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	<title>defenestrado  Uncategorized</title>
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	<description>Pare a Matrix que eu quero descer</description>
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		<title>Kamelot &#8211; Poetry for the Poisoned</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 21:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[CD]]></category>
		<category><![CDATA[Heavy Metal]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[CD de música]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, todo mundo diz que fico pegando no pé do <strong>Kamelot</strong>. Claro, eu que devo estar errado, afinal de contas a mídia especializada fica babando no ovo da banda e falando maravilhas de seus últimos discos. Juro para vocês que tentei ser camarada. Comprei o último disco do quinteto, o <strong>Poetry for the Poisonet</strong>, e ouvi-o dezenas de vezes a procura de toda a genialidade que a maioria dos sites especializados em <strong>Heavy Metal</strong> apontam. Infelizmente não consegui ver nada.</p>
<p>Mas, sinceramente, a culpa deve ser minha. Eu gostava muito do <strong>Kamelot</strong> enquanto eles faziam o feijão com arroz do <strong>heavy metal melódico</strong>. Talvez eu seja muito conservador e não consiga engolir facilmente as grandes mudanças de paradigmas musicais. Esse deve ser o mesmo motivo que me levaram a não gostar muito dos últimos trabalhos do <strong>Blind Guardian</strong> (assunto para um próximo texto). Minha relação de amor com a banda começou com o álbum <strong>The Fourth Legacy</strong> (1999) e terminou com o disco <strong>Epica</strong> (2003), um trabalho conceitual que está entre os mais bacanas que já fizeram com a classificação de <strong>heavy metal</strong>. O que veio depois foi modernoso e sem sal em minha opinião. Mas, todo mundo gostou.</p>
<p>Este <strong>Poetry for the Poisonet</strong> chega com um gostinho amargo de fim de uma Era. Parece que o vocalista da banda <strong>Roy Khan</strong>, pulou fora do barco por motivos religiosos. Deve ter enjoado de ganhar dinheiro. A arte da capa é fantástica. Um desenho caprichado e com arte finalização de primeiro mundo. Só isso já da vontade de ter o disco na sua coleção. Junto a isso temos a participação de grandes nomes da música mundial como <strong>Simone Simons</strong>, <strong>Amanda Somerville</strong>, <strong>Jon Oliva</strong>, <strong>Björn </strong>(?!?) e <strong>Gus G</strong>. E, finalizando a receita de bolo do disco, um final conceitual com uma música em quatro partes. Tudo completo para um ótimo trabalho.</p>
<p>A banda está afiada, todo mundo sabe muito bem o que está fazendo e o vocaliza, embora com uma voz grave, pode ser considerado um dos grandes do metal melódico. Infelizmente as músicas não decolam, fica tudo parado em uma zona cinza. Batidas mais modernas se mesclam a clichês do metal e não consigo ver um desenvolvimento natural das melodias. É um disco ruim? Não, mas você tem que se forçar a ouvi-lo novamente. Destaques ficam por conta de <strong>The Zodiac</strong> (meio esquisita, mas bacana), <strong>Poetry for the Poisoned, Pt. II: So Long</strong> (com a belíssima e talentosa <strong>Simone Simons</strong>), <strong>Once Upon a Time</strong> (a que chega mais perto do estilo antigo da banda) e <strong>If Tomorrow Came</strong> (pesada e arrastada ao mesmo tempo).</p>
<p>Mais um disquinho para a coleção. Agora é só esperar o que o futuro vai reservar para a banda.</p>
<p><a href="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" rel="lightbox[1643]" title="Poetry-for-the-Poisonet"><img class="alignnone size-full wp-image-1645" title="Poetry-for-the-Poisonet" src="http://lorenti.org/wp-content/2011/09/Poetry-for-the-Poisonet.jpg" alt="" width="500" height="507" /></a></p>
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		<title>VI Mostra de Teatro</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 18:15:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesse mês de junho aconteceu aqui em Presidente Prudente a VI Mostra de Teatro, patrocinada pelo Lugar das Artes em parceria com a ASSAOC e Secretaria de Cultura municipal. Através de meu vínculo com a Oficina Cultural da cidade consegui passe livre para fotografar todos os espetáculos. Claro que não deu para ver tudo, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse mês de junho aconteceu aqui em Presidente Prudente a <b>VI Mostra de Teatro</b>, patrocinada pelo <a href="http://www.lugardasartes.com.br/">Lugar das Artes</a> em parceria com a <a href="http://www.assaoc.org.br/">ASSAOC</a> e <b>Secretaria de Cultura</b> municipal. Através de meu vínculo com a <b>Oficina Cultural</b> da cidade consegui passe livre para fotografar todos os espetáculos. Claro que não deu para ver tudo, mas estive presente nos principais eventos.</p>
<p>Se você quer um texto sobre <a href="http://meiobit.com/67043/como-fazer-fotos-de-teatro/">como fazer fotografia de teatro</a>, então é só dar uma olhada no texto escrito para o <a href="http://meiobit.com/fotografia">Meio Bit</a>. Aqui vou falar um pouco dessa nova experiência. Nova em fotografar esse tipo de evento e de saber um pouco mais sobre os bastidores de cada peça.</p>
<p>A mostra abriu com o espetáculo <b>Cachorro Morto</b>, de São Paulo. Esse foi o primeiro momento em que minha cabeça explodiu. Muito boa a história e o incrível desenvolvimento dos atores. Texto complicado e profundo. Fico imaginando como uma pessoa consegue decorar todas aquelas falas. A história é sobre um portador de autismo que descobre morto o cachorro da vizinha. Nesse momento inicia-se uma investigação para descobrir o autor do crime. Várias descobertas vão ser reveladas tendo como base esse princípio. </p>
<p>O segundo espetáculo que gostaria de ressaltar foi <b>A minha irrealidade é mais pesada</b>, de uma companhia de Londrina. Tema que gira em torno de problemas no relacionamento de um casal e no esforço dos amigos para que eles não se separem. Mas, nada aqui é feito por motivos nobres. O espetáculo é uma mistura de drama com comédia e rende boas risadas ao público. Destaque para o cenário e soluções criativas e simples, mostrando que no Brasil é possível montar um espetáculo sem grandes investimentos.</p>
<p>O terceiro, e último destaque, fica por conta da encenação de <b>A Serpente</b>, de <b>Nelson Rodrigues</b>, montada e encenada por uma companhia prudentina de teatro. A história é sobre uma mulher que oferece o próprio marido para a irmã ter uma noite de luxuria. Óbvio que por ser uma peça de <b>Nelson Rodrigues</b> isso não vai acabar muito bem. Drama muito bem construído e com interpretações corretas. </p>
<p>Duas coisas me chamaram a atenção. A primeira são as coisas que acontecem nos bastidores, principalmente a preparação dos atores no palco antes de abrir as portas para o público. Os exercícios cênicos preparatórios são algo incrível para quem nunca teve contato com esse mundo. O segundo ponto importante é que o público foi inexpressivo. Isso mesmo. Aqui no interior reclamamos que não temos muitas montagens teatrais, mas quando elas acontecem o público não comparece. São essas coisas que me deixam triste.</p>
<p>Vejam algumas imagens abaixo.</p>
<p> <img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/TBZw4IicEjI/AAAAAAAAFA8/KoAp-izz798/s800/minha%20irrealidade%20%C3%A9%20mais%20pesada.jpg" /> <img src="http://lh3.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/TBZw44RFn3I/AAAAAAAAFBA/TMNMOfSYmeo/s800/a%20serpente.jpg" /> <img src="http://lh5.ggpht.com/_FrkvLzHxqPM/TBZw5Qr90xI/AAAAAAAAFBE/ti9TbTy6WOI/s800/cachorro%20morto.jpg" /></p>
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		<title>Ensaio Lidiane</title>
		<link>http://lorenti.org/2009/02/25/ensaio-lidiane/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 17:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[book fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Canon XSi]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio Fotográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Dizem que o Carnaval é época de festas, mas para mim é um momento de descansar e fazer o que eu gosto. Uma das coisas boas do funcionalismo público são os feriados prolongados nessas ocasiões. Claro que tive que tirar um momento para fotografar sem compromisso ou preocupação. Aproveitando a chegada de minha nova câmera, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que o Carnaval é época de festas, mas para mim é um momento de descansar e fazer o que eu gosto. Uma das coisas boas do funcionalismo público são os feriados prolongados nessas ocasiões. Claro que tive que tirar um momento para fotografar sem compromisso ou preocupação. Aproveitando a chegada de minha nova câmera, a <strong>Canon Rebel XSi</strong>. Para fazer um teste de fogo chamei minha amiga Lidiane (que um dia vou convencer a fazer um ensaio nu, hehe) para fazer umas fotos pelo centro velho da cidade. O resultado pode ser conferido abaixo. </p>
<p>Para o ensaio foram utilizadas a Camera <strong>Canon XSi</strong>, e as lentes 28-90mm f/3,5-4,5 e a 50mm f/1,8. Os locais que serviram de cenário foram a Estação Ferroviária (totalmente destruída e abandonada) e o <a href="http://lorenti.org/2008/04/11/o-maior-complexo-cultural-da-america-latina/">Centro Cultural Matarazzo</a>. Vejam algumas imagens abaixo:</p>
<div align="center"><img src="http://lh3.ggpht.com/_Iq6sRJn6TTE/SZViCIE5IdI/AAAAAAAAL8Q/jZ0ChazVsHI/s400/Lidiane%20063.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh6.ggpht.com/_Iq6sRJn6TTE/SZVkglzCAiI/AAAAAAAAL-g/X0m83RXogv8/s400/Lidiane%20093.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/_Iq6sRJn6TTE/SZVscR3KxgI/AAAAAAAAMC8/_zs6CNwJuVw/s400/Lidiane%20138.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh5.ggpht.com/_Iq6sRJn6TTE/SZVdKDIfurI/AAAAAAAAL4E/gZq1jVg5I1M/s400/Lidiane%20020.jpg" /></p>
<p><img src="http://lh4.ggpht.com/_Iq6sRJn6TTE/SZVlzQ7F2xI/AAAAAAAAMAE/9CsP3nVMuqY/s400/Lidiane%20108.jpg" /></div>
<p>Todas as fotos desse ensaio podem ser encontradas no meu <a href="http://picasaweb.google.com/gilsonlorenti/EnsaioLidianeII#">album do picasa</a>.</p>
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		<title>Mega Post de Lançamentos Metálicos &#8211; Part IV</title>
		<link>http://lorenti.org/2008/09/29/mega-post-de-lancamentos-metalicos-part-iv/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 18:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma sacolada de bons lançamentos caíram em minhas mãos. Como já tinha comentado antes, não está dando tempo de escrever sobre cada disco individualmente. Então, estou fazendo comentários rápidos de vários discos ao mesmo tempo. Claro que lançamentos mais significativos ainda vão render posts exclusivos, mas por enquanto essa metodologia tem me economizado tempo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma sacolada de bons lançamentos caíram em minhas mãos. Como já tinha comentado antes, não está dando tempo de escrever sobre cada disco individualmente. Então, estou fazendo comentários rápidos de vários discos ao mesmo tempo. Claro que lançamentos mais significativos ainda vão render posts exclusivos, mas por enquanto essa metodologia tem me economizado tempo.</p>
<p><strong>The Man Who Would Not Die</strong> (<strong>Blaze Bayley</strong>) &#8211; <strong>Blaze</strong> é um dos caras mais injustiçados na história do <strong>Heavy Metal</strong>. Teve o azar de substituir <strong>Bruce Dickinson</strong> no <strong>Iron Maiden </strong>e enfrentar uma legião de fãs neuróticos que não aceitaram muito bem essa troca. Mas, a culpa não é dele e sim do animal que escolheu seu nome para o cargo. Depois de sair da <strong>Donzela de Ferro </strong>ele se empenhou em uma carreira solo vitoriosa cujo último fruto é esse <strong>The Man Who Would Not Die</strong>. Disco com músicas rápidas e pesadas, provando que seu vocal grave pode ser violento. Boas músicas e instrumental redondinho. Destaque para a música título e para a fodastica <em>Samurai</em>.</p>
<p><strong>The Crucible of Man</strong> (<strong>Iced Earth</strong>) &#8211; <strong>Matthew Barlow</strong> está de volta. Depois de um período de indecisão em sua vida, o vocal mais bacana do <strong>Heavy Metal </strong>voltou a ecoar em um disco de uma das mais importantes bandas do estilo. <strong>The Crucible of Man</strong> é poderoso, rápido e épico. Coisa que não pode faltar em sua coleção. Quem nunca ouviu a banda pode até achar um som meio estranho, mas para os fãs vai ser uma experiência edificante. Destaque absoluto para a incrível <em>Come What May</em>.</p>
<p><strong>Lonely are the Brave</strong> (<strong>Jorn Lande</strong>) &#8211; <strong>Jorn Lande</strong> tem uma carreira longa, embora a maioria dos brasileiros o tenha conhecido apenas depois que assumiu os vocais da banda <strong>Masterplan</strong>. Depois de excelentes discos com a banda alemã, o rapaz saiu do grupo e iniciou sua carreira solo. <strong>Lonely are the Brave </strong>é seu novo álbum e não vai adicionar muito ao que o cara já fez. Embora o vocal seja majestoso, as músicas são simples e se apóiam nos clichês mais manjados do <strong>Metal Melódico</strong>. Indicado para fãs do estilo.</p>
<p><strong>Nostradamus</strong> (<strong>Judas Priest</strong>) &#8211; O <strong>Judas Priest </strong>voltou a ser relevante dentro do cenário musical quando seu antigo vocalista <strong>Rob Halford </strong>retornou a banda em 2004. Depois de lançar um disco bacana em 2005 (<a href="http://lorenti.org/2005/09/10/angel-of-retribution/">Angel of Retribution</a>), agora chega às lojas o aguardado <strong>Nostradamus</strong>. Embora a história do profeta da bacia de água seja bem clichê no mundo pop, o disco é a primeira incursão da banda em trabalhos conceituais. O disco é duplo e possuí 23 faixas. Mesmo sendo um trabalho interessante, as músicas são muito arrastadas e lá pela metade do disco você já está com sono. Perfeito para ouvir em doses homeopáticas.</p>
<p><strong>Death Magnetic</strong> (<strong>Metallica</strong>) &#8211; Sinceramente, não agüento mais ouvir ou ler nada sobre esse disco. A mídia especializada está saturada por comentários da banda e de pessoas que amam ou odeiam o disco. Depois de ouvir várias vezes o trabalho, cheguei à conclusão que ele é bacaninha. E só isso. Eu diria que esse seria um disco ótimo para ter saído depois do <strong>And Justice For All</strong>. Músicas rápidas, longas e com pouca melodia. Ao contrário dos primeiros trabalhos do grupo, mesmo depois de várias execuções, não existe nenhuma música que fique grudada em sua cabeça. Mas, mesmo assim, está muito superior ao que o grupo vem apresentando nos últimos anos. Os destaques negativos ficam por conta da versão porca que foi lançada no Brasil, o fato do contrabaixo ser inaudível no disco inteiro e a horrenda <em>The Unforgiven III </em>(parece que não vão largar esse osso nunca).</p>
<p><strong>Shogum </strong>(<strong>Trivium</strong>) &#8211; pouca coisa me surpreende dentro da música nos últimos anos, pois a reciclagem de antigas idéias e a falta de inspiração são uma constante no meio. Mas, o <strong>Trivium</strong> conseguiu. Não que os caras sejam revolucionários, mas o <strong>Thrash Metal</strong> praticado pela banda americana é daqueles certeiros que fazem você pular pela casa com vontade de quebrar tudo. Um lance muito bacana são partes mais melódicas que entram de repente no meio da porradaria, mostrando um bom gosto refinado. Não conhecia nada dessa rapaziada, mas já virei fã. Ouça<em> Kirisute </em>Gomem ou<em> Insurrection </em>sem sentir ódio, no bom sentido, é claro.</p>
<p><strong>Black Symphony</strong> (<strong>Within Temptation</strong>) &#8211; gravado ao vivo com a <strong>Metropole Orchestra</strong>, esse DVD do <strong>Within Temptation </strong>é, simplesmente, fenomenal. Aqui temos os grandes sucessos da banda representados por 22 ótimas canções. Ótimo instrumental e uma grande interação com a orquestra, mostrando que a música do conjunto casa perfeitamente com os instrumentos clássicos. Porém, o destaque absoluto da banda é  a vocalista <a href="http://lorenti.org/2005/08/28/divas-do-rock-part-ii/">Sharon Den Adel</a>. A moçoila é a perfeita junção entre talento e beleza. O DVD é um primor de produção e merece ser adquirido.</p>
<p>Por enquanto fica por aqui. Talvez essa semana ainda faça a crítica do novo disco do Queen. Ainda estou degustando a criança.</p>
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		<title>Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jun 2008 13:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa semana comemorou-se o Dia Mundial do Meio Ambiente. Para marcar a data, o SENAC realizou um evento com palestras e demonstrações de práticas voltadas para a conservação e manejo adequado do meio ambiente. A unidade de Presidente Prudente me convidou para ministrar a palestra &#8220;Educação Ambiental e Saneamento Básico no meio Rural&#8221;. O tema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana comemorou-se o <strong>Dia Mundial do Meio Ambiente</strong>. Para marcar a data, o <strong>SENAC</strong> realizou um evento com palestras e demonstrações de práticas voltadas para a conservação e manejo adequado do meio ambiente. A unidade de <strong>Presidente Prudente</strong> me convidou para ministrar a palestra <strong>&#8220;Educação Ambiental e Saneamento Básico no meio Rural&#8221;</strong>. O tema está inserido dentro das diretrizes da <strong>ONU</strong> que comemora entre 2005 e 2015 a <strong>Década da Água</strong>. Todo ano, a<strong> ONU</strong> elege um tema para ser trabalhado em relação aos recursos hídricos e, em 2008, o tema escolhido para nortear os trabalhos em todo o mundo foi o <strong>Saneamento Básico</strong>.</p>
<p>Saneamento básico é um tema muito importante. Pode parecer uma discussão que remonta a <strong>Era Medieval</strong>, mas ainda hoje milhões de pessoas não possuem saneamento básico em suas residências (entendendo por saneamento básico a coleta de lixo, a água encanada e tratada e a coleta e tratamento de esgoto) o que leva a milhares de mortes por doenças advindas da péssima qualidade da água. A situação na zona rural é mais complicada, pois as práticas de saneamento, ao contrario da zona urbana onde o poder público se responsabiliza (em teoria), são responsabilidade dos moradores, que tem que tomar providências para garantir a sua disposição de lixo e esgoto e suprir sua necessidade por água tratada.  Porém, o foco principal da palestra foi mais dentro dos conceitos de <strong>Educação Ambiental</strong> e de <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong> do que atividades práticas de saneamento básico em áreas rurais.</p>
<p>Eu já falei sobre <a href="http://lorenti.org/2007/10/20/meio-ambiente-falacias-e-imprecisoes/">Educação Ambiental</a> por aqui, mas o tema de <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong> é muito mais complicado. Infelizmente, todo mundo usa o termo para se referir a qualquer coisa relacionada com o meio ambiente. Isso está errado, pois muitos não sabem do que estão falando e acabam cometendo erros graves. O primeiro problema é o uso do termo pelos <strong>Eco-Chatos</strong>. Essas pessoas, que certamente também acreditam em duendes e fadas, propagam que o primeiro dever do <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong> é não agredir o Meio Ambiente e garantir a sobrevivência dos pobres animais. Bem, isso é um engano. </p>
<p>O <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong> é muito mais uma filosofia do que um conjunto de práticas. O progresso deve ser baseado em três características. A primeira é que deve ser ambientalmente equilibrado, explorando de forma racional os recursos. Em segundo, ele deve ser socialmente justo, levando ao aproveitamento da mão de obra local e promovendo o bem estar social. E por último, ele deve ser economicamente viável, pois ninguém investe dinheiro em algo que não vai dar retorno. Se a ação não tiver essas três características, não pode ser chamado de<strong> Desenvolvimento Sustentável</strong>. Dentro dessas normas, a prática deve seguir algumas outras diretrizes:</p>
<p>- A necessidade dos pobres são prioritárias, ou seja, zonas onde a igualdade social não tiver sido atingida pode promover uma maior exploração do meio ambiente para compensar esse fato;<br />
- O desenvolvimento humano deve ser aplicado em todas as suas facetas, ou seja, tanto social quanto cultural;<br />
- A sustentabilidade não é rígida, ela pode sofrer ajustes para se adequar dentro do planejamento;<br />
- A preocupação com a igualdade social, não só local, mas global, deve permear todo o projeto;<br />
- Os problemas ambientais devem ser pensados em escala global e não somente local;<br />
- Todas as decisões devem ser tomadas a longo prazo;</p>
<p>Levando em conta esses preceitos, acabamos chegando a conclusão que várias empresas que estão se aproveitando do marketing ambiental do <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong>, podem, na verdade, estar colocando em prática atividades que agridam em menor escala o meio ambiente, mas se não estão promovendo a igualdade social, não estão se enquadrando dentro das diretrizes do <strong>Desenvolvimento Sustentável</strong>.</p>
<p>Ainda falta muito para mudar. Décadas de mudanças para conseguir reverter o quadro e, talvez, como afirmou <strong>Carl Sagan</strong>, nossa civilização não consiga passar no teste e caminhar para a autodestruição.</p>
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		<title>Hello world!</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov -0001 00:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gilson</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start blogging!</p>
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