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	<title>defenestrado  Pirataria</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>O Blu-Ray vai salvar as locadoras? Eu acho que não</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 15:27:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blu-Ray Disc]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando os primeiros DVDs chegaram às locadoras aqui da cidade foi uma verdadeira revolução, pelo menos em minha vida. Sempre fui um rato de locadora e meu principal divertimento era garimpar fitas VHS para poder assistir no fim de semana. O DVD era melhor, com áudio mais bacana e não sofria com a falta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os primeiros <strong>DVDs</strong> chegaram às locadoras aqui da cidade foi uma verdadeira revolução, pelo menos em minha vida. Sempre fui um rato de locadora e meu principal divertimento era garimpar fitas <strong>VHS</strong> para poder assistir no fim de semana. O<strong> DVD</strong> era melhor, com áudio mais bacana e não sofria com a falta de qualidade das antigas fitas. Nitidez e praticidade, já que poderíamos levar para casa tanto o filme legendado quanto o dublado. Claro que nem tudo era uma maravilha. Muita empresa, por não respeitar o mercado brasileiro, colocou nas lojas filmes com qualidade bizarra ou canais de áudio apenas em estéreo, o que é um crime com uma tecnologia que pode oferecer tantas possibilidades.</p>
<p>Mas, essa fase durou pouco tempo. Com os filmes em DVD chegaram também as versões piratas. No começo elas eram até bem feitas, com impressão de capa e do miolo do DVD com boa qualidade. Depois desandou, pois perceberam que o consumidor que leva para casa um DVD pirata não está atrás de qualidade, apenas de ver o filme por um preço absurdamente baixo. Hoje é possível comprar em qualquer camelô 5 filmes por R$ 10,00. Versões mal gravadas, às vezes mutiladas (faltando canais de áudio) e com compactação absurda. Qualquer bom apreciador de cinema já ficaria com os cabelos arrepiados em ver um filme dessa qualidade. O consumidor alega que o aluguel ou o valor do filme para compra é muito alto. Pura besteira. Vejo muita gente com home theater de 50 mil reais que compra filmes piratas. É uma questão cultural do brasileiro de sempre querer levar vantagem em tudo.</p>
<p>Um reflexo desse comportamento é que a maioria das locadoras aqui da cidade acabou falindo. Até as grandes redes sentiram o baque e fecharam lojas. Hoje, apenas umas cinco locadoras de qualidade existem e se mantém atualizadas com os últimos lançamentos. Todas elas enxergam no <strong>Blu-Ray</strong> uma fonte de novos negócios e uma oportunidade de conseguirem reverter o quadro criado com o DVD. Para o público exigente a alta definição veio para ficar. Hoje tenho muita dificuldade de assistir um filme que não seja pelo menos em <strong>HD</strong>. Mas, o formato vai salvar as locadoras de vídeo? Acho que não, pelo menos em locais civilizados onde a conexão de internet seja muito boa. Embora muitos digam que é muito difícil copiar um filme em formato <strong>Blu-Ray</strong>, existem diversos locais na internet que fornecem links para downloads de filmes em alta definição e com ótima qualidade de som. Os arquivos <strong>MKV</strong> baixados possuem entre 5 GB (HD) e 11GB (Full HD). A maioria com legendas em português e dois idiomas de áudio.</p>
<p>Embora sejam arquivos enormes são possíveis de serem baixados em menos de um dia, ou talvez em um fim de semana, e com a vantagem de estarem disponíveis antes dos filmes chegarem as locadoras. No dia de hoje é possível achar o <strong>Thor</strong>, <strong>Velozes e Furiosos V</strong>, <strong>Priest</strong> e <strong>X-Men First Class</strong>. E, para ajudar ainda mais quem não quer pagar o aluguel do filme, quase todos os aparelhos de <strong>Blu-Ray</strong> rodam esse tipo de arquivo, possibilitando desfrutar da qualidade de sua TV e do seu Home Theater. Talvez o impacto disso ainda não esteja visível, mas prevejo um futuro negro para as locadoras.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/locadoras-de-v%C3%ADdeo.jpg" rel="lightbox[1612]" title="locadoras-de-vídeo"><img class="aligncenter size-full wp-image-1660" title="locadoras-de-vídeo" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/locadoras-de-v%C3%ADdeo.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a></p>
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		<title>Pirataria: várias facetas</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/10/20/pirataria-varias-facetas/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Oct 2008 17:58:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana passada, em uma operação conjunta da Polícia Militar e o GAERCO (Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) confiscou 80 mil mídias entre Cds de música, DVDs de filmes e jogos considerados pirateados no Shopping Popular de Presidente Prudente. A denúncia foi feita ao ministério público pela APCM (Associação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src="http://lorenti.org/wp-content/2008/10/pirataria.jpg" alt="" /></div>
<p>Semana passada, em uma operação conjunta da <strong>Polícia Militar</strong> e o<strong> GAERCO</strong> (Grupo de Atuação Especial Regional para Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) confiscou 80 mil mídias entre Cds de música, DVDs de filmes e jogos considerados pirateados no Shopping Popular de Presidente Prudente. A denúncia foi feita ao ministério público pela <strong>APCM</strong> (Associação Antipirataria de Cinema e Música) e a polícia executou 25 mandatos de busca e apreensão. A ação deixou vários dos comerciantes sem nenhuma mercadoria e um sentimento de revolta. Embora vender produtos pirateados seja uma afronta a <strong>Lei de Direitos Autorais</strong>, mas, será que isso tem algum efeito?</p>
<p>Quem acompanha esse blog nos anos de sua existência sabe que tenho uma posição dialética quanto à pirataria. Embora não consuma esses produtos, sou a favor como forma de pressão sobre os órgãos oficiais. Mas, sempre adiciono novas relações ao meu modo de pensar. No Brasil, o ato de consumir produtos piratas é devido mais a falta de políticas educacionais do que a baixa renda da população. Tudo pode ser reduzido a um fator cultural que é, de uma forma ou de outra, afirmado e perpetuado pelo próprio Estado. Aquela velha prática do país do jeitinho ainda está em uso explícito em nossa sociedade. Uma prova disso é que entre os consumidores de filmes falsificados (ou genéricos, como os camelôs do local oferecem o produto), encontramos Promotores de Justiça e Delegados Federais. Ou seja, um hábito considerado normal até por quem deveria coibir a prática.</p>
<p>Por outro lado, temos a visão de quem vende esses produtos. Acho que todo mundo já viu aquelas propagandas inseridas nos DVDs de filmes, mostrando que quem compra filme pirata contribuí com o crime organizado. Pode até ser, mas é uma generalização brutal e muita gente acha aquilo uma forma de forçar a  barra. Conheço gente que vende filmes no Shopping Popular e são pessoas que agarraram essa oportunidade para escapar do desemprego revendendo um produto fácil de comprar e com grande aceitação popular. Alguns vivem somente disso e não estão de maneira alguma alinhados com alguma facção criminosa. Claro que muita grana circula nesse meio, mas existem múltiplas facetas dessa questão.</p>
<p>Existem algumas coisas práticas que podem ser feitas para eliminar a pirataria no Brasil. Veja como é  prático:</p>
<p>- Nível de ensino &#8211; temos que ter uma melhor qualidade de ensino, e não a enganação que o estado nos empurra pela goela. Hoje o aluno sai da escola sem saber ler. Como cobrar que ele cumpra as leis?</p>
<p>- Nível cultural &#8211; não adianta apenas saber ler e escrever, tem que ter acesso a cultura. Funk e revista de mulher pelada não é cultura.</p>
<p>- Poder aquisitivo &#8211; isso é fundamental. A sociedade brasileira pode até estar comprando mais, mas isso se deve ao sistema de crédito maleável das <strong>Casas Bahia</strong>. </p>
<p>- Preço justo pelo produto – no meu ponto de vista, todos tem direito ao acesso a cultura. Nisso está incluído músicas e filmes, assim como espetáculos em geral.  Ao comprar os produtos originais somos obrigados a pagar mais caro e por versões com menor qualidade do que as que são lançadas nos Estados Unidos ou Europa. Em alguns casos, fica mais barato comprar em lojas do exterior e pagar o frete para o Brasil do que comprar a versão nacional. </p>
<p>- Cumprimento das leis por todos os seguimentos da sociedade &#8211; como exigir que a lei seja cumprida quando a população está acostumada a ver políticos e empresários se safando dos flagrantes? Enquanto a sociedade pensar que vivemos em um país sem lei, tudo que for mais fácil e prático, embora não legal, vai predominar.</p>
<p>Caminho simples para eliminar o problema com a pirataria e vários outros pequenos problemas sociais de nosso país. Falar é fácil, difícil e implementar.</p>
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		<title>E a locadora faliu!</title>
		<link>http://lorenti.org/2007/12/12/e-a-locadora-faliu/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 04:39:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[O setor de aluguel de filmes está passando por uma grave crise. A pirataria está destruindo as pequenas locadoras e as grandes estão sentindo a pancada. Hoje é possível comprar em qualquer camelô 3 filmes por R$ 10,00. Com capinha xerocada e dentro de um saquinho. Em muitos casos a taxa de compressão estraga a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/12/2e4d0_1.jpg' alt='2e4d0_1.jpg' /></div>
<p>O setor de aluguel de filmes está passando por uma grave crise. A pirataria está destruindo as pequenas locadoras e as grandes estão sentindo a pancada. Hoje é possível comprar em qualquer camelô 3 filmes por R$ 10,00. Com capinha xerocada e dentro de um saquinho. Em muitos casos a taxa de compressão estraga a qualidade do filme e os canais de audio não estão completos. Outra coisa limada das versões &#8220;alternativas&#8221; são os extras, que consomem muito espaço. Parece que brasileiro não liga para qualidade de imagem e nem para os extras, como documentários, cenas excluídas, entrevistas e comentários dos membros da produção. Eu gosto de tudo isso e, para mim, a qualidade tem que vir acima do preço. Curiosamente, a indústria dos DVDs até que está praticando preços justos. Embora um lançamento possa estar custando muito caro para os padrões do consumidor brasileiro, não demora muito para esse preço cair e o DVD ser incluído em alguma promoção das grandes lojas. DVDs a R$ 10,00, R$ 15,00 e R$ 20,00 podem ser encontrados facilmente. O Box com os três filmes de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0088763/">De Volta para o Futuro</a> podem <a href="http://www.submarino.com.br/dvds_productdetails.asp?Query=ProductPage&#038;ProdTypeId=6&#038;ProdId=1871512&#038;ST=SR&#038;franq=178798">ser adquiridos por R$ 39,90</a>. Embora o consumidor de produtos pirata possa achar esse preço exorbitante, eu considero muito justo.</p>
<p>Sendo levada por essa lógica do mercado consumidor (preço baixo e pouca qualidade) a única locadora de vídeo de meu bairro acaba de falir. Quinta-Feira vai ser o ultimo dia de funcionamento. Pode parecer um fato pequeno, mas meu bairro fica afastado do centro do município (é quase um distrito) e aqui moram mais de 25 mil pessoas (mais do que em muita cidade da região). Seria um lugar ótimo para uma locadora, ainda mais sem concorrência. Mas, as diversas barraquinhas de produtos piratas tornaram o negócio inviável. Mas, locadora falida é sinônimo de DVDs a venda. Aproveitando esse momento difícil para o dono do estabelecimento, aproveitei para abastecer minha coleção particular de DVDs. Abaixo os itens que agora estão em minha estante.</p>
<p><strong>Batman Begins</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0372784/">Batman Begins</a>, 2005) &#8211; Filme modernoso e muito bacana que reapresenta o cavaleiro das trevas as novas gerações. Para quem tem em mente o velho filme com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000474/">Michael Keaton</a> no papel principal, essa produção foi uma surpresa. Muita ação, pancadaria, bons efeitos especiais e toda a construção psicológica do personagem foi mostrada de maneira competente. <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000288/">Christian Bale</a> está muito bem no papel de Batman e, fora alguns furos no roteiro, o filme é muito bom.</p>
<p><strong>Stigmata</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0145531/">Stigmata</a>, 1999) &#8211; Ótimo filme de suspense envolvendo dógmas da igreja e uma leve dose de terror. Na história, <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000099/">Patricia Arquette</a> tem seu corpo afligido pelas chagas de Cristo, que é chamado na Igreja como estigmas. Um padre, interpretado por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000321/">Gabriel Byrne</a> (que também já fez <a href="http://www.imdb.com/title/tt0146675/">papel de demônio</a> no mesmo ano) investiga esse estranho fenômeno. Logo a história nos mostra um antigo segredo que a igreja não quer deixar vir a conhecimento do público. Ótima pedida para um fim de semana com os amigos.</p>
<p><strong>A Supremacia Bourne</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0372183/">The Bourne Supremacy</a>, 2004) &#8211; Segundo filme da trilogia Bourne, que foi responsável por salvar a carreira de Matt Damon e transformá-lo em um ator de filmes de ação. Na história, Jason Bourne continua escondido das pessoas que o perseguem e tentando recuperar os pedaços de seu passado. Embora a fórmula seja a mesma do filme anterior, aqui o fluxo dos acontecimentos é melhor encaixado e a ação é melhor executada. Comprei esse filme de forma estratégica. Assim me vejo obrigado a comprar os outros dois volumes.</p>
<p><strong>Anjos da Noite</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0320691/">Underworld</a>, 2003) &#8211; Filme muito interessante de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0936482/">Len Wiseman</a>, onde é retratado uma guerra milenar entre Vampiros e Lobisomens. A protagonista <strong>Selene</strong> (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000295/">Kate Beckinsale</a>) é uma caçadora de Lobisomens que, ironicamente, vai se apaixonar por um dos seus inimigos. No decorrer da história ela acaba descobrindo que muito do que julgava ser verdade era mentira. Filme bom com alguns furos no roteiro, mas muito divertido.</p>
<p><strong>Anjos da Noite II</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0401855/">Underworld Evolution</a>, 2006) &#8211; Continuação de Underwold feita com muito mais dinheiro e com um roteiro um pouco melhor desenvolvido. Embora a ação seja orquestrada de maneira mais competente, ainda ficam os mesmos problemas do primeiro filme. Alguns fatos do roteiro acabam não encaixando direito e alguns acontecimento ficam mal explicados. Mas, no geral, é bem melhor que o antecessor. Esse filme teve uma resenha<a href="http://lorenti.org/2006/04/10/esquilos-e-vampiros/"> publicada aqui</a>.</p>
<p><strong>Serenity </strong>(<a href="http://www.imdb.com/title/tt0379786/">Serenity</a>, 2005) &#8211; Esse é um dos melhores filmes de ficção científica feito nos últimos anos. A produção desfruta de grande autoridade para mim e tem lugar de destaque na minha estante. Esse filme, na verdade, é um longa metragem que encerrou a injustamente curta existência da série <a href="http://www.imdb.com/title/tt0303461/">Firefly</a> (2002-2003), criada por <a href="http://www.imdb.com/name/nm0923736/">Joss Whedon</a> (que tambem foi o criador de <a href="http://www.imdb.com/title/tt0118276/">Buffy &#8211; The Vampire Slayer</a>). Um texto sobre esse filme já foi <a href="http://lorenti.org/2007/05/31/serenity/">escrito por aqui</a>.</p>
<p><strong>O Quinto Elemento</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0119116/">The Fifth Element</a>, 1997) &#8211; Aventura futurística com <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000246/">Bruce Willis</a> onde o bom humor dá a tônica da história. No enredo, uma força maligna que tenta destruir a vida a cada 5 mil anos está mais uma vez chegando a terra. A única chance de destruí-la é unir as quatro pedras dos elementos juntamente ao ser perfeito (<a href="http://www.imdb.com/name/nm0000170/">Milla Jovovich</a>) conhecido como quinto elemento. Destaque para a interpretação de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000676/">Chris Tucker</a> como o radialista maluco <strong>Ruby Rhod</strong>.</p>
<p><strong>A Espera de um Milagre</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0120689/">The Green Mile</a>, 1999) &#8211; Com certeza essa é uma das melhores adaptações de um livro de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0000175/">Stephen King</a>. E foi justamente de um livro que não trazia um horror escatológico e sim que mostrava o lado sensível do autor. Na história, acompanhamos a rotina do corredor da morte da penitenciária Cold Montain até a chegada de um hospede muito especial. Grande parte da força do filme se deve às incríveis interpretações que estão contidas nele e a direção segura de <a href="http://www.imdb.com/name/nm0001104/">Frank Darabont</a>.</p>
<p><strong>Wallace e Gromit em a Batalha dos Vegetais</strong> (<a href="http://www.imdb.com/title/tt0312004/">Wallace and Gromit in The Curse of the Were-Rabbit</a>, 2005) &#8211; Animação ganhadora do Oscar em 2006 é recomendada tanto para crianças quanto adultos. Animação inglesa feita totalmente com plasticina, aquela macinha, que é velha conhecida de quem cresceu assistindo a <strong>TV Cultura</strong>, a história nos mostra as aventuras de <strong>Wallace</strong> e <strong>Gromit</strong>, dupla quase desconhecida no Brasil, mas que já levou 3 Oscars e tem fãs fervorosos em todo mundo. Leia <a href="http://lorenti.org/2006/03/07/oscar-2006/">mais aqui</a>.</p>
<p>Tinha muito mais coisa bacana a venda, mas o dinheiro só deu para isso. Cada filme me custou R$ 10,00 e estão em bom estado de conservação. Uma boa pedida para quem gosta de filmes com qualidade, mas não deixa de ter um gostinho amargo por conta da triste realidade enfrentada pelo setor de locação.</p>
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		<title>Creative Commons my Ass</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 21:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pirataria]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Passei essa semana pensando muito e revendo algumas posturas, o que se materializou na demora de atualização desse espaço. Alguns posts lidos em blogs que visito me puseram a pensar novamente na questão do direito autoral e a forma como gerenciamos nossos blogs. O primeiro post foi do Cardoso sobre Reviews Piratas. O segundo texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center"><img src='http://lorenti.org/wp-content/2007/10/pirates_flag.jpg' alt='pirates_flag.jpg' /></div>
<p>Passei essa semana pensando muito e revendo algumas posturas, o que se materializou na demora de atualização desse espaço. Alguns posts lidos em blogs que visito me puseram a pensar novamente na questão do direito autoral e a forma como gerenciamos nossos blogs. O primeiro post foi do <a href="http://www.contraditorium.com">Cardoso</a> sobre <a href="http://www.contraditorium.com/2007/10/18/reviews-piratas-etica-anarquia-e-compromisso/">Reviews Piratas</a>. O segundo texto foi do blog <a href="http://blog.hiro.art.br">Widonid Another Hiro</a> sobre as <a href="http://blog.hiro.art.br/2007/10/22/creative-commons-vira-arma-nas-maos-erradas/">distorções da licença Creative Commons</a>. O terceiro não foi um texto e sim um fato. O <a href="http://www.overcampus.com/isfree/index.php">IsFree</a> saiu fora do ar por conta de problemas com a legislação americana e está sendo totalmente reformulado para se tornar um portal de notícias.  </p>
<p>Dentro de toda essa polêmica encontramos a prática da Pirataria e do Download ilegal de músicas, seriados e filmes pela internet. O IsFree defendia em sua justificativa um movimento denominado LDCC (Livre Distribuição e Compartilhamento de Cultura) para promover o download gratuito de séries e filmes em seu site. Segundo a visão dos administradores, como não havia venda dos episódios não podia ser caracterizado como pirataria. Ainda como forma de justificativa eles apontavam falhas na lei que caracteriza a pirataria, que é antiga, onde não se previa a prática dos downloads pela internet. Mas, na verdade, não é bem assim. </p>
<p><strong>Direitos Autorais</strong></p>
<p>Já discuti em um <a href="http://lorenti.org/2007/03/14/direito-da-imagem/">outro post</a> sobre a questão do Direito Autoral, porém voltado para a questão da imagem. O que importa é que qualquer obra produzida (artística ou científica) possuí dois direitos autorais. O primeiro é o Direito Moral. Ele é pessoal e intransferível e através dele o autor tem assegurado o direito de ser reconhecido como criador da obra. O segundo é o Direito Patrimonial, de posse. Esse pode ser negociado e vendido. O importante é que uma obra artística só pode ser reproduzida ou distribuída (mesmo que gratuitamente) através de uma expressa autorização do detentor dos direitos patrimoniais da obra, e mesmo assim respeitando os direitos morais. Nesse aspecto todos os sites que oferecem downloads de séries, músicas, filmes, revistas, livros ou jornais podem ser enquadrados na lei e sofrer as penalidades e multas previstas. No caso do Isfree a coisa foi mais complicada, pois eles sofreram uma denúncia nos Estados Unidos. Acordos internacionais de preservação de Direitos Autorais garantem uma ação da justiça brasileira caso alguém viole as leis americanas de Direitos Autorias (mais rígidas) em território nacional com produtos produzidos nos Estados Unidos.</p>
<p><strong>O Preço da Arte</strong></p>
<p>Hoje fazer um Download é muito fácil. Uma simples pesquisa pelo Google nos revela infinitos sites com links e várias comunidades do Orkut se dedicam a distribuir gravações de discos e seriados.  O movimento criado pelo Isfree pela livre distribuição e compartilhamento da cultura é muito bonito, mas quem paga por isso tudo?? Produzir um episódio de série, um filme ou um disco não é barato. Envolve vários estágios de investimento e produção. No final, quem investiu vai querer um retorno, senão não haveria o porquê desse investimento. Esse é um dos motivos pelos quais já afirmei por aqui que as grandes gravadoras não vão desaparecer tão cedo. Artistas que tentaram um esquema de distribuição independente (e mesmos esses não dão as musicas gratuitamente) se encontram no limbo musical, restrito a apenas um grupo pequeno e específico de fãs.</p>
<p>Desenvolver uma obra artística envolve muito trabalho. Fora todo o material físico para a produção de um CD (plástico, papel, impressão, horas de estúdio de gravação) existe algo que está inserido no valor disso tudo e que não pode ser mensurado: o talento e os anos de estudo do artista. Isso não tem preço. Existem discos que paguei R$ 200,00 e me senti extremamente satisfeito. Estou comprando o direito de apreciar uma obra de arte. Baixar esse disco gratuitamente na internet (o que é possível) seria como pular a janela do teatro para assistir ao Fantasma da Ópera escondido debaixo de um banco.<br />
Mas, como promover a distribuição da cultura em um país miserável como o Brasil sem ofender os direitos autorais? Essa é a questão.</p>
<p><strong>A Pirataria</strong></p>
<p>Já defendi a pirataria como forma de protesto contra os altos preços praticados pela indústria fonográfica do país. Todo mundo quer tirar 100% de lucro nas vendas de CDs. Desde os distribuidores até as lojas de discos. Em um país em que o salário da maior parte da população fica em torno de R$ 350,00 fica quase inviável pagar R$ 35,00 em um CD. Juntamente a isso a mídia cria quase uma necessidade de você ter aquele disco (estou falando dos artistas pop). Aliando o ímpeto consumista aos altos preços praticados nos discos oficiais é que o produto pirata ganha força. Vendido em qualquer esquina e com uma qualidade muito abaixo do aceitável esses CDs chegam a custar R$ 3,00 em alguns centros. </p>
<p>O primeiro problema ao meu ver é a educação. O brasileiro está acostumado a sempre dar um jeitinho e levar vantagem em tudo. Nosso sistema educacional e a própria instituição familiar está falhando vergonhosamente em ensinar valores éticos aos indivíduos. Isso se comprova pelo fato de que quem mais compra produtos falsificados são pessoas com poder aquisitivo maior, mostrando que o fator cultural é tão importante quanto o econômico. Fora o fato de estar cometendo um crime e desrespeitando os direitos de quem ralou para produzir aquela obra artística, ainda está dando lucros a indivíduos que estão apenas reproduzindo material alheio. O outro fator é mais subjetivo e tem a haver com a própria maneira de se apreciar a música. Hoje tanto artistas quanto as músicas são descartáveis. Comprar um CD de uma música que está na moda e que daqui 60 dias nem vai ser lembrada não contribuí para um instinto qualitativo do ouvinte.</p>
<p>A pirataria sempre existiu, claro. Mas, com a facilidade tecnológica qualquer um pode montar uma fábrica de reprodução em seu quarto.  Lembro que o primeiro CD que vi em minha vida foi aos 17 anos de idade. Antes disso os discos piratas eram feitos em vinil também. Só que, como o processo de produção era caro, não compensava reproduzir discos oficiais. Então os piratas eram shows ou apresentações raras das bandas. Um material diferencial para atrair o comprador a pagar o mesmo preço de um disco original e alguns se tornaram verdadeiras raridades por conta da qualidade ou do evento que registram (o caso do disco The Good, The Bad, The Live do Metallica).</p>
<p>Todos tem direito ao acesso a cultura. Independente de ter dinheiro ou não. A pirataria não é saída para o problema por entregar um produto de péssima qualidade e trazer lucros para indivíduos que não estão envolvidos no processo de produção cultural. Uma política cultural para o setor é necessária. Devemos lutar por subsídios que possam garantir que a população em geral tenha acesso a esse material além de educação musical nas escolas (um antigo sonho meu), mas ao mesmo tempo esses subsídios tem que ser aplicados tendo como objetivo o acesso popular e não apenas o bem estar do artista, como acontece com os filmes patrocinados pelas políticas governamentais.</p>
<p>Então minha gente, saiba que não é apenas clicar no botão e baixar aquele filme ou série. Você, provavelmente estará desrespeitando leis de vários países, quebrando tratados comerciais, e literalmente roubando do seu artista favorito o direito de lucrar com aquilo que ele sabe fazer, ou seja, com sua arte. Pensem nisso.</p>
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		<title>Uma pequena reflexão</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Sep 2006 12:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DVD]]></category>
		<category><![CDATA[Pirataria]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem passa por esse blog desde seu início sabe que já escrevi um ou dois posts sobre a pirataria, principalmente no que tange a música. Embora não goste de cd&#8217;s piratas acreditava que a prática era uma forma de protesto contra os preços abusivos praticados pela industria fonográfica brasileira. Chegamos a um ponto em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.pctuga.net/uploads/1/pirataria.jpg" rel="lightbox[230]" title="Uma pequena reflexão"><img border="0" src="http://www.pctuga.net/uploads/1/pirataria.jpg" /></a>  Quem passa por esse blog desde seu início sabe que já escrevi um ou dois posts sobre a pirataria, principalmente no que tange a música. Embora não goste de cd&#8217;s piratas acreditava que a prática era uma forma de protesto contra os preços abusivos praticados pela industria fonográfica brasileira. Chegamos a um ponto em que comprar no Amazon fica quase o mesmo preço que comprar no Brasil, mesmo pagando em dólar e bancando o frete dos Estados Unidos. Realmente um absurdo que pequenas gravadoras consigam colocar produtos de qualidade a um preço justo no mercado e as grandes empresas do ramo vendam seu produto a preços estratosféricos. Um verdadeiro paradoxo do capitalismo.</div>
<div>Mas, hoje não estou aqui para falar sobre a pirataria musical e sim sobre a pirataria de filmes. Ontem fui a locadora aqui do bairro e em vez de encontrar as duas atendentes que estou acostumado encontrei apenas uma. Perguntei se a companheira dela estava de férias e a resposta foi que ela tinha sido demitida e que em um mês ela também seria. Fiquei surpreso e perguntei a causa. A locadora estava fechando as portas (depois de 10 anos de funcionamento), pois não estava agüentando a concorrência com os DVD&#8217;s piratas. Segundo informações dela nessa semana (até ontem) haviam alugado apenas 8 filmes.</p>
<p>Dando uma volta pelas banquinhas que vendem cd&#8217;s na cidade podemos notar a veracidade das afirmações. São vendidos 03 filmes por R$ 10,00, o que não dá para locar nem dois filmes em uma locadora. O pior é que são filmes com um encarte porco, com cenas e extras retirados para caber no DVD e uma taxa de compressão que deixa a imagem e o som com péssima qualidade. Mas, essas são exigências que poucas pessoas levam a sério. O que importa é pagar menos.</p>
<p>Diante desse quadro o discurso que eu tinha perante os cd&#8217;s de música cai por terra. Não tem como defender essa prática, pois o preço das locações não são exorbitantes, os filmes originais estão com os preços cada vez mais baixos (alguns mais baratos que cd’s de música) e, como substituição, as pessoas levam para casa um produto de péssima qualidade que pode até diminuir a vida útil de seus aparelhos de DVD.</p>
<p>As primeiras a cair são as pequenas locadoras de bairro, aquelas que o dono é seu vizinho e você perde alguns minutos conversando com ele na hora da locação. As próximas a sofrer serão as grandes que cobram mais caro pela locação. Não há uma solução para o problema que envolve questões sociais, culturais e econômicas. O processo já esta em andamento e ninguém sabe onde vai parar.</p></div>
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		<title>Sobre a pirataria</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2005 12:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre o problema da pirataria no Brasil. Todos os meios de comunicação nos mostram, pelo menos uma vez por semana, todos os problemas que tal prática trazem para a economia do país como um todo. Quando iniciei este blog um dos primeiros posts que escrevi foi um manifesto a favor da pirataria. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://images.amazon.com/images/P/B00025ETIW.01.LZZZZZZZ.jpg"></p>
<div style="text-align: center" rel="lightbox[149]" title="Sobre a pirataria"><img width="267" height="267" border="0" src="http://images.amazon.com/images/P/B00025ETIW.01.LZZZZZZZ.jpg" /></div>
<p></a></p>
<div align="justify">Muito se fala sobre o problema da pirataria no Brasil. Todos os meios de comunicação nos mostram, pelo menos uma vez por semana, todos os problemas que tal prática trazem para a economia do país como um todo. Quando iniciei este blog um dos primeiros posts que escrevi foi um manifesto a favor da pirataria. Uma forma de protesto contra os preços abusivos praticados pela industria fonográfica no Brasil. Hoje retorno ao tema ainda mais revoltado. Tenho em minha mente que a musica é uma parte muito importante da existência do ser humano. Independente do estilo de musica que cada um goste ela esta presente em nosso dia a dia e nos proporciona horas de relaxamento e entretenimento. Sou contra o discurso de que os cds piratas trazem desemprego para a população, pois o trabalhador brasileiro não teria dinheiro para comprar um cd original então não teria grande diferença nas vendas.<br />
No sábado estava comprando alguns cds na Mystery (única loja de musica pesada em Presidente Prudente) quando um moleque entrou perguntando sobre o cd do &#8220;My Chemical Romance&#8221;. Essa é mais uma dessas bandinhas construídas pela MTV e que tem um clipe até legalzinho rolando na TV. Minha surpresa foi saber que um cd com 38 minutos de musica e com um encarte podre custa R$ 45,00. Um absurdo? Não. Esse é o preço médio de todos os cd&#8217;s da loja. Mesmo por esse preço é um cd que tem muita saída, ou seja, quem tem dinheiro esta consumindo o produto original. Mas como dizer a quem ganha R$ 300,00 reais por mês que a musica que ele quer ouvir custa R$45,00, quando existe o exemplar &#8220;genérico&#8221; por R$ 4,00.<br />
Esta na hora de nossa industria fonográfica perceber o óbvio. A pirataria existe porque os preços são exorbitantes.<br />
Gosto de comprar cds originais, pois tenho grande respeito pelas bandas que gosto, mas não posso criticar quem opta por um pirata. O direito a música deve ser respeitado também.</div>
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		<title>Sou a favor da pirataria.</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2005 19:07:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes que eu seja defenestrado deste blog gostaria de explicar o titulo deste post. Hoje estava passando em frente a banquinhas que vendem produtos do Paraguai e me deparei com a seguinte promoção: “4 CD’s por R$ 10,00.” Impossível para a industria fonográfica concorrer com um preço tão baixo, não é verdade? E sempre ouvimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que eu seja defenestrado deste blog gostaria de explicar o titulo deste post. Hoje estava passando em frente a banquinhas que vendem produtos do Paraguai e me deparei com a seguinte promoção: “4 CD’s por R$ 10,00.” Impossível para a industria fonográfica concorrer com um preço tão baixo, não é verdade? E sempre ouvimos os mesmos argumentos: 60 mil postos de trabalho foram eliminados, 2 mil pontos de venda de cd’s foram fechados, etc, etc, etc. O que eu digo sobre isso? Que tudo é uma grande besteira. A pirataria é forte por causa do alto preço do produto em lojas. Pessoas de baixa renda que não comprarem o produto pirata não vão comprar o produto original. Mas a música é universal, digo até necessária para o ser humano, porém hoje, se encontra presa nas grandes corporações fonográficas. Por que estas industrias não mostram sua planilha de custos para podermos calcular o quanto estão lucrando? Mas podemos começar por um ponto, que é a venda final ao consumidor. Aqui em Prudente, em uma grande loja de cd’s, o disco do Ira! Acústico esta sendo vendido a R$ 39,90. Tendo acesso as notas fiscais de compra da referida loja notamos que o mesmo disco foi comprado por R$ 21,00. Ou seja, um lucro de quase 100%. E as pessoas ainda procuram a causa da pirataria.</p>
<div></div>
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