>A estrutura das mÃºsicas Ã© aquela jÃ¡ conhecida dos fÃ£s do <strong>Avantasia</strong>. Duas mÃºsicas longas e nove dentro dos padrÃµes normais. Por mais contraditÃ³rio que pareÃ§a, a mÃºsica que mais gostei foi uma baladinha simpÃ¡tica que possui muita emoÃ§Ã£o e uma melodia cativante. <strong>Blowing Out the Flame</strong> Ã© uma canÃ§Ã£o que poderia estar tranquilamente em qualquer coletÃ¢nea de baladas metal. Fora isso, temos o destaque de <strong>Stargazers</strong>, <strong>Rat Race</strong>, <strong>Journey to Arcadia</strong> e <strong>Alone I Remember</strong>. Outro destaque interessante Ã© a capa bem desenhada e que consegue capturar de maneira competente o espÃ­rito de um disco de <strong>Metal</strong>. Ouso dizer que Ã© a capa mais bacana de um disco do <strong>Avantasia</strong>.</p>
<p>O disco nÃ£o Ã© uma maravilha, mas compensa comprar a versÃ£o especial com os dois Ã¡lbuns. E esperemos que <strong>Tobias Sammet</strong> tenha mais inspiraÃ§Ã£o para os prÃ³ximos lanÃ§amentos.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/Avantasia-Angel-Of-Babylon.jpg" rel="lightbox[1803]" title="Avantasia---Angel-Of-Babylon"><img class="aligncenter size-full wp-image-1805" title="Avantasia---Angel-Of-Babylon" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/12/Avantasia-Angel-Of-Babylon.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>Queen &#8211; A Kind of Magic</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Oct 2011 19:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
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		<description><![CDATA[Acho que estou passando por um momento de melancolia. Ando ouvindo muita coisa dos anos 80 e entre elas diversos Ã¡lbuns do Queen. NÃ£o Ã© segredo que sou um grande fÃ£ da banda e meu Ãºnico arrependimento foi descobrir a genialidade do grupo muito tarde. Em minha adolescÃªncia radical Heavy Metal euÂ  nÃ£o gostava do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que estou passando por um momento de melancolia. Ando ouvindo muita coisa dos anos 80 e entre elas diversos Ã¡lbuns do <strong>Queen</strong>. NÃ£o Ã© segredo que sou um grande fÃ£ da banda e meu Ãºnico arrependimento foi descobrir a genialidade do grupo muito tarde. Em minha adolescÃªncia radical <strong>Heavy Metal</strong> euÂ  nÃ£o gostava do grupo. Como todo jovem de cabeÃ§a vazia sÃ³ gostava de <strong>Iron Maiden</strong>, <strong>Metallica</strong> e outros grupos mais pesados. Mas, consegui fugir do abismo da ignorÃ¢ncia e hoje me considero uma pessoa mais culta.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Queen_A_Kind_Of_Magic.png" rel="lightbox[1708]" title="Queen_A_Kind_Of_Magic"><img class="aligncenter size-full wp-image-1710" title="Queen_A_Kind_Of_Magic" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/Queen_A_Kind_Of_Magic.png" alt="" width="480" height="480" /></a></p>
<p>Entre os discos que mais estÃ£o rolando aqui em casa estÃ¡ o lanÃ§amento de 1986, <strong>A Kind of Magic</strong>. NÃ£o Ã© o disco mais pesado do grupo. O <strong>Queen</strong> jÃ¡ se encontrava em sua fase mais Pop, mas isso nÃ£o quer dizer uma queda de qualidade. Temos que parar de associar a palavra Pop com coisa ruim. Ã‰ apenas mais uma vertente musical. Tem coisas legais e outras nem tanto. O disco abre com a poderosa <strong>One Vision</strong> e logo depois pela mÃºsica tÃ­tulo <strong>A Kind of Magic</strong>. A banda considera que estas duas mÃºsicas sÃ£o uma criaÃ§Ã£o coletiva de todo o grupo, aproveitando o clima positivo que tiveram logo apÃ³s o festival <strong>Live Aid</strong>. Uma curiosidade interessante Ã© que este foi primeiro disco do <strong>Queen</strong> em que o tÃ­tulo do Ã¡lbum tambÃ©m era uma das mÃºsicas. Outro lance bacana Ã© que o disco foi considerado a trilha sonora oficial do filme <strong>Highlander</strong>.</p>
<p>Na terceira mÃºsica temos a balada <strong>One Year of love</strong>, que foi escrita por <strong>John Deacon</strong> e mostra o lado mais romÃ¢ntico da banda. Em seguida temos <strong>Pain is so Close to Pleasure</strong>, que nos mostra aquelas batidas estranhas que o <strong>Queen </strong>gostava de introduzir em algumas de suas canÃ§Ãµes. Em seguida temos <strong>Friends Will be Friends</strong>, uma das mÃºsicas que mais me tocam neste disco. AlÃ©m da letra muito legal, estÃ¡ Ã© uma das Ãºltimas mÃºsicas do <strong>Queen</strong> em que <strong>Mercury</strong> toca junto ao piano. <strong>Freddie</strong> sempre valorizou a amizade em suas canÃ§Ãµes, e estÃ¡ Ã© mais um exemplo. A prÃ³xima mÃºsica, <strong>Who Wants to Live Forever</strong> Ã© um clÃ¡ssico absoluto e fatalmente conhecida por todos que viveram os anos 80. Foi o tema romÃ¢ntico do filme <strong>Highlander</strong> e a Ãºnica mÃºsica do <strong>Queen</strong> que Ã© lembrada por todos neste filme. Mas, quase todas as canÃ§Ãµes de <strong>A Kind of Magic</strong> tiveram uma pequena participaÃ§Ã£o no filme.</p>
<p>Logo depois temos duas mÃºsicas enigmÃ¡ticas. <strong>Gimme the Prize</strong> Ã© pesada e caÃ³tica em algumas passagens. Muito diferente das outras canÃ§Ãµes do disco. Ela foi o tema do vilÃ£o do filme, <strong>Kurgan</strong>, e em alguns momentos Ã© possÃ­vel ouvir algumas frases dos personagens ditas no filme. Procurem pelas eternizadas &#8220;<strong>I have something to say: It&#8217;s better to burn out than to fade away</strong>&#8221; de <strong>Kurgan</strong> ouÂ &#8221;<strong>There can be only one</strong>&#8221; de <strong>MacLeod</strong>. Uma verdadeira viagem cinematogrÃ¡fica. JÃ¡ a prÃ³xima mÃºsica, <strong>Dont Lose your Head</strong> (indicaÃ§Ã£o melhor que estÃ¡ para o filme nÃ£o existe), Ã© a mÃºsica mais datada do disco e a Ãºnica que vocÃª nÃ£o vai lembrar quando tentar elencar as melhores mÃºsicas do <strong>Queen</strong>.</p>
<p>E finalmente, temos a melhor mÃºsica do disco. <strong>Princes of the Universe</strong> Ã© um trabalho magnÃ­fico. Ã‰ a Ãºnica mÃºsica do disco creditada somente a <strong>Freddie Mercury</strong> e se mostra um trabalho complexo e, por incrÃ­vel que pareÃ§a, muito pesado. Faz muita bandinha iniciante de <strong>Heavy Metal</strong>Â  (e atÃ© algumas mais experientes) parecerem menininhas assustadas. O clipe da mÃºsica, que sÃ³ descobri recentemente, mostra vÃ¡rias cenas do filme e, em um momento, <strong>Mercury</strong> cruza espadas com <strong>MacLeod</strong>. Uma mÃºsica para ouvir vÃ¡rias vezes seguidas e que vai trazer lÃ¡grimas a seus olhos.</p>
<p>SÃ£o apenas nove mÃºsicas com pouco mais de 40 minutos de duraÃ§Ã£o. Estamos falando de uma Ã©poca em que a quantidade de mÃºsicas influenciava diretamente na qualidade sonora do disco. Duas curiosidades sobre o disco Ã© que ele foi um grande sucesso na Inglaterra ficando em 1Âº lugar nas paradas por diversas semanas, mas nos Estados Unidos teve uma recepÃ§Ã£o apenas morna. Este foi o Ãºltimo disco que contou com uma turnÃª mundial do <strong>Queen</strong> por conta da doenÃ§a de <strong>Freddie Mercury</strong> e sua debilitaÃ§Ã£o fÃ­sica.</p>
<p><iframe width="640" height="480" src="http://www.youtube.com/embed/VEJ8lpCQbyw" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Se vocÃª nÃ£o tem essa preciosidade entÃ£o corra e compre. Ã‰ relativamente fÃ¡cil encontrar todos os discos da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Angra &#8211; Banda vai para o Saco?</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 20:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma das coisas que estÃ£o me deixando triste neste Ãºltimo ano sÃ£o os caminhos que o Angra vem tomando. Recentemente se envolveram em mais uma polÃªmica por conta do show que apresentaram durante o Rock in Rio. Foi notÃ­cia em todos os sites de mÃºsica que a banda fez uma apresentaÃ§Ã£o horrÃ­vel durante o festival. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que estÃ£o me deixando triste neste Ãºltimo ano sÃ£o os caminhos que o <strong>Angra</strong> vem tomando. Recentemente se envolveram em mais uma polÃªmica por conta do show que apresentaram durante o <strong>Rock in Rio</strong>. Foi notÃ­cia em todos os sites de mÃºsica que a banda fez uma apresentaÃ§Ã£o horrÃ­vel durante o festival. Depois veio aquela troca de acusaÃ§Ãµes. A banda acusava a transmissÃ£o do <strong>Multishow</strong> de nÃ£o lanÃ§ar toda a qualidade de som para os telespectadores, mas quem mais reclamava da pÃ©ssima performance eram as pessoas que estavam presentes. NÃ£o dava para culpar a TV por conta deste detalhe.</p>
<p>Durante a <strong>Virada Cultural Paulista</strong> deste ano, o<strong> Angra</strong> se apresentou aqui em Presidente Prudente. Eu voltava a ver a banda depois de 10 anos. Tinha assistido o show da turnÃª do Ã¡lbum <strong>Rebirth</strong> e tinha ficado impressionado. Eu era um dos fÃ£s que nÃ£o ficaram muito felizes com a saÃ­da de <strong>AndrÃ© Matos</strong>, um dos grandes vocalistas do metal nacional. PorÃ©m, o disco novo era muito legal e <strong>Edu Falaschi</strong> se mostrou um bom substituto. O vocal era diferente, mas com igual qualidade. O show que assisti neste ano nÃ£o tinha nada ha ver com o do passado. Estavam divulgando o apenas mediano disco <strong>Acqua </strong>e a apresentaÃ§Ã£o foi burocrÃ¡tica, sem muita inspiraÃ§Ã£o e o som estava igualmente horrÃ­vel. Talvez problemas tÃ©cnicos estejam perseguindo os meninos.</p>
<p>Antes do show do <strong>Rock and Rio</strong> o prÃ³prio <strong>Edu Falaschi</strong> jÃ¡ tinha feito algumas declaraÃ§Ãµes Ã¡cidas a respeito da banda indicando que estava cansado de apenas tocar por dinheiro, que estava faltando espÃ­rito para a banda. Qualquer um que entende um pouco de mÃºsica jÃ¡ tinha notado que a coisa estava caminhando ladeira a baixo. Depois do show vÃ¡rios sites jÃ¡ tinham decretado o fim do grupo, mas os membros reagiram com certa violÃªncia nas declaraÃ§Ãµes afirmando que o <strong>Angra</strong> nÃ£o iria acabar. PorÃ©m, o vocalista contra atacou dizendo que estava entrando em um perÃ­odo de descanso por tempo indeterminado e que nÃ£o voltaria a cantar as mÃºsicas dos trÃªs primeiros Ã¡lbuns do <strong>Angra</strong>, pois elas possuÃ­am uma afinaÃ§Ã£o muito aguda, o que estava fazendo mal para sua voz. Ou seja, tudo Ã© uma grande porcaria.</p>
<p>Acho que o <strong>Angra</strong> deveria acabar. Eles jÃ¡ estÃ£o com seus nomes gravados para sempre na histÃ³ria do <strong>Heavy Metal Nacional</strong>. Gravaram alguns discos obrigatÃ³rios para todos que gostam deste tipo de mÃºsica e seria muito mais honrado darem um fim agora que todo mundo os vÃª de maneira positiva do que ficar tendo ataque de estrelismo e continuarem fazendo uma mÃºsica medÃ­ocre. Ã‰ uma pena, pois ainda me lembro dos bons tempos do Ã¡lbum <strong>Holy Land</strong> e sentirei falta daquela energia. Mas, a vida continua.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/angra-vai-para-o-saco.jpg" rel="lightbox[1656]" title="angra-vai-para-o-saco"><img class="aligncenter size-full wp-image-1657" title="angra-vai-para-o-saco" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/10/angra-vai-para-o-saco.jpg" alt="" width="480" height="320" /></a></p>
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		<title>Kamelot &#8211; Poetry for the Poisoned</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[MÃºsica]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[CD de mÃºsica]]></category>
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		<description><![CDATA[Ah, todo mundo diz que fico pegando no pÃ© do Kamelot. Claro, eu que devo estar errado, afinal de contas a mÃ­dia especializada fica babando no ovo da banda e falando maravilhas de seus Ãºltimos discos. Juro para vocÃªs que tentei ser camarada. Comprei o Ãºltimo disco do quinteto, o Poetry for the Poisonet, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, todo mundo diz que fico pegando no pÃ© do <strong>Kamelot</strong>. Claro, eu que devo estar errado, afinal de contas a mÃ­dia especializada fica babando no ovo da banda e falando maravilhas de seus Ãºltimos discos. Juro para vocÃªs que tentei ser camarada. Comprei o Ãºltimo disco do quinteto, o <strong>Poetry for the Poisonet</strong>, e ouvi-o dezenas de vezes a procura de toda a genialidade que a maioria dos sites especializados em <strong>Heavy Metal</strong> apontam. Infelizmente nÃ£o consegui ver nada.</p>
<p>Mas, sinceramente, a culpa deve ser minha. Eu gostava muito do <strong>Kamelot</strong> enquanto eles faziam o feijÃ£o com arroz do <strong>heavy metal melÃ³dico</strong>. Talvez eu seja muito conservador e nÃ£o consiga engolir facilmente as grandes mudanÃ§as de paradigmas musicais. Esse deve ser o mesmo motivo que me levaram a nÃ£o gostar muito dos Ãºltimos trabalhos do <strong>Blind Guardian</strong> (assunto para um prÃ³ximo texto). Minha relaÃ§Ã£o de amor com a banda comeÃ§ou com o Ã¡lbum <strong>The Fourth Legacy</strong> (1999) e terminou com o disco <strong>Epica</strong> (2003), um trabalho conceitual que estÃ¡ entre os mais bacanas que jÃ¡ fizeram com a classificaÃ§Ã£o de <strong>heavy metal</strong>. O que veio depois foi modernoso e sem sal em minha opiniÃ£o. Mas, todo mundo gostou.</p>
<p>Este <strong>Poetry for the Poisonet</strong> chega com um gostinho amargo de fim de uma Era. Parece que o vocalista da banda <strong>Roy Khan</strong>, pulou fora do barco por motivos religiosos. Deve ter enjoado de ganhar dinheiro. A arte da capa Ã© fantÃ¡stica. Um desenho caprichado e com arte finalizaÃ§Ã£o de primeiro mundo. SÃ³ isso jÃ¡ da vontade de ter o disco na sua coleÃ§Ã£o. Junto a isso temos a participaÃ§Ã£o de grandes nomes da mÃºsica mundial como <strong>Simone Simons</strong>, <strong>Amanda Somerville</strong>, <strong>Jon Oliva</strong>, <strong>BjÃ¶rn </strong>(?!?) e <strong>Gus G</strong>. E, finalizando a receita de bolo do disco, um final conceitual com uma mÃºsica em quatro partes. Tudo completo para um Ã³timo trabalho.</p>
<p>A banda estÃ¡ afiada, todo mundo sabe muito bem o que estÃ¡ fazendo e o vocaliza, embora com uma voz grave, pode ser considerado um dos grandes do metal melÃ³dico. Infelizmente as mÃºsicas nÃ£o decolam, fica tudo parado em uma zona cinza. Batidas mais modernas se mesclam a clichÃªs do metal e nÃ£o consigo ver um desenvolvimento natural das melodias. Ã‰ um disco ruim? NÃ£o, mas vocÃª tem que se forÃ§ar a ouvi-lo novamente. Destaques ficam por conta de <strong>The Zodiac</strong> (meio esquisita, mas bacana), <strong>Poetry for the Poisoned, Pt. II: So Long</strong> (com a belÃ­ssima e talentosa <strong>Simone Simons</strong>), <strong>Once Upon a Time</strong> (a que chega mais perto do estilo antigo da banda) e <strong>If Tomorrow Came</strong> (pesada e arrastada ao mesmo tempo).</p>
<p>Mais um disquinho para a coleÃ§Ã£o. Agora Ã© sÃ³ esperar o que o futuro vai reservar para a banda.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" rel="lightbox[1643]" title="Poetry-for-the-Poisonet"><img class="alignnone size-full wp-image-1645" title="Poetry-for-the-Poisonet" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" alt="" width="500" height="507" /></a></p>
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		<title>CD Viva Elvis</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 22:49:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava andando pela loja de CDs que costumo freqÃ¼entar e me deparei com uma obra nova que acabara de chegar. O CD se chamava Viva Elvis e Ã³bvio que se tratava de uma compilaÃ§Ã£o de mÃºsicas do Rei do Rock. Neste momento me flagelei mentalmente admitindo que nÃ£o tinha nunca comprado um CD de Elvis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/elvis-presley.jpg" rel="lightbox[1614]" title="elvis-presley"><img class="aligncenter size-full wp-image-1652" title="elvis-presley" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/elvis-presley.jpg" alt="" width="550" height="401" /></a></p>
<p>Estava andando pela loja de CDs que costumo freqÃ¼entar e me deparei com uma obra nova que acabara de chegar. O CD se chamava <strong>Viva Elvis</strong> e Ã³bvio que se tratava de uma compilaÃ§Ã£o de mÃºsicas do <strong>Rei do Rock</strong>. Neste momento me flagelei mentalmente admitindo que nÃ£o tinha nunca comprado um CD de <strong>Elvis Presley</strong>. PossuÃ­a apenas um conjunto de faixas em MP3. Me encolhendo em minha vergonha peguei o disco e corri para o caixa.</p>
<p>Chegando em casa fui ouvir a bolachinha e notei algo de errado. A coisa toda estava parecendo um grande remix das obras do mestre e, antes de gritar por heresia e sair com tochas e cÃ£es procurando os autores da barbaridade, fui atÃ© o <strong>Deus Google</strong> (aquele que tudo sabe) e fiz uma pequena pesquisa sobre o tÃ­tulo. Na verdade, <strong>Viva Elvis</strong> Ã© a sonorizaÃ§Ã£o de um espetÃ¡culo organizado e encenado pelo <strong>Cirque du Soleil</strong> sobre a vida do cantor. As faixas foram remixadas, alguns artistas foram incluÃ­dos em algumas mÃºsicas e tambÃ©m podemos ver trechos de entrevistas, diÃ¡logos gravados em estÃºdio e dos filmes de <strong>Elvis Preley</strong>.</p>
<p>No prÃ³prio encarte do disco podemos ver no texto a intenÃ§Ã£o de fazer uma homenagem ao maior artista que o rock jÃ¡ viu e tambÃ©m de fazer experiÃªncias sobre como seriam algumas das mÃºsicas gravadas por ele nos dias de hoje. Tirando a pequena arrogÃ¢ncia de tentar reescrever mÃºsicas que jÃ¡ sÃ£o perfeitas, o disco atÃ© que funciona bem. SÃ£o apenas 40 minutos com faixas animadas e com boa qualidade. O efeito mais interessante do disco Ã© fazer vocÃª correr atrÃ¡s dos discos originais do <strong>Rei</strong>.</p>
<p>Destaques mais evidentes da obra sÃ£o <strong>Suspicious Minds</strong>, <strong>Bossa Nova Baby</strong>, <strong>Heartbreak Hotel</strong>, <strong>Blue Suede Shoes</strong> e uma belÃ­ssima versÃ£o para <strong>Love Me Tender</strong>. No geral um disco bacana. Vale a pena ter em casa.</p>
<p>Vejam abaixo um pequeno exemplo do espetÃ¡culo. Eu gostaria de ver isso ao vivo.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/s7EngLaHUO4" frameborder="0" width="500" height="405"></iframe></p>
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		<title>Cindy Lauper &#8211; Memphis Blues</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 19:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cindy Lauper cantando Blues? E acompanhada de grandes mÃºsicos desse gÃªnero? Confesso que nÃ£o coloquei muita fÃ© nessa produÃ§Ã£o, mas como sou fÃ£ de seu trabalho pop da dÃ©cada de 1980, decidi dar uma chance ao disco. Ao abrir a capa do CD temos a seguinte dedicatÃ³ria: &#8220;Este Ã¡lbum Ã© dedicado a Ma Rainey, MÃ£e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cindy Lauper</strong> cantando <strong>Blues</strong>? E acompanhada de grandes mÃºsicos desse gÃªnero? Confesso que nÃ£o coloquei muita fÃ© nessa produÃ§Ã£o, mas como sou fÃ£ de seu trabalho pop da dÃ©cada de 1980, decidi dar uma chance ao disco. Ao abrir a capa do CD temos a seguinte dedicatÃ³ria:</p>
<p>&#8220;Este Ã¡lbum Ã© dedicado a <strong>Ma Rainey</strong>, <strong>MÃ£e do Blues</strong>. Obrigado pelo seu trabalho e estilo, e para todos os artistas de Blues no inÃ­cio que viajaram atravÃ©s da encruzilhada, mala nas mÃ£os, para <strong>Memphis</strong>. Sua mÃºsica e espÃ­rito ainda podem ser sentidos atÃ© hoje &#8230; muito respeito.&#8221;</p>
<p>NÃ£o sei vocÃªs, mas esse Ã© o tipo de coisa que faz um arrepio percorrer minha espinha. <strong>Ma Rainey</strong> foi a primeira cantora profissional de <strong>Blues</strong> dos Estados Unidos e ajudou a moldar o estilo que conhecemos hoje. Ela viveu entre 1882 e 1939 e Ã© influÃªncia declarada de muitos artistas que adoro. A referÃªncia a <strong>Memphis</strong> Ã© porque a cidade foi o berÃ§o de grandes movimentos musicais dos Estados Unidos, como o <strong>Blues,</strong> o <strong>Rock and Roll</strong> e o <strong>Gospel</strong> (sÃ³ coisa boa hein?). Com toda essa histÃ³ria e os personagens envolvidos, o disco possuÃ­a tudo para ser um estouro. E foi.</p>
<p>Minha principal referÃªncia de <strong>Cindy Lauper</strong> Ã© a mÃºsica tema do filme <strong>Os Goonies</strong>. Depois de um grande estouro nos anos de 1980 ela ficou limitada ao territÃ³rio americano nos lanÃ§amentos da dÃ©cada de 1990 e anos 2000. Em 2009 ela anunciou no <strong>twitter</strong> que gravaria um disco de <strong>Blues </strong>e em junho de 2010 esse <strong>Memphis Blues</strong> chegou Ã s prateleiras.</p>
<p>Junto com Cindy encontramos no disco participaÃ§Ãµes mais que especiais de <strong>B.B. King</strong>, <strong>Allen Toussaint</strong>, <strong>Clarlie Musselwhite</strong>, <strong>Ann Peebles</strong>, <strong>Leo Gondelman</strong> e <strong>Jonny Lang</strong>. A banda que acompanha a moÃ§a estÃ¡ afiadÃ­ssima e temos vÃ¡rias Ã³timas performances de guitarra, piano e gaita. Cabe lembrar que o <strong>Blues</strong> do <strong>Mississipe</strong> Ã© um pouco mais lento, mais depressivo, porÃ©m perfeito para curtir uma noite calma em sua sala de mÃºsica.</p>
<p>VocÃª demora um pouco para se acostumar com o desempenho vocal de <strong>Cindy Lauper</strong>, afinal de contas ela possui um timbre de voz muito mais agudo do que seria o normal nesse tipo de mÃºsica, mas na segunda audiÃ§Ã£o vocÃª jÃ¡ nÃ£o liga mais para isso. Destaques inegÃ¡veis da produÃ§Ã£o sÃ£o <strong>Just Your Fool</strong>, <strong>Romance in the Dark</strong> (muito triste), <strong>Crossroads</strong> e <strong>I Don&#8217;t Want to Cry</strong>. Para nÃ³s que vivemos aqui no HemisfÃ©rio Sul e que nÃ£o temos muito acesso ao que acontece no meio musical americano (pelo menos ao que nÃ£o Ã© produzido para ser consumido mundialmente) podemos pensar que esse foi apenas mais uma tentativa da cantora de ganhar uns trocos, mas o disco teve um Ã³timo impacto e rendeu algumas boas repercussÃµes:</p>
<p><em>&#8220;Memphis Blues&#8221;</em> debutou em #26 na <strong>Billboard 200,</strong> vendendo 15.353 cÃ³pias na semana de lanÃ§amento e conquistando a terceira melhor posiÃ§Ã£o da carreira de<strong> Lauper</strong>. O Ã¡lbum Ã© considerado um sucesso para o gÃªnero, pois ficou 14 semanas em primeiro lugar na parada de blues da <strong>Billboard</strong> e suas vendas jÃ¡ ultrapassaram 600 mil cÃ³pias, sendo 10 mil destas no Brasil.AlÃ©m disso, 7 canÃ§Ãµes do Ã¡lbum entraram de uma sÃ³ vez no <strong>Top 25 Billboards Blues Digital Songs</strong>, incluindo <strong>Crossroads</strong> em 1Âº lugar.</p>
<p>Cabe tambÃ©m destacar a Ã³tima produÃ§Ã£o fotogrÃ¡fica do Ã¡lbum, uma marca registrada da cantora. Belas fotos e figurinos inspirados. Eu recomendo.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/cindy_lauper_memphis_blues.jpg" rel="lightbox[1537]" title="cindy_lauper_memphis_blues"><img class="aligncenter size-full wp-image-1538" title="cindy_lauper_memphis_blues" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/cindy_lauper_memphis_blues.jpg" alt="" width="500" height="498" /></a></p>
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		<title>Iron Maiden &#8211; The X Factor</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 19:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje Ã© <strong>Dia Mundial do Rock</strong>. Dia de lembrar o estilo musical mais apaixonante do mundo e de doar sangue, claro. Mas, tanto lembrar do <strong>Rock</strong> quanto doar sangue deveriam ser atividades rotineiras em nossas vidas, e nÃ£o apenas em um dia do ano. JÃ¡ cheguei a fazer grandes especiais aqui no blog nessa data, mas hoje resolvei lembrar de um disco que nÃ£o Ã© novo, mas que foi uma das grandes injustiÃ§as do mundo do <strong>Heavy Metal</strong>. Talvez um dos grandes exemplos da intolerÃ¢ncia e falta de visÃ£o dos fÃ£s desse estilo.</p>
<p>Em 1992 uma bomba caiu no meio musical pesado. <strong>Bruce Dickinson</strong> havia noticiado que sairia do <strong>Iron Maiden</strong> para dar continuidade a sua carreira solo. Talvez estivesse animado com a repercussÃ£o de seu primeiro disco, intitulado <strong>Tatooed Millionaire</strong> e que foi lanÃ§ado em 1990. O disco Ã© divertido, mas Ã© sÃ³ isso. Nenhuma grande inovaÃ§Ã£o no estilo. PorÃ©m, a confusÃ£o estava lanÃ§ada. Como encarar a banda sem o vocalista que muitos consideravam o melhor do <strong>Heavy Metal</strong>? Nesse ponto o evento foi utilizado para ganhar uma grana violenta encima dos fÃ£s. Uma mega turnÃª de despedida foi agendada e dela tivemos dois discos ao vivo (<strong>A Real Live One</strong> e <strong>A Real Death One</strong>) e que no futuro foram vendidos como CD duplo (sim, isso ainda era na Ã©poca em que o vinil era mais vendido por aqui). Finalmente <strong>Bruce</strong> deu adeus e ninguÃ©m sabia o que iria acontecer com a <strong>Donzela de Ferro</strong>.</p>
<p>Foi nesse momento que alguÃ©m teve a brilhante idÃ©ia de fazer um concurso para escolher o novo vocalista da banda. Quem estivesse interessado em concorrer era sÃ³ mandar uma fita demo (quem lembra disso levanta a mÃ£o) para o empresÃ¡rio da banda e participar da seleÃ§Ã£o. AtÃ© o <strong>AndrÃ© Matos</strong>, na Ã©poca vocalista do <strong>Angra</strong>, participou desse rocambole. Mais uma grande forma de conseguir publicidade para o grupo. Depois de muito esperar foi anunciado que o novo vocalista da banda inglesa seria <strong>Blaze Bayley</strong>, que cantava na banda <strong>Wolfsbane</strong>. Para nÃ³s que moramos no hemisfÃ©rio sul a Ãºnica pergunta que passava por nossas cabeÃ§as era: Quem? Isso mesmo. Para mim ele era um ilustre desconhecido e nÃ£o tÃ­nhamos internet para ficar procurando pelas mÃºsicas de sua antiga banda. Restava-nos esperar.</p>
<p>Em 1995, trÃªs anos depois do anÃºncio da despedida de <strong>Bruce</strong>, chegava as prateleiras do mundo inteiro o disco <strong>The X Factor</strong>, o primeiro da banda com o novo vocalista. O legal Ã© que esse disco foi o primeiro que comprei em CD em minha vida, jÃ¡ que o vinil nÃ£o foi vendido aqui em minha cidade. Tive que comprar um aparelho de CD player rapidamente para poder ouvir o novo disco. A curiosidade me matava. Cabe aqui uma pequena explicaÃ§Ã£o. FÃ£s de <strong>Iron Maiden</strong> sÃ£o os mais raivosos, fanÃ¡ticos e intransigentes do mundo do <strong>heavy metal</strong>. Chega a ser quase ignorÃ¢ncia. Ã“bvio que odiei o Ã¡lbum. Achava tudo muito devagar, a voz do vocalista uma porcaria e o timbre da guitarra muito esquisito. Eu e milhares de pessoas ao redor do mundo querÃ­amos a volta de <strong>Bruce Dickinson</strong>. QuerÃ­amos continuar ouvindo o mesmo som sem mudanÃ§as e com a mesma cadÃªncia dos Ãºltimos 10 anos. Tantas foram as reclamaÃ§Ãµes que a banda chutou o vocalista alguns anos depois e implorou para <strong>Bruce</strong> voltar. Esse aceitou jÃ¡ que nÃ£o conseguiu sozinho produzir muita coisa que fosse relevante (para os mais esquentadinhos eu afirmo novamente que a carreira solo de <strong>Bruce</strong> produziu dois discos bacaninhas e a <strong>Tears of the Dragon</strong>).</p>
<p>Hoje, 16 anos depois, com uma bagagem maior de influÃªncias musicais e com um conhecimento mais detalhado do que Ã© mÃºsica de qualidade, posso afirmar que o <strong>The X Factor</strong> foi o disco mais injustiÃ§ado da histÃ³ria e que <strong>Blaze Bayley</strong> Ã© um grande vocalista, dentro de seu estilo e respeitando suas limitaÃ§Ãµes. Estou ouvindo o disco agora. As mÃºsicas sÃ£o mais lentas, com um clima mais sombrio. A grande diferenÃ§a, em relaÃ§Ã£o aos discos anteriores da banda, Ã© que a sonoridade das guitarras estÃ¡ mais grave do que aguda e o baixo estÃ¡ muito mais presente e relevante. Nada de cavalgadas, mas uma cadÃªncia que leva as mÃºsicas para o lugar certo. A obra Ã© a prova de amadurecimento e a chegada da banda Ã  idade adulta. Acima de tudo, foi um disco construÃ­do para as possibilidades do novo vocalista. Nada de gritos agudos ou batidas muito rÃ¡pidas. Um disco perfeito. Arrisco a dizer que esse foi o Ãºltimo disco feito pela banda que todos gostÃ¡vamos. O Ãºltimo exemplo de genialidade do <strong>Iron Maiden</strong>. O resto que veio depois Ã© mÃºsica para agradar as massas. Musicas feitas com receitinha de bolo.</p>
<p>Se vocÃª Ã© um fÃ£ recente da banda, sugiro procurar esse disco. Sei que nÃ£o Ã© tÃ£o fÃ¡cil de achar quanto os outros tÃ­tulos do <strong>Iron Maiden</strong>, mas vale a pena. Acima de tudo, abandone a fÃ© cega e religiosa de que <strong>Bruce Dickinson</strong> Ã© o melhor do universo, pois nÃ£o Ã©, e abra a mente para o que foi produzido nesse disco. NÃ£o o classifique apenas como mais um disco da <strong>Donzela de Ferro</strong> e sim como um disco de mÃºsica de qualidade. VocÃª vai ser mais feliz desse jeito.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/The_x_factor.jpg" rel="lightbox[1523]" title="The_x_factor"><img class="alignnone size-full wp-image-1525" title="The_x_factor" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/The_x_factor.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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		<title>E eu comprei um CD da Beyonce&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 00:53:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando joguei no meu Twitter que tinha comprado um CD da Beyonce a reaÃ§Ã£o dos meus amigos foi quase imediata. Alguns perguntaram se eu estava doente, outros se era zuaÃ§Ã£o e um me lembrou que 2012 Ã© sÃ³ no ano que vem e que os sinais do fim do mundo nÃ£o precisam comeÃ§ar agora. Deixando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando joguei no meu <strong><a href="http://twitter.com/defenestrado">Twitter</a></strong> que tinha comprado um CD da <strong>Beyonce </strong>a reaÃ§Ã£o dos meus amigos foi quase imediata. Alguns perguntaram se eu estava doente, outros se era zuaÃ§Ã£o e um me lembrou que 2012 Ã© sÃ³ no ano que vem e que os sinais do fim do mundo nÃ£o precisam comeÃ§ar agora. Deixando de lado as brincadeiras, eu atÃ© entendo a reaÃ§Ã£o dos indivÃ­duos que me conhecem. Sempre fui encarado com um fÃ£ de <strong>Heavy Metal Die Hard</strong>, mas nÃ£o quer dizer que nÃ£o tenha senso musical para admitir que alguma outra mÃºsica fora do estilo nÃ£o seja boa.</p>
<p>Para falar a verdade, eu fui um fÃ£ ignorante e radical atÃ© os meus 18 anos de idade. Todos meus amigos gostavam do mesmo tipo de mÃºsica que eu e o que estava fora disso nÃ£o prestava. Para ter noÃ§Ã£o de como isso era grave eu nÃ£o gostava de <strong>Queen</strong>. Achava uma banda POP boba. Olha sÃ³ o tamanho do meu pecado. Mas, ao entrar na faculdade tudo isso foi mudando gradativamente. Tornei-me amigo de pessoas que possuÃ­am outros estilos musicais como preferÃªncia e fui notando que existe vida inteligente fora do <strong>Heavy Metal</strong>. E com isso fui adquirindo outras informaÃ§Ãµes, influÃªncias e descobrindo outros gÃªneros musicais. Hoje nÃ£o tenho vergonha disso, e mais, tento abrir a mente dos ignorantes.</p>
<p>Nessa semana estava esperando o inicio de uma sessÃ£o de cinema e dei uma passada nas <strong>Lojas Americanas</strong> do Shopping. Sempre evito entrar porque sei da existÃªncia de promoÃ§Ãµes de CDs e DVDs e gastar estÃ¡ sendo uma coisa penosa para mim. Mas, acabei nÃ£o resistindo e comprei quatro CDs na banca de R$ 9,90. Ai que entra a coisa estranha. Nenhum deles tem a ver com o estilo musical que gosto preferencialmente, mas todos possuem um apelo pop. O primeiro foi o Ã¡lbum da <strong>Beyonce</strong>. Achei o disco duplo <strong>I Am&#8230; Sasha Fierce</strong> e o comprei apenas por conta da mÃºsica <strong>Halo</strong>. Ela Ã© um hit nos slideshows de fotos em festas de casamento. SÃ³ tinha o MP3 e decidi comprar o original. Pelo que entendi o CD1 do disco Ã© apenas de baladinhas (todas legais) e o CD2 Ã© o pop batidÃ£o que a cantora costuma fazer. SÃ³ estou ouvindo o CD1.</p>
<p>O segundo disco foi um ao vivo do <strong>Phil Collins</strong> intitulado <strong>Serious Hits&#8230; Live!</strong> e que foi lanÃ§ado em 1990. Nunca acompanhei a carreira do rapaz e nem de sua antiga banda, o <strong>Genesis</strong>. Mas, hÃ¡ muito tempo queria comprar esse CD por conta de alguns clÃ¡ssicos do Pop dos anos de 1980. Aqui temos <strong>Against All Odds (Take a Look at me Now)</strong>, <strong>One More Night</strong> e <strong>Another Day in Paradise</strong>. MÃºsica bacana para curtir uma noite de sÃ¡bado em casa, principalmente no frio. O terceiro disco comprado Ã© uma coletÃ¢nea do <strong>ZÃ© Ramalho</strong>. Isso mesmo amigos, um cara que nÃ£o tem nada a ver com minhas preferÃªncias musicais mais estremas. Mas, tenho uma grande amiga que possui um disco acÃºstico do cantor e algumas mÃºsicas sÃ£o bem legais. Aqui temos <strong>MistÃ©rios da Meia Noite</strong>, <strong>AvÃ´hai</strong>, <strong>Batendo na Porta do CÃ©u</strong> e a minha preferida, <strong>Taxi Lunar</strong>. O terceiro disco, se esses CDs fossem as trombetas do apocalipse esse Ãºltimo seria para destruir tudo. Comprei tambÃ©m uma coletÃ¢nea do <strong>Roupa Nova</strong>, isso mesmo, dos maiores representantes do pop com aÃ§Ãºcar do Brasil.Nem precisa explicar, pois muitas mÃºsicas estÃ£o em nosso cÃ³digo genÃ©tico de tÃ£o executadas em rÃ¡dios e novelas.</p>
<p>Quatro CDs bacaninhas por menos de R$ 50,00. Sei que nÃ£o deveria gastar, mas nÃ£o resisti. Divertimento garantido por alguns dias.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/I-Am...-Sasha-Fierce.jpg" rel="lightbox[1514]" title="I Am... Sasha Fierce"><img class="aligncenter size-full wp-image-1515" title="I Am... Sasha Fierce" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/I-Am...-Sasha-Fierce.jpg" alt="" width="450" height="450" /></a></p>
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		<title>Avantasia &#8211; The Wicked Symphony</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 20:43:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
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		<category><![CDATA[Hard Rock]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando comprei o primeiro disco do Avantasia, projeto capitaneado por Tobias Sammet, eu nÃ£o sabia o que esperar. A capa era bacana, o nome das mÃºsicas levavam a uma histÃ³ria medieval e as participaÃ§Ãµes especiais eram de nomes de peso dentro do cenÃ¡rio heavy metal internacional. Comprei, levei para casa e quando ouvi a bolachinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando comprei o primeiro disco do <strong>Avantasia</strong>, projeto capitaneado por <strong>Tobias Sammet</strong>, eu nÃ£o sabia o que esperar. A capa era bacana, o nome das mÃºsicas levavam a uma histÃ³ria medieval e as participaÃ§Ãµes especiais eram de nomes de peso dentro do cenÃ¡rio <strong>heavy metal</strong> internacional. Comprei, levei para casa e quando ouvi a bolachinha tive certeza que estava diante de um dos grandes discos que tive a oportunidade de ouvir em minha vida. O tempo passou e outros discos apareceram, porÃ©m sem atingir a qualidade mostrada no primeiro Ã¡lbum. Segui a carreira do projeto atÃ© o terceiro disco, que inclinava o direcionamento musical para o <strong>Hard Rock</strong>. Foi ai que abandonei e deixei a banda de lado.</p>
<p>Agora, depois de assistir a um DVD ao vivo Ã© que decidi dar mais uma chance ao grupo. Para minha surpresa existiam mais dois discos lanÃ§ados depois de <strong>Scarecrow </strong>(terceiro disco) e que foram colocados no mercado de forma simultÃ¢nea em abril de 2010. Como a grana anda curta, no momento comprei apenas um deles. Tenho agora em minhas mÃ£os o disco <strong>The Wicked Symphony</strong> e digo que encontrei aqui momentos muito bacanas. A metodologia continua a mesma. Uma banda montada como espinha dorsal do projeto e uma quantidade enorme de convidados para dar vida Ã  uma histÃ³ria conceitual.</p>
<p>De cara podemos notar que o <strong>Hard Rock</strong> continua presente, mas ele nÃ£o Ã© mais onipresente. Temos muito de <strong>Heavy Metal</strong> aqui e os prÃ³prios convidados especiais jÃ¡ demonstram essa orientaÃ§Ã£o. EstÃ£o presentes <strong>JÃ¸rn Lande</strong>, <strong>Michael Kiske</strong>, <strong>Tim &#8220;Ripper&#8221; Owens</strong>, <strong>AndrÃ© Matos</strong>, <strong>Bruce Kulick</strong> e muitos outros. As mÃºsicas sÃ£o rÃ¡pidas e melÃ³dicas e com peso necessÃ¡rio para tornar o Ã¡lbum um bom item em sua coleÃ§Ã£o de <strong>Heavy Metal</strong>.</p>
<p>Temos diversos destaques aqui, mas vou ficar em apenas duas mÃºsicas. A primeira Ã© a mÃºsica tÃ­tulo com seus quase 10 minutos de duraÃ§Ã£o e com muita melodia, intervenÃ§Ãµes de teclado e um refrÃ£o que gruda na cabeÃ§a e nÃ£o sai mais. O segundo destaque Ã© a mÃºsica <strong>Scales of Justice</strong> onde temos a participaÃ§Ã£o do ex-vocalista do <strong>Judas Priest</strong>, <strong>Tim &#8220;Ripper&#8221; Owens</strong>. Essa Ã©, com certeza, a mÃºsica mais bacana do disco todo. Ã“tima melodia, refrÃ£o grudento, mas ela Ã© cantada com uma energia que beira a raiva. Muito legal. O rapaz Ã© um Ã³timo vocalista. Foi mal aproveitado em sua antiga banda.</p>
<p><strong>The Wicked Symphony</strong> Ã© uma obra de arte? NÃ£o, mas vai te garantir um bom divertimento. Muito melhor que alguns lanÃ§amentos que tenho ouvido ultimamente.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/avantasia.jpg" rel="lightbox[1511]" title="avantasia"><img class="alignnone size-full wp-image-1512" title="avantasia" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/07/avantasia.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p>
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