Angela Gossow trabalhava em uma firma de publicidade e estudava economia, quando em 1999 ela fez uma entrevista com o Arch Enemy para uma revista online durante a turnê do disco Burning Bridges. Na ocasião ela entregou uma fita demo da Mistress , banda na qual cantava. Em 2000 Johan Liiva saiu do Arch Enemy e o guitarrista Michael Amott chamou Angela Gossow para fazer testes na Suécia para entrar na banda.
O resto, como se diz por ai, é história. Tenho que admitir que não sou um grande fã de Heavy Metal Extremo. Para me atrair a banda tem que ser realmente boa e ter um diferencial que a faça brilhar no meio do mar de bandas clones que encontramos no cenário musical. Felizmente, Angela Gossow é um diferencial gigante dentro do Arch Enemy. Além de sua beleza estonteante, a manceba tem um dos mais potentes vocais guturais da história do Death Metal. Até Mark “Barney” Greenway (Napalm Death) deve abaixar a cabeça para ela. A primeira vez que ví um clipe da banda não acreditei que uma criatura angelical pudesse ter uma voz de urso com dor de garganta, mas é possível.
Nascida em Colônia, na Alemanha, a guria passou por outras bandas antes de encontrar um porto seguro no Arch Enemy e, com certeza, é a responsável pela explosão de popularidade do grupo. Veja abaixo um pouco do poder de fogo da beldade.
Hoje é mais um dia triste para a história da música. Mais um dos gigantes partiu para o outro mundo e vai, com certeza, deixar saudade. Você começa a se sentir um pouco mais velho quando seus ídolos começam a morrer, mas isso faz parte da grande viagem que é a vida. Richard Wright, tecladista de uma das mais famosas bandas de rock progressivo do mundo, o Pink Floyd, morreu hoje, no dia 15 de setembro, de câncer em sua casa.
Richard Wright foi um dos fundadores do Pink Floyd, participou como tecladista e vocal de apoio nos maiores clássicos do grupo e, depois de um tempo fora da banda, voltou ao grupo para a gravação do disco A Momentary Lapse Of Reason e fez parte da monumental turnê do disco The Division Bell que deu origem ao disco P.U.L.S.E. Porém, o tecladista também foi responsável pela gravação de três discos solos: Wet Dream (1978), Identity (1984) e Broken China (1996).
Para marcar esse adeus com música e não apenas com tristeza, vamos relembrar o clássico Great Gig in The Sky gravado durante a turnê do disco P.U.L.S.E. que trás a execução completa do disco Dark Side of The Moon.
Segundo a Wikipédia, A palavra taiko (太鼓) significa simplesmente “grande tambor” em Japonês. Fora do Japão, a palavra é usada frequentemente para referir-se a alguns dos vários tambores japoneses (和太鼓, ‘wa-daiko’, “Tambor Japonês”, em Japonês).
No Japão feudal, taikos eram frequentemente usados para motivar as tropas, para ajudar a marcar o passo na marcha e para anunciar comandos e anúncios marciais. Ao se aproximar ou entrar no campo de batalha o taiko yaku (tocador de tambor) era responsável por determinar o passo da marcha, usualmente com seis passos por batida do tambor (batida-2-3-4-5-6, batida-2-3-4-5-6).
De acordo com uma das crônicas históricas (o Gunji Yoshu), nove conjuntos de cinco batidas servia para levar um batalhão à batalha, enquanto nove conjuntos de três batidas aceleradas três ou quatro vezes e seguidas pelos gritos “Ei! Ei! O! Ei! Ei! O!” era a chamada para avançar e perseguir o inimigo.
Semana passada, durante o VI Diálogo Interbacias de Educação Ambiental em Recursos Hídricos, realizado na cidade de Avaré, interior de São Paulo, tivemos uma apresentação de Taiko na abertura o evento. A deixa para a escolha dessa atividade cultural foram os 100 anos da migração japonesa. Falando simplesmente de um grupo de pessoas tocando tambor, pode parecer um lance extremamente chato. Mas, só quem está presente para sentir a força da coisa. Aqui é uma mistura de ritual, ritmo e resistência. Um atrativo a mais é que eram quase todos mulheres na apresentação. Hehe, fiquei com inveja da resistência física delas.
Quem tiver oportunidade de assistir uma apresentação dessas garanto que não vai se arrepender.
Em 1983, o garoto David Lightman descobriu uma entrada no supercomputador do exército responsável por controlar todo o sistema de defesa. Pensando em se tratar de uma central de jogos o garoto começa a jogar com o computador uma simulação de ataques nucleares múltiplos. Encarando a partida como fatos reais, o programa inicia os preparativos para concretizar o lançamento de todo o arsenal nuclear americano em direção a Rússia (ainda vivíamos a Guerra Fria). Com pouco tempo para correr atrás do prejuízo, a única esperança de David é encontrar o construtor da máquina, o Dr. Stephen Falken, e juntos descobrirem uma maneira de evitar a III Guerra Mundial.
O enredo acima é a história de um dos filmes mais bacaninhas da década de 80. Clássico absoluto da Sessão da Tarde, War Games (Jogos de Guerra) trazia Matthew Broderick no papel do garoto viciado em computadores em uma época em que a internet apenas gatinhava e os computadores trabalhavam com discos de 8 polegadas, o principal sistema operacional era o DOS e os monitores apresentavam apenas a cor verde.
Quando fiquei sabendo que iriam regravar esse pequeno capítulo da cultura nerd, logo pensei que seria mais uma porcaria e que Hollywood realmente não tem mais originalidade para nada. Claro que me propus a não assistir a tal produção para não me decepcionar e não perder as boas lembranças que tenho do original, mas o DVD da produção (sim, já foi lançado o DVD) acabou caindo em minhas mãos e, como é difícil morder a língua, o filme até que é legal.
Felizmente, o filme não é apenas uma regravação. War Games - The Dead Code se mostra como uma continuação do filme original. O antigo sistema de computadores WOPR foi substituído por uma nova máquina batizada de RIPLEY que tem por objetivo monitorar, caçar e aniquilar qualquer atividade terrorista. Claro que o tema foi atualizado para a temática atual de caça aos terroristas muçulmanos. Aqui também entra o jovem hacker Will Farmer (Matt Lanter) que entra no sistema para jogar uma das simulações disponíveis. Como demonstra habilidade no jogo, RIPLEY o marca como possível terrorista. Esse é o ponto em que o computador fica maluco, ao melhor estilo SkyNet, e sobra para o pobre rapaz e para o Dr. Stephen Falken (personagem resgatado do primeiro filme) deter o fim do mundo.
Daí em diante os dois filmes ficam muito parecidos e uma sacada muito bacana é ressuscitar o antigo computador WOPR (também conhecido como Joshua) para se confrontar com a RIPLEY e ensinar para ela o dilema do jogo da velha que ele aprendeu no primeiro filme “Um jogo estranho. A única maneira de vencer é não jogar.”
Não vai se tornar um clássico, mas vai lhe garantir uma boa tarde de diversão.
Bem, finalmente cheguei de minha pequena aventura em Avaré, como anunciado no post abaixo. Foi uma correria tremenda e não deu para escrever mais nada por aqui. Sobre Avaré e toda as aventuras vividas no evento de Educação Ambiental, vou falar durante a semana que vem, pois preciso esperar revelar os filmes com as fotos da bagaça.
Mas, o que deixou cabreiro essa semana foi um pequeno problema que tive aqui no blog, e novamente aconteceu com o todo poderoso Deus Google. Esse blog está sobre punição do indexador a mais de dois meses. Tudo por causa de uma invasão que o site sofreu e de propagandas que foram colocadas de forma camuflada nos códigos do WordPress. Tudo foi consertado e colocado para rodar. Depois do segundo pedido de reconsideração tive outra ingrata surpresa. Na segunda-feira, dia 01, os anúncios do Google Adsense não mais apareceram na página principal do blog.
Após entrar em contato com a Central de Ajuda do Adsense, que te manda um monte de respostas prontas antes de realmente conversar com você, tive a notícia de que vários posts do blog se chocavam com a política de editores do Adsense. Ao pedir uma explicação mais específica, fiquei sabendo que todas as análises de fotos da Playboy ou referências a filmes eróticos deveriam ser retirados do site caso eu quisesse os anúncios de volta. Tentei argumentar, mas não teve jeito. Hoje, passei o dia fazendo um pente fino nos textos e eliminando o que poderia ser contra as políticas de qualidade do Adsense.
Tudo bem, eu concordo com a avaliação deles, mas 80% dos blogs no Brasil se valem do anúncio de fotos da Playboy e de filmes eróticos. Então como fica isso? O Google afirma que monitora todas as páginas, mas encontramos facilmente blogs com apenas títulos e uma foto rodeados por anúncios do Adsense. Sem falar de blogs famosos que fazem críticas de filmes eróticos. Um exemplo bem interessante é que o próprio site da Revista Trip, uma publicação que adoro, possuí anúncios do Adsense. A meu ver, tudo isso é analisado por amostragem. O meu problema é que a atenção do Google com meus pedidos de reconsideração.
Mas, não adianta mais chorar. É só correr atrás do prejuízo e publicar os posts mais picantes em meu outro blog, que não tem Adsense.